Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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Sobre o processo de descolonização da América espanhola e o seu contexto, analise as afirmações a seguir.
I Com a liderança dos Chapetones, os cabildos declararam sua autonomia em relação à Espanha.
ll O contexto das guerras napoleônicas contribuiu para a revolta criolla contra a metrópole.
lll A independência dos Estados Unidos da América estimulou os movimentos emancipatórios da América espanhola, influenciados pela ideologia iluminista.
lV Influenciado pelo movimento de independência de 1822 no Brasil, os países emergentes da América espanhola, em sua maioria,adotaram a monarquia hereditária.
V A Santa Aliança, com a liderança da Espanha, enviou navios de combate numa tentativa de impedir os movimentos de emancipação na bacia do Rio da Prata.
Todas as afirmações corretas estão em:
A Guerra Civil da Síria trouxe novas discussões na comunidade internacional: utilização de armas químicas, direitos humanos, intervenção da ONU (Organização das Nações Unidas) no conflito. O islamismo também está em evidência em relação as suas duas principais correntes: os Sunitas e os Xiitas.
Acerca dos Sunitas e Xiitas e da própria Síria é correto afirmar, exceto:
Desde o início de 2011, revoluções jovens, modernas e seculares depuseram os ditadores da Tunísia e do Egito, causando uma onda de revoltas que avançou além de suas fronteiras. Esses movimentos de protesto ganharam o nome de Primavera Árabe. [...]
No entanto, a Primavera Árabe, que, num primeiro momento, encheu de esperança a população árabe, tomou rumos complexos, com os choques de interesses entre grupos políticos e forças econômicas e militares. A repressão aos protestos provocou levantes armados de grupos com apoio estrangeiro, intervenções militares externas e multiplicou áreas de conflitos. (A PRIMAVERA..., 2013. p. 72).
Os conflitos e tensões no mundo árabe tornaram-se motivo de grande preocupação mundial, neste início do século XXI, porém não são os únicos na história das sociedades.
Em relação aos conflitos internacionais, pode-se afirmar:
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
A história do Brasil sempre esteve vinculada aos desdobramentos do desenvolvimento econômico e à conjuntura política mundial.
Dessa forma, pode-se afirmar que a influência dos ideais socialistas no país se fez sentir
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Eric J. Hobsbawm. A era dos impérios: 1875 - 1914. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1988, p. 147.
Assinale a alternativa que concorda completamente com o texto e o contexto histórico apresentado:
Pela primeira vez desde que os Estados Unidos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki em 1945, centenas de milhões de pessoas em todo o globo temeram que armas nucleares pudessem ser usadas outra vez.
(Richard Gott. Cuba: uma nova história, 2006.)
O texto se refere à chamada “crise dos mísseis de Cuba”,
(Robert Darnton. O beijo de Lamourette, 1990.)
A partir do texto, é correto afirmar que a Revolução Francesa de 1789
(Georges Duby. Ano 1000, ano 2000. Na pista de nossos medos, 1998.)
O sentimento de unidade europeia mencionado no texto derivava, sobretudo,