Questões de Vestibular Sobre história geral em história

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Q4038074 História
Criada pelos humanistas italianos [...], a noção de uma ressureição das letras e das artes graças ao reencontro com a Antiguidade foi, seguramente, fecunda como fecundos são todos os manifestos lançados em todos os séculos por novas gerações conquistadoras. Essa noção significa juventude, dinamismo, vontade de renovação. Teve em si a inevitável injustiça das abruptas declarações de adolescentes, que rompem ou creem romper com os gostos e as categorias mentais dos seus antecessores.
(Jean Delumeau. A civilização do Renascimento, vol. I, 1994.)

A “injustiça” a que se refere o historiador está relacionada à ideia de que essa “ressureição” cultural, conhecida como Renascimento, contribuiu para a 
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Q4038073 História
O modelo democrático de Atenas na Antiguidade
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116346 História
A importância das cortes está ligada à formação do Estado moderno, lento processo que produz a concentração de poder à volta de um rei ou de um grande príncipe. A constituição dos novos Estados não se dá sem conflitos: contra os senhores feudais, que se valem da fragmentação política e econômica; mas também entre reis e grandes senhores, que lutam por hegemonia ou mesmo pelo trono.
(Renato Janine Ribeiro. A etiqueta no Antigo Regime: do sangue à doce vida, 1987.)
A “concentração de poder” descrita no excerto marca uma transformação social e política decisiva na Europa. Tal transformação
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116345 História
        [...] as colônias cartaginesas só poderiam comprar e vender produtos com os mercadores de Cartago. Todas as embarcações de povos estrangeiros eram consideradas intrusas, e algumas delas chegaram a ser afundadas pela forte marinha cartaginesa.
        A preocupação em não deixar que gregos, romanos e outros povos atravessassem suas rotas comerciais tinha suas razões. Além do rico comércio do Mediterrâneo, estudos arqueológicos indicam que os cartagineses conseguiram estabelecer relações comerciais com povos do Sudão e passaram a negociar o ouro que vinha de lá. Alguns estudiosos acreditam que tropas cartaginesas mantiveram contato com grupos que viviam na África Subsaariana.
(Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017.)
O excerto demonstra que a importância de Cartago nos séculos VI e V a.C. devia-se, principalmente, a 
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Q4115808 História
Analise a afirmação do missionário estadunidense Josiah Strong (1847-1916).
Se prevejo corretamente, essa poderosa raça avançará sobre o México, a América Central e a do Sul, as ilhas do oceano, a África e mais adiante [...]. Essa raça está predestinada a suplantar raças fracas, assimilar outras e transformar as restantes até toda a Humanidade ser anglo-saxonizada.
(Apud: Adhemar Marques e Luiz Roberto Lopez. Imperialismo: a expansão do capitalismo, 2000.)
As palavras do missionário, apresentadas pelo excerto,
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Q4115806 História
Luiz XIV assumiu o comando do aparelho de Estado francês em 1661. Durante o seu governo, foi anulada a exigência parlamentar de apresentar objeções aos éditos reais antes do registro, em 1673. E as Cortes provinciais deixaram de poder discutir e regatear os impostos: a monarquia ditou requerimentos fiscais precisos, que elas se viram compelidas a aceitar.
(Perry Anderson, 1984. Adaptado.)
O excerto descreve a consolidação, na França,
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Q4115805 História
A chegada dos exércitos macedônios com Alexandre Magno constitui, sem dúvida, um eficaz elemento de contato cultural com as populações locais. Uma nova época estava por se iniciar no antigo Oriente Próximo, quando Alexandre Magno atravessou desde a Grécia para a Ásia e iniciou suas conquistas que derrubaram o império persa.
(Luiz Alexandre Solano Rossi. Cultura militar e de violência no mundo antigo: Israel, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia, 2008. Adaptado.)
O excerto refere-se à época inaugurada pelas conquistas militares de Alexandre Magno, a qual foi caracterizada
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2025 |
Q4114283 História
    No dia 12 de março de 1930, Mahatma Gandhi e seus discípulos iniciaram uma marcha de 400 quilômetros rumo ao litoral, em protesto contra as restrições da Inglaterra, que obrigava os indianos a comprarem os produtos importados de lá. Eles eram proibidos inclusive de extrair o próprio sal. Para Gandhi, esse era um símbolo do colonialismo, e ele queria acabar com esse monopólio. Ao longo de 25 dias, per correram o trajeto até o Oceano Índico, conquistando simpatizantes que se uniram à marcha do sal. Ao chegar, Gandhi colocou a água do mar em um recipiente, esperou que evaporasse, e apanhou um punhado de sal. O gesto simples, mas desafiador, foi imitado por centenas de indianos, e a reação dos ingleses chamou a atenção do mundo todo: além de truculentos, os guardas prenderam mais de 60 mil pessoas, entre elas Gandhi.

(Marília Marasciulo. https://revistagalileu.globo.com, 02.10.2018. Adaptado.)

O movimento retratado no excerto revela
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2025 |
Q4114281 História
    A partir do final do século XVIII, em uma reação às posturas iluministas, a Idade Média assumiu pela primeira vez uma feição positiva nas reflexões de autores europeus. A Idade Média aparece, então, como depositária das raízes nacionais e regionais, das fábulas, de todo o repertório de tradições, orais e escritas, que teriam dado origem às modernas nações europeias. Segundo o historiador Justus Möser (1720-1794), cada povo seria uma individualidade histórica, uma criação original, com um patrimônio espiritual expresso na língua, nos costumes e no direito.

(Marcelo Cândido da Silva. História medieval, 2023. Adaptado.)

No final do século XVIII, a reação às posturas iluministas, citada no excerto,
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2025 |
Q4114280 História
    O livro Roma, o Império Infinito, do autor Aldo Cazzullo, propõe-se a mostrar a influência que o Império Romano teve sobre tudo que veio depois, de Napoleão a Hitler, do imperialismo estadunidense às empresas multinacionais do Vale do Silício. “Roma foi o arquétipo de todos os impérios, todo imperador da história pensou que era o novo César, e todo revolucionário se viu como um novo Espártaco”, afirma Cazzullo.

(Eduardo Lima. https://super.abril.com.br, 10.09.2024. Adaptado.)

A influência de Roma para a posteridade, defendida pelo autor, é demonstrada pela atual noção de
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966784 História
   No fim da década de 1980 e durante a década de 1990, a conjuntura política começou a se transformar nos países do continente africano, de modo que os ímpetos democráticos voltaram com força não apenas por condições internas, como também em função da recessão econômica após as crises do petróleo, da dissolução da União Soviética em 1991 e do fim da Guerra Fria.

(Kauê Lopes dos Santos. Africano: uma introdução ao continente, 2022. Adaptado.)

Os “ímpetos democráticos” africanos, mencionados no excerto, associam-se
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966782 História
Analise a charge publicada pelo cartunista Belmonte em 1939.

Q53.png (354×309)
(www.ensinarhistoria.com.br)

A charge ironiza o Pacto Germano-Soviético ao expor 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966778 História
     [...] o que é o Terceiro Estado? Tudo — mas um todo entravado e oprimido. Que seria ele sem a ordem privilegiada? Tudo, mas um todo livre e florescente. Nada se pode fazer sem ele, tudo se fará infinitamente melhor sem os outros [...]. O Terceiro Estado abarca, assim, tudo que pertence à nação; e tudo o que não é do Terceiro Estado não se pode considerar como sendo da nação.

(Emmanuel de Sieyès. “O que é o Terceiro Estado?”. apud: Daniel Gomes de Carvalho. Revolução Francesa, 2024.)

O panfleto “O que é o Terceiro Estado?” circulou na França no início de 1789 e representou um questionamento
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966775 História
    A cidade é um lugar protegido, com portas que se fecham cuidadosamente à noite, com muralhas que se modernizam com esses rápidos aperfeiçoamentos que favorecem a arquitetura militar tanto quanto a das igrejas. É um castelo mais forte do que os outros [...].

(Georges Duby. A Europa na Idade Média, 1988.)

As cidades francesas nos séculos XII e XIII, caracterizadas no excerto, protegiam-se, pois eram espaços de
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966774 História
   Na democracia ateniense de 451 a.C., todos os cidadãos podiam participar da assembleia do povo (Eclésia), que tomava as decisões relativas aos assuntos políticos, em praça pública.

(Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma, 2019. Adaptado.)

Na Atenas de 451 a.C.,
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966762 História
    Os drusos são uma minoria étnico-religiosa árabe. Mais de 20 mil drusos vivem nas Colinas de Golã, um planalto estratégico que a Síria perdeu durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
(www.cnnbrasil.com.br, 16.07.2025. Adaptado.)

Na Guerra dos Seis Dias, as Colinas de Golã, ocupadas pelos drusos, foram anexadas
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946302 História
Entre os deveres de todo devoto do Islã está a obrigatoriedade de pelo menos uma vez na vida fazer uma peregrinação a Meca, cidade sagrada na qual Maomé primeiro pregou a religião. Nem todos podiam fazer a peregrinação, mas muitos faziam, geralmente juntando-se às caravanas que percorriam o Saara, chegando a Meca a partir do Cairo. Essa circulação de pessoas, que entravam em contato com os lugares nos quais era intenso o ensino do Islã, criava vínculos entre todo o mundo muçulmano do Sael, norte da África e península Arábica. Os ensinamentos islâmicos eram ainda reforçados pela ação dos ulemás, estudiosos do Alcorão que se assentavam em algumas cidades ou passavam períodos em diferentes lugares. As escolas corânicas, nas quais os meninos liam e decoravam o Alcorão, também eram lugares de atuação dos ulemás, que mantinham vivo o ensino do islã.

Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007.


Ao tratar do islamismo na Idade Média, o texto caracteriza
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946301 História
[...] as lendárias Rotas da Seda, longe de serem meras rotas comerciais, eram rodovias culturais que desempenhavam um papel fundamental na ligação entre o leste e o oeste, reunindo intermitentemente nômades e moradores da cidade, povos pastoris e agricultores, mercadores e monges, soldados e peregrinos. A noção de movimento é, portanto, central para a compreensão das relações entre os povos [...]. Um diálogo entre culturas significa trocas não apenas de bens, mas também de ideias.

Vadime Elisséeff. “Introduction. Approaches Old and New to Silk Roads”. The Silk roads: highways of culture and commerce. New York: Berghahn Books, 2000. Traduzido e adaptado.


Com base no excerto, que aborda o complexo de rotas terrestres que se estenderam, durante a Idade Média, por boa parte da Ásia, Leste da África e Sul da Europa, as trocas culturais e os deslocamentos tiveram impacto na
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946297 História
Decretou então o ótimo Artífice que àquele ao qual nada de próprio pudera dar tivesse como privativo tudo quanto fora partilhado por cada um dos demais. Assim, pois, tomou o homem, essa obra de tipo indefinido, e, tendo-o colocado no centro do universo, falou-lhe nestes termos: ‘A ti, ó Adão, não temos dado nem uma sede determinada, nem um aspecto peculiar, nem uma função singular precisamente para que o lugar, a imagem e as tarefas que reclamas para ti, tudo isso tenhas e realizes, mas pelo mérito de tua vontade e livre consentimento. As outras criaturas já foram prefixadas em sua constituição pelas leis por nós estatuídas. Tu, porém, não estás contido por amarra nenhuma. Antes, pela decisão do arbítrio, em cujas mãos te depositei, hás de predeterminar a tua compleição pessoal. Eu te coloquei no centro do mundo, a fim de poderes inspecionar, daí, de todos os lados, da maneira mais cômoda, tudo que existe.
Pico della Mirandola. Discurso sobre a dignidade do homem. In: PICO, Giovanni, Conde de Mirândola e de Concórdia. A dignidade do homem. 2ª. ed. Campo Grande: Solivros/Uniderp, 1999. Adaptado.

Elaborado em 1486, na região da atual Itália, o texto do humanista Pico della Mirandola apresenta algumas características do movimento renascentista, dentre as quais 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2025 - UNESP - Vestibulinho - BAURU |
Q3898116 História
Leia o texto a seguir:

    Com o fim da Segunda Guerra, surgiriam novas tensões políticas e debates sobre qual seria a melhor maneira de reconstruir um mundo arrasado. Mal as pedras dos escombros tinham sido recolhidas, o mundo veria recomeçar o clima de “paz-guerra” que tantos estragos tinham feito no passado recente.

(Marcos Napolitano, História contemporânea 2: do entreguerras à nova ordem mundial. Adaptado)

O fragmento apresenta as origens
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Respostas
1: E
2: D
3: A
4: B
5: C
6: C
7: B
8: D
9: C
10: E
11: A
12: D
13: A
14: A
15: E
16: A
17: E
18: A
19: E
20: A