Questões Militares Sobre não definido
Foram encontradas 573 questões
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Analise o trecho abaixo.
"Assimilando e digerindo essas contribuições, estaremos nos autoeducando em vista de um aperfeiçoamento que, por sua vez, se refletirá em nossas ações [...]" (7° §)
O termo destacado acima é formado pelo elemento de composição aut(o)-. Assinale a opção em que se encontra outro termo grafado corretamente.
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Analise o trecho abaixo.
"Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada." (4° §)
No trecho acima, ao se flexionar o verbo destacado no pretérito perfeito do indicativo, tem-se a forma:
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
"Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável [...]" (5° §)
"Ora, lendo Grande sertão: veredas, vamos deparar com esta mesma ideia, ficcionalizada, retraduzida, reformulada: [...]" (8° §)
Segundo o sistema ortográfico em vigor, os termos em destaque nos trechos acima não mais recebem acento gráfico. A regra em questão estabelece que não se acentuam graficamente:
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Analise o trecho abaixo, transcrito do texto 01 - "O dono do livro".
"O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal." (7° §)
Assinale a opção em que se estabelece, implicitamente, uma intertextualidade entre a ideia de Martha Medeiros e uma conclusão apresentada por Gabriel Perissé, no texto 02 - "A liberdade de ler".
Texto para a questão.
Texto 2
A LIBERDADE DE LER
Gabriel Perissé
Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura
Não é n
Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro
Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada
Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias
Analise os trechos abaixo.
I- "[...] trinta páginas depois já estavam encalhados para sempre, sem ânimo de ir em frente e sem coragem de abandonar o navio." (1° §)
II- "Leio para crescer, viver melhor, me ampliar, me expandir, me superar, me realizar." (4° §)
III- "[...] fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias." (5° §)
IV- "[...] trazer sempre para perto de nós um livro (ou mais de um) que de fato nos motive a pensar, a imaginar, a sentir, a desejar (a desejar utopias!), a pôr em ação nossa interioridade." (6° §)
V- "Um livro que nos acompanhe na sala de espera do dentista, na rodoviária, na estação do metrô, no aeroporto..." (6° §)
Assinale a opção que apresenta as afirmativas nas quais se identifica o paralelismo no emprego da preposição.
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Observe as afirmativas abaixo.
I- O trecho "Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia [...]" (1° §), está de acordo com a variante culta da língua.
II- Em "Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos [...]" (2° §), a palavra destacada pode ser substituída por prontamente, sem alteração de sentido.
III- O uso do pronome destacado no trecho "Esse livro é seu? perguntou o menino." (3° §), está em desacordo com a norma culta.
IV- Segundo a autora, os brasileiros e os africanos não têm o hábito de leitura por falta de acesso aos livros.
V- Em "E são, de fato." (8° §), o modalizador discursivo destacado na frase indica uma amplificação do que foi expresso no enunciado anterior.
Assinale a opção correta.
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
"Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber." (10° §)
Assinale a opção que parafraseia corretamente o trecho destacado, mantendo o mesmo sentido do enunciado original.
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Assinale a opção em que o escritor Mia Couto (poeta e ficcionista moçambicano) explica, implicitamente, a ideia de Martha Medeiros destacada acima.
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
"O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado." (1° §)
"Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse." (9° §)
Os termos em destaque nos trechos estabelecem entre si uma relação de:
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Observe o trecho abaixo.
"Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto." (1° §)
O sufixo presente no termo sublinhado é formador de gentílicos. Assinale a opção em que o adjetivo pátrio está corretamente grafado.
Texto para a questão.
Texto 1
O DONO
Martha Medeiros
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Cout
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto
Esse livro é seu? perguntou o menino
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros — aqui no Brasil, inclusive
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada — comprei, é meu
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros
Aquele garoto de Moçambique não vê assim
Observe os trechos a seguir.
I- "Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro." (1º §)
II- "Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto." (2° §)
III- "A resposta não é a mesma de quando se pergunta: 'Quem escreveu o livro?'." (5° §)
IV- "O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça." (6° §)
V- "São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor [...]" (7° §)
Nas sentenças acima, possuem valor demonstrativo apenas os termos destacados em: