Questões de Vestibular Comentadas sobre história do brasil em história

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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510140 História

Leia o texto a seguir.



Como havia ordem de Vossa Majestade para esta Provedoria assistir as aldeias com o que lhe fosse necessário, aproveitaram, os ditos jesuítas, na administração que delas tinha [...] para fazerem um exorbitante roubo à Real Fazenda, e enviando réis de fingidas despesas.


CARTA do governador João Manuel à Corte. 29 de maio de 1760. In: PALACIN, L. Subversão e corrupção. Goiânia: Ed. da UFG, 1983. p. 14.  



Na carta do governador da capitania de Goiás João Manuel à corte, percebe-se a intenção de apresentar a ordem jesuíta como sendo desonesta. O motivo político que explica essa atitude do governador foi

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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2024) |
Q3510110 História
A década de 1950 no Brasil foi marcada, na política e na economia, pelo Nacional Desenvolvimentismo, que passou a definir o sentido de brasilidade de um porvir urbano, industrial e culturalmente moderno. Nas artes, como interface direta com este novo espírito nacional, tal sentido tornou-se evidente com 
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Ano: 2024 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2024 - UEG - Vestibular - Medicina (2º Semestre 2024) |
Q3509416 História

Leia o texto a seguir.



A história desse “I Congresso Nacional de Intelectuais”, realizado em Goiânia em 1954, pode ser assim resumida: derrubada a Ditadura e finda a Guerra Mundial, começam a agitar-se os escritores brasileiros, em vários Estados [...]. Então, para que se unissem, não somente os escritores, mas todos os intelectuais brasileiros, em vez de se realizar o “V Congresso de Escritores”, programou-se o “I Congresso Nacional de Intelectuais”, que conseguiu atingir os seus objetivos.


TELES, G. M. Estudos Goianos: A Poesia em Goiás. 2. ed. Goiânia: Editora da UFG, 1983. p. 135.  



Em 2024 completam 70 anos da realização do I Congresso Nacional de Intelectuais, que contou com a participação de figuras importantes da cultura como Pablo Neruda, Jorge Amado e Lima Barreto. Politicamente, esse evento serviu para reafirmar 

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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular Indígena |
Q3483093 História

Em maio de 1977, um mês e um dia depois de fechar o Congresso e decretar o Pacote de Abril, o general presidente Ernesto Geisel disse a jornalistas franceses que o Brasil era uma democracia “relativa”. Na entrevista, Geisel negou a prática de torturas e assassinatos políticos no país.


(Adaptado de http://memorialdademocracia.com.br/card/pais-tem-de mocracia-relativa-diz-geisel. Acesso em: 23/08/20



Tendo em vista seus conhecimentos sobre o regime militar e considerando o texto acima, assinale a alternativa correta.

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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular Indígena |
Q3483091 História

Na Lei de Terras de 1850, podia-se ler o seguinte artigo: “Art. 12. O Governo reservará das terras devolutas as que julgar necessárias: 1º, para a colonização dos indígenas; 2º, para a fundação de povoações, abertura de estradas, e quaisquer outras servidões, e assento de estabelecimentos públicos; 3º, para a construção naval”.


A Lei de Terras

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Ano: 2024 Banca: COMVEST - UNICAMP Órgão: UNICAMP Prova: COMVEST - UNICAMP - 2024 - UNICAMP - Vestibular Indígena |
Q3483089 História

O jesuíta José de Acosta, no final do século XVI, propôs três métodos de evangelização para o que distinguia como três tipos de bárbaros. Os povos brasis – “sem lei, sem rei, que mudam de casa ou se, a tendo fixa, elas se assemelham a covis de feras” – somente podiam ser convertidos com o auxílio da força. Incas e Astecas – que possuíam cidades, governo, magistrados e leis – podiam ser administradas por um governador cristão. Por fim, somente nas nações civilizadas da Ásia, como a China e o Japão, podiam os religiosos aplicar o mesmo método utilizado – entre os gregos e os romanos – pelos apóstolos: ou seja, a catequese pacífica e racional que não envolvia mudança de governo. (Adaptado de CARVALHO, F. A. L. Imagens dos índios na Amazônia espanhola, nos séculos XVI e XVII. Revista de Indias, vol. LXXVIII, n. 274, p. 695, 2018.) 


No século XVI, a percepção do jesuíta Acosta sobre como deveria ser o governo de povos não europeus

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Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467542 História

Considere o texto abaixo.



O caso que mais ganhou destaque neste período foi a morte do jornalista Wladimir Herzog, em 26 de outubro de 1975, nas dependências do Centro de Operações para a Defesa Interna (CODI), em São Paulo. Herzog, que se apresentou espontaneamente às autoridades militares, morreu sob a tutela do Estado. (…) E meses após este “incidente”, em 17 de janeiro de 1976, a morte do operário Manuel Fiel Filho, nas mesmas condições em que morreu Herzog, deixava claro esta situação de descontrole.


DA SILVA, F. C. T. A modernização autoritária: do golpe militar à redemocratização 1964/1984. In: LINHARES, M. Y. História geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990.



Os eventos sobre os anos finais da ditadura militar no Brasil, narrados no texto, estão diretamente relacionados 

 

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Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467540 História
Sobre o queremismo, movimento que eclodiu no Brasil em 1945, é correto afirmar que era 
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Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467538 História

Considere o texto abaixo.



Dizem que, se você olhar para o mar por muito tempo, cenas do passado renascerão. Dizem que “o mar é história”. E “o mar não tem nada para mostrar além de uma bem escavada sepultura”. Encarando o Atlântico, pensei na garota. Havia inúmeras outras enterradas no fundo do oceano, mas ela era aquela em que eu pusera meus olhos. Se me concentrasse o bastante, poderia ver tudo acontecendo novamente. (…) O capitão, o médico e os abolicionistas, todos discordavam sobre o que ocorrera no convés do Recovery, ainda que todos insistissem em dizer que estavam tentando salvar a vida da garota. A esse respeito, eu sou tão responsável quanto todos os outros. Eu também estou tentando salvar a vida da garota, não da morte, da doença ou de um tirano, mas do esquecimento. Entretanto, não tenho certeza se é possível salvar uma existência a partir de um punhado de palavras: o suposto assassinato de uma garota negra. Sua vida era impossível de ser reconstruída, nem mesmo seu nome sobreviveu. (…) Umas poucas linhas de uma transcrição judicial mofada formam a história inteira da vida de uma garota.


HARTMAN, S. Perder a mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.



O enfoque principal do trecho do livro “Perder a mãe...”, da pesquisadora Saidiya Hartman, aborda um problema enfrentado para a investigação e a pesquisa da história da escravidão e da diáspora Africana, que diz respeito

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Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467536 História

Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, considerando a história do Brasil Império e, mais especificamente, os anos do chamado Período Regencial.



( ) Os anos da regência foram caracterizados por um processo de pacificação interna do império, com exceção de algumas importantes revoltas provocadas por elites regionais.


( ) O Ato Adicional, aprovado em 1834, dividiu constitucionalmente as competências do governo central e dos governos das províncias, conferindo-lhes maior autonomia. ( ) A guerra dos farrapos, que eclodiu durante a regência, é o exemplo de uma revolta liderada por uma elite regional, ainda que tenha contado com a participação de livres, pobres e escravizados.


( ) O período regencial teve fim com a coroação de D. Pedro II, quando ele atingiu a maioridade civil, aos 21 anos, conforme estabelecido pelas Ordenações Filipinas.



A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é 

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Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467532 História

Considere o texto abaixo.



De volta ao sol



O manto tupinambá ganho comprado furtado, quem saberá?


– sabemos, é um ninho preso às paredes de outro continente.


Depois de séculos, apesar do vidro que lhes tira o oxigênio,


o vermelho sangue do guará e o azul oceano da araruna


segredam algo que excede o museu nacional de Copenhague.


Todo algodão e envira, o manto tem a dimensão da mata


– vale pagar o ingresso para ver o vidro, jamais o espírito


que incendeia o egoísmo do alarme? O manto rol de esferas


arde de tanta memória. Seu lugar não é aqui, será, quem sabe?


No limo que molda todos os corpos. Imagine se insuflado no ar


rarefeito o manto se abrisse. Que tese posta à mesa explicaria


os mortos, vivos enfim, em resposta ao rapto das almas?


O manto quer voar para casa. A morte de seus filhos torna


inútil sua permanência. É preciso que ele se perca


para acusar os assassinos. Ante essa inominável memória


algo será reiniciado – a raiz do que já não é árvore, mas


frutifica – o rugido do que não é onça, mas afia as garras –


a umidade do que não é chuva, mas afoga a mão criminosa.


Exilado num continente onde avós, para irem ao cinema,


colam os netos à sombra, o manto reflete sua natureza – ágil


urna em território de neve. Ao redor do vidro, línguas tecem


em silêncio por respeito ou desprezo, não sei – sabemos.


Entre aqueles que fiaram o manto, um canto se alonga


alheio ao seu sequestro. Sobre a terra desolada um pássaro


voa. Num filme etnográfico chama os culpados pelo nome.


Haverá, diante disso, ossos suficientes para serem atirados


contra o vidro? O manto tupinambá é um ninho na escuridão


do mundo – respira num oceano de espelhos a sua ira.



PEREIRA, E. A. De volta ao sol: o manto tupinambá é um ninho na escuridão do mundo. Piauí, ed.157, outubro de 2019.

Disponível em: <https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-manto-tupinamba-e-um-ninho-na-escuridao-domundo/#:~:text=oculta%20os%20cadáveres.,suas%20mãos%20esculpem%20a%20pélvis>. Acesso em: 15 ago. 2024. 



O texto acima faz menção à espiritualidade dos povos originários a partir do manto tupinambá que, do século XVII ao século XXI, ficou sob posse dinamarquesa. O manto foi devolvido ao Brasil apenas em 2024.


A partir desse caso e dos conhecimentos sobre a colonização europeia e a espiritualidade dos povos originários naquele período, assinale a alternativa correta.

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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407664 História
    Em 7 de janeiro de 1835, começou a Cabanagem. Liderados por Antônio Vinagre, os rebeldes (tapuios, cabanos, negros e indígenas) tomaram o quartel e o palácio do governo de Belém, assassinando o presidente Lobo e Souza e apoderando-se de grande material bélico. Ao mesmo tempo, nomearam um novo presidente do Grão-Pará: Félix Antônio Clemente Malcher, que se encontrava até então preso por conta de sua atuação considerada contrária ao regime imperial. O governo, pressionado pela crescente radicalização do movimento, não duraria muito. Malcher, latifundiário e dono de engenhos de açúcar, acabou por trair seu grupo aliado — conclamou que depusessem armas, voltassem ao trabalho, além de jurar obediência à Regência —, sendo deposto em 19 de fevereiro do mesmo ano.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)

Com base no excerto, a Cabanagem
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407662 História
    A sociedade brasileira organizou-se hierarquicamente pela cor da pele, ocupando os brancos o topo da hierarquia, os mulatos, mestiços e outros pardos, o meio, e os africanos escravizados, a base. [...] Os engenhos não criaram essas hierarquias, mas suas estruturas internas, com proprietários de origem europeia, trabalhadores coagidos, primeiro indígenas e depois africanos, e uma série de artesãos e outras posições ocupadas por brancos pobres, ex-escravos libertos e povos de origem mista, tendiam a reforçar e expor as estruturas constituintes da sociedade. Neste sentido, os engenhos foram ao mesmo tempo geradores e espelhos da sociedade brasileira durante a grande época açucareira.
(Stuart Schwartz. “O Nordeste açucareiro no Brasil colonial”. In: João Luís R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa. O Brasil Colonial, 2018.)

O excerto relaciona os engenhos de açúcar do período colonial à
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Conhecimentos Específicos e Redação - Grupo II |
Q3407661 História
    Embora a escravidão já existisse na África Ocidental antes da chegada dos europeus, ela assumiu outro significado. Doravante, o cativo tornou-se uma “peça”, termo que evoca por si mesmo sua condição de mercadoria, cujo valor podia oscilar de acordo com a lei da oferta e da procura. Essa escravidão em massa, por sua vez, inundou a Europa, e depois toda a América, com uma categoria social completamente privada de direitos que passava a constituir a base de toda a exploração econômica, motivo pelo qual certos pesquisadores identificam a existência de organizações sociais escravistas específicas na Era Moderna.
(José Rivair Macedo. História da África, 2015.)

O excerto apresenta alguns aspectos das “organizações sociais escravistas” do século XV ao XIX. Um desses aspectos apresentados refere-se
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406304 História
    Entre os anos de 1946 e 1953, aconteceu o processo de elaboração da estratégia de recuperação econômica da Amazônia. As classes políticas amazônicas aproveitaram o momento favorável para ampliar seus questionamentos e clamores, conseguindo uma vitória através da Constituição de 1946. A implantação da Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA) conseguiu consolidar, em definitivo, um novo padrão de pensamento e atuação institucional, gerando a construção de um plano que conciliava as necessidades amazônicas aos interesses nacionais em curso. O projeto de valorização, no entanto, era um plano de desenvolvimento de longo prazo, com a previsão de um amplo período de estudos e pesquisas sobre a região, além de estímulos consistentes em termos de fomento à alimentação, saúde e infraestrutura. Essa estratégia, que não colocava o extrativismo na lista de prioridades, não era vista com entusiasmo por boa parte das elites tradicionais da borracha que, apesar de cada vez mais enfraquecidas, ainda tinham bastante influência e capacidade de articulação. (Carlos Eugenio Aguiar Pereira de Carvalho Renha. A Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, a política de desenvolvimento regional e o Amazonas (1953-1966), 2017. Adaptado.)
De acordo com o excerto, o projeto de valorização econômica da Amazônia
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406303 História
No período de 1880 a 1920, a economia da borracha na Amazônia experimentou a ascensão e a queda. Entre as razões que explicam, respectivamente, esses momentos estão: 
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406302 História
    O “Diretório dos Índios” foi estabelecido no Brasil em 1759 para administrar as missões fundadas pelas ordens religiosas. Também denominado Diretório que se deve observar nas povoações dos “índios” do Pará e Maranhão enquanto sua Majestade não mandar o contrário, visava levar a civilização e a cultura da metrópole aos indígenas. (Angela Vianna Botelho e Liana Maria Reis. Dicionário Histórico Brasil: Colônia e Império, 2008. Adaptado.)
O “Diretório dos Índios”, a fim de cumprir os objetivos referidos no excerto, propunha
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Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390014 História
Durante os períodos colonial e imperial do Brasil, a saúde e os cuidados médicos eram muito precários, principalmente para as populações marginalizadas, como os escravizados. Nesse contexto, surgiram diferentes formas de cuidado e tratamento que incluíam as ações de curandeiros e barbeiros.
Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA
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Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390008 História
Em 1798, a Conjuração Baiana, também chamada de Revolta dos Alfaiates, exigiu transformações políticas, sociais e econômicas, contando com a participação de diferentes setores da sociedade entre os seus revoltosos.
Com base nesses acontecimentos, assinale a alternativa CORRETA
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Ano: 2024 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2024 - UFJF - Vestibular - Módulo 1 - Dia 2 |
Q3386667 História

Leia a poesia abaixo, de autoria da escritora indígena, Eliane Potiguara.



Brasil



Que fao com a minha cara de índia?

E meus cabelos

E minhas rugas

E minha história

E meus segredos?

Que fao com a minha cara de índia?

E meus espíritos

E minha força

E meu tupã

E meus círculos?

(...)Que faço com a minha cara de índia?

E meu sangue

E minha consciência

E minha luta

E nossos filhos

Brasil, o que faço com a minha cara de índia?

Não sou violência

Ou estupro

Eu sou história

Eu sou cunhã

Barriga brasileira

(...) Ventre que gerou

O povo brasileiro

Hoje está só...

A barriga da mãe fecunda

E os cânticos que outrora cantavam

Hoje são gritos de guerra

Contra o massacre imundo.


Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade Cara, Metade Máscara. 3ª ed. Rio de Janeiro, Grumin Edições, 2018.

Sobre as indagações propostas pela poesia de Eliane Potiguara, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
41: B
42: D
43: A
44: B
45: B
46: C
47: C
48: E
49: B
50: B
51: C
52: B
53: A
54: A
55: C
56: B
57: C
58: D
59: D
60: C