Questões de Vestibular Sobre interpretação de textos em português

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Q1355528 Português

BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.



Sobre o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1355527 Português

BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.



Para o articulista do texto, o “homem-massa”
Alternativas
Q1355500 Português
Sobre as duas estrofes transcritas de uma discussão poética entre Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú, é correto afirmar que retratam:

( ) Características socioculturais da tradição oral trovadoresca, cultivadas com exclusividade no Nordeste brasileiro.
( ) Um gênero em que é declarado vencedor aquele que conseguir versejar com maior competência, a respeito de um determinado tema.
( ) Uma manifestação cultural popular chamada de “repentismo” que devido às migrações internas podem ser encontradas em qualquer parte do Brasil.
( ) Um exemplo típico da literatura de cordel que se apresenta em forma poética impressa em folhetos.

Analise as proposições, coloque V para as verdadeiras, F para as falsas e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q1355499 Português
Na charge acima:

( ) A palavra “bicha”, muito comum no uso da linguagem coloquial, foi usada no sentido de nomear um objeto estranho para a personagem.
( ) Há referência à leitura imprecisa do “código de barras”, provocando um efeito de humor.
( ) A expressão “HMMM...” é um recurso de linguagem utilizado para repetir um mesmo som consonantal.
( ) Apresenta-se uma interação verbal conflituosa em consequência da ausência de envolvimento com as múltiplas práticas de leituras.

Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q1355497 Português
Imagem associada para resolução da questão

Em relação à tira, pode-se afirmar:

I - A professora se insere numa esfera ideológica, causando ao seu interlocutor um “silenciamento” momentâneo, e impede a construção de sentido ao que lhe foi atribuído.
II - O humor da tira se estabelece na quebra de expectativa, em relação à negociação da aluna a respeito da punição.
III - A tira retrata a submissão da aluna, que aceita o modelo de aprendizagem que a professora impõe.

Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
Alternativas
Q1355495 Português
O autor do texto:

( ) Descreve uma situação do cotidiano urbano entre dois personagens com a intencionalidade de produzir humor.
( ) Apresenta particularidades da linguagem oral, embora o texto se apresente no registro verbal escrito.
( ) Consegue de forma bem humorada ironizar a função do cliente e a imagem que o personagem tem de si.

Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q1355489 Português
Na visão do autor, o tema em questão é:

( ) Simplório e sua prática linguística requer, apenas, o uso superficial da linguagem.
( ) Polêmico, embora aproxime o leitor do seu cotidiano e da sua linguagem.
( ) Versátil, tendo em vista que o autor dispõe de vários recursos linguísticos e gêneros textuais para explorar tal tema.
( ) Complexo, pois exige do leitor conhecimentos prévios e certa identidade discursiva para a construção de efeitos de sentido.

Analise as proposições, coloque V para as verdadeiras, F para as falsas e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q1355487 Português
as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) O termo “ela” nas duas falas dos interlocutores faz alusão aos mesmos referentes, considerando-se a comicidade na construção de sentido do texto.
( ) O humor da piada se efetiva, em razão da ambiguidade causada pelo pronome “ela”, o que ocasiona o desfecho do diálogo.
( ) A referenciação contida no texto, por meio do termo “ela”, estabelece um exemplo de coesão anafórica.

Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q1350260 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
Os versos apontam a presença do tema “aurea mediocritas”, a exaltação do equilíbrio entre o conhecimento e a intelectualidade, o ideal de vida tranquila, sem exageros, pregado pelos ideais árcades, embora também indiquem aspectos inerentes à transformação do poeta.
Alternativas
Q1350259 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
Os versos transcritos revelam que o poeta se preocupava, sobretudo, com seu próprio eu, relegando a figura de Marília a um segundo plano, pretexto apenas para tratar de seus problemas pessoais, aproximando-se dos ideais românticos.
Alternativas
Q1350258 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
O esquema das rimas e a organização das estrofes do fragmento indicam a predileção do poeta pela forma fixa, pelas rimas ricas e emparelhadas, traços marcantes do Arcadismo no Brasil.
Alternativas
Q1350257 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
Nos versos transcritos, observa-se a busca de Tomás Antônio Gonzaga pela expressão adequada ao sentimento religioso associado à natureza, aspecto que reveste os versos de intensa simbologia cristã, como o emprego de “rebanho”, metáfora do homem temente a Deus e em harmonia com a natureza.
Alternativas
Q1350256 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
Para Tomás Antônio Gonzaga, representante da poesia árcade no Brasil, a natureza simples – sítios formosos, prados, rio – é local de refúgio ideal, reconhecido pelo esquema árcade denominado “locus amoenus”.
Alternativas
Q1350255 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
Na “Carta de Caminha”, a literatura é de teor informativo, cujas finalidades práticas visavam à transmissão de informações sobre a terra, para facilitar a exploração mercantil de suas potencialidades pela metrópole, bem como sobre o homem selvagem, com o intuito de propagar a fé cristã no novo mundo.
Alternativas
Q1350254 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
O texto de Pero Vaz de Caminha descreve também, minuciosamente, as habitações indígenas, a organização tribal e seus mecanismos de comando e aponta, inclusive, hierarquias sociais, políticas e militares na estrutura social dos habitantes primitivos do Brasil.
Alternativas
Q1350253 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
A carta do descobrimento foi escrita ao rei D. Manuel com o objetivo de comunicar-lhe o acerto de sua decisão de enviar a esquadra portuguesa ao novo mundo, como revela o relato detalhado das riquezas da terra: ouro, prata, esmeraldas e outras pedras preciosas, além de especiarias, antes encontradas apenas na Índia.
Alternativas
Q1350252 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
De modo geral, na carta ao rei de Portugal, Pero Vaz de Caminha, o escrivão da Armada Portuguesa, mostra o reconhecimento de qualidades dos selvagens, que podem ser traduzidas como sociabilidade, pacificidade, desconfiança, inteligência, saúde, vigor físico, simplicidade e inocência.
Alternativas
Q1350251 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
O texto revela que, desde os primeiros contatos com os silvícolas no Brasil, os descobridores previram grandes dificuldades no processo de colonização, notadamente, em razão das atitudes “belicosas” como foram recebidos pelos habitantes do novo mundo.
Alternativas
Q1350250 Português
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

“Será porventura o estilo que hoje se usa nos púlpitos? Um estilo tão empeçado, um estilo tão dificultoso, um estilo tão afetado, um estilo tão encontrado a toda a arte e a toda a natureza? Boa razão é também esta. O estilo há de ser muito fácil e muito natural. Por isso, Cristo comparou o pregar ao semear. Compara Cristo o pregar ao semear, porque o semear é uma arte que tem mais de natureza que de arte. Nas outras artes tudo é arte; na música tudo se faz por compasso, na arquitetura tudo se faz por regra(...). O semear não é assim. É uma arte sem arte; caia onde cair. Que diferente é hoje o estilo violento e tirânico que hoje se usa. Vede como semeava o nosso lavrador do Evangelho. “Caía o trigo nos espinhos e nascia”. “Caía o trigo nas pedras e nascia”. ”Caía o trigo na terra boa e nascia”. “Ia o trigo caindo e ia nascendo”.

(VIEIRA, A.. Sermões escolhidos. São Paulo: Martin Claret, 2006, p.89-90)

Vocabulário
empeçado
: iniciado; começado.
tirânico: cruel; opressivo.
No trecho em questão, Vieira conclui que “tudo é arte”: o ato de pregar e o estilo do pregador, a natureza, a música e a arquitetura.
Alternativas
Q1350249 Português
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

“Será porventura o estilo que hoje se usa nos púlpitos? Um estilo tão empeçado, um estilo tão dificultoso, um estilo tão afetado, um estilo tão encontrado a toda a arte e a toda a natureza? Boa razão é também esta. O estilo há de ser muito fácil e muito natural. Por isso, Cristo comparou o pregar ao semear. Compara Cristo o pregar ao semear, porque o semear é uma arte que tem mais de natureza que de arte. Nas outras artes tudo é arte; na música tudo se faz por compasso, na arquitetura tudo se faz por regra(...). O semear não é assim. É uma arte sem arte; caia onde cair. Que diferente é hoje o estilo violento e tirânico que hoje se usa. Vede como semeava o nosso lavrador do Evangelho. “Caía o trigo nos espinhos e nascia”. “Caía o trigo nas pedras e nascia”. ”Caía o trigo na terra boa e nascia”. “Ia o trigo caindo e ia nascendo”.

(VIEIRA, A.. Sermões escolhidos. São Paulo: Martin Claret, 2006, p.89-90)

Vocabulário
empeçado
: iniciado; começado.
tirânico: cruel; opressivo.
No trecho em questão, Vieira afirma que o ato de pregar a palavra de Deus pode ser comparado ao ato de semear. A semente e a palavra sempre dão bons frutos, independentemente do lugar onde caírem.
Alternativas
Respostas
7421: A
7422: D
7423: E
7424: B
7425: A
7426: E
7427: D
7428: C
7429: C
7430: C
7431: E
7432: E
7433: C
7434: C
7435: E
7436: E
7437: C
7438: E
7439: E
7440: E