Questões de Vestibular
Sobre história do brasil em história
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(Elio Gaspari. A ditadura escancarada, 2002.)
O excerto, relativo ao período entre 1969 e 1974, caracteriza o governo militar brasileiro de então como
(https://fine-arts-museum.be)
Essa gravura retrata
No Brasil, o sistema escravocrata transformou-se num modelo tão enraizado que acabou se convertendo numa linguagem, com graves consequências. Grassou por aqui, do século XVI ao XIX, uma escandalosa injustiça amparada pela artimanha da legalidade.
SCHWARCZ, Lilia M. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 27.
Lilia Moritz Schwarcz reflete sobre a formação da sociedade brasileira, no que diz respeito ao sistema escravocrata no Brasil. Sobre esse sistema, é correto afirmar que
O enunciado acima descreve o modelo
Considerando essas informações, atente para o que se afirma a seguir:
I. Essa busca pelo controle do Estado sobre os sindicatos e a concessão de direitos trabalhistas marca o corporativismo e o controle do movimento sindical comum durante o Governo Vargas.
II. Enquanto o controle sindical pelo Estado era solicitação antiga dos trabalhadores, para protegêlos, os direitos trabalhistas foram solicitação dos patrões que tinham consciência social.
III. A exigência de dois terços de brasileiros na formação dos sindicatos tentava reduzir a influência de operários imigrantes que disseminavam ideais socialistas e anarquistas.
IV. Com sindicatos controlados pelo Estado e perseguição a líderes trabalhistas pelegos e sua substituição por indivíduos que tinham ideais de esquerda, Vargas ganhou força como o “pai dos pobres”.
É correto o que se afirma em
I. Esses tratados garantiram a continuidade do controle português sobre as atividades comerciais entre o Brasil e a Europa e fortaleceu a presença lusitana à frente da colonização brasileira.
II. Enquanto a Abertura dos Portos pôs fim ao “Pacto Colonial” ou “Exclusivo Colonial” de Portugal sobre o Brasil, os tratados assinados em 1810 garantiram a predominância britânica sobre o mercado brasileiro.
III. Essas decisões de cunho administrativo e econômico são consideradas como os primeiros passos do processo que conduziu à Independência política do Brasil em relação ao reino de Portugal.
É correto o que se afirma em
“Será a empresa do colono branco, que reúne à natureza, pródiga em recursos aproveitáveis para a produção de gêneros de grande valor comercial, o trabalho recrutado na escravidão entre indígenas ou negros africanos importados. Há um ajustamento entre os tradicionais objetivos mercantis que assinalam o início da expansão ultramarina da Europa, e que são conservados, e as novas condições em que se realizará a empresa colonial. [...]. No seu conjunto, e vista no plano mundial e internacional, a colonização dos trópicos toma o aspecto de uma vasta empresa comercial, mais completa que a antiga feitoria, mas sempre com o mesmo caráter que ela, destinada a explorar os recursos naturais de um território virgem em proveito do comércio europeu. É este o verdadeiro sentido da colonização tropical, de que o Brasil é uma das resultantes; e ele explicará os elementos fundamentais, tanto no econômico como no social, da formação e evolução históricas da sociedade brasileira”.
(Caio Prado Jr. Formação do Brasil Contemporâneo, 1942)
De acordo com o excerto acima, pode-se afirmar corretamente que
“[...] Marchava para o suplício, cujo campo estava ocupado por multidão, ávida de espetáculos, sacrilegamente curiosa. Muitas crianças se haviam trepado em um cajueiro para melhor saborear aquela transição da vida para o nada. Ao peso, quebraram-se os galhos da árvore, e caíram todos. O padre Gonçalo riu-se!
Por vezes lhe vendaram os olhos, para não ver apontar os fuzis; ele porém se desvendava, e encarava os matadores. Atirem aqui, lhes bradou por último, pondo a mão sobre o coração! Seis balas lhe vararam o peito, três dedos lhe destacaram da mão, caindo na terra! Respeitaram-no os assassinos, que a lei da ocasião tinha armado. Não lhe despejaram sobre a cabeça o tiro reservado às vítimas palpitantes, o qual as desfigurava. Não houve quem chamasse os cães para lhe dragarem os miolões, como a seus companheiros!”
O suplício e a execução do Padre Gonçalo Ignácio de Loyola Albuquerque de Mello Mororó, na Praça dos Mártires, antigo Passeio Público, no dia 30 de abril de 1825, ocorreu dentro do contexto histórico que envolveu
Tendo o texto precedente como referência inicial e considerando a abrangência da temática que ele focaliza, julgue o item seguinte.
O modelo econômico adotado no Brasil durante o regime militar (1964-1985) privilegiava a aplicação de recursos em projetos de proteção ambiental, por isso não houve, durante esse período, investimento em tecnologia para o desenvolvimento de grandes obras na área da construção civil.
Com base em seus conhecimentos sobre o ideário eugênico e seu contexto, e tendo em vista elementos do excerto, assinale a alternativa correta.
(Marquês de Lavradio (Governador do Rio de Janeiro, 1769-1779). Carta de Amizade Escrita a Manuel da Cunha de Menezes em Pernambuco, em 13 de dezembro de 1769. In: Marquês de Lavradio. Cartas do Rio de Janeiro, 1769-1776. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Educação e Cultura, p. 10, 1978.)
Tendo em vista seus conhecimentos sobre o século XVIII e considerando as informações do excerto, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que explicita a crítica de Krenak à monocultura, tal como é enunciada no excerto.
TODOROV, Tzvetán. A conquista da América: a questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p.29-30.
Ao tratar das reações iniciais de Colombo ao chegar à América, o excerto indica que o navegador
“Wall Street cai”. The Guardian (Londres), 24/10/1929, p.1.
“O mercado esteve ontem numa situação de verdadeiro pânico. Em São Paulo pedem-se a moratória e a emissão de papel-moeda. O presidente da República receberá hoje uma comissão do comércio de Santos.”
“A crise do café”. Correio da Manhã (Rio de Janeiro), 29/10/1929, p.1.
Os excertos, extraídos de matérias jornalísticas publicadas à época, relatam reações ante a Crise de 1929. Essa crise
OLIVEIRA, Juscelino Kubitschek de. Industrialização: batalha pela própria sobrevivência da nacionalidade. São Paulo: Serviço de Publicações da Federação e Centro das Indústrias do Estado de S. Paulo, 1957. p.9-10.
A “mentalidade industrial”, proposta pelo então presidente Juscelino Kubitschek, concretiza-se em seu governo (1956- 1961) sob a forma