Questões Militares
Sobre história do brasil em história
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(Boris Fausto. História do Brasil, p. 509)
Está correto afirmar que o movimento descrito no fragmento, ocorrido em 1984, teve como desdobramento a seguinte ocorrência:
O Senado rachou entre dois grupos antagonistas: os “ultranacionalistas” contra os “entreguistas” — alcunhas dadas, naturalmente, pelos adversários. Um lado abrigou os senadores que defendiam a produção e toda a cadeia industrial como monopólio estatal. Do outro lado, ficaram os que advogavam a participação da iniciativa privada, incluindo empresas estrangeiras. O projeto de lei original, porém, não previa o monopólio. Na primeira passagem da proposta pela Câmara, os deputados a modificaram e incluíram nela o monopólio estatal. Foi esse o texto sobre o qual os senadores se debruçaram em 1953.
(Ricardo Westin. Arquivo S. Disponível em: https://tinyurl.com/yua22cur, 06.06.2014. Acesso em: 06.08.2023. Adaptado)
O texto se refere à votação do projeto de lei referente à
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia; p. 539 de 1330 – Edição do Kindle. Adaptado)
Os acontecimentos históricos abordados referem-se ao contexto que contribuiu para provocar
Com a Independência do Brasil, haviam atingido o objetivo fundamental a que se propunham: libertar o país das restrições impostas pelo Estatuto Colonial, assegurar a liberdade de comércio e garantir a autonomia administrativa. A organização do país independente refletiria os anseios desses grupos sociais que assumiram o poder no Primeiro Império.
(Emília Viotti da Costa. Da Monarquia à República, p. 58. Adaptado)
Em relação aos grupos sociais mencionados no texto, está correto afirmar que estes eram compostos
(https://memorialdademocracia.com.br. Adaptado.)
Durante o Estado Novo (1937-1945), os instrumentos de propaganda do governo, mencionados no excerto,
(Boris Fausto. História do Brasil, 2007. Adaptado.)
Os dados apresentados no excerto decorrem
O II PND tratou de incentivar os investimentos da grande empresa privada na produção de bens de capital... Entretanto, a nova política colocava no centro do palco da industrialização brasileira a grande empresa estatal. Os gigantescos investimentos a cargo do sistema Eletrobrás, da Petrobrás, da Embratel e de outras empresas públicas eram, a rigor, o sustentáculo do programa.
Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil, Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP). São Paulo, 2003. Pg. 496
Durante o período dos governos militares no Brasil (1964- 1985), o país passou por significativas transformações econômicas que foram denominadas, por alguns, como "Milagre Econômico". Considerando esse contexto, assinale a opção correta.
O período denominado de "Nova República", compreendido entre os anos de 1985 е 1989, foi caracterizado, no plano político, pelo fim do regime militarempresarial e pela transição democrática gradual е negociada entre os setores dominantes brasileiros (empresariais e políticos); e, no plano econômico, pela enorme esperança no início do Governo Sarney que foi se transformando paulatinamente em frustação na medida em que os programas de estabilização (Planos Cruzado, Bresser e Verão) não conseguiam debelar o "dragão" da inflação - que chegou a 1.783% em 1989 - que corroeu a moeda nacional.
Fonte: PINTO, Eduardo Costa. Nova República (1985- 1989): transição democrática, crise da dívida externa, inflação, luta pela apropriação da renda e fim do desenvolvimentismo. Texto para Discussão 007 | 2019. UFRJ. Instituto de Economia. Rio de Janeiro, 2019. Pg.3
Após o fim do regime militar, o governo de José Sarney (1985-1990) marcou o início da chamada Nova República no Brasil. Seu mandato foi caracterizado por grave crise econômica, hiperinflação e sucessivos planos de estabilização. Com relação aos Planos econômicos ocorridos durante o governo Sarney, assinale a opção correta.
Lembranças de um menino operário Jacob Penteado morava no bairro do Belenzinho, no município de São Paulo, em 1910. Cedo, teve que trabalhar numa fábrica de vidro. Seus colegas de trabalho tinham entre 7 e 14 anos. Ganhavam salários baixíssimos, alimentavam-se mal e levavam surras dos capatazes quando cometiam algum erro. Minha família, de parcos recursos, não poderia manter-me em estabelecimentos de ensino secundário [...]. Trabalhava-se [...] nove horas por dia, inclusive aos sábados...O ambiente era o pior possível [...] Acrescentem-se a isso os maus-tratos dos vidreiros, muito comuns naquele tempо.
Fonte: Citado em CARONE, Edgard. O movimento operário no Brasil (1877-1944). São Paulo: Difel, 1984. р. 53-54.
O texto acima retrata a situação de um trabalhador, ainda menino, durante o período denominado de República Velha (1889-1930). Sobre as condições da classe trabalhadora desse período, é correto afirmar que:
Abriu-se, então, um vácuo político que liberou a imaginação popular [...]. De um lado, o problema prático e mais imediato foi resolvido a partir de uma sucessão de quatro regências, assumidas por políticos brasileiros [...]. De outro lado, contudo, a questão sucessória incendiou as demais províncias, que agora, sem um rei no poder, passaram a contestar a legitimidade dos novos governantes.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 243.
Com base nessas informações, dentre os três grupos políticos que disputavam o espaço público da Corte na virada das décadas de 1820 e 1830, pode-se citar os:
Realmente, a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária era apenas uma entre centenas de unidades que os Aliados puseram em campo. Mas se a proporção de brasileiros que passaram pelo combate foi exigua, isso não acarretou minoração das contingências com que nossa tropa se deparou na guerra. Embora a Itália fosse um teatro de operações "secundário", para os combatentes a vida na linha de frente em nada diferia de outros fronts mais ativos.
FONTE: MAXIMIANO, Campiani. Neve, fogo e montanhas: a experiência brasileira no combate na Itália (1944/1955), in. Nova História Militar Brasileira. Organiz. Celso Castro, Vitor Izecksohn e Hendrik Kraay. FGV Editora / Bom Texto. Rio de Janeiro, 2004. Pg.345
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o Brasil foi levado a participar deste conflito, ao lado das forças Aliadas, após navios brasileiros terem sido atacados por submarinos alemães no Atlântico.
Sobre a presença brasileira na Segunda Guerra Mundial é correto afirmar que
O historiador espanhol Ramón Blanco, em seu livro Las "bandeiras", publicado em 1966, reconhecendo que а nomenclatura do movimento é extremamente confusa, gasta mais de quinhentas páginas para tentar provar que as bandeiras nada mais eram que unidades militarizadas - algo como as companhias ou os batalhões dos exércitos de hoje - que foram utilizadas em muitas das mais importantes incursões territoriais feitas pelos luso brasileiros na América do Sul com a finalidade de capturar selvagens.
Fonte: FILHO, Synésio Sampaio Goes. Navegantes, Bandeirantes, Diplomatas. Um ensaio sobre a formação das fronteiras do Brasil. Martins Fontes / Biblioteca do Exército Editora. Rio de Janeiro-RJ, 2000, Pg.90
O historiador Ramón Blanco, em seu texto, faz referência à atividade denominada por alguns historiadores de Bandeiras, ocorrida no período colonial brasileiro.
Com base nessas informações assinale a que apresenta corretamente algumas das consequências geradas por essa atividade no Brasil colonial.
É no espaço mais amplo do Atlântico Sul que a história da América portuguesa e a gênese do Império do Brasil tomam toda a sua dimensão. A continuidade da história colonial não se confunde com a continuidade do território da Colônia. Na verdade, os condicionantes atlânticos, africanos — distintos dos vínculos europeus —, só desaparecem do horizonte do país após o término do tráfico negreiro e a ruptura da matriz espacial colonial, na segunda metade do século XIX. Tais condicionantes marcam a originalidade da formação histórica brasileira.
(Luiz Felipe de Alencastro, O Trato dos Viventes. Adaptado)
De acordo com o historiador Luiz Felipe de Alencastro em sua obra,
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
A obra citada apresenta o “novo sindicalismo” como um movimento sindical que
O governo do general Médici esteve à frente do chamado “milagre brasileiro”, como ficaria conhecida a fase durante a qual o crescimento econômico do país atingiria taxas muito elevadas. De fato, entre 1968 e 1973, o PIB cresceu em média 11,2%, alcançando 14% em 1973.
(Carlos Fico, História do Brasil Contemporâneo. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresente outra característica da chamada fase do “milagre econômico”.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia.)
A obra em análise aponta como um dos prejuízos
Por volta da década de 1880, era óbvio que a abolição estava iminente. O Parlamento, reagindo ao abolicionismo de dentro e de fora do país, vinha aprovando uma legislação gradualista. O movimento abolicionista tornou- -se irresistível nas áreas cafeeiras, onde quase dois terços da população escrava estava concentrada. Com uma nova consciência de si mesmos e encontrando apoio em segmentos da população que simpatizavam com a causa abolicionista, grandes números de escravos fugiram das fazendas. A escravidão tornou-se uma instituição desmoralizada. Quase ninguém opunha-se à ideia de abolição, embora alguns reivindicassem que os fazendeiros deviam ser indenizados pela perda de seus escravos.
(Emília Viotti da Costa, Da Monarquia à República: momentos decisivos. Adaptado)
No contexto oferecido, um único grupo, no Parlamento, resistiu à abolição da escravatura. Esse grupo foi, para Viotti da Costa, o dos
Por que o Brasil não se fragmentou e manteve a unidade territorial que vinha dos tempos da Colônia? Para explicar isso, os historiadores têm buscado várias respostas. Vamos nos referir a duas.
Em seu livro A Construção da Ordem, José Murilo de Carvalho propõe uma explicação que dá peso maior à natureza da elite política imperial, que teria tido melhores condições de enfrentar com êxito a tarefa de construir o Estado nacional, por ser bastante homogênea. Essa homogeneidade resultaria, principalmente, da educação e da profissão comuns.
(Boris Fausto, História do Brasil)
A outra análise vem de Luís Filipe de Alencastro, que