Questões de Vestibular Sobre o sujeito moderno em filosofia

Foram encontradas 193 questões

Q1349889 Filosofia
Utilizando o conceito de indústria cultural, os filósofos Adorno e Horkheimer criticaram os meios de comunicação de massa, como a televisão, o rádio, o cinema e os jornais, afirmando que produzem e vendem mercadorias culturais sem qualidade com os objetivos de obter lucro e de fazer propaganda da forma de vida capitalista e desumanizada. Tendo em vista essa concepção, é correto afirmar que 
através de programas de entretenimento a indústria cultural contribui para a qualidade de vida dos indivíduos.
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Q1349887 Filosofia
Utilizando o conceito de indústria cultural, os filósofos Adorno e Horkheimer criticaram os meios de comunicação de massa, como a televisão, o rádio, o cinema e os jornais, afirmando que produzem e vendem mercadorias culturais sem qualidade com os objetivos de obter lucro e de fazer propaganda da forma de vida capitalista e desumanizada. Tendo em vista essa concepção, é correto afirmar que 
a televisão é um meio completamente inofensivo, já que os espectadores podem mudar de canal.
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Q1349886 Filosofia
Utilizando o conceito de indústria cultural, os filósofos Adorno e Horkheimer criticaram os meios de comunicação de massa, como a televisão, o rádio, o cinema e os jornais, afirmando que produzem e vendem mercadorias culturais sem qualidade com os objetivos de obter lucro e de fazer propaganda da forma de vida capitalista e desumanizada. Tendo em vista essa concepção, é correto afirmar que 
os meios de comunicação contribuem para a conscientização política e o senso crítico dos cidadãos.
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Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - EAD - Prova 1 |
Q1341658 Filosofia
O século XVII engendrou uma revolução científica e filosófica, na qual é impossível separar os aspectos filosóficos dos científicos, pois ambos se mostram interdependentes e estreitamente unidos. Essa revolução caracterizou-se por uma transformação na antiga representação do Cosmos e no questionamento dos conceitos filosóficos e científicos que lhe davam sustentação. A esse respeito, assinale a(s) alternativa(s) correta(s)
No século XVII, Francis Bacon critica a antiga filosofia por ser contemplativa. Para ele, conhecer é poder; portanto, o homem tem de agir sobre a natureza para transformá-la em bens úteis.
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Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - EAD - Prova 1 |
Q1341654 Filosofia
O século XVII engendrou uma revolução científica e filosófica, na qual é impossível separar os aspectos filosóficos dos científicos, pois ambos se mostram interdependentes e estreitamente unidos. Essa revolução caracterizou-se por uma transformação na antiga representação do Cosmos e no questionamento dos conceitos filosóficos e científicos que lhe davam sustentação. A esse respeito, assinale a(s) alternativa(s) correta(s)
Uma das principais características dessa transformação foi uma maior preocupação com o homem e sua vida terrena e com o estudo da natureza.
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Ano: 2010 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2010 - UEM - Vestibular - EAD - Prova 1 |
Q1336341 Filosofia
A ironia consiste em se dizer o contrário do que se quer dar a entender. Nela, o dito exprime o não dito, utilizando a sátira para criticar ideias e comportamentos. Como forma de expressão crítica, a ironia pode ser encontrada na filosofia, na literatura e na linguagem em geral.
Assinale o que for correto. 
Para o positivismo lógico, a ironia é incompatível com a filosofia, já que pertence à linguagem natural e imprecisa, mesclada de elementos afetivos, volitivos, perceptivos e imaginativos.
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Ano: 2019 Banca: UNIOESTE Órgão: UNIOESTE Prova: UNIOESTE - 2019 - UNIOESTE - Vestibular - 2ª Etapa - Tarde |
Q1303707 Filosofia
“Ao chegar a Londres, um francês encontrará tudo muito mudado em filosofia, e também no resto. Deixou o mundo cheio, encontrou-o vazio. Em Paris, vê-se o universo composto de turbilhões de matéria sutil, em Londres, não se vê nada disso. Entre nós, a pressão da Lua causa o fluxo do mar; entre os ingleses, o mar gravita em direção à Lua (…)”

VOLTAIRE, Cartas Inglesas. Carta XIV: Descartes e Sir Isaac Newton.
Na décima quarta das Cartas inglesas, Voltaire identifica o atraso francês diante da superioridade inglesa não apenas no campo do conhecimento científico, mas com relação às instituições que o produzem. Ao fim, Voltaire contrapõe o itinerário tortuoso de Descartes às estáveis condições produtivas de Newton a fim de aquilatar duas grandes figuras da filosofia natural na modernidade. Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE o contraste entre as filosofias naturais de Descartes e de Newton.
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Q1303283 Filosofia
A questão da verdade é uma das mais antigas questões filosóficas e as mais variadas concepções foram desenvolvidas ao seu respeito, como o ceticismo, o relativismo, o dogmatismo, dentre outras. Uma das concepções mais polêmicas acerca da verdade é a do filósofo Nietzsche, para quem ela é
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Ano: 2018 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2018 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302730 Filosofia
O surgimento do pensamento moderno se dá com a mudança de paradigma. Enquanto os medievais trabalharam a filosofia a partir do teocentrismo, os modernos trabalharam a filosofia a partir do antropocentrismo; os primeiros, seguindo os gregos, se interessaram pelo ser e sua contemplação, ao passo que os segundos, ao se voltarem para o homem, se preocuparam com o conhecimento e a questão do método. Assim, nota-se que a filosofia greco-medieval tinha uma preocupação ontológica, e a filosofia moderna, gnoseológica. Frente ao exposto, verifica-se que as principais tendências em explicar o conhecimento na modernidade foram
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Ano: 2019 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2019 - UEG - Vestibular - Medicina - Inglês |
Q1300929 Filosofia
A filosofia existencialista foi uma das mais populares no século XX e teve várias correntes. O mais destacado pensador existencialista foi Jean-Paul Sartre. Esse filósofo teve duas fases em seu pensamento. Na primeira fase, ele argumentou que o indivíduo está condenado a ser livre e apelar para os determinismos seria usar de má-fé. Na segunda fase, ele modera esse pensamento e passa a destacar a questão da situação, dos grupos sociais, das classes sociais. Nessa segunda fase, ele assevera que
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Ano: 2019 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2019 - UFU-MG - Vestibular - 2º Dia |
Q1300203 Filosofia

Alguns filósofos podem ser considerados realistas e outros nominalistas, conforme o posicionamento de cada um.
Guilherme de Champeaux (1070 – 1121 d. C.) foi um filósofo e teólogo francês, professor na escola da catedral de Notre Dame, em Paris. Champeaux afirmava que “o universal é não somente real, mas também essencialmente idêntico na diversidade das coisas de que é atributo.”

VASCONCELOS, José Antônio. Reflexões: filosofia e cotidiano. São Paulo: edições SM, 2016. p. 212.


A posição de Champeaux, em relação aos universais, é classificada como

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Ano: 2019 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2019 - UECE - Vestibular -Filosofia e Sociologia |
Q1282314 Filosofia
Imagem associada para resolução da questão
A refilmagem, deste ano, do clássico personagem “Coringa” provocou discussões sobre seus significados no plano sociopolítico. Analisando as várias versões inspiradas no HQ da DC Comics, Fabrício Moraes descreve o Coringa como o id, o impulso destrutivo e caótico, mas também criativo e artístico. Batman seria o superego, o juiz punitivo e ordenador da cidade, o arquétipo do guardião que afronta e interpõe limites a um território. O Coringa seria a face da comédia, Batman não se livra da face da tragédia. Neste sentido, o filme Coringa nos mostraria que o aspecto lúdico só tem pleno sentido se coexiste com a vida da sobriedade. Coringa e Batman são indissociáveis. Ver: MORAES, Fabrício. ‘Coringa’: A raiva de Caliban por se ver no espelho. In Revista Amálgama. Disponível em: https://www.revistaamalgama.com.br/10/2019/resenhacoringa/. 2019.
Considerando a análise acima, é correto dizer que está amparada teoricamente
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Ano: 2019 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2019 - UECE - Vestibular -Filosofia e Sociologia |
Q1282313 Filosofia
Atente para o seguinte excerto, em que o autor, discutindo a significação social do filme, identifica a liquidação do valor da tradição e a deteriorização do que chamava de aura, característica das obras de arte do passado:
     “... a técnica reprodutiva desliga o reproduzido do campo da tradição. Ao multiplicar a reprodução, ela substitui sua existência única por uma existência massiva. E, na medida em que ela permite à reprodução ir ao encontro do espectador em sua situação particular, atualiza o reproduzido. Ambos os processos levam a um abalo violento do que é transmitido – um abalo da tradição, que é o outro lado da crise e da renovação atuais da humanidade. Ambos se põem em uma relação íntima com os movimentos de massa de nossos tempos. Seu agente mais poderoso é o cinema”.
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. L&PM Editores. Edição do Kindle. Paginação irregular. 
Considerando o trecho acima e o que diz Benjamin em seu mais famoso texto, é correto afirmar que
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Ano: 2019 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2019 - UECE - Vestibular -Filosofia e Sociologia |
Q1282308 Filosofia
O trecho abaixo apresentado se refere à influência da indústria cultural e seus produtos, em relação à ordem social e política contemporânea, sob a ótica dos pensadores da Escola de Frankfurt:
     “O desenvolvimento da indústria cultural ocasionou a incorporação dos indivíduos numa totalidade social racionalizada e reificada; frustrou sua imaginação e tornou-os vulneráveis à manipulação por ditadores e demagogos. A propaganda fascista necessitou apenas ativar e reproduzir a mentalidade existente das massas; ela simplesmente tomou as pessoas pelo que eram – os filhos da indústria cultural – e empregou as técnicas dessa indústria para mobilizá-las por trás dos objetivos agressivos e reacionários do fascismo”. 
THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, RJ:Vozes. Adaptado. 
Considerando o trecho acima e o conceito de indústria cultural, atente para o que se diz a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso. ( ) Os produtos da indústria cultural são, geralmente, construções simbólicas impregnadas de estereótipos que suprimem a reflexão crítica sobre a ordem social, podendo abrir espaço para uma visão autoritária. ( ) Aqueles indivíduos que foram capturados pela retórica autoritária do fascismo são os que já haviam sucumbido à influência da indústria cultural e à sua capacidade de manipulação das massas. ( ) Os produtos da indústria cultural desafiam as normas sociais e possuem um caráter antirrealista que se torna fonte de fascínio por parte das massas que aderem ao seu falso caráter revolucionário. ( ) Exemplificada na indústria de entretenimento, a indústria cultural padronizou e mercantilizou as formas culturais, o que resultou em uma arte banal e repetitiva, incapaz de provocar um olhar crítico. 
A sequência correta, de cima para baixo, é: 
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Ano: 2019 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2019 - UECE - Vestibular -Filosofia e Sociologia |
Q1282301 Filosofia
Relacione, corretamente, os pensadores com seus respectivos pensamentos acerca da forma como o conhecimento da realidade se verifica, numerando os parênteses abaixo, de acordo com a seguinte indicação: 1. Immanuel Kant 2. Karl Marx 3. Renè Descartes 4. G.W.F Hegel ( ) A reflexão filosófica deve partir de um exame da formação da consciência e a experiência da consciência não é só uma experiência teórica: é necessariamente histórica. ( ) Não é a consciência que determina a vida, mas a vida que determina a consciência. É a ideologia a responsável por produzir uma alienação da consciência humana de sua situação real. ( ) É sempre possível duvidar de um princípio, questionar as bases de uma teoria. É preciso colocar em questão todo o conhecimento adquirido. ( ) O conhecer é um ato de autodeterminação do sujeito, é anterior a toda experiência, e trata não tanto dos objetos, mas dos conceitos a priori sobre os objetos.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2019 - UNESP - Vestibular |
Q1281786 Filosofia

Texto 1


    Com a falta de evidência do conceito de arte, e com a evidência de sua historicidade, ficam em questão não só a criação artística produzida no presente e a herança cultural clássica ou moderna, mas também a relação problemática entre a arte e as várias modalidades de produção de imagens e de ofertas de entretenimento que surgiram a partir do século XX.


(Pedro Süssekind. Teoria do fim da arte, 2017. Adaptado.)



Texto 2


    A discussão sobre o grafite como arte ou como vandalismo reflete o modo como cada gestão pública entende essas intervenções urbanas. Até 2011, o grafite em edifícios públicos era considerado crime ambiental e vandalismo em São Paulo. A partir daquele ano, somente a pichação continuou sendo crime. De um modo geral, a pichação é considerada uma intervenção agressiva e que degrada a paisagem da cidade. O grafite, por sua vez, é considerado arte urbana.


(Lais Modelli. “De crime a arte: a história do grafite nas ruas de São Paulo”.

www.bbc.com, 28.01.2017. Adaptado.)



No contexto filosófico sobre o conceito de arte, os dois textos concordam em relação à

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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2019 - UNESP - Vestibular |
Q1281784 Filosofia

    The General Data Protection Regulation (GDPR), which came into force in 2018, was the biggest shake-up to data privacy in 20 years. A slew of recent high-profile breaches has brought the issue of data security to public attention. Claims surfaced last year that the political consultancy Cambridge Analytica used data harvested from millions of Facebook users without their consent. People are increasingly realizing that their personal data is not just valuable to them, but hugely valuable to others. Now the law on data protection is about to catch up with technological changes.


(Clive Coleman. “GDPR: Are you ready for the EU’s huge data

privacy shake-up?”. www.bbc.com, 20.04.2018. Adaptado.)



O texto permite abordar um problema filosófico contemporâneo, que está relacionado

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Ano: 2018 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2018 - Unimontes - MG - Vestibular - 2º Etapa |
Q1271130 Filosofia
Corporeidade: dimensão humana e formas de ser



Foto 1 – Banco de Imagens: Illustration of woman meditating, symbol flower of life. Foto 2 – Closeup portrait of a muscular man workout with barbell at gym. Brutal bodybuilder athletic man with six pack perfect abs shoulders biceps triceps and chest. Deadlift barbells workout. Black and white photo. 
A abordagem do tema “Corporeidade: dimensão humana e formas de ser” remete, na contemporaneidade, à discussão da sexualidade e da questão de gênero. Filósofos como Michel Foucault e Simone de Beauvoir trataram desse assunto em obras importantes para o conhecimento e a compreensão sobre o sexo no ocidente. Foucault, em sua obra História da sexualidade: a vontade de saber (1976), conforme Sílvio Gallo, “investigou como as sociedades viveram a sexualidade ao longo do tempo e notou um paradoxo. Nas sociedade dos séculos XVI e XVII, embora se acreditasse que o sexo era reprimido, ele foi valorizado como o segredo por excelência; em decorrência disso, falava-se muito sobre sexo, na medida em que ele era reprimido”. Foucault estende a sua investigação até o século XX e aponta o desenvolvimento de uma moral sexual que impõe um absoluto predomínio heterossexual nas relações sociais, “que afirma a distinção absoluta entre homem e mulher, centrada numa visão biológica”, de acordo com Sílvio Gallo. Em “O segundo sexo”, obra de Simone de Beauvoir, publicada em 1949, a filósofa francesa trata da condição da mulher e afirma que “ninguém nasce mulher, mas torna-se mulher” à medida que vive. Para ela, não há uma essência no “ser mulher”, e nega, pois, a existência de uma “natureza feminina”. Gallo compreende a posição de Beauvoir e afirma que o “ser mulher” “é uma construção que cada mulher faz em sua vida”. Diante do impacto que a afirmação da filósofa francesa teve nos movimentos feministas do século XX, ele acrescenta que “A construção da sexualidade é biológica, cultural e histórica, assim como a construção do que somos em outras esferas” e conclui que a formulação “tornar-se mulher” se aplica ao homem, pois “ninguém nasce homem, torna-se homem. Ou, ainda: ninguém nasce homossexual, mas se torna homossexual.” (GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. vol. único. 1. ed. São Paulo: Scipione, 2013, p. 102-103).
A partir do exposto, todas as alternativas estão corretas, EXCETO
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Ano: 2018 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2018 - Unimontes - MG - Vestibular - 2º Etapa |
Q1271129 Filosofia
Corporeidade: dimensão humana e formas de ser



Foto 1 – Banco de Imagens: Illustration of woman meditating, symbol flower of life. Foto 2 – Closeup portrait of a muscular man workout with barbell at gym. Brutal bodybuilder athletic man with six pack perfect abs shoulders biceps triceps and chest. Deadlift barbells workout. Black and white photo. 
Conforme Sílvio Gallo, “na obra Fenomenologia da percepção, o filósofo Merleau-Ponty desenvolve o conceito de corpo próprio, mudando o foco da afirmação de Descartes (“Penso, logo existo”), colocando a certeza da existência no pensamento, para situá-la no corpo”. Para Merleau-Ponty, afirma Gallo, “o corpo próprio é a ideia que cada pessoa é um corpo que percebe e que pensa – e, pensando, atua no mundo e sobre si mesmo. De modo que o corpo não é um objeto, como uma pedra e um martelo. Mas tampouco é pura consciência ou pura percepção. Meu corpo próprio é a sede da percepção do mundo e de mim mesmo, possibilidade única de existência concreta.” Gallo acrescenta que “O filósofo francês Michel Foucault reflete sobre outro aspecto da corporeidade: o corpo como lugar em que o poder atua. Segundo o filósofo, o ‘desprezo pelo corpo’ que vemos na Idade Moderna, a partir da formulação de René Descartes, é apenas aparente. Durante todo aquele período, foi feito grande esforço para manter o corpo controlado, para que ele pudesse ser tomado como força de trabalho. [...] Segundo Foucault, uma importante tecnologia de controle era o poder disciplinar, que atuava individualizando os corpos. Esse poder era exercido nas instituições, como fábricas, escolas, hospitais, prisões e quartéis. Sua análise permanece atual. Pense na escola, em que cada estudante tem um registro, está colocado em determinada classe, tem um número na lista de chamada, tem suas próprias notas que medem seu aproveitamento. É uma forma de disciplinar o estudante, de transformá-lo em um indivíduo.” (GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. vol. único. 1. ed. São Paulo: Scipione, 2013, p. 99-100).
Nos três pensadores, Descartes, Merleau-Ponty e Michel Foucault, é comum a preocupação em definir o homem como ser de existência. O que é discordante em relação às suas concepções teóricas é afirmar que:
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Ano: 2011 Banca: COPESE - IF-TM Órgão: IF-TM Prova: COPESE - IF-TM - 2011 - IF-TM - Vestibular - Prova 01 |
Q1270929 Filosofia
Se com efeito, a existência precede a essência, não será nunca possível referir uma explicação a uma natureza humana dada e imutável, por outras palavras, não há um determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade, o homem está condenado a ser livre. Condenado, não porque não se criou a si próprio, mas uma vez lançado no mundo é responsável por tudo quanto fizer. A liberdade, dentro da visão existencial, caracteriza-se pela possibilidade do ser Para-Si, um ser de consciência capaz de planejar suas realizações, sem que haja conteúdos dados, ou inatos que o impulsionariam para esta ou aquela realização.
CHAUI, MARILENA. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 2002.

Sartre, em um de seus mais conhecidos aforismos, dizia “Eu estou condenado a ser livre”, já que, nesta ausência de essência da consciência, esta se vê obrigada a projetar, a construir-se, já que a única escolha que não se pode fazer é a de não ser livre. O ser livre só pode existir porque:
Alternativas
Respostas
121: E
122: E
123: E
124: C
125: C
126: C
127: C
128: E
129: D
130: A
131: A
132: A
133: D
134: B
135: C
136: B
137: B
138: A
139: B
140: D