Questões Militares Sobre história do brasil em história

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Q4188637 História
Leia o texto a seguir:

No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4188636 História
Leia o texto a seguir:

No dia 7 de maio de 1730, o governador das Minas Gerais, d. Lourenço de Almeida, escreveu ao rei reclamando dos “contínuos delitos” cometidos nas Minas por “bastardos, carijós, mulatos e negros”. Nas palavras de d. Lourenço, não havia tempo em que as estadas não estivessem cheias de negros ladrões e matadores, e é preciso que se castigue com pena de morte executando-se nestas vilas para exemplo dos mais negros porque não havendo castigo podem ir crescendo então grande número que venham a dar o mesmo cuidado que deram os Palmares em Pernambuco, além das muitas mortes que fazem carijós, mulatos e bastardos.
(Carlos Magno Guimarães, “Mineração, quilombos e Palmares”, em João José Reis e Flávio dos Santos Gomes [org.], Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. Adaptado)


Na manifestação do governador das Minas Gerais, é possível constatar a
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Q4188635 História
Leia o texto a seguir:
A presença insignificante de escravos legítimos não impediu que os contornos ideológicos da escravidão indígena em São Paulo ganhassem corpo ao longo do século 17. De fato, a introdução de milhares de índios demandou a criação de uma estrutura institucional que ordenasse as relações entre senhores e escravos. Apesar da legislação contrária ao trabalho forçado dos povos nativos, os paulistas conseguiram contornar os obstáculos jurídicos e moldar um arranjo institucional que permitiu a manutenção e a reprodução de relações escravistas.
(John M. Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. Adaptado)

Tal arranjo institucional, segundo a obra referenciada, significou que os
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Q4188634 História
 Considere o texto a seguir:

Quando se estuda historicamente a estrutura fundiária no Brasil, ou seja, a forma de distribuição e acesso à terra, verifica-se que, desde os primórdios do período colonial, essa distribuição foi desigual. Dois instrumentos estão na origem de grande parte dos latifúndios do país e são frutos da herança colonial, quando a terra era doada pela Coroa aos membros da corte.
(Ariovaldo Umbelino de Oliveira, “Agricultura brasileira: transformações recentes”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)


Quais são os instrumentos mencionados no texto?
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Q4188360 História
Leia o texto a seguir:

    A Assembleia Constituinte instalou-se em 1o de fevereiro de 1987, e a Constituição foi promulgada no ano seguinte, em 5 de outubro de 1988. O novo texto constitucional tinha a missão de encerrar a ditadura. É a mais extensa Constituição brasileira — tem 250 artigos principais, mais 98 artigos das disposições transitórias — e está em vigor até hoje.

(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia. Adaptado)

Para Schwarcz e Starling, a Constituição de 1988 é
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Q4188359 História
 Leia o texto a seguir:

    Os vitoriosos de 1930 formavam um grupo bastante heterogêneo, tanto do ponto de vista social como do ponto de vista político. Se o combate às oligarquias tradicionais era o que se poderia chamar de um objetivo em comum, o mesmo não se pode dizer em relação às expectativas dos diferentes atores envolvidos no movimento. Assim, enquanto os setores oligarcas dissidentes mais tradicionais desejavam um maior atendimento à sua área e maior soma de poder, com um mínimo de transformações, os quadros civis mais jovens almejavam a reforma do sistema político, os tenentes defendiam a centralização do poder e a introdução de reformas sociais, e os setores vinculados ao Partido Democrático tinham como meta o controle do governo paulista, além da efetiva adoção de princípios liberais.

(Marieta de Moraes Ferreira e Surama Conde Sá Pinto, “A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930”, em Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado [orgs.], O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico – vol. 1: da Proclamação da República à Revolução de 1930)

O quadro apresentado no excerto, sobre os vitoriosos da Revolução de 1930, explica a constituição de uma forma política entendida como
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Q4188358 História
Leia o texto a seguir:

    As interpretações sobre a Guerra do Paraguai variaram, e muito. Há quem diga que a origem da guerra estaria condicionada à ambição desmedida de López e a seu caráter autoritário. Há também quem explique o conflito a partir da política imperialista inglesa. Ciosa em manter sua influência financeira no local, a Inglaterra teria se imiscuído na guerra, forjando oposições e selando amizades.

(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil, uma biografia. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente, segundo a obra citada, outra interpretação para o conflito bélico.
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Q4188357 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4188356 História
Leia o texto a seguir:

    No dia 7 de maio de 1730, o governador das Minas Gerais, d. Lourenço de Almeida, escreveu ao rei reclamando dos “contínuos delitos” cometidos nas Minas por “bastardos, carijós, mulatos e negros”. Nas palavras de d. Lourenço, não havia tempo em que as estadas não estivessem cheias de negros ladrões e matadores, e é preciso que se castigue com pena de morte executando-se nestas vilas para exemplo dos mais negros porque não havendo castigo podem ir crescendo então grande número que venham a dar o mesmo cuidado que deram os Palmares em Pernambuco, além das muitas mortes que fazem carijós, mulatos e bastardos.

(Carlos Magno Guimarães, “Mineração, quilombos e Palmares”, em João José Reis e Flávio dos Santos Gomes [org.], Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. Adaptado)

Na manifestação do governador das Minas Gerais, é possível constatar a 
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Q4188355 História
Leia o texto a seguir:

    A presença insignificante de escravos legítimos não impediu que os contornos ideológicos da escravidão indígena em São Paulo ganhassem corpo ao longo do século 17. De fato, a introdução de milhares de índios demandou a criação de uma estrutura institucional que ordenasse as relações entre senhores e escravos. Apesar da legislação contrária ao trabalho forçado dos povos nativos, os paulistas conseguiram contornar os obstáculos jurídicos e moldar um arranjo institucional que permitiu a manutenção e a reprodução de relações escravistas.

(John M. Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. Adaptado)

Tal arranjo institucional, segundo a obra referenciada, significou que os
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Q4187051 História
“A ditadura militar, instaurada por meio do golpe de 1964, tinha [...] a sua disposição, este importante aparato repressivo. Em 13 de dezembro de 1968 é baixado o Ato Institucional nº 5 [...]. Desta forma a repressão política ganha nova proporção e caráter federal e são criados os centros de informação das Forças Armadas. Além disso, já ganhava espaço dentro das corporações a Doutrina de Segurança Nacional, transformada em lei pelo decreto nº 314 de 13 de março de 1967, que fortalecia a ideia de um inimigo interno a ser combatido pelas forças repressivas. O decreto nº 88.777, de 30 de setembro de 1983, [...] regulamenta a natureza híbrida de policial e militar, organização, formação, treinamento, adestramento e emprego da Polícia Militar na manutenção da ordem pública, inclusive, defesa interna, defesa territorial, mediante o Regulamento para as Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (R200), por ele aprovado. Na manutenção da ordem pública, cabe à Polícia militar o exercício dinâmico do poder de polícia, no campo da segurança pública, visando a prevenir, dissuadir, coibir ou reprimir eventos que violem a ordem pública, de acordo com o artigo 2º, nº 19, do referido decreto. O emprego operacional da Polícia Militar prioriza a manutenção da ordem pública, em detrimento da prevenção à violência e à criminalidade, ou seja, da proteção à vida.”

(Comissão da Verdade do Estado de São Paulo – Rubens Paiva. A militarização da segurança pública. Disponível em: comissaodaverdade.al.sp.gov.br. Acesso em: 23 fev. 2026.)

Considerando a formação histórica da Polícia Militar no Brasil, sua inserção na arquitetura da segurança pública durante a ditadura militar e as permanências institucionais no período pós-1988, analise criticamente as afirmativas a seguir e assinale a correta.
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Q4187050 História
O Ato Institucional nº 5 (AI-5), decretado em 1968, constitui um marco decisivo na consolidação da ditadura civil-militar brasileira. Considerando suas determinações jurídicas, seus fundamentos políticos e seus efeitos estruturais sobre o Estado, a sociedade e as lutas de classe no Brasil, analise as afirmativas a seguir e assinale aquela que expressa corretamente o significado histórico do AI-5.
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Q4187049 História
“No início da noite de 15 de agosto de 1942, o vapor Baependi sulcava vagarosamente a costa do estado de Sergipe. [...] A poucas centenas de metros dali, o comandante do submarino alemão U-507, o capitão-de-corveta Harro Schacht, ordenara o torpedeamento da embarcação mercante brasileira. Minutos depois, duas fortes explosões e o Baependi era posto a pique. Das 306 pessoas a bordo, morreram 215 passageiros e 55 tripulantes. Era uma ação de guerra, da maior guerra que a história da humanidade conheceria [...]. Nos dias seguintes, outros navios foram atacados em águas territoriais brasileiras. Nas principais cidades do país, à medida que se informavam os ataques e se contabilizavam os mortos, grupos de manifestantes saíam às ruas, para [...] pedir, em resposta, declaração de guerra [...]. Em 22 de agosto de 1942, o presidente Getúlio Vargas, após uma reunião com seu ministério, declarou estado de beligerância contra o Eixo. O Brasil estava na guerra.”

(FERRAZ, Francisco César. Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial. Rio de janeiro: Zahar, 2005. p. 9.)

A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial produziu impactos políticos, diplomáticos e ideológicos relevantes, particularmente em função da condição da União Soviética como potência aliada no combate ao nazi-fascismo. Considerando a conjuntura do Estado Novo, a dinâmica da frente antifascista e as repercussões internas dessa aliança durante o conflito, analise as afirmativas a seguir e assinale aquela que expressa corretamente esse processo histórico.
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Q4187048 História
No processo que conduziu à instauração do Estado Novo, em 1937, o governo de Getúlio Vargas, com o aval da cúpula militar e a colaboração de setores integralistas, mobilizou deliberadamente um documento forjado de caráter conspiratório, elaborado no interior do aparato militar por Olímpio Mourão Filho e apresentado como prova de uma iminente insurreição comunista. Amplamente divulgado pela imprensa e pelos meios oficiais de propaganda, esse expediente produziu pânico social e forneceu a base ideológica e jurídica para a suspensão das garantias constitucionais, a neutralização das oposições políticas e a ruptura definitiva da ordem liberal vigente. Tal construção não correspondia a uma ameaça revolucionária concreta, mas operou como instrumento de legitimação do autoritarismo e da perseguição aos comunistas, permitindo a consolidação do governo sob a aparência de defesa da ordem nacional.

Considerando essa caracterização histórica, identifique, dentre as afirmativas a seguir, o plano ao qual essa descrição corresponde corretamente.
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Q4187047 História
“Na década de 1920, a sociedade brasileira viveu um período de grande efervescência e profundas transformações. Mergulhado numa crise cujos sintomas se manifestaram nos mais variados planos, o país experimentou uma fase de transição cujas rupturas mais drásticas se concretizariam a partir do movimento que ficaria conhecido como revolução de 1930.”

(FERREIRA, Jorge et al (Orgs.). O tempo do liberalismo oligárquico: da Proclamação da República à Revolução de 1930 – Primeira República (1889-1930). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. p. 314.)

A chamada ‘Revolução de 1930’ é frequentemente apresentada pela historiografia tradicional como ruptura decisiva com a Primeira República. Considerando a dinâmica das oligarquias regionais, o papel do Estado e a reorganização do bloco no poder, analise as afirmativas a seguir acerca da relação entre o movimento de 1930 e assinale a correta.
Alternativas
Q4187045 História
“— Mas o que é que há? [...].
— A república está proclamada.
— Já há governo?
— Penso que já; mas diga-me V. Excia.: ouviu alguém acusar-me jamais de atacar o governo? Ninguém. Entretanto... Uma fatalidade! Venha em meu socorro, Excelentíssimo. Ajude-me a sair deste embaraço. A tabuleta está pronta, o nome todo pintado.
‘Confeitaria do Império’, a tinta é viva e bonita. O pintor teima em que lhe pague o trabalho, para então fazer outro. Eu, se a obra não estivesse acabada, mudava de título, por mais que me custasse, mas hei de perder o dinheiro que gastei? V. Excia. crê que, se ficar ‘Império’, venham quebrar-me as vidraças?
— Isso não sei.
— Realmente, não há motivo; é o nome da casa, nome de trinta anos, ninguém a conhece de outro modo.
— Mas pode pôr ‘Confeitaria da República’...”
(ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. Rio de Janeiro: Jackson, 1959. pp. 251-253.)

A consolidação do Estado republicano brasileiro, a partir do final do século XIX, envolveu mudanças institucionais relevantes, mas também a permanência de estruturas sociais e econômicas herdadas do período anterior. Considerando a organização política e econômica da República e as continuidades na composição do poder, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
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Q4187044 História
“Com a aclamação e a posterior coroação do príncipe regente d. Pedro como imperador do Brasil, iniciou-se, no imaginário político de povos outrora irmãos, a construção da ideia de um império autônomo em terras americanas. A Gazeta do Rio de Janeiro, em 21 de dezembro de 1822, proclamava: ‘O Brasil [...] era um Reino dependente de Portugal; hoje é um vasto Império, que fecha o círculo dos povos livres da América; era colônia dos portugueses, hoje é Nação’. Logo, a partir do final de 1822, a palavra nação começava a despertar um sentimento de separação, de distinção de um povo em relação ao outro, despontando a noção de nacional como oposto de estrangeiro.”
(SCHWARCZ, Lilia Moritz (Dir.). História do Brasil Nação: 1808-2010. v. 1: crise colonial e Independência: 1808-1830. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p. 99.)

A organização do Estado monárquico brasileiro, consolidada ao longo do século XIX, resultou de um processo histórico marcado por continuidades e rupturas. Considerando a formação do Estado monárquico nacional, suas bases institucionais e os interesses sociais que o estruturaram, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
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Q4187043 História
“A Independência se explica por um conjunto de fatores, tanto internos como externos, mas foram os ventos trazidos de fora que imprimiram aos acontecimentos um rumo imprevisto pela maioria dos atores envolvidas, em uma escalada que passou da defesa da autonomia brasileira à ideia de independência.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. pp. 129.)

A independência do Brasil não pode ser compreendida apenas a partir de dinâmicas internas da colônia, devendo ser relacionada às transformações estruturais do sistema europeu no início do século XIX. Considerando a crise do Antigo Regime, as disputas interimperialistas e seus efeitos sobre o mundo colonial, analise as afirmativas a seguir sobre o contexto europeu que favoreceu o processo de independência do Brasil e assinale a correta.
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Q4187042 História
“Os bandeirantes ficaram tão conhecidos na historiografia nacional que sua imagem, devidamente alterada, seria usada pelos paulistas, no começo do século XX, como um símbolo do ‘espírito aventureiro e intrépido da região’. [...] ‘Bandeiras’ foi o nome dado, a partir da primeira metade do século XVIII, às expedições para o interior do país — o termo era comum a todas as regiões.”
(SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloísa. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015. pp. 57; 138.)

No contexto da formação social e territorial da América Portuguesa, as bandeiras paulistas desempenharam funções históricas diversas. Considerando suas ações no sistema colonial, analise as afirmativas a seguir sobre as funções exercidas pelos bandeirantes paulistas e assinale a correta.
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Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2026 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3872526 História
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A concessão da TVS foi dada a Silvio Santos durante a presidência de Figueiredo. Logo depois, o apresentador criou um programa para divulgar os feitos do regime. O miniprograma A Semana do Presidente, custeado pelo Estado, era uma espécie de boletim que mostrava os eventos aos quais o presidente havia comparecido nos dias precedentes.
Adaptado de memoriasdaditadura.org.br.


Durante a presidência de João Batista Figueiredo (1979-1985), a veiculação do programa de TV citado cumpria os seguintes propósitos políticos:
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: A
24: C
25: C
26: A
27: C
28: E
29: D
30: B
31: E
32: D
33: B
34: C
35: A
36: D
37: C
38: B
39: A
40: C