Questões de Vestibular Sobre português
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I - A “herança” do Vô Vicêncio permitiu que Luandi comprasse uma casa para acolher sua mãe e sua irmã, Ponciá.
II - Nêngua Kainda representa uma voz ancestral que orienta as personagens na realização de seus destinos.
III- A trajetória de Ponciá se completa quando reencontra sua mãe e seu irmão.
Quais estão corretas?




Assinale a alternativa correta sobre a tipologia textual dominante de cada um dos textos da prova.
( ) A expressão de alimento (l. 58) desempenha a função sintática de complemento nominal.
( ) A expressão por seus cabelos, braços e colo (l. 67-68) desempenha a função sintática de agente da passiva.
( ) A expressão os nossos sonhos (l. 87) desempenha a função sintática de objeto direto.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.
1 - Palavra empregada como adjetivo. 2 - Palavra empregada como advérbio. 3 - Palavra empregada como substantivo.
( ) mero (l. 13). ( ) rápido (l. 20). ( ) bem (l. 49). ( ) gigantes (l. 83). ( ) rápido (l. 85).
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
I - As formas ali (l. 06), Ali (l. 49) e ali (l. 57) fazem referência ao espaço onde morava e circulava a narradora-personagem com a sua mãe.
II - A repetição da palavra martelando (l. 07), seguida de reticências, expressa a ideia de que determinado pensamento comparecia repetidamente na mente da narradora-personagem.
III- As formas verbais no pretérito perfeito e no pretérito imperfeito marcam ações pontuais e ações contínuas, respectivamente.
Quais estão corretas?
I - A sequência expressa, nos contextos, o modo como a narradora-personagem tematiza diferentes relações entre ela e a sua mãe, com os consequentes sentimentos que emergem dessas relações.
II - A sequência expressa diferentes sentidos por ser uma pergunta antecedida, em alguns contextos de ocorrência, por diferentes nexos e por se relacionar a momentos distintos da narrativa.
III- A sequência expressa, em todos os contextos de ocorrência, o desconhecimento da narradorapersonagem sobre características de sua mãe e o consequente sentimento de culpa sobre esse desconhecimento.
Quais estão corretas?
I - As reticências no final do primeiro parágrafo servem para a autora assinalar uma continuidade sem limites.
II - As aspas (l. 43-44) servem para a autora assinalar o discurso citado.
III- As exclamações presentes no texto servem para a autora expressar um sentimento de dúvida para o leitor.
Quais estão corretas?
I - O advérbio banalmente (l. 45) poderia ser deslocado para imediatamente depois de Homero (l. 46).
II - O advérbio hoje (l. 45) poderia ser deslocado para imediatamente depois de chegam (l. 46).
III- A expressão com certeza (l. 48) poderia ser deslocada para imediatamente depois de que (l. 51).
Quais alterações poderiam ser efetuadas sem acarretar mudança de sentido na frase original?
I - Inserção de uma vírgula antes de ressalta (l. 20). II - Substituição dos travessões das linhas 24 e 25 por parênteses. III- Eliminação das vírgulas depois de Homero (l. 39) e depois de cantados (l. 40).
Quais dessas sugestões poderiam ser efetuadas sem alterar o sentido original da frase e mantendose sua correção gramatical?
Perguntava-me quais poderiam ser as causas e motivos que levavam tantos homens, clérigos e outros, a maldizer as mulheres e a condenar suas condutas em palavras, tratados e escritos. Isso não é questão de um ou dois homens [...] Filósofos, poetas e moralistas, e a lista poderia ser bem longa, todos parecem falar com a mesma voz para chegar à conclusão de que a mulher é profundamente má e inclinada ao vício. [...] Mas, pelo meu conhecimento e experiência e por mais que examinasse profundamente a questão, não conseguia compreender, nem admitir, a legitimidade de tal julgamento sobre a natureza e a conduta das mulheres.
CHRISTINE DE PIZAN. A cidade das damas. Tradução e apresentação de Luciana Eleonora de Freitas Calado Deplagne. Florianópolis: Editora Mulheres, 2012. p. 58-59.
Considerando o texto de Christine de Pizan (1363-1430) e a produção de conhecimento nos períodos conhecidos como medieval e moderno, é correto afirmar que
I. Acordei. De um lado, um caninho com um líquido amarelo que entrava em minha veia; do outro, um com sangue. Na boca, um acoplado, aqueles aparelhinhos de respiração artificial que já conhecia do Fantástico. Muito eficiente, fechava a boca com a língua, mesmo assim o ar entrava. Tinha uma sanfoninha pendurada que enchia e esvaziava. Assoprava e ela nem se tocava, enchia e esvaziava...
II. Fiquei curtindo as sensações nele. Na pele não sentia muito, mas se apertasse ou manipulasse, sentia tesão. A respiração ficava ofegante. Corria pelo corpo todo aquele formigamento de prazer. Que loucura, eu tenho que me redescobrir sexualmente, saber usar esse corpo, aprender com ele. Não é o mesmo prazer, mas é gostoso ficar mexendo no pinto. Não é psicológico, mas físico. Senti-me uma criança que descobre a sensação gostosa de mexer no piu-piu.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre os fragmentos acima.
( ) Os fragmentos estão relacionados ao acidente que deixa o narrador fisicamente limitado: no primeiro, pós-acidente na sala da UTI; no segundo, a descoberta das novas sensações de prazer corporal.
( ) Os dois fragmentos desse relato memorialístico, caracterizados por frases rebuscadas e bastante elaboradas, apontam para momentos distintos de descoberta corporal.
( ) A descoberta do prazer físico, sobretudo o sexual, compõe o universo da absoluta novidade no enredo.
( ) O relato de Paiva, no decorrer da narrativa, pode ser interpretado como uma espécie de libertação do sofrimento, catalisado pelas experiências traumáticas da vida do autor.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
E agora, ali a olhar-se no poço, Ana Terra pensava nas palavras do guerrilheiro: "... precisaremos de moças bonitas e trabalhadeiras". Bonitas e trabalhadeiras. Bonitas, bonitas, bonitas...
Ergueu-se, caminhou para o lugar onde estava o cesto, tirou as roupas para fora, ajoelhou-se, apanhou o sabão preto e começou a lavá-las. Enquanto fazia isso cantava. Eram cantigas que aprendera ainda em Sorocaba. Só cantava quando estava sozinha. Às vezes, perto da mãe, podia cantarolar. Mas na presença do pai e dos irmãos tinha vergonha. Não se lembrava de jamais ter ouvido o pai cantar ou mesmo assobiar. Maneco Terra era um homem que falava pouco e trabalhava demais. Severo e sério, exigia dos outros muito respeito e obediência, e não admitia que ninguém em casa discutisse com ele. "Terra tem só uma palavra", costumava dizer. E era verdade. Quando ele dava a sua palavra, cumpria, custasse o que custasse.
Considere as afirmações abaixo, sobre o segmento.
I - O romance mostra as condições precárias de vida em um rancho isolado no interior do Rio Grande do Sul.
II - Maneco Terra representa o pai provedor, que confunde solidez moral com rigidez afetiva.
III- A água do poço funciona como um espelho, que reforça o lado feminino e sensível de Ana.
Quais estão corretas?



Considerando o presente como a temporalidade central do texto O que é entonação?, pode-se defini-lo como um texto predominantemente






