Questões de Vestibular Sobre morfologia em português

Foram encontradas 807 questões

Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2022 - UNESP - Vestibular |
Q4204733 Português
Para responder à questão, leia o trecho do conto “A menina, as aves e o sangue”, do escritor moçambicano Mia Couto (1955- ).


    Aconteceu, certa vez, uma menina a quem o coração batia só de quando em enquantos. A mãe sabia que o sangue estava parado pelo roxo dos lábios, palidez nas unhas. Se o coração estancava por demasia de tempo a menina começava a esfriar e se cansava muito. A mãe, então, se afligia: roía o dedo e deixava a unha intacta. Até que o peito da filha voltava a dar sinal:

    — Mãe, venha ouvir: está a bater!

    A mãe acorria, debruçando a orelha sobre o peito estreito que soletrava pulsação. E pareciam, as duas, presenciando pingo de água em pleno deserto. Depois, o sangue dela voltava a calar, resina empurrando a arrastosa vida.

    Até que, certa noite, a mulher ganhou para o susto. Foi quando ela escutou os pássaros. Sentou na cama: não eram só piares, chilreinações. Eram rumores de asas, brancos drapejos de plumas. A mãe se ergueu, pé descalço pelo corredor. Foi ao quarto da menina e joelhou-se junto ao leito. Sentiu a transpiração, reconheceu o seu próprio cheiro. Quando lhe ia tocar na fronte a menina despertou:

    — Mãe, que bom, me acordou! Eu estava sonhar pássaros.

    A mãe sortiu-se de medo, aconchegou o lençol como se protegesse a filha de uma maldição. Ao tocar no lençol uma pena se desprendeu e subiu, levinha, volteando pelo ar. A menina suspirou e a pluma, algodão em asa, de novo se ergueu, rodopiando por alturas do tecto. A mãe tentou apanhar a errante plumagem. Em vão, a pena saiu voando pela janela. A senhora ficou espreitando a noite, na ilusão de escutar a voz de um pássaro. Depois, retirou-se, adentrando-se na solidão do seu quarto. Dos pássaros selou-se o segredo, só entre as duas.[...]

    Com o tempo, porém, cada vez menos o coração se fazia frequente. Quase deixou de dar sinais à vida. Até que essa imobilidade se prolongou por consecutivas demoras. A menina falecera? Não se vislumbravam sinais dessa derradeiragem. Pois ela seguia praticando vivências, brincando, sempre cansadinha, resfriorenta. Uma só diferença se contava. Já à noite a mãe não escutava os piares.

— Agora não sonha, filha?

— Ai mãe, está tão escuro no meu sonho!

    Só então a mãe arrepiou decisão e foi à cidade:

    — Doutor, lhe respeito a permissão: queria saber a saúde de minha única. É seu peito... nunca mais deu sinal.

    O médico corrigiu os óculos como se entendesse rectificar a própria visão. Clareou a voz, para melhor se autorizar. E disse:

— Senhora, vou dizer: a sua menina já morreu.

— Morta, a minha menina? Mas, assim...?

— Esta é a sua maneira de estar morta.

    A senhora escutou, mãos juntas, na educação do colo. Anuindo com o queixo, ia esbugolhando o médico. Todo seu corpo dizia sim, mas ela, dentro do seu centro, duvidava. Pode-se morrer assim com tanta leveza, que nem se nota a retirada da vida? E o médico, lhe amparando, já na porta:

— Não se entristonhe, a morte é o fim sem finalidade.

    A mãe regressou à casa e encontrou a filha entoando danças, cantarolando canções que nem existem. Se chegou a ela, tocou-lhe como se a miúda inexistisse. A sua pele não desprendia calor.

    — Então, minha querida não escutou nada?

    Ela negou. A mãe percorreu o quarto, vasculhou recantos. Buscava uma pena, o sinal de um pássaro. Mas nada não encontrou. E assim, ficou sendo, então e adiante.

    Cada vez mais fria, a moça brinca, se aquece na torreira do sol. Quando acorda, manhã alta, encontra flores que a mãe depositou ao pé da cama. Ao fim da tarde, as duas, mãe e filha, passeiam pela praça e os velhos descobrem a cabeça em sinal de respeito.

