Questões de Vestibular
Sobre história geral em história
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(Oliveira, Odete Maria. Coordenadora. Relações internacionais & globalização: grandes dessafios. Ijui: Editora UNIIJUI,1999, p. 74.)
Sobre a validade social, moral e ética da globalização, é CORRETO afimar que:
Mais importante ainda, o Tet não foi uma batalha única, nem o Vietnã em si uma guerra isolada. Ambos ocorreram em meio a um combate de valores e culturas muito mais global.
HANSON, Victor Davis. Por que o Ocidente venceu: massacre e cultura - da Grécia Antiga ao Vietnã. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. p. 619. (Adaptado)
Conforme propõe o texto citado, analisando a Guerra do Vietnã (1959 - 1975), conclui-se que sua eclosão deveu-se
Napoleão voltara, e nenhuma notícia jamais deixara os governos da Europa tão apreensivos. Milhares de europeus seguiram avidamente esse rematado autocrata, acreditando que ele espalharia os ideais da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Mais surpreendente era que o próprio Napoleão ainda acreditava ser um apóstolo da Revolução.
WEIR, William. 50 batalhas que mudaram o mundo. São Paulo: M. Books, 2003. p. 320-321. (Adaptado).
Ao retorno de Napoleão, após cerca de cem dias nos quais governou a França precariamente, seguiu-se a batalha de Waterloo, travada entre os franceses simpatizantes do Imperador e uma coalização formada por britânicos e prussianos. Estava em jogo no campo de batalha
Alexandre encerrou os conflitos entre Oriente e Ocidente ao aniquilar o império dos persas, ao conquistar todo o território situado entre o deserto africano e a Índia, ao afirmar a supremacia da civilização grega sobre a cultura declinante dos povos asiáticos. Enfim, ao gerar o helenismo.
DROYSEN, J. G. Alexandre: o grande. Rio de Janeiro: Contraponto, 2010. p. 37. (Adaptado).
Ao cunhar o termo helenismo, a citação sintetiza um processo histórico associado
O imenso continente da América assiste à chegada do homem, em pequenos grupos de nômades, atravessando o estreito de Behring. Em vinte ou vinte e cinco mil anos, esses homens exploraram de alto a baixo os recursos de um meio natural novo: domesticaram (ao lado de alguns animais) as espécies vegetais mais variadas para sua alimentação e para seus remédios; promoveram substâncias venenosas, como a mandioca, ao papel de ou de anestésico; levaram, enfim, certas indústrias, como a tecelagem, a cerâmica e o trabalho de metais preciosos, ao mais alto nível de perfeição.
(Claude Lévi-Strauss. Raça e história, 1987. Adaptado.)

A pintura, exemplo do Renascimento do norte da Europa, é rica em informações sobre a vida e a mentalidade econômica da época. As atividades exercidas pelo casal indicam que
(Georges Duby. A Europa na Idade Média, 1984. Adaptado.)
O texto destaca a importância do uso das imagens na difusão do cristianismo durante a Idade Média. Tal uso
(Tito Lívio. História de Roma, 1989.)
Tito Lívio foi um romano que viveu de 59 a.C. a 17 d.C. O historiador alude a uma contradição existente na cidade de Roma, ainda no período republicano, em que
(Tucídides. História da Guerra do Peloponeso, 1990. Adaptado.)
O historiador grego Tucídides viveu na cidade de Atenas durante a Guerra do Peloponeso (431–404 a.C.), que opôs Atenas e Esparta com seus respectivos aliados. Tucídides sustenta que o historiador precisa
A maior parte da circulação de informações e de capitais tem ocorrido, de forma instantânea e em escala planetária, nas denominadas cidades globais.
Na Baixa Idade Média, a crise econômica do século XIV juntou-se à Peste Negra, que, em meio às precárias condições de saneamento nas cidades que renasciam, dizimou mais de um terço da população. O sistema produtivo europeu foi muito prejudicado, mas voltou a expandir-se no século seguinte, inclusive devido às grandes viagens ultramarinas.
A globalização tem sido viabilizada pelos avanços da denominada Revolução Informacional.
Rodrigo Botero Montoya. Lições da Grande Guerra e da Queda do Muro de Berlim. In: O Globo, 3/3/2014, p. 14.
Tendo o fragmento de texto acima como referência, julgue o item, relativos à história mundial contemporânea e a aspectos linguísticos do texto.
O texto remete à ideia de que, sob o ponto de vista histórico, o século XX é menor que o conjunto de cem anos. Nessa perspectiva, o longo século XIX, iniciado com as revoluções contra o Antigo Regime, em fins do século XVIII, estende-se até a Primeira Guerra Mundial, em 1914; já a derrocada da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) teria antecipado, historicamente, o século XXI.
No século mencionado no texto, a Europa vivia o contexto histórico de consolidação do absolutismo monárquico e de disseminação do liberalismo econômico; na América de colonização ibérica, explodiam os movimentos emancipacionistas, como a Conjuração dos Alfaiates e a Insurreição Pernambucana.
No período da história a que se referem os fragmentos de texto, a imediata ocupação dos espaços indígenas resultou em espaços geográficos pouco ou nada articulados entre si.
Infere-se dos fragmentos de texto apresentados que a Europa Moderna volta-se radicalmente contra o medievo, o que explica a posição renascentista e da revolução científica do século XVII de negar a existência de Deus.
Mais do que apenas um movimento artístico, cujo esplendor atingiu dimensão incomparável na Itália, o Renascimento desvela a modernidade na Europa, ao ampliar os horizontes de conhecimento e difundir conceitos fundados no humanismo.
O ciclo das grandes navegações dos séculos XV e XVI ajudou a completar o processo de transição de um feudalismo em crise a um capitalismo que dava seus passos iniciais. Dessa expansão marítima decorreu a colonização de novas terras, como as americanas. Essa expansão foi essencial para que a Europa incrementasse a acumulação de capital que financiaria o dinamismo econômico da Idade Moderna.