Questões Militares
Sobre história do brasil em história
Foram encontradas 1.298 questões
|- A disputa por territórios fronteiriços entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil e controvérsias quanto ao comércio de café, as quais já se estendiam desde o século XVII.
II- A invasão do Sul de Mato Grosso por tropas paraguaias, em 28 de dezembro de 1864.
llI- Os já insuportáveis saques a propriedades privadas na fronteira com os estados do Mato Grosso do Sul, Parana e Santa Catarina desde janeiro de 1865.
IV- A invasão de território da Argentina por tropas paraguaias, em 13 de abril de 1865, ocupando a Cidade de Corrientes e apresando os vapores argentinos Gualeguay e 25 de Mayo.
V- O apresamento do Vapor brasileiro Marqués de Olinda, que viajava para Mato Grosso transportando o novo presidente dessa província, em 12 de novembro de 1864, em Assunção.
“Na madrugada de 19 de fevereiro de 1868, iniciou-se a Passagem de Humaitá. A Força Naval de Inhaúma intensificou o bombardeio e a Divisão Avançada, comandada pelo Capitão de Mar e Guerra Delfim Carlos de Carvalho, depois Almirante e Barão da Passagem, avançou rio acima. Essa divisão era formada por seis navios: os Encouraçados Barroso, Tamandaré e Bahia e os Monitores Rio Grande, Pará e Alagoas”.
(BITTENCOURT, A. de S. Introdução à História Marítima Brasileita. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 117).
Sobre a Passagem de Humaitá, levada a efeito durante a Guerra da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai, é correto afirmar que:
“Nós marinheiros cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha Brasileira (sic) a falta de proteção que a pátria nos dar e até então não nos chegou; rompemos o negro véo (sic) que nos cobria aos olhos do patriótico e enganado povo.” (Memorial-ultimatum enviado no dia 23/11/1910 pelos marinheiros revoltados ao presidente da República. Martins,Helio Leôncio. A revolta dos Marinheiros - 1910 inBRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | B. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1997.p. 111-112.)
O trecho acima é retirado da carta encaminhada ao Presidente da República pelos líderes da Revolta dos Marinheiros de 1910. Segundo Martins, o movimento sofreu influências externas que estão presentes na carta dos marinheiros encaminhada ao Presidente da República. Assim, assinale a opção que NÃO apresenta as influências sofridas pela revolta dos marinheiros de 1910.
“Eclodiu em 7 de novembro de 1837, na Bahia, com o Dr. Francisco Sabino Alvares da Rocha".
(GAMA, Edina L. C. N. da; SILVA, Jéssica de F. e G. da. A atuação da Marinha Imperial no processo de consolidação do Estado Nacional (1824-1852). in: ABREU, Guilherme M.; BARBOSA JUNIOR, liques. (Orgs). Marinha do Brasil: uma síntese histórica. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2018, p. 132).
De acordo com Edina Laura Costa Nogueira da Gama e Jéssica de Freitas e Gonzaga da Silva, sobre o conflito interno denominado Sabinada, que eclodiu no nordeste brasileiro entre 1837 e 1838, é correto afirmar que:
(MARTINS, Hélio Leôncio. A Revoita da Armada - 1893, In: BRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | A. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1995. p. 29)
Segundo Martins, as causas da Revolta da Armada de 1893 podem ser encontradas no processo de instalação do novo regime político no Brasil em 1890. Assim é correto afirmar que uma das causas daquela Revolta foi:
“Com a ampliação da crise para uma situação de revolta que acabou levando à Independência em 7 de setembro de 1822, ficou evidente a necessidade de formar rapidamente uma Marinha. Esta Força naval seria o elemento fundamental para assegurar a unidade de um Estado com um litoral de mais de 7.500km, cujas regiões eram majoritariamente interligadas por via maritima, sem a qual não seria possível propagar a Independência para além da região controlada pelo Rio de Janeiro, mantendo a integridade territorial”.
(CASTRO, Pierre P. da C. A organização inicial da Marinha Imperial. In: CASTRO, Pierre P. da C.; PEREIRA, José A, R. (Crgs). Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2020, p. 188).
Nesse sentido, com base nas ideias de Pierre Paulo da Cunha Castro, no livro “Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal’, assinale a opção que apresenta três formas corretas implementadas para a organização inicial da Marinha Brasileira.