Questões de Concurso De 2018

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Q2000897 Português
A armadilha da aceitação
Aline Valek

     Existe um lugar quentinho e cômodo chamado aceitação. Olhando de longe, parece agradável. Mais do que isso, é absolutamente tentador: os que ali repousam parecem confortáveis, acolhidos, até mesmo com um senso de poder, como se estivessem tirando um cochilo plácido debaixo das asas de um dragão.
    “Elas estão por cima”, é o que se pensa de quem encontrou seu espacinho sob a aba da aceitação. Porém, é preciso batalhar para ter um espaço ali. Esse dragão não aceita qualquer um; e sua aceitação, como tudo nesta vida, tem um preço
     Para ser aceita, em primeiro lugar, você não pode querer destruir esse dragão. Óbvio. Você não pode atacá-lo, você não pode ridicularizá-lo, você não pode falar para outras pessoas o quanto seus dentes são perigosos, você não pode sequer fazer perguntas constrangedoras a ele.(...) 
     A melhor coisa que você pode fazer para conseguir aceitação é atacar as pessoas que querem destruir o generoso distribuidor deste privilégio. Uma boa forma de fazer isso é ridicularizando-as, e pode ser bem divertido fingir que esse dragão sequer existe, embora ele seja algo tão monstruosamente gigante que é quase como se sua existência estivesse sendo esfregada em nossas caras. (...)  
    Reproduzir esse discurso é bem simples: basta que a mensagem principal seja deixar tudo como está – e há várias formas de se dizer isso, das mais rudimentares e manjadas às mais elaboradas e inovadoras. Não dá pra reclamar de falta de opção.
     Pode ter certeza que o dragão da aceitação dará cambalhotas de felicidade. Nada o agrada mais do que ver gente impedindo que as coisas mudem.
     Uma vez aceita, você estará cercada de outras pessoas tão legais quanto você, todas acolhidas nesse lugar quentinho chamado aceitação. Ali, você irá acomodar a sua visão de mundo, como quem coloca óculos escuros para relaxar a vista, e irá assistir numa boa as pessoas se dando mal lá fora.
     É claro que elas só estão se dando tão mal por causa do tal dragão; mas se você não pode derrotá-lo, una-se a ele, não é o que dizem? (...)
     Você pode tentar agradar ao dragão, você pode caprichar na reprodução e perpetuação do discurso que o mantém acocorado sobre este mundo, você pode até se estirar no chão para se fazer de tapete de boas-vindas, mas nada disso irá adiantar, especialmente porque esse discurso só foi feito para destruir você. 
     E aí é que a aceitação se revela como uma armadilha. Tudo o que você faz para ser aceita por aquilo que esmaga as outras sem dó só serve para deixar você mais perto da boca cheia de dentes que ainda vai te mastigar e te cuspir para fora. Pode demorar, mas vai. Porque só tem uma coisa que esse dragão realmente aceito: dominar e oprimir. 
     Então, se ele sorrir para você, não se engane: ele não está te aceitando. Está apenas mostrando os dentes que vai usar para fazer você em pedaços depois. 
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos.
Alternativas
Q2000896 Português
A armadilha da aceitação
Aline Valek

