Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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Considerando as relações entre a cultura iluminista e as reformas promovidas pelos “soberanos esclarecidos", analise as afirmativas a seguir.
I – Os soberanos reformadores concentraram seus esforços no desmantelamento de privilégios fiscais e no redimensionamento dos poderes eclesiásticos, como no caso de Frederico II na Prússia e de
D. José I e de seu ministro Pombal em Portugal.
II – Os filósofos iluministas forneceram o tema da razão, da boa administração e da pública felicidade aos projetos absolutistas dos monarcas e o da liberdade à oposição antiabsolutista.
III – Os opositores do reformismo monárquico eram juristas e magistrados tradicionalistas, a nobreza fundiária e o alto clero, ameaçados pela dissolução da sociedade de ordens promovida pelos soberanos esclarecidos.
Assinale:
I – Um dos pilares da ideologia nacional-socialista era seu apelo ao anticomunismo e à rejeição ao projeto político que estava em curso na União Soviética.
II – O nacional-socialismo alemão conseguiu ter sucesso econômico rápido devido a medidas direcionadas para o livre comércio e para a liberdade cambial. Com isso houve a estabilização da moeda após a crise da hiperinflação e um período de crescimento acelerado da economia.
III – O partido Nacional-Socialista foi vitorioso nas eleições de 1932, o que demonstrou a seus líderes que a democracia – mesmo com falhas – era o melhor sistema político para realizar seus projetos.
IV – O ideário do nacional-socialismo sempre deixou clara a ideia de “pureza racial". Com isso, desde os primeiros anos de governo, foram emitidas diversas leis contra judeus, homossexuais e ciganos, consideradas- entre outras - como populações “impuras".
Assinale:
Examine a seguinte imagem, que foi inspirada pela situação da Índia de 1946.

Legenda:
MOSLEM: muçulmano;
NEW CONSTITUTION: nova Constituição;
CIVIL WAR: guerra civil;
FAMINE: fome.
A leitura correta da imagem permite concluir que ela
constitui uma crítica
A cidade é [desde o ano 1000] o principal lugar das trocas econômicas que recorrem sempre mais a um meio de troca essencial: a moeda. [...] Centro econômico, a cidade é também um centro de poder. Ao lado do e, às vezes, contra o poder tradicional do bispo e do senhor, frequentemente confundidos numa única pessoa, um grupo de homens novos, os cidadãos ou burgueses, conquista “liberdades”, privilégios cada vez mais amplos.
Jacques Le Goff. São Francisco de Assis. Rio de Janeiro: Record, 2010. Adaptado.
O texto trata de um período em que
M. I. Finley. O mundo de Ulisses. Lisboa: Editorial Presença, 1972. Adaptado.
Com base no texto, pode-se apontar corretamente
Examine estas imagens produzidas no antigo Egito:

As imagens revelam
Com a ordem internacional marcada pela Guerra Fria, o presidente estadunidense John Kennedy (1961-1963) orientou sua política externa, denominada Nova Fronteira, no sentido de conter a URSS por meio do aumento do potencial militar norte-americano e do fortalecimento dos laços com os países aliados, particularmente com o Terceiro Mundo, para onde seriam enviados recursos técnicos e econômicos com o objetivo de fortalecer o anticomunismo.
Um exemplo desse aspecto da política norte-americana no período foi __________, voltado(a) para __________, visando, fundamentalmente, __________.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão 24, analise as afirmativas sobre os totalitarismos nazista e fascista do período entreguerras, preenchendo os parênteses com F (falso) ou V (verdadeiro).
( ) Os movimentos totalitários combatiam o liberalismo e o marxismo, contra os quais opunham o discurso nacionalista.
( ) Tanto o nazismo quanto o fascismo receberam amplo apoio dos estratos mais pobres da população.
( ) Ao contrário do nazismo, o fascismo, uma vez no poder, não criou um mecanismo estatal especializado em propaganda.
( ) A questão racial foi mais enfatizada pelo discurso nazista do que pelo fascismo.
( ) O nazismo e o fascismo foram fenômenos políticos restritos à Alemanha e à Itália, não exercendo influência em outros países do Ocidente.
O correto preenchimento dos parênteses, de cima para
baixo, é
Coluna A
1. Espanha
2. Inglaterra
3. França
4. Holanda
Coluna B
( ) A partir de 1666, o país autorizou a exportação de moedas estrangeiras e de materiais de ouro e prata, como forma de promover o saldo favorável da balança comercial.
( ) Recebendo grande quantidade de ouro e prata, o país fundou sua política econômica no entesouramento e na importação de manufaturas, parte das quais reenviada para as zonas coloniais.
( ) No século XVII, o país proibiu a exportação da lã e elevou as taxas para importação de tecido estrangeiro, pois tinha na indústria têxtil a atividade exportadora mais importante de sua política econômica manufatureira e agrícola.
( ) Seguindo as diretrizes do chamado colbertismo, o país desenvolveu novas manufaturas através da importação de artesãos estrangeiros e de empréstimos estatais.
( ) Com poder central relativamente fraco, o país concedeu um grau singular de independência econômica, militar e administrativa para suas companhias comerciais.
A numeração correta na coluna B, de cima para baixo, é
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas abaixo sobre o Renascimento Urbano, na Europa Ocidental, entre os séculos XI e XV.
I. A partir do século XII, intensificaram-se os conflitos entre os senhores feudais e as populações urbanas. Havia duas maneiras de resolver tais conflitos: por meio da violência ou por compra das Cartas de Franquia, pelas quais o nobre concedia liberdade para a cidade.
II. Em geral, as cidades do período se desenvolveram a partir de seu papel econômico, concentrando artesãos e mercadores que viviam em função do comércio, mas que também dependiam do desenvolvimento agrícola nas zonas rurais, o que garantia o abastecimento da população.
III. Para promover e intensificar a concorrência entre os mercadores locais e com os de outras cidades, os comerciantes fundaram associações de mercadores: as guildas, assim chamadas na Itália; ou as hansas, como eram conhecidas no norte da Europa.
Está/estão correta(s) a(s) afirmativa(s)
Descemos, fazem-nos entrar numa sala ampla, nua e fracamente aquecida. Que sede! O leve zumbido da água nos canos da calefação nos enlouquece: faz quatro dias que não bebemos nada. Há uma torneira e, acima, um cartaz: proibido beber, água poluída. Besteira: é óbvio que o aviso é um deboche. “Eles” sabem que estamos morrendo de sede [...]. Bebo, e convido os companheiros a beber também, mas logo cuspo fora a água: está morna, adocicada, com cheiro de pântano.
Isto é o inferno. Hoje, em nossos dias, o inferno deve ser assim: uma sala grande e vazia, e nós, cansados, de pé, diante de uma torneira gotejante, mas que não tem água potável, esperando algo certamente terrível acontecer, e nada acontece, e continua não acontecendo nada.
(Primo Levi. É isto um homem?, 1988.) A descrição, por Primo Levi, de sua chegada a Auschwitz em 1944 revela
(Wilton Carlos Lima da Silva. As terras inventadas, 2003. Adaptado.)
Segundo o texto, o relato de Colombo
Roma provou ser capaz de ampliar o seu próprio sistema político para incluir as cidades italianas durante sua expansão penisular. Desde o começo ela havia – diferentemente de Atenas – exigido de seus aliados tropas para seus exércitos, e não dinheiro para seu tesouro; desta maneira, diminuindo a carga de sua dominação na paz e unindo-os solidamente em tempo de guerra. Neste ponto, seguia o exemplo de Esparta, embora seu controle militar central das tropas aliadas fosse sempre muito maior.
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1987. Adaptado.)
A comparação que o texto estabelece entre Roma e Esparta é pertinente, uma vez que foi comum às duas cidades