De acordo com Guimarães & Brito (2013, p. 200), “em Min...
De acordo com Guimarães & Brito (2013, p. 200), “em Minas Gerais a elite escravista congregava fazendeiros, mineradores, agricultores, comerciantes ou ainda proprietários dedicados a outras diferentes atividades. Predominava a pequena e média propriedade de escravos. Por outro lado, o fato de alguém ser proprietário de escravos não era suficiente para identificá-lo com clareza na estrutura social. Um escravista poderia ser um nobre, um indivíduo livre no meio urbano, um forro, um camponês, e até mesmo um escravo. Este último caso constituía a exceção, e não a regra geral.”
GUIMARÃES, Carlos Magno & BRITO, Patrícia Carolina L. de. “Escravismo e rebeldia na Província”. In: RESENDE, Maria Efigênia Lage & VILLALTA, Luiz Carlos. História de Minas Gerais: a Província de Minas. Belo Horizonte: Autêntica, 2013, p. 200.
Ao longo da história do Brasil e de Minas Gerais no século XIX, o escravismo foi uma instituição