    E o caso se vai seguindo, estória sem história. Uma única, silenciosa, sombra se instalou: de noite, a mãe deixou de dormir. Horas a fio a sua cabeça anda em serviço de escutar, a ver se regressam as vozearias das aves.


(Mia Couto. A menina sem palavra, 2013.)
Constitui exemplo de neologismo formado pelo processo de sufixação a palavra
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Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2021 - UNESP - Vestibular - Cursos das Áreas de Biológicas |
Q4204419 Português
Para responder à questão, leia a cena inicial da comédia O noviço, de Martins Pena.


    AMBRÓSIO: No mundo a fortuna é para quem sabe adquiri-la. Pintam-na cega... Que simplicidade! Cego é aquele que não tem inteligência para vê-la e a alcançar. Todo homem pode ser rico, se atinar com o verdadeiro caminho da fortuna. Vontade forte, perseverança e pertinácia são poderosos auxiliares. Qual o homem que, resolvido a empregar todos os meios, não consegue enriquecer-se? Em mim se vê o exemplo. Há oito anos, era eu pobre e miserável, e hoje sou rico, e mais ainda serei. O como não importa; no bom resultado está o mérito... Mas um dia pode tudo mudar. Oh, que temo eu? Se em algum tempo tiver de responder pelos meus atos, o ouro justificar-me-á e serei limpo de culpa. As leis criminais fizeram-se para os pobres...


(Martins Pena. Comédias (1844-1845), 2007.)
Um vocábulo também pode ser formado quando passa de uma classe gramatical a outra, sem a modificação de sua forma. É o que se denomina derivação imprópria. Na fala de Ambrósio, constitui exemplo de derivação imprópria o vocábulo sublinhado em
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Ano: 2023 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2023 - UFRGS - Vestibular 2024 - 1º Dia |
Q4164023 Português
 No bloco superior abaixo, são feitas afirmações sobre o emprego de palavras no texto; no bloco inferior, estão listadas palavras retiradas do texto. 

Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.

1 - Palavra empregada como adjetivo. 2 - Palavra empregada como advérbio. 3 - Palavra empregada como substantivo.

( ) mero (l. 13). ( ) rápido (l. 20). ( ) bem (l. 49). ( ) gigantes (l. 83). ( ) rápido (l. 85).

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Ano: 2023 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2023 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4162790 Português
Instrução: A questão refere-se ao Texto 2.


Texto 2

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Adaptado de: OLIVEIRA JR., M. O que é entonação? In: OTHERO, G. A.; FLORES, V. N. O que sabemos sobre a linguagem? São Paulo: Parábola, 2022.
No bloco superior abaixo, estão listadas palavras retiradas do texto; no inferior, afirmações sobre a classe gramatical dessas palavras. Associe adequadamente o bloco superior ao inferior.

( ) linha (l. 09).
( ) sozinha (l. 36).
( ) diferenciada (l. 48).
( ) bem (l. 50).
( ) baixinho (l. 50).

1 - Palavras que estão sendo empregadas como adjetivos.
2 - Palavras que estão sendo empregadas como substantivos.
3 - Palavras que estão sendo empregadas como advérbios.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2023 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4150340 Português
    O dentista me passou a receita de remédio para ajudar a cicatrizar melhor uma pequena cirurgia. Parei na primeira farmácia. Aliás, uma grande farmácia, pertencente a uma dessas redes. Farmácia se tornou supermercado. A gente entra, recebe cestinha, procura os remédios nas gôndolas. E importamos o costume norte-americano de drugstore. Tem de tudo, de remédios a bolachas, leite em pó, calcinha e sutiãs, refrigerantes. Aguardem: cachorro-quente!
    Pois o jovem que me serviu apanhou a receita, olhou, reolhou e perguntou:

   — O que está escrito aqui?
   — O nome do remédio.
   — Sei, mas qual é o remédio?
   — Você é quem tem de saber.
   — Mas como vou saber, se não entendo a letra?
   — Acho que deve ser... Periogard... Isto? Existe um remédio com esse nome?
   — Vou ver.
   Ele foi. Olhou o que foi possível no P. E voltou.
   — Não temos.
   — Acabou ou está em falta?
   — Está em falta.
   Deixei por isso mesmo e continuei. Parei na próxima. Também o jovem olhou, reolhou, cochichou com outro que deu uma vista na receita.
    — Não temos.
    — Que remédio mesmo é? — É esse que está escrito aí. — Sei. Mas não entendo letra de médico.     — Nem eu. Por que não escreveu à máquina?
  Continuei mais um pouco, mas desisti. E fui para casa, pensando naqueles tempos em que o farmacêutico lia qualquer letra. E os médicos pareciam fazer de propósito aqueles garranchos, para colocar à prova o pobre boticário. Que, por sua vez, não dava o braço a torcer. Olhava, e sabia o medicamento. Pode ser que muita gente tenha tomado aquilo que o farmacêutico entendeu e que nem sempre correspondia ao prescrito. Mas, era batata, não falhava. Em Araraquara, de vez em quando, a professora apanhava a prova de um aluno:
      — Que letrinha, hein? Vai ser médico? O que pensa? Que o professor é farmacêutico?
    Eram duas castas bem estabelecidas. Os médicos com as letras ruins e os farmacêuticos que decifravam tudo, champolions1 dedicados. Muitas vezes imaginei que houvesse um conluio, principalmente quando se deixava a receita para aviar2 . Na calada da noite, o farmacêutico batendo à porta do médico e pedindo: “Socorro, doutor. Pode me decifrar as receitas de hoje?” E lá ficavam os dois, labutando.
   Hoje, médicos usam computadores. E as farmácias têm tantos, mas tantos remédios, que é impossível se guardar o nome de todos. Há pilhas de listas, grossíssimas. Ou o povo anda muito doente ou o melhor negócio do mundo é montar um laboratório e em seguida uma farmácia.

(Ignácio de Loyola Brandão. Crônicas para ler na escola, 2010.)

1     champolion: Jean-François Champollion, principal responsável pela decifração dos hieróglifos egípcios.

2    aviar: preparar um medicamento segundo uma prescrição.
Empresta sentido depreciativo ao termo o sufixo da palavra sublinhada em:
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2022 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4149985 Português
     O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

    Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


(Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
O termo que qualifica o substantivo na expressão “última nota” (2º parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2024 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4149625 Português

Leia o trecho inicial do conto “Evolução”, de Machado de Assis, para responder à questão


    Chamo-me Inácio; ele, Benedito. Não digo o resto dos nossos nomes por um sentimento de compostura, que toda a gente discreta apreciará. Inácio basta. Contentem-se com Benedito. Não é muito, mas é alguma coisa, e está com a filosofia de Julieta: “Que valem nomes, perguntava ela ao namorado. A rosa, como quer que se lhe chame, terá sempre o mesmo cheiro.” Vamos ao cheiro do Benedito.



    E desde logo assentemos que ele era o menos Romeu deste mundo. Tinha quarenta e cinco anos, quando o conheci; não declaro em que tempo, porque tudo neste conto há de ser misterioso e truncado. Quarenta e cinco anos, e muitos cabelos pretos; para os que o não eram, usava um processo químico, tão eficaz que não se lhe distinguiam os pretos dos outros — salvo ao levantar da cama; mas ao levantar da cama não aparecia a ninguém. Tudo mais era natural, pernas, braços, cabeça, olhos, roupa, sapatos, corrente do relógio e bengala. O próprio alfinete de diamante, que trazia na gravata, um dos mais lindos que tenho visto, era natural e legítimo; custou-lhe bom dinheiro; eu mesmo o vi comprar na casa do... lá me ia escapando o nome do joalheiro; — fiquemos na rua do Ouvidor.



    Moralmente, era ele mesmo. Ninguém muda de caráter, e o do Benedito era bom, — ou para melhor dizer, pacato. Mas, intelectualmente, é que ele era menos original. Podemos compará-lo a uma hospedaria bem afreguesada, aonde iam ter ideias de toda parte e de toda sorte, que se sentavam à mesa com a família da casa. Às vezes, acontecia acharem--se ali duas pessoas inimigas, ou simplesmente antipáticas; ninguém brigava, o dono da casa impunha aos hóspedes a indulgência recíproca. Era assim que ele conseguia ajustar uma espécie de ateísmo vago com duas irmandades que fundou, não sei se na Gávea, na Tijuca ou no Engenho Velho. Usava assim, promiscuamente, a devoção, a irreligião e as meias de seda. Nunca lhe vi as meias, note-se; mas ele não tinha segredos para os amigos.


(Machado de Assis. Contos: uma antologia, 1998.)


