Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. 30. ed. Belo Horizonte: Villa Rica, 1997, p. 9-10. (Fragmento).
Considerando que o romance Macunaíma, de Mário de Andrade, tem por subtítulo “o herói sem nenhum caráter”, assinale a alternativa incorreta:
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 1993. p.54. (Fragmento).
A partir da leitura do fragmento acima, e também com base em toda a obra Vidas secas, pode-se afirmar que:
“Uma lata existe para conter algo Mas quando o poeta diz: 'Lata' Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo Mas quando o poeta diz: 'Meta' Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso, não se meta a exigir do poeta Que determine o conteúdo em sua lata Na lata do poeta tudonada cabe Pois ao poeta cabe fazer Com que na lata venha caber O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta Deixe a sua meta fora da disputa Meta dentro e fora, lata absoluta Deixe-a simplesmente metáfora"
Disponível em: http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/487564/.
Na música Metáfora, de Gilberto Gil, há, entre outras coisas, a definição de metáfora, uma figura de linguagem que também é encontrada na alternativa:
“E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta, e agora, José?
Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? [...]”

As duas obras de arte, o poema e a tela, embora pertençam, respectivamente, à Literatura e à Pintura, trazem à tona questionamentos semelhantes, como:
I- A questão das emoções humanas mais profundas frente ao mundo.
II- A possibilidade de a arte discutir o estar no mundo.
III- A angústia como sentimento inerente ao ser humano.
Das afirmações acima:
Ao argumentar sobre a viabilidade da produção de árvores artificiais, o cientista busca:

PAIVA. Miguel. O Estado de São Paulo, São Paulo, 5 out. 1988. p. 3. Edição histórica. Disponível em: . Acesso em: 20 maio 2011.
A charge em destaque foi retirada de uma edição histórica do Jornal Estado de São Paulo. No entanto tematiza um problema que parece atemporal.
Ela denuncia principalmente

ANDRADE. Carlos Drummond de. Prece do brasileiro. Disponível em: <http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema064.htm>

ANDRADE. Carlos Drummond de. Prece do brasileiro. Disponível em: <http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema064.htm>


LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. Disponível em: <http://claricelispector.blogspot.com/2008/07/uma-esperana.html>. Acesso em: 29 maio 2011. Adaptado.


LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. Disponível em: <http://claricelispector.blogspot.com/2008/07/uma-esperana.html>. Acesso em: 29 maio 2011. Adaptado.


LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. Disponível em: <http://claricelispector.blogspot.com/2008/07/uma-esperana.html>. Acesso em: 29 maio 2011. Adaptado.

APAIXONE-SE pela língua... Disponível em: <http://filipevargas.wordpress.com/>. Acesso em: 30 maio 2011.

APAIXONE-SE pela língua... Disponível em: <http://filipevargas.wordpress.com/>. Acesso em: 30 maio 2011.



SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em:
“É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social”. (l. 38-44)
Analise os aspectos linguísticos do fragmento em evidência e assinale V para as proposições verdadeiras e F, para as proposições falsas.
( ) “inacreditável” é um atributo do sujeito oracional, constituído de uma derivação, cujo prefixo apresenta ideia de negação, independente da expressa pelo sufixo.
( ) “que o Estado seja dotado de instrumentos” completa o sentido da forma verbal “pedir”, apresentando o comportamento dos jornais e jornalistas quanto à sua própria liberdade de expressão.
( ) “para”, em “para pedir”, e “para”, em “para cercear”, apresentam semânticas diversas.
( ) “já que” introduz uma consequência da falta de eficácia da Lei de Imprensa.
( ) “como”, em “como se expressa a dinâmica social”, retoma a palavra “maneira”, denotando uma circunstância de modo.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a



SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em:



SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em:



SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O
equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em:

