Questões Militares Sobre geografia
Foram encontradas 1.948 questões
(CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1991. Adaptado)
As categorias analíticas mencionadas no texto são:
(CORRÊA, R. L. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado)
O debate apresentado no texto refere-se ao conceito de
(COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder. 2a ed. São Paulo: Edusp, 2010. Adaptado)
Ao analisar a transição da era do poder naval para a era do poder terrestre, o autor citado por Costa argumenta que o desenvolvimento das redes ferroviárias neutralizou a histórica vantagem das potências marítimas. Para esse autor, a mobilidade continental permitiria a consolidação de um império inexpugnável no “coração continental”, ou heartland, estabelecendo que o controle dessa zona estratégica era a condição essencial para a hegemonia global.
Essa teoria pertence a
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. Adaptado)
O sistema retratado no excerto e nas imagens de satélite corresponde à
(CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1997. Adaptado)
Trata-se do conceito de território e de espaço vital, ambos com fortes raízes na
De acordo com a análise dos autores, o Brasil
Considerando a relação entre os movimentos das placas tectônicas e seus resultados geológicos, assinale a alternativa correta.
(Atlas geográfico escolar. IBGE, Centro de informações. 9a ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Adaptado)
Quanto às superfícies das projeções cartográficas 1, 2 e 3, tem-se, respectivamente, as projeções
(AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
A formação geológica descrita no texto e representada na imagem refere-se a
(AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
O excerto se refere ao Domínio
Se dividirmos o hemisfério terrestre pelo critério das latitudes, é possível identificar três grandes faixas:
0°–30° ................ baixas latitudes
30°–60° .............. médias latitudes
60°–90° .............. altas latitudes
Essa setorização é tarefa preliminar para a compreensão das zonas climáticas do planeta Terra. Cada uma dessas faixas recebe diferentes quantidades de radiação solar ao longo do ano, o que influencia diretamente a temperatura, a circulação atmosférica e os regimes de chuva. Estas zonas definem padrões climáticos distintos, que, por sua vez, condicionam a formação dos grandes biomas e orientam os principais processos hidrológicos e geomorfológicos. Dessa forma, a posição latitudinal do Brasil é um dos fatores essenciais para entender sua diversidade climática e ambiental.
(José Bueno Conti e Sueli Angelo Furlan, “Geoecologia: o clima, os solos e a biota”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.]. Geografia do Brasil. Adaptado)
(IBGE, Atlas geográfico escolar. Disponível em: https://loja.ibge.gov.br/atlas-geografico-escolar-9-edic-o.html)
A maior parte do território brasileiro situa-se, em sua quase totalidade, no segmento das
O território brasileiro, devido a sua magnitude espacial, comporta um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde há um esquema coerente de feições do relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas. Tais feições paisagísticas e ecológicas são integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que as condições fisiográficas e biogeográficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.
(Aziz Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
O texto descreve o domínio
O crescimento das áreas centrais de São Paulo representa um dos grandes desafios para os urbanistas. A cidade se transforma numa bomba-relógio, com o crescimento de populações miseráveis que hoje ocupam os logradouros públicos, instalando-se sob pontes, viadutos e marquises; que se alojam em favelas e cortiços, disputando espaços quando estes são cada vez mais valorizados e destinados a edifícios inacessíveis a essa população. Para resolver o grave problema de moradia em São Paulo e fugir das instituições financeiras, os trabalhadores sacrificaram-se para construir suas casas, fora dos padrões técnicos legais, colocando-as em condições de risco e insalubridade. Vítimas de operações encetadas por empresas imobiliárias clandestinas, surgiram vários trabalhadores que se viram sem o direito ao título de propriedade devido à grilagem dos terrenos. A presença de casas, quase sempre inacabadas, gerou na periferia urbana uma paisagem onde as construções, apesar de novas, aparecem como um cenário em ruínas.
(Francisco Capuano Scarlato, “População e urbanização brasileira”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)
O texto faz referência a um espaço que caracteriza a paisagem urbana da grande maioria do município de São Paulo e da região metropolitana.
Trata-se do espaço