     Existe um lugar quentinho e cômodo chamado aceitação. Olhando de longe, parece agradável. Mais do que isso, é absolutamente tentador: os que ali repousam parecem confortáveis, acolhidos, até mesmo com um senso de poder, como se estivessem tirando um cochilo plácido debaixo das asas de um dragão.
    “Elas estão por cima”, é o que se pensa de quem encontrou seu espacinho sob a aba da aceitação. Porém, é preciso batalhar para ter um espaço ali. Esse dragão não aceita qualquer um; e sua aceitação, como tudo nesta vida, tem um preço
     Para ser aceita, em primeiro lugar, você não pode querer destruir esse dragão. Óbvio. Você não pode atacá-lo, você não pode ridicularizá-lo, você não pode falar para outras pessoas o quanto seus dentes são perigosos, você não pode sequer fazer perguntas constrangedoras a ele.(...) 
     A melhor coisa que você pode fazer para conseguir aceitação é atacar as pessoas que querem destruir o generoso distribuidor deste privilégio. Uma boa forma de fazer isso é ridicularizando-as, e pode ser bem divertido fingir que esse dragão sequer existe, embora ele seja algo tão monstruosamente gigante que é quase como se sua existência estivesse sendo esfregada em nossas caras. (...)  
    Reproduzir esse discurso é bem simples: basta que a mensagem principal seja deixar tudo como está – e há várias formas de se dizer isso, das mais rudimentares e manjadas às mais elaboradas e inovadoras. Não dá pra reclamar de falta de opção.
     Pode ter certeza que o dragão da aceitação dará cambalhotas de felicidade. Nada o agrada mais do que ver gente impedindo que as coisas mudem.
     Uma vez aceita, você estará cercada de outras pessoas tão legais quanto você, todas acolhidas nesse lugar quentinho chamado aceitação. Ali, você irá acomodar a sua visão de mundo, como quem coloca óculos escuros para relaxar a vista, e irá assistir numa boa as pessoas se dando mal lá fora.
     É claro que elas só estão se dando tão mal por causa do tal dragão; mas se você não pode derrotá-lo, una-se a ele, não é o que dizem? (...)
     Você pode tentar agradar ao dragão, você pode caprichar na reprodução e perpetuação do discurso que o mantém acocorado sobre este mundo, você pode até se estirar no chão para se fazer de tapete de boas-vindas, mas nada disso irá adiantar, especialmente porque esse discurso só foi feito para destruir você. 
     E aí é que a aceitação se revela como uma armadilha. Tudo o que você faz para ser aceita por aquilo que esmaga as outras sem dó só serve para deixar você mais perto da boca cheia de dentes que ainda vai te mastigar e te cuspir para fora. Pode demorar, mas vai. Porque só tem uma coisa que esse dragão realmente aceito: dominar e oprimir. 
     Então, se ele sorrir para você, não se engane: ele não está te aceitando. Está apenas mostrando os dentes que vai usar para fazer você em pedaços depois. 
No fragmento: “A melhor coisa que você pode fazer para conseguir aceitação é atacar as pessoas que querem destruir o generoso distribuidor deste privilégio. ” O termo ‘para’ estabelece a ideia de:
Alternativas
Q2000895 Português
A armadilha da aceitação
Aline Valek

     Existe um lugar quentinho e cômodo chamado aceitação. Olhando de longe, parece agradável. Mais do que isso, é absolutamente tentador: os que ali repousam parecem confortáveis, acolhidos, até mesmo com um senso de poder, como se estivessem tirando um cochilo plácido debaixo das asas de um dragão.
    “Elas estão por cima”, é o que se pensa de quem encontrou seu espacinho sob a aba da aceitação. Porém, é preciso batalhar para ter um espaço ali. Esse dragão não aceita qualquer um; e sua aceitação, como tudo nesta vida, tem um preço
     Para ser aceita, em primeiro lugar, você não pode querer destruir esse dragão. Óbvio. Você não pode atacá-lo, você não pode ridicularizá-lo, você não pode falar para outras pessoas o quanto seus dentes são perigosos, você não pode sequer fazer perguntas constrangedoras a ele.(...) 
     A melhor coisa que você pode fazer para conseguir aceitação é atacar as pessoas que querem destruir o generoso distribuidor deste privilégio. Uma boa forma de fazer isso é ridicularizando-as, e pode ser bem divertido fingir que esse dragão sequer existe, embora ele seja algo tão monstruosamente gigante que é quase como se sua existência estivesse sendo esfregada em nossas caras. (...)  
    Reproduzir esse discurso é bem simples: basta que a mensagem principal seja deixar tudo como está – e há várias formas de se dizer isso, das mais rudimentares e manjadas às mais elaboradas e inovadoras. Não dá pra reclamar de falta de opção.
     Pode ter certeza que o dragão da aceitação dará cambalhotas de felicidade. Nada o agrada mais do que ver gente impedindo que as coisas mudem.
     Uma vez aceita, você estará cercada de outras pessoas tão legais quanto você, todas acolhidas nesse lugar quentinho chamado aceitação. Ali, você irá acomodar a sua visão de mundo, como quem coloca óculos escuros para relaxar a vista, e irá assistir numa boa as pessoas se dando mal lá fora.
     É claro que elas só estão se dando tão mal por causa do tal dragão; mas se você não pode derrotá-lo, una-se a ele, não é o que dizem? