Questões de Concurso
Sobre práticas e mediações educacionais em artes em educação artística
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) organiza a Educação Infantil em cinco campos de experiência, que orientam o desenvolvimento integral das crianças a partir de suas interações, explorações e produções simbólicas. São eles: O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; e Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Sobre esse assunto, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
(__) As práticas artísticas na Educação Infantil devem valorizar o processo de experimentação, a ludicidade e a leitura sensível de sons, formas, gestos, movimentos, cores, materiais e espaços.
(__) O ensino de Artes nessa etapa busca promover o desenvolvimento da sensibilidade estética, da imaginação criadora e da autonomia expressiva, integrando diferentes linguagens e experiências culturais às vivências cotidianas das crianças.
(__) No componente curricular Artes, a BNCC define unidades temáticas que se relacionam às quatro linguagens artísticas (artes visuais, dança, música e teatro), considerando-as como modos específicos de percepção, criação e comunicação.
A sequência CORRETA é, de cima para baixo:
(__)A BNCC estabelece competências e habilidades específicas para o componente curricular Arte, organizadas nas linguagens de artes visuais, dança, música e teatro, que devem orientar o planejamento pedagógico.
(__)Os recursos materiais e ambientes para o ensino de Arte devem incluir espaços adequados como salas especializadas, ateliês, recursos multimídia e materiais diversificados que possibilitem experimentações nas diferentes linguagens artísticas.
(__)A ausência de sala específica ou materiais especializados para Arte impossibilita completamente o trabalho pedagógico de qualidade, não cabendo ao professor buscar alternativas ou adaptar espaços disponíveis na escola.
(__)Espaços alternativos como pátios, jardins, quadras e áreas externas podem ser utilizados como ambientes pedagógicos para o ensino de Arte, ampliando as possibilidades de experimentação e criação artística.
Indique a ordem correta de afirmativas verdadeiras (V) ou falsas (F), de cima para baixo:
I.O planejamento em Arte deve contemplar as dimensões da criação, fruição, reflexão e contextualização, proporcionando aos estudantes experiências que articulem fazer artístico, apreciação e compreensão conceitual.
II.A avaliação no ensino de Arte deve ser formativa, diagnóstica e processual, considerando o desenvolvimento dos estudantes ao longo do tempo e não apenas o produto final de suas produções artísticas.
III.As estratégias de ensino-aprendizagem em Arte devem ser idênticas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, mantendo uniformidade metodológica que garanta padrões técnicos consistentes em todos os níveis.
IV.O uso de tecnologias digitais no ensino de Arte amplia possibilidades de criação, pesquisa e difusão artística, devendo ser integrado ao planejamento pedagógico como recurso potencializador da aprendizagem.
Quais afirmativas abaixo estão coerentes com a BNCC?
Marque a alternativa correta:
Complete corretamente a lacuna:
COELHO, M. Inteligência artificial na música: um novo tom para a educação básica. Disponível em: www.agazeta.com.br. Acesso em: 17 jul. 2025.
Um professor de Música do Ensino Médio desafiou os estudantes a utilizarem aplicativos de inteligência artificial na criação musical. Nessa etapa, os estudantes devem utilizar o aplicativo para criar uma canção que exiba as características de uma bossa-nova arquetípica. Para isso, o estudante deve escrever o seguinte prompt:
TEXTO 1
O processo de retomada e valorização da ancestralidade afrodiaspórica precisa ser realizado com criticidade, respeito às diferenças e acolhimento das produções postas à margem do cânone eurocêntrico. É necessário atenção à maneira pela qual acontece esse processo e os seus resultados, principalmente quando tratamos de cultura popular, para evitar a folclorização dessas práticas.
SOUZA, S. S. Arte e pensamento negro como epistemologias críticas.
Revista Música, n. 1, jul. 2024 (adaptado).
TEXTO 2
Cordeiro de Nanã
Os Tincoãs

Disponível em: www.pedrovieira.com.br. Acesso em: 6 ago. 2025.

TEXTO 1
É fato que a música está presente no cotidiano de crianças, jovens e adultos — muitas vezes constituindo uma trilha sonora para diferentes momentos e atividades em suas vidas. As músicas também evocam sentimentos e recordações de momentos e pessoas importantes para cada um — as delineações de que nos fala Lucy Green (1997). Essas delineações são uma dimensão do significado musical, que é também construído com base em significados inerentes — próprios das relações entre os sons.
OLIVEIRA, L. Música na educação do campo: superando estereótipos
e aprimorando a escuta musical por meio da criação de playlists.
Música na Educação Básica, n. 12, 2020 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música da Educação de Jovens e Adultos (EJA) convidou os estudantes a construírem playlists individuais intituladas Trilha sonora da minha vida, contendo as cinco músicas mais significativas da sua história pessoal. Após um período para a investigação de sua história musical, os estudantes deveriam compartilhar com a turma sua playlist, relacionando-a com suas memórias de vida. O grupo selecionou algumas das músicas apresentadas para compor o repertório da prática de conjunto, em que foram explorados os aspectos musicais, expressivos e estruturais das músicas.
Com base nas abordagens teóricas sobre diferentes perspectivas acerca da inteligência musical e seu desenvolvimento, estas perspectivas são referentes aos seguintes pesquisadores:
TEXTO 1
Uma professora do 5º ano do Ensino Fundamental propôs para a turma uma atividade musical com a canção Nagô, de Lia de Itamaracá. Após aprenderem a canção, a professora contextualizou essa manifestação cultural de tradição afro-brasileira, por meio da apreciação de material audiovisual, seguida de vivência corporal e de prática instrumental.
TEXTO 2
Nagô

BEINEKE, V.; FREITAS, P. Lenga la lenga: jogos de mãos
e de copos. São Paulo: Ciranda Cultural, 2006.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.
TEXTO 1
Boa parte da confusão sobre a avaliação formal poderia ser evitada se a dimensão da compreensão musical recebesse uma atenção explícita desde o começo. Podemos pensar a compreensão musical revelada por quatro camadas cumulativas — material, expressão, forma e valor — como critérios observáveis em atividades de composição, execução e apreciação.
SWANWICK, K. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003 (adaptado).
TEXTO 2
Um professor de Música do Ensino Fundamental desenvolveu com suas turmas dos Anos Finais uma sequência didática que intitulou de A música do som da escola. Como forma de inspirá-los nas criações, o professor reproduziu no aparelho de som a obra Relojes, da compositora Judith Akoschky, que explora musicalmente os sons produzidos por diferentes tipos de relógios. Em seguida, o professor solicitou aos estudantes que realizassem um “passeio sonoro pela escola”. Em sala, dividiu a turma em grupos e solicitou-lhes que organizassem os sons percebidos e mapeados em estruturas musicais com início, meio e fim. Orientou que adicionassem às composições elementos expressivos, como variações de intensidades e dinâmicas. O projeto culminou na apresentação das composições musicais.