Prefixação é o processo de formação de uma nova palavra a partir do acréscimo de um prefixo a uma palavra já existente. Verifica-se o emprego de palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação no seguinte trecho:
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2021 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142737 Português

TEXTO II 

A pandemia do novo Coronavírus e o isolamento social trouxeram um novo problema de saúde pública: a miopia precoce (dificuldade em enxergar para longe). Estudo realizado na China com mais de 120 mil crianças mostrou que os casos de miopia entre crianças de 6 anos aumentaram 400% nos cinco primeiros meses de lockdown de 2020, em comparação aos anos anteriores. A pesquisa foi publicada este mês na JAMA Ophthalmology, revista científica com maior fator de impacto dentro do campo da oftalmologia. O estudo é coordenado pelo professor do Departamento de Oftalmologia da Universidade dos Estados Unidos, Jiaxing Wang, e vem sendo realizado desde 2015 com crianças entre 6 e 13 anos de idade. Os dados revelam ainda que entre os participantes com 7 anos o aumento foi de 200% nos casos de miopia, e aos 8 anos a alta foi de 40%.


Bem Paraná, 29/01/2021. 

“A pandemia do novo Coronavírus e o isolamento social trouxeram um novo problema de saúde pública: a miopia precoce (dificuldade em enxergar para longe).”
Nesse segmento do Texto II aparecem duas ocorrências do adjetivo novo; sobre essas ocorrências é correto afirmar que
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2022 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142172 Português
Todas as opções a seguir mostram formas de diminutivos dos vocábulos entre parênteses, com o sufixo –inho. Assinale a opção em que todas as formas estão corretamente grafadas.
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2022 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142168 Português
Assinale a frase que mostra a palavra mais numa classe gramatical diferente das demais.
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2022 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142165 Português
Assinale a frase que mostra um adjetivo no grau superlativo absoluto. 
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2022 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4142163 Português
Assinale a opção em que o aumentativo sublinhado perdeu o valor de aumentativo, designando uma outra realidade.
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Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2023 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4141973 Português
Numa descrição, nunca são registrados todos os dados da realidade descrita, mas somente aqueles que mostram algum interesse textual. Veja, por exemplo, o seguinte caso:
O chefe de uma empresa, vira-se para o secretário e diz: – Por favor, dê um pulo ao meu carro, no estacionamento, e pegue o livro que esqueci no banco de trás; é um carro alemão, importado e novo, cinza, com a capota preta.
Assinale a opção que identifica o maior interesse textual dos adjetivos sublinhados nesse pequeno texto.
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Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2023 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4141972 Português
Assinale a opção que indica a frase em que o substantivo sublinhado não sofre nenhum tipo de adjetivação.
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Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2023 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4141967 Português
As opções a seguir apresentam frases que mostram formas abreviadas de palavras, à exceção de uma. Assinale-a. 
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2024 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4139983 Português
As opções a seguir mostram vocábulos formados com o mesmo sufixo; assinale a opção que apresenta o vocábulo em que esse sufixo apresenta um valor semântico diferente dos demais. 
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2024 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4139982 Português
As frases a seguir mostram uma palavra sublinhada; assinale a frase em que é apresentado um antônimo adequado dessa palavra.
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2024 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4139975 Português
Segundo o gramático Celso Cunha, os adjetivos mostram os seguintes valores: uma qualidade, uma característica, um estado ou uma relação.
Assinale a opção que apresenta a frase em que o adjetivo sublinhado é classificado como adjetivo de característica
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2024 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4139974 Português
Assinale a frase em que o adjetivo sublinhado mostra função sintática diferente da dos demais.
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Ano: 2025 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2025 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4129382 Português
Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.

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Adaptado de KENEDY, E. Celulares não vão derreter o cérebro de seus filhosmas quase. Disponível em: <https://lefufrj.wordpress.com/2024/12/16/celulares-naovao-derreter-o-cerebro-de-seus-filhos-mas-quase/>.
Acesso em: 25 ago. 2025.
Se a expressão um raio (l. 58) fosse substituída por raios, quantas outras palavras na frase deveriam ser alteradas para fins de concordância?
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: C
4: A
5: B
6: D
7: E
8: D
9: A
10: E
11: A
12: A
13: D
14: E
15: C
16: E
17: E
18: D
19: A
20: C