Questões Militares
Sobre hematologia em medicina
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Mulher de 30 anos, previamente hígida, sem comorbidades, apresenta quadro de cefaleia e confusão mental de 3 dias de evolução. Não há dor abdominal, náusea, diarreia, falta de ar, sintomas respiratórios superiores ou dor torácica. O exame neurológico não demonstra alteração focal e tomografia de crânio não demonstra nenhuma anormalidade aguda. Exames séricos: hemoglobina: 8 g/dL; leucócitos: 6500/mm3 ; plaquetas: 10000/mm3 ; sódio: 135 mEq/L; potássio: 5,2 mEq/L; cloreto: 105 mEq/L; bicarbonato: 22 mEq/L; ureia: 144 mg/dL; creatinina: 1,7 mg/dL; teste de gravidez: negativo; o esfregaço de sangue periférico demonstra esquizócitos.
Nessa paciente, o próximo passo no manejo dessa condição é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Com base nos dados, a causa subjacente das alterações descritas é
O tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa, TTPT) mede o tempo que o plasma leva para coagular quando exposto a substâncias que ativam os fatores de contato, que avalia as vias intrínsecas e comuns de coagulação.
Das situações a seguir, assinale aquela em que a avaliação do TTPa está indicada.
Praticamente todos os pacientes submetidos a transplante autólogo ou alogênico de células progenitoras hematopoéticas (CPH) necessitam de suporte transfusional na forma de transfusões de concentrado de hemácias (CH) e/ou plaquetas até que as células da medula transplantadas sejam enxertadas o suficiente para suportar a hematopoiese.
Com relação ao suporte transfusional no transplante de medula óssea (TMO), é correto afirmar:
O transplante de órgãos sólidos é frequentemente realizado com considerável incompatibilidade HLA. Para pacientes com ampla sensibilização aos antígenos HLA, isso pode resultar em maior rejeição do enxerto e sua perda potencial. Para transplante cardíaco, um painel de anticorpos reativos (PRA) superior a 50% é frequentemente usado como ponto de corte clínico para determinação da necessidade de troca plasmática terapêutica para dessensibilização.
De acordo com as diretrizes da American Society For Apheresis (ASFA) de 2023, a categoria de indicação de troca plasmática para dessensibilização do transplante cardíaco é
Homem de 55 anos, residente em Manaus, chega a um hemocentro em São Paulo para doar sangue total vestindo uma camiseta de sobrevivente de câncer com um grupo que irá participar de uma maratona. Durante a avaliação da saúde do doador, ele afirma com orgulho que está livre do câncer há 2 anos, após o tratamento do câncer de próstata, e tem estado ativamente envolvido no apoio à pesquisa do câncer, participando de corridas de caridade.
A elegibilidade desse doador para doação de sangue total hoje é
Durante muitas décadas, a decisão de transfundir glóbulos vermelhos (hemácias) baseou-se na “regra 10/30”: a transfusão era usada para manter uma concentração de hemoglobina no sangue >10 g/dL) e um hematócrito >30%.No entanto, a preocupação com a transmissão de patógenos transmitidos pelo sangue e os esforços para contenção de custos causaram um reexame das práticas de transfusão na década de 1980.
Com relação a essa informação, o limite para se indicar a transfusão de concentrado de hemácias, em pacientes internados, é