Questões de Vestibular
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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“Mando na frente meu criado Pinhão, homem de toda confiança para avisá-lo de minha chegada aí. Mas quero logo avisá-lo: pretendo privá-lo de seu mais precioso tesouro!” (p. 39-40)
A confusão se estabelece devido a um problema de interpretação da expressão “precioso tesouro”, pois, para

O texto é, predominantemente,
Sobre o poema de Herbert Emanuel abaixo, assinale a alternativa correta.

(Nada ou quase uma arte, 2. ed., Editora Spia Vídeos e Produções, Macapá: 2009, p.6)
I. A felicidade ou a infelicidade independem do ser humano estar só ou estar acompanhado.
II. No referido parágrafo, o autor defende a ideia de parceria como sinônimo de felicidade.
III. Muitos acreditam que é impossível ser feliz quando não se tem um parceiro.
I. Uma das causas da ira de Zeus veio em consequência da felicidade dos andróginos.
II. A expressão patriarca do Olimpo substitui o vocábulo Zeus.
III. Os andróginos eram criaturas perfeitas por serem parte homem e parte mulher.
IV. Os andróginos são retratados no texto em dois momentos distintos: um momento antes e um momento depois da ira de Zeus.
I. Nem sempre, segundo a opinião do autor, encontrar alguém que se acredita parceiro ideal resolve os problemas de toda vida.
II. Segundo o mito dos andróginos, na vida, só seremos felizes após encontrarmos nossa carametade.
III. Todos acreditamos na necessidade de se encontrar um parceiro.
01 O essencial é saber ver,
02 Saber ver sem estar a pensar,
03 Saber ver quando se vê,
04 E nem pensar quando se vê,
05 Nem ver quando se pensa.
06 Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!)
07 Isso exige um estudo profundo,
08 Uma aprendizagem de desaprender [...].
01 O essencial é saber ver,
02 Saber ver sem estar a pensar,
03 Saber ver quando se vê,
04 E nem pensar quando se vê,
05 Nem ver quando se pensa.
06 Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!)
07 Isso exige um estudo profundo,
08 Uma aprendizagem de desaprender [...].
01 O essencial é saber ver,
02 Saber ver sem estar a pensar,
03 Saber ver quando se vê,
04 E nem pensar quando se vê,
05 Nem ver quando se pensa.
06 Mas isso (triste de nós que trazemos a alma vestida!)
07 Isso exige um estudo profundo,
08 Uma aprendizagem de desaprender [...].
Meu ser evaporei na lida insana
Do tropel de paixões, que me arrastava:
Ah! Cego eu cria, ah! Mísero eu sonhava
Em mim quase imortal a essência humana:
Meu ser evaporei na lida insana
Do tropel de paixões, que me arrastava:
Ah! Cego eu cria, ah! Mísero eu sonhava
Em mim quase imortal a essência humana:
João Anzanello Carrascoza (autor contemporâneo)
O valor de um texto literário não está apenas em seu tema e/ou assunto. O ficcionista sabe que é preciso encontrar, acima de tudo, os recursos de linguagem adequados para transformar sua ideia em um produto de qualidade estética. Considerada essa premissa, é correto afirmar que o excerto acima, extraído do conto “Umbilical”, tem como elementos estruturais altamente significativos a presença dos seguintes recursos estilísticos, EXCETO:
Leia os provérbios (itens A e B) e a citação (item C) abaixo.
A. “A palavra é prata, o silêncio é ouro.”
B. “Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem.”
C. “Há coisas que melhor se dizem calando.” (Machado de Assis)
Com base na leitura acima, assinale a proposição CORRETA.
No provérbio (A) ocorrem duas metáforas.
Leia os provérbios (itens A e B) e a citação (item C) abaixo.
A. “A palavra é prata, o silêncio é ouro.”
B. “Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem.”
C. “Há coisas que melhor se dizem calando.” (Machado de Assis)
Com base na leitura acima, assinale a proposição CORRETA.
Em cada um dos provérbios observa-se um paralelismo sintático, que ajuda a conferir
ritmo ao provérbio e favorece sua memorização.
Com base na leitura do livro 13 Cascaes, assinale a proposição CORRETA.
O livro foi organizado por Peninha, um antigo auxiliar do professor Franklin Cascaes, que
reuniu e revisou treze histórias escritas por Cascaes e preparou uma edição póstuma.
A partir do etanol da cana-de-açúcar, a petroquímica brasileira Braskem produz eteno e, a partir deste, fabrica o polietileno, que serve de insumo para filmes, embalagens de alimentos e bebidas. Quando comparado com as resinas obtidas de combustíveis fósseis como o petróleo, o “polietileno verde”, devido ao processo de fotossíntese, tem a vantagem de remover 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera por cada tonelada de resina produzida. Esse valor é resultado da diferença entre a quantidade que a cana absorve na fotossíntese (7,4 toneladas de CO2) e as emissões oriundas da produção do polietileno verde. O polietileno obtido a partir do petróleo emite CO2 ao longo de todo o seu ciclo de produção. Atualmente, a Braskem produz 200.000 toneladas dessa resina o que equivale a 7% da sua produção total de polietileno, atendendo mais da metade do mercado nacional de resinas termoplásticas (modeladas quando amolecidas e recicláveis) fabricadas a partir do petróleo. Em 2008, a plantação de cana-de-açúcar era de aproximadamente 7 milhões de hectares, bem abaixo da área de pastagem e pecuária, com 220 milhões de hectares, sendo que 50% são de áreas degradadas que poderiam ser direcionadas para o cultivo da cana.
Disponível em: http://www.oeco.com.br/ana-claudianioac/18308-oeco (Adaptado). Acesso em: 06 de maio de 2011.
A partir das informações apresentadas no texto, é correto afirmar que:
Texto 5
O Sertanejo Falando
1.
A fala a nível do sertanejo engana:
as palavras dele vêm, como rebuçadas
(palavras confeito, pílula), na glace
de uma entonação lisa, de adocicada.
Enquanto que sob ela, dura e endurece
o caroço de pedra, a amêndoa pétrea,
dessa árvore pedrenta (o sertanejo)
incapaz de não se expressar em pedra.
2
Daí porque o sertanejo fala pouco:
as palavras de pedra ulceram a boca
e no idioma pedra se fala doloroso;
o natural desse idioma fala à força.
Daí também porque ele fala devagar:
tem de pegar as palavras com cuidado,
confeitá-la na língua, rebuçá-las;
pois toma tempo todo esse trabalho.
NETO, João Cabral de Melo. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008.
Sobre o poema, assinale a alternativa que apresenta a afirmativa incorreta:
( ) A epígrafe trazida pelo autor “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”, remete-nos à cegueira que o ser humano tem em somente olhar e não ver e reparar o interior, sair da zona de conforto, a superficialidade. ( ) A cegueira, que acomete a todos os indivíduos da fictícia cidade, pode ser encarada como um sintoma da alienação do homem em relação a ele próprio. ( ) Outra cegueira que é observada pela leitura, é a social, que pode ser notada através do poder do Governo que se isenta em buscar saber o motivo da epidemia, instalando todos em um manicômio desativado, no qual o mais forte se sobrepõe sobre os mais fracos. ( ) O velho da venda preta representa a superficialidade da aparência física, na qual se fecha em um mundo corrompido pelas máscaras sociais. ( ) A narrativa leva o leitor a repensar os seus valores morais e sociais que, de acordo com as palavras de Marx, com a valorização do mundo das coisas aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens, assim verificada pela não designação nominal dos personagens.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: