Questões de Vestibular
Sobre história do brasil em história
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A partir dessa comparação, é correto afirmar que
CHALOUB, Jorge. Ecos de Getúlio. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 109. Rio de Janeiro: SABN, 2014. p. 21.
Getúlio Vargas é reconhecido como o grande líder trabalhista da história brasileira por
Exportações de mercadorias (% do valor dos oito produtos principais sobre o valor total da exportação)

PAULA, João Antônio de. O processo econômico. In: SCHWARCZ, Lilia Moritz. A construção da nação, 1830‑1889. v. 2. Madrid: Fundación Mapfre; Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2012. p. 183‑184.
A análise da tabela permite afirmar, sobre a economia do Brasil imperial, que
Fonte: ARBEX, Daniela. Holocausto brasileiro. São Paulo: Geração Editorial, 2013.
O excerto do livro Holacausto brasileiro da jornalista Daniela Arbex narra acontecimentos relacionados ao chamado Holocausto brasileiro ocorridos ao longo da maior parte do século 20 no Hospital Colônia, como era chamado o maior hospício do Brasil na época, localizado na cidade mineira de Barbacena. Sobre a história brasileira no século 20, considerando o contexto político e social da ditadura militar brasileira, é correto afirmar:
Internet: <https://anpuh.org.br> (com adaptações).
Acerca dos momentos históricos citados no fragmento e assuntos correlatos, assinale a alternativa correta.
Os gentios cuja conversão justificava a própria presença europeia na América eram a mão de obra sem a qual não se podia cultivar a terra, defendê-la de ataques de inimigos, tanto europeus quanto indígenas, enfim, sem a qual o projeto colonial era inviável. [...] Os jesuítas defendiam princípios religiosos e morais e, além disso, mantinham os índios aldeados e sob controle, garantindo a paz na colônia. Os colonos garantiam o rendimento econômico da colônia, absolutamente vital para Portugal, desde que a decadência do comércio com a Índia tornara o Brasil a principal fonte de renda da metrópole. Dividida e pressionada de ambos os lados, concluem tais análises, a Coroa teria produzido uma legislação indigenista contraditória, oscilante e hipócrita.
PERRONE-MOISÉS, Beatriz. Índios livres e índios escravos. Os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII). In: CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. História do índio no Brasil. 2. ed. São Paulo: FAPESP, 1992, p. 116.
Texto 2
A dureza do tratamento, acrescentada à enorme concentração, estimulou nos negros de Minas Gerais constante rebeldia. Sucediam-se os assassinatos de brancos, as fugas e a formação de quilombos. […] Uma vez que a escravização de indígenas concorria com a venda de negros e restringia seu mercado, os traficantes de africanos não deixariam de aprovar a orientação dos jesuítas, mesmo que o fizessem apenas tacitamente. Por sua vez, os jesuítas recomendaram de maneira explícita a introdução de africanos como meio de afastar os colonos da exploração dos índios, além do que a Companhia de Jesus encheu de escravos negros seus próprios estabelecimentos econômicos.
Gorender, Jacob. Escravismo Colonial. 6. ed. São Paulo: Expressão Popular; Perseu Abramo, 2016, p. 486 e 516.
Sobre a escravidão indígena e africana no Brasil colonial, considera-se que
A guerra justa foi utilizada na colônia pela primeira vez em 1562, contra os Caeté, que supostamente haviam devorado, em um ritual antropofágico, o primeiro bispo do Brasil, o bispo Sardinha […] Em janeiro de 1751, foi a vez do governador de Goiás, em carta ao rei Dom José, noticiar ao monarca sobre as “hostilidades” que os Kayapó do sul haviam feito aos Araxá “que não só lhe fizeram huma grande mortandade mas depois lhe cativarão todas as mulheres e crianças, as quais levarão para o seo alojamento para as comerem, porque sempre que tem ocasião se sustentão de carne humana”.
MORI, Robert. Os aldeamentos indígenas no caminho dos Goiases: guerra e etnogênese no “sertão do gentio kayapó” (sertão da farinha podre) – Séculos XVIII e XIX. Dissertação (mestrado em História). Universidade Federal de Uberlândia; Uberlândia; 2015, p. 38, 82.
Texto 2
Na década de 1740 "coincidiu" a criação dos primeiros aldeamentos indígenas da província de Goiás com a plena abundância das minas auríferas e florescimento febril dos arraiais. A preocupação da população era extrair o máximo possível de ouro; a do governador era cuidar para que o contrabando fosse coibido. […] Os índios não deveriam perturbar a economia da colônia e para que assim fosse existiam os quartéis-aldeamentos e o sertanista Antônio Pires de Campos, responsáveis pela manutenção da "ordem" criada pelos conquistadores para seu usufruto.
RAVAGNANI, Oswaldo Martins. A Agropecuária e os Aldeamentos Indígenas Goianos. Perspectivas, 9/10, São Paulo, 1986/1987, p. 119, 143.
A partir da leitura dos textos acima, podemos considerar que
"Por pouco, o Brasil não fora encontrado por outros navegadores: um português, Duarte Pacheco Pereira (1460-1533), e dois espanhóis, Vicente Pinzón (1462-1514) e Diego de Lepe (1460-1515). Comandando uma frota de oito navios, Duarte Pacheco Pereira teria explorado o litoral brasileiro, na altura do Maranhão, em dezembro de 1498” [...]. "O consenso é de que Portugal sabia da existência de terras no Atlântico. Caso contrário, não teria pressionado o papa Alexandre VI para modificar a bula Inter Coetera, de 1493, que deixava os portugueses de fora do Novo Mundo descoberto por Colombo em 1492", observa Vainfas.”
BERNARDO, André. Descobrimento do Brasil: os bastidores da viagem de 44 dias que levou Pedro Álvares Cabral ao país - BBC News Brasil https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51808373 9/15 Este texto foi publicado originalmente em abril de 2020 e atualizado em 22 de abril de 2021. Acesso em: 9 maio 2025.
Texto 2
“No dia seguinte, quarta-feira, 22 de abril, pela manhã, acharam aves chamadas fura-buchos, e à tarde, um grande monte redondo e muito alto, com outras serras mais ao sul, e terra coberta de grande arvoredo. O capitão-mor deu ao monte o nome de Monte Pascoal e à terra o de Vera Cruz.”
ABREU, Capistrano. O descobrimento do Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2013. p. 35.
Sobre as viagens de navegação ao Novo Mundo e chegada ao Brasil, verifica-se que
“O nosso intuito […] era o de manter a revolução, esperando que, nas capitais, alguma eventualidade nos proporcionasse o ensejo para o golpe decisivo sobre a tirania opressora. Por isso, evitamos choques. Não nos interessava o combate decisivo.” PRESTES, Luiz Carlos. Entrevista ao Diário Nacional. São Paulo, 1º de fevereiro de 1930, p. 2.
Texto 2
“Para nós, revolucionários, o movimento é a vitória. […] Com mais de 1.000 homens armados e tendo mais de 4.000 cavalos, consegui passar, em pleno campo, por entre mais de 10.000 homens do governo. Nunca foi possível determinar minha verdadeira direção de marcha e impraticável se tornou a perseguição.” PRESTES, Luiz Carlos. Carta ao General Isidoro Dias Lopes, em fevereiro de 1925. Apud: PRESTES, Anita L. Coluna Prestes. São Paulo: Brasiliense, 1991, p. 421.
Sobre os documentos acima e o movimento tenentista chamado de “Coluna Prestes”, verifica-se que
Leia os versos do poema “A implosão da mentira ou o episódio do Riocentro”, escrito por Affonso Romano de Sant’Anna e publicado em 1984.
Mentiram-me. Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente. Mentem
de corpo e alma, completamente.
E mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.
[...]
Mas não se chega à verdade
pela mentira, nem à democracia
pela ditadura.
[...]
E a mentira repulsiva
se não explode
pra fora pra dentro explode
implosiva.
(https://mpac.ufes.br)
O poema é inspirado em um episódio ocorrido no Brasil em 1981 e refere-se
Em 2 de julho de 1824 os revolucionários proclamaram a independência de Pernambuco, e ainda convidaram as demais províncias do Norte e Nordeste a se unirem a eles, formando a Confederação do Equador. [...] Os confederados reivindicavam que o Brasil fosse organizado de maneira análoga “às Luzes do século”, seguindo o “sistema americano” e não o exemplo da “encanecida Europa”.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
Politicamente, o movimento citado lutava
Os movimentos guerrilheiros perderam capacidade de ação e iniciativa. O tempo passou a contar favoravelmente à ditadura, que conquistava suas bases sociais, se não para um apoio ativo, pelo menos para se manterem neutras, uma espécie de apoio passivo, de fechar os olhos para a repressão, desde que tivessem acesso aos privilégios que lhes eram prometidos.
SADER, Emir. O Anjo Torto. Esquerda (e Direita) no Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1995. p. 127-128.
Baseado no texto e na temática envolvida, o sucesso da repressão sobre os movimentos guerrilheiros de esquerda no início da década de 1970 no Brasil contou com
Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/ redacao/2025/03/13/era-sonho-virou-ofensa-por-que-os-jovenstem-medo-de-ser-clt.htm. Acesso em: 13 mar. 2025.
De acordo com o texto, entre os objetivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estava o de
MARQUESE, R. de B. A dinâmica da escravidão no Brasil: resistência, tráfico negreiro e alforrias, séculos XVII a XIX. Novos Estudos CEBRAP, (74), março 2006. p. 107.
Sobre o processo de resistência dos escravizados no Brasil, podemos afirmar que
"O coronelismo é um termo exclusivamente brasileiro que define a complexa estrutura de poder na República Velha (1889–1930), que foram os primeiros anos do Brasil como república, quando as oligarquias estaduais eram pequenos grupos que sustentavam seu poderio através das riquezas produzidas em suas propriedades rurais. Os coronéis eram um dos símbolos do poder político."
Fonte: <https://brasilescola.uol.com.br/historiab/coronelismo.html>
Nesse sentido, o coronelismo na primeira República do Brasil representou
“Naquele julho de 1994, os brasileiros viviam uma dupla desconfiança. Enquanto a Seleção Brasileira disputava mais uma Copa do Mundo de futebol, na esperança de conquistar o tão sonhado tetracampeonato, depois de fracassos seguidos em edições anteriores, a nova moeda prometia vencer um adversário tão resistente quanto as grandes equipes que lutavam pela Copa do Mundo: a inflação, que resistia após o fracasso de seguidos planos econômicos”. Referência: CAMPOS, Alexandre. Plano Real completa 30 anos nesta segunda-feira. Agência Senado, publicado em 01/07/2024.
O Real, atual moeda do Brasil, foi implementado por meio de uma medida provisória do governo de Itamar Franco, em 30 de junho de 1994. A equipe econômica do então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, tinha como principal objetivo:
Referência: APOLINÁRIO, Juciene Ricarte; AMORIM, Maria Adelina. Multiplicidades de análises, escritas e aportes teóricos-metodológicos sobre a História Indígena no Brasil entre os séculos XVI e XIX. História (São Paulo), v. 40, 2021 (p. 1).
Sobre a dinâmica das Sociedades Indígenas durante a Colonização Portuguesa, analise as alternativas e assinale a verdadeira.
(Salomé com a cabeça de João Batista. Autor: Guido Reni. Data: aprox.1630-1635. Galeria Nacional Barberini Corsini, Roma, Itália)
(Carta ao velho mundo. Intervenção artística de Jaider Esbell 2018-2019. Disponível em https://www.itaucultural.org.br/conheca-artistas-indigenas-partici pam-bienal. Acesso em 18/11/2024.)
Transcrição do texto na segunda imagem: Carta ao Velho Mundo. Genocídio Indígena Brazil. A violência é um ciclo longo. Ordens antigas continuam ecoando e chegaram agora nas últimas florestas virgens do mundo. A ordem? Exterminar!
É correto afirmar que a segunda obra