Questões de Vestibular Sobre história do brasil em história

Foram encontradas 2.503 questões

Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467536 História

Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, considerando a história do Brasil Império e, mais especificamente, os anos do chamado Período Regencial.



( ) Os anos da regência foram caracterizados por um processo de pacificação interna do império, com exceção de algumas importantes revoltas provocadas por elites regionais.


( ) O Ato Adicional, aprovado em 1834, dividiu constitucionalmente as competências do governo central e dos governos das províncias, conferindo-lhes maior autonomia. ( ) A guerra dos farrapos, que eclodiu durante a regência, é o exemplo de uma revolta liderada por uma elite regional, ainda que tenha contado com a participação de livres, pobres e escravizados.


( ) O período regencial teve fim com a coroação de D. Pedro II, quando ele atingiu a maioridade civil, aos 21 anos, conforme estabelecido pelas Ordenações Filipinas.



A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é 

Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467534 História

Considere as afirmações abaixo, sobre o início do processo de colonização do Brasil por Portugal.



I - O objetivo da colonização estava relacionado à expansão econômica portuguesa, buscando benefícios econômicos para a Coroa e comerciantes.


II - O período inicial da colonização portuguesa foi caracterizado pelo deslocamento de famílias, com o objetivo de promover o povoamento e o desenvolvimento de uma pequena e média agricultura familiar.


III - O tráfico de escravizados foi instituído tendo como motivação o fato de representar um comércio rentável e lucrativo.



Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467532 História

Considere o texto abaixo.



De volta ao sol



O manto tupinambá ganho comprado furtado, quem saberá?


– sabemos, é um ninho preso às paredes de outro continente.


Depois de séculos, apesar do vidro que lhes tira o oxigênio,


o vermelho sangue do guará e o azul oceano da araruna


segredam algo que excede o museu nacional de Copenhague.


Todo algodão e envira, o manto tem a dimensão da mata


– vale pagar o ingresso para ver o vidro, jamais o espírito


que incendeia o egoísmo do alarme? O manto rol de esferas


arde de tanta memória. Seu lugar não é aqui, será, quem sabe?


No limo que molda todos os corpos. Imagine se insuflado no ar


rarefeito o manto se abrisse. Que tese posta à mesa explicaria


os mortos, vivos enfim, em resposta ao rapto das almas?


O manto quer voar para casa. A morte de seus filhos torna


inútil sua permanência. É preciso que ele se perca


para acusar os assassinos. Ante essa inominável memória


algo será reiniciado – a raiz do que já não é árvore, mas


frutifica – o rugido do que não é onça, mas afia as garras –


a umidade do que não é chuva, mas afoga a mão criminosa.


Exilado num continente onde avós, para irem ao cinema,


colam os netos à sombra, o manto reflete sua natureza – ágil


urna em território de neve. Ao redor do vidro, línguas tecem


em silêncio por respeito ou desprezo, não sei – sabemos.


Entre aqueles que fiaram o manto, um canto se alonga


alheio ao seu sequestro. Sobre a terra desolada um pássaro


voa. Num filme etnográfico chama os culpados pelo nome.


Haverá, diante disso, ossos suficientes para serem atirados


contra o vidro? O manto tupinambá é um ninho na escuridão


do mundo – respira num oceano de espelhos a sua ira.



PEREIRA, E. A. De volta ao sol: o manto tupinambá é um ninho na escuridão do mundo. Piauí, ed.157, outubro de 2019.

Disponível em: <https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-manto-tupinamba-e-um-ninho-na-escuridao-domundo/#:~:text=oculta%20os%20cadáveres.,suas%20mãos%20esculpem%20a%20pélvis>. Acesso em: 15 ago. 2024. 



O texto acima faz menção à espiritualidade dos povos originários a partir do manto tupinambá que, do século XVII ao século XXI, ficou sob posse dinamarquesa. O manto foi devolvido ao Brasil apenas em 2024.


A partir desse caso e dos conhecimentos sobre a colonização europeia e a espiritualidade dos povos originários naquele período, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407666 História
Analise a fotografia da campanha pelas “Diretas Já”, realizada entre os anos 1983 e 1984 durante o processo de redemocratização do Brasil.
Imagem associada para resolução da questão
(https://memoria.ebc.com.br.)

Essa campanha
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407665 História

Analise a charge, que retrata o presidente Rodrigues Alves sancionando a Lei da Vacina Obrigatória em 1904 no Rio de Janeiro.


Imagem associada para resolução da questão


(Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. 1904 — Revolta da Vacina. A maior batalha do Rio, 2006.)



Essa lei desencadeou 

Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407664 História
    Em 7 de janeiro de 1835, começou a Cabanagem. Liderados por Antônio Vinagre, os rebeldes (tapuios, cabanos, negros e indígenas) tomaram o quartel e o palácio do governo de Belém, assassinando o presidente Lobo e Souza e apoderando-se de grande material bélico. Ao mesmo tempo, nomearam um novo presidente do Grão-Pará: Félix Antônio Clemente Malcher, que se encontrava até então preso por conta de sua atuação considerada contrária ao regime imperial. O governo, pressionado pela crescente radicalização do movimento, não duraria muito. Malcher, latifundiário e dono de engenhos de açúcar, acabou por trair seu grupo aliado — conclamou que depusessem armas, voltassem ao trabalho, além de jurar obediência à Regência —, sendo deposto em 19 de fevereiro do mesmo ano.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)

Com base no excerto, a Cabanagem
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407663 História
Analise a imagem que retrata o líder Zumbi do Quilombo dos Palmares, morto em 20 de novembro de 1695. Atualmente essa data é considerada o “Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra”.
Imagem associada para resolução da questão
(https://jornalvozdolitoral.com)

A relação entre o líder Zumbi e o Dia da Consciência Negra justifica-se porque o Quilombo dos Palmares
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407662 História
    A sociedade brasileira organizou-se hierarquicamente pela cor da pele, ocupando os brancos o topo da hierarquia, os mulatos, mestiços e outros pardos, o meio, e os africanos escravizados, a base. [...] Os engenhos não criaram essas hierarquias, mas suas estruturas internas, com proprietários de origem europeia, trabalhadores coagidos, primeiro indígenas e depois africanos, e uma série de artesãos e outras posições ocupadas por brancos pobres, ex-escravos libertos e povos de origem mista, tendiam a reforçar e expor as estruturas constituintes da sociedade. Neste sentido, os engenhos foram ao mesmo tempo geradores e espelhos da sociedade brasileira durante a grande época açucareira.
(Stuart Schwartz. “O Nordeste açucareiro no Brasil colonial”. In: João Luís R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa. O Brasil Colonial, 2018.)

O excerto relaciona os engenhos de açúcar do período colonial à
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407661 História
    Embora a escravidão já existisse na África Ocidental antes da chegada dos europeus, ela assumiu outro significado. Doravante, o cativo tornou-se uma “peça”, termo que evoca por si mesmo sua condição de mercadoria, cujo valor podia oscilar de acordo com a lei da oferta e da procura. Essa escravidão em massa, por sua vez, inundou a Europa, e depois toda a América, com uma categoria social completamente privada de direitos que passava a constituir a base de toda a exploração econômica, motivo pelo qual certos pesquisadores identificam a existência de organizações sociais escravistas específicas na Era Moderna.
(José Rivair Macedo. História da África, 2015.)

O excerto apresenta alguns aspectos das “organizações sociais escravistas” do século XV ao XIX. Um desses aspectos apresentados refere-se
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406304 História
    Entre os anos de 1946 e 1953, aconteceu o processo de elaboração da estratégia de recuperação econômica da Amazônia. As classes políticas amazônicas aproveitaram o momento favorável para ampliar seus questionamentos e clamores, conseguindo uma vitória através da Constituição de 1946. A implantação da Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA) conseguiu consolidar, em definitivo, um novo padrão de pensamento e atuação institucional, gerando a construção de um plano que conciliava as necessidades amazônicas aos interesses nacionais em curso. O projeto de valorização, no entanto, era um plano de desenvolvimento de longo prazo, com a previsão de um amplo período de estudos e pesquisas sobre a região, além de estímulos consistentes em termos de fomento à alimentação, saúde e infraestrutura. Essa estratégia, que não colocava o extrativismo na lista de prioridades, não era vista com entusiasmo por boa parte das elites tradicionais da borracha que, apesar de cada vez mais enfraquecidas, ainda tinham bastante influência e capacidade de articulação. (Carlos Eugenio Aguiar Pereira de Carvalho Renha. A Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, a política de desenvolvimento regional e o Amazonas (1953-1966), 2017. Adaptado.)
De acordo com o excerto, o projeto de valorização econômica da Amazônia
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406303 História
No período de 1880 a 1920, a economia da borracha na Amazônia experimentou a ascensão e a queda. Entre as razões que explicam, respectivamente, esses momentos estão: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406302 História
    O “Diretório dos Índios” foi estabelecido no Brasil em 1759 para administrar as missões fundadas pelas ordens religiosas. Também denominado Diretório que se deve observar nas povoações dos “índios” do Pará e Maranhão enquanto sua Majestade não mandar o contrário, visava levar a civilização e a cultura da metrópole aos indígenas. (Angela Vianna Botelho e Liana Maria Reis. Dicionário Histórico Brasil: Colônia e Império, 2008. Adaptado.)
O “Diretório dos Índios”, a fim de cumprir os objetivos referidos no excerto, propunha
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406301 História
    Em 1690, os portugueses instalaram um pequeno posto avançado, perto de onde hoje se localiza Manaus, na boca do Rio Negro. A Coroa, nas mãos da Espanha, estabeleceu uma administração à parte do Norte da colônia, criando o Estado do Maranhão e Grão Pará. (Boris Fausto. História do Brasil, 2007. Adaptado.)
Na região norte do Brasil colonial, citada no excerto, a produção baseou-se, principalmente,
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406295 História
Imagem associada para resolução da questão (https://gabrielzago.wordpress.com.)
No contexto da Primeira República brasileira, a charge retrata
Alternativas
Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390014 História
Durante os períodos colonial e imperial do Brasil, a saúde e os cuidados médicos eram muito precários, principalmente para as populações marginalizadas, como os escravizados. Nesse contexto, surgiram diferentes formas de cuidado e tratamento que incluíam as ações de curandeiros e barbeiros.
Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390008 História
Em 1798, a Conjuração Baiana, também chamada de Revolta dos Alfaiates, exigiu transformações políticas, sociais e econômicas, contando com a participação de diferentes setores da sociedade entre os seus revoltosos.
Com base nesses acontecimentos, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 1 - Dia 2 |
Q3386667 História

Leia a poesia abaixo, de autoria da escritora indígena, Eliane Potiguara.



Brasil



Que fao com a minha cara de índia?

E meus cabelos

E minhas rugas

E minha história

E meus segredos?

Que fao com a minha cara de índia?

E meus espíritos

E minha força

E meu tupã

E meus círculos?

(...)Que faço com a minha cara de índia?

E meu sangue

E minha consciência

E minha luta

E nossos filhos

Brasil, o que faço com a minha cara de índia?

Não sou violência

Ou estupro

Eu sou história

Eu sou cunhã

Barriga brasileira

(...) Ventre que gerou

O povo brasileiro

Hoje está só...

A barriga da mãe fecunda

E os cânticos que outrora cantavam

Hoje são gritos de guerra

Contra o massacre imundo.


Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade Cara, Metade Máscara. 3ª ed. Rio de Janeiro, Grumin Edições, 2018.

Sobre as indagações propostas pela poesia de Eliane Potiguara, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 1 - Dia 2 |
Q3386664 História

Observe a tabela abaixo para responder a questão.



17.png (617×132)


Disponível em: https://www.scielo.br/j/topoi/a/q4JLZ8GD6tXTdJR5CY7gzhz/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 17 jun. 2024 (Adaptado)



Observe a tabela acima.



Esses dados podem ser explicados pelo conceito de “diáspora africana” pelo qual se entende o tráfico forçado de indivíduos das áreas de relações comerciais e alvos da expansão colonial dos europeus em diferentes regiões geográficas do continente africano enviados para o Novo Mundo.



Tomando como referência a tabela, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 2 - Dia 2 |
Q3385640 História

Leia o texto:



        "A esquadra composta de oito naus, três fragatas, dois brigues, uma escuna de guerra, uma charrua de mantimentos e mais de vinte navios mercantes da marinha lusitana foi pequena para alojar 15 mil almas, embarcadas portando o que puderam carregar de seus bens materiais, tanto públicos quanto particulares, levados a bordo "sem despacho, nem revista" , tudo avaliado depois em cerca de 80 milhões de cruzados. Após os atropelos de um embarque organizado em algumas poucas horas, ganhava a esquadra a foz do Tejo (...) que mudaria a história de Portugal e do Brasil".


MALERBA, Jurandir. A Corte no Exílio. Civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência ( 1808 a 1821). São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p.20.

Sobre o significado desse evento para o entendimento da História do Brasil, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 2 - Dia 2 |
Q3385639 História

Luís Gama, o ex-escravo que se tornou advogado


Luís Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 1830, em Salvador, lho de mãe africana livre e pai branco de origem portuguesa. Quando o menino tinha quatro anos, sua mãe, Luísa, teria participado da revolta dos Malês, na Bahia, pelo m da escravidão.


Adelina, a charuteira que atuava como 'espiã'


Filha bastarda e escrava do próprio pai, Adelina passou a vender charutos que ele produzia nas ruas e estabelecimentos comerciais de São Luís (MA). (...) Adelina enviava à associação Clube dos Mortos - que escondia escravos e promovia sua fuga - informações que conseguia sobre ações policiais e estratégias dos escravistas.


Dragão do Mar, o jangadeiro que se recusou a transportar escravos para os navios


O jangadeiro e prático (condutor de embarcações) Francisco José do Nascimento (1839-1914), um homem pardo conhecido como Dragão do Mar, foi membro do Movimento Abolicionista Cearense, um dos principais da província, a primeira do Brasil a abolir a escravidão.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44091469 Acesso em: 20 jun.2024.

Sobre a ação dessas personagens históricas e sua relação com o fim da escravidão, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
81: B
82: D
83: C
84: C
85: D
86: B
87: B
88: A
89: A
90: C
91: B
92: C
93: A
94: B
95: D
96: D
97: C
98: A
99: D
100: C