Questões Militares
Sobre história do brasil em história
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(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Pressionado pelos grupos de linha-dura, o presidente Castelo Branco decretou
(Marcos Napolitano, História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. Adaptado)
Assinale a alternativa que exemplifica a citada autonomia com maiores poderes administrativos dos estados.
(Ângela de Castro Gomes, “Vargas exemplar”. Em: Luciano Figueiredo (org.), História do Brasil para ocupados)
Tal construção mítica veio, entre outras formas, por meio
Nas eleições presidenciais de 1922, os estados da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro formaram a Reação Republicana, que apresentou o candidato Nilo Peçanha para disputar contra Artur Bernardes, candidato a presidente indicado por São Paulo e Minas Gerais. O programa da Reação Republicana baseava-se no controle da inflação e na defesa de finanças equilibradas para o Estado brasileiro. Ela também reivindicava uma política econômica que protegesse as mercadorias nacionais de exportação em geral, sem privilégios a qualquer produto em particular.
No contexto da República Velha, a Reação Republicana
Decreto no 76.593, de 14 de novembro de 1975
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição,
DECRETA:
Art. 1o. Fica instituído o Programa Nacional do Álcool visando ao atendimento das necessidades do mercado interno e externo e da política de combustíveis automotivos.
Art. 2o . A produção do álcool oriundo da cana-de-açúcar, da mandioca ou de qualquer outro insumo será incentivada através da expansão da oferta de matérias-primas, com especial ênfase no aumento da produção agrícola, da modernização e ampliação das destilarias existentes e da instalação de novas unidades produtoras, anexas a usinas ou autônomas, e de unidades armazenadoras.
(www2.camara.leg.br)
A decisão política que consta no Decreto no 76.593 caracterizou uma resposta nacional à
Em 14 de setembro de 1966, o Grupo de Trabalho da Amazônia encaminhara ao Presidente Humberto Castelo Branco o projeto de lei votado pelo Congresso Nacional que resultou na criação de um órgão governamental, a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Em 27 de outubro de 1966, o Presidente Castelo Branco sancionou a lei de incentivo para quem se interessasse na região amazônica, dispondo sobre a isenção de impostos de renda, taxas federais, atividades industriais, agrícolas, pecuárias e de serviços básicos, além da isenção de impostos e taxas para importação de máquinas e equipamentos, bem como para bens doados por entidades estrangeiras.
(www.gov.br, 13.10.2020. Adaptado.)
Um dos objetivos da criação do órgão governamental mencionado no excerto corresponde
(https://memorialdademocracia.com.br. Adaptado.)
Durante o Estado Novo (1937-1945), os instrumentos de propaganda do governo, mencionados no excerto,
(Boris Fausto. História do Brasil, 2007. Adaptado.)
Os dados apresentados no excerto decorrem
O II PND tratou de incentivar os investimentos da grande empresa privada na produção de bens de capital... Entretanto, a nova política colocava no centro do palco da industrialização brasileira a grande empresa estatal. Os gigantescos investimentos a cargo do sistema Eletrobrás, da Petrobrás, da Embratel e de outras empresas públicas eram, a rigor, o sustentáculo do programa.
Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil, Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP). São Paulo, 2003. Pg. 496
Durante o período dos governos militares no Brasil (1964- 1985), o país passou por significativas transformações econômicas que foram denominadas, por alguns, como "Milagre Econômico". Considerando esse contexto, assinale a opção correta.
O período denominado de "Nova República", compreendido entre os anos de 1985 е 1989, foi caracterizado, no plano político, pelo fim do regime militarempresarial e pela transição democrática gradual е negociada entre os setores dominantes brasileiros (empresariais e políticos); e, no plano econômico, pela enorme esperança no início do Governo Sarney que foi se transformando paulatinamente em frustação na medida em que os programas de estabilização (Planos Cruzado, Bresser e Verão) não conseguiam debelar o "dragão" da inflação - que chegou a 1.783% em 1989 - que corroeu a moeda nacional.
Fonte: PINTO, Eduardo Costa. Nova República (1985- 1989): transição democrática, crise da dívida externa, inflação, luta pela apropriação da renda e fim do desenvolvimentismo. Texto para Discussão 007 | 2019. UFRJ. Instituto de Economia. Rio de Janeiro, 2019. Pg.3
Após o fim do regime militar, o governo de José Sarney (1985-1990) marcou o início da chamada Nova República no Brasil. Seu mandato foi caracterizado por grave crise econômica, hiperinflação e sucessivos planos de estabilização. Com relação aos Planos econômicos ocorridos durante o governo Sarney, assinale a opção correta.
Lembranças de um menino operário Jacob Penteado morava no bairro do Belenzinho, no município de São Paulo, em 1910. Cedo, teve que trabalhar numa fábrica de vidro. Seus colegas de trabalho tinham entre 7 e 14 anos. Ganhavam salários baixíssimos, alimentavam-se mal e levavam surras dos capatazes quando cometiam algum erro. Minha família, de parcos recursos, não poderia manter-me em estabelecimentos de ensino secundário [...]. Trabalhava-se [...] nove horas por dia, inclusive aos sábados...O ambiente era o pior possível [...] Acrescentem-se a isso os maus-tratos dos vidreiros, muito comuns naquele tempо.
Fonte: Citado em CARONE, Edgard. O movimento operário no Brasil (1877-1944). São Paulo: Difel, 1984. р. 53-54.
O texto acima retrata a situação de um trabalhador, ainda menino, durante o período denominado de República Velha (1889-1930). Sobre as condições da classe trabalhadora desse período, é correto afirmar que:
Abriu-se, então, um vácuo político que liberou a imaginação popular [...]. De um lado, o problema prático e mais imediato foi resolvido a partir de uma sucessão de quatro regências, assumidas por políticos brasileiros [...]. De outro lado, contudo, a questão sucessória incendiou as demais províncias, que agora, sem um rei no poder, passaram a contestar a legitimidade dos novos governantes.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 243.
Com base nessas informações, dentre os três grupos políticos que disputavam o espaço público da Corte na virada das décadas de 1820 e 1830, pode-se citar os:
Realmente, a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária era apenas uma entre centenas de unidades que os Aliados puseram em campo. Mas se a proporção de brasileiros que passaram pelo combate foi exigua, isso não acarretou minoração das contingências com que nossa tropa se deparou na guerra. Embora a Itália fosse um teatro de operações "secundário", para os combatentes a vida na linha de frente em nada diferia de outros fronts mais ativos.
FONTE: MAXIMIANO, Campiani. Neve, fogo e montanhas: a experiência brasileira no combate na Itália (1944/1955), in. Nova História Militar Brasileira. Organiz. Celso Castro, Vitor Izecksohn e Hendrik Kraay. FGV Editora / Bom Texto. Rio de Janeiro, 2004. Pg.345
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o Brasil foi levado a participar deste conflito, ao lado das forças Aliadas, após navios brasileiros terem sido atacados por submarinos alemães no Atlântico.
Sobre a presença brasileira na Segunda Guerra Mundial é correto afirmar que
O historiador espanhol Ramón Blanco, em seu livro Las "bandeiras", publicado em 1966, reconhecendo que а nomenclatura do movimento é extremamente confusa, gasta mais de quinhentas páginas para tentar provar que as bandeiras nada mais eram que unidades militarizadas - algo como as companhias ou os batalhões dos exércitos de hoje - que foram utilizadas em muitas das mais importantes incursões territoriais feitas pelos luso brasileiros na América do Sul com a finalidade de capturar selvagens.
Fonte: FILHO, Synésio Sampaio Goes. Navegantes, Bandeirantes, Diplomatas. Um ensaio sobre a formação das fronteiras do Brasil. Martins Fontes / Biblioteca do Exército Editora. Rio de Janeiro-RJ, 2000, Pg.90
O historiador Ramón Blanco, em seu texto, faz referência à atividade denominada por alguns historiadores de Bandeiras, ocorrida no período colonial brasileiro.
Com base nessas informações assinale a que apresenta corretamente algumas das consequências geradas por essa atividade no Brasil colonial.
É no espaço mais amplo do Atlântico Sul que a história da América portuguesa e a gênese do Império do Brasil tomam toda a sua dimensão. A continuidade da história colonial não se confunde com a continuidade do território da Colônia. Na verdade, os condicionantes atlânticos, africanos — distintos dos vínculos europeus —, só desaparecem do horizonte do país após o término do tráfico negreiro e a ruptura da matriz espacial colonial, na segunda metade do século XIX. Tais condicionantes marcam a originalidade da formação histórica brasileira.
(Luiz Felipe de Alencastro, O Trato dos Viventes. Adaptado)
De acordo com o historiador Luiz Felipe de Alencastro em sua obra,
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)
A obra citada apresenta o “novo sindicalismo” como um movimento sindical que