Questões Militares
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Considere o texto a seguir:
Quando se estuda historicamente a estrutura fundiária no Brasil, ou seja, a forma de distribuição e acesso à terra, verifica-se que, desde os primórdios do período colonial, essa distribuição foi desigual. Dois instrumentos estão na origem de grande parte dos latifúndios do país e são frutos da herança colonial, quando a terra era doada pela Coroa aos membros da corte.
(Ariovaldo Umbelino de Oliveira, “Agricultura brasileira: transformações recentes”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)
Quais são os instrumentos mencionados no texto?
Leia o texto a seguir:
O território brasileiro, devido a sua magnitude espa cial, comporta um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde há um esque ma coerente de feições do relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas. Tais fei ções paisagísticas e ecológicas são integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que as condições fisiográficas e biogeográ ficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.
(Aziz Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
O texto descreve o domínio
(TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)
Considerando o tempo geológico, o ciclo hidrológico pode ser subdividido em dois subciclos:
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001. Adaptado)
De acordo com os autores, existem modos de resistência ao movimento de homogeneização dessa nova psicosfera, que são fundados
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001. Adaptado)
A abordagem proposta pelos autores, neste contexto, analisa o território a partir
(ROSS, J.L.S. (org). Geografia do Brasil. 6a ed. São Paulo: Edusp, 2019. Adaptado)
A nova divisão internacional do trabalho imposta pela mundialização do capitalismo monopolista foi estruturada e gerida, sobretudo, por
(MORAES, A.C.R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981. Adaptado)
A concepção filosófica e metodológica que orienta a Geografia Tradicional, mencionada pelo autor, é a do
(HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C.W. A nova desordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006. Adaptado)
As duas formas distintas de organizar o espaço, ao qual se referem os autores, relacionam-se, respectivamente,
(GROTZINGER, J.; JORDAN, T. Para entender a Terra. 6a ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. Adaptado)
De acordo com o texto, as taxas de intemperismo, tanto químico como físico, variam
(CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1991. Adaptado)
As categorias analíticas mencionadas no texto são:
(CORRÊA, R. L. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado)
O debate apresentado no texto refere-se ao conceito de
(COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder. 2a ed. São Paulo: Edusp, 2010. Adaptado)
Ao analisar a transição da era do poder naval para a era do poder terrestre, o autor citado por Costa argumenta que o desenvolvimento das redes ferroviárias neutralizou a histórica vantagem das potências marítimas. Para esse autor, a mobilidade continental permitiria a consolidação de um império inexpugnável no “coração continental”, ou heartland, estabelecendo que o controle dessa zona estratégica era a condição essencial para a hegemonia global.
Essa teoria pertence a
(CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1997. Adaptado)
Trata-se do conceito de território e de espaço vital, ambos com fortes raízes na
(AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
O excerto se refere ao Domínio
O território brasileiro, devido a sua magnitude espacial, comporta um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde há um esquema coerente de feições do relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas. Tais feições paisagísticas e ecológicas são integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que as condições fisiográficas e biogeográficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.
(Aziz Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
O texto descreve o domínio
O crescimento das áreas centrais de São Paulo representa um dos grandes desafios para os urbanistas. A cidade se transforma numa bomba-relógio, com o crescimento de populações miseráveis que hoje ocupam os logradouros públicos, instalando-se sob pontes, viadutos e marquises; que se alojam em favelas e cortiços, disputando espaços quando estes são cada vez mais valorizados e destinados a edifícios inacessíveis a essa população. Para resolver o grave problema de moradia em São Paulo e fugir das instituições financeiras, os trabalhadores sacrificaram-se para construir suas casas, fora dos padrões técnicos legais, colocando-as em condições de risco e insalubridade. Vítimas de operações encetadas por empresas imobiliárias clandestinas, surgiram vários trabalhadores que se viram sem o direito ao título de propriedade devido à grilagem dos terrenos. A presença de casas, quase sempre inacabadas, gerou na periferia urbana uma paisagem onde as construções, apesar de novas, aparecem como um cenário em ruínas.
(Francisco Capuano Scarlato, “População e urbanização brasileira”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)
O texto faz referência a um espaço que caracteriza a paisagem urbana da grande maioria do município de São Paulo e da região metropolitana.
Trata-se do espaço