Os últimos quinze anos constituíram um dos períodos em que ...
(HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C.W. A nova desordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006. Adaptado)
As duas formas distintas de organizar o espaço, ao qual se referem os autores, relacionam-se, respectivamente,
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Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: A expressão do enunciado que opõe “lógica territorial clássica, de controle de áreas e fronteiras” à “lógica globalizadora” exigia, na ordem, um modelo de soberania territorial e outro de organização em redes e fluxos. Esse critério de comparação é atendido de forma direta apenas na alternativa B.
- Se o enunciado opuser territorialidade clássica e globalização, identifique primeiro o modelo baseado em soberania, área e fronteiras estatais, e depois o modelo de redes, fluxos e conexões.
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O Estado-nação westfaliano refere-se ao modelo moderno de organização política global baseado nos conceitos de soberania nacional, integridade territorial e não ingerência nos assuntos internos de outros países. Este sistema nasceu formalmente na Europa em 1648, com a assinatura dos Tratados de Münster e Osnabrück, coletivamente conhecidos como a Paz de Vestfália, pondo fim à sangrenta Guerra dos Trinta Anos.Abaixo estão detalhados os pilares, a evolução histórica e os desafios contemporâneos desse modelo político.Os Pilares do Sistema WestfalianoO modelo estruturou as bases do direito internacional moderno a partir de três regras principais:
:Soberania Territorial: Cada Estado detém autoridade suprema e exclusiva sobre seu território e sua população, livre de interferências de poderes externos (como a Igreja ou outros impérios).
Igualdade Jurídica: Todos os Estados soberanos possuem os mesmos direitos e deveres perante o direito internacional, independentemente de seu tamanho, população ou poder econômico e militar
Não Intervenção: Nenhum Estado tem o direito de intervir nos assuntos domésticos, políticos ou religiosos de outra nação soberana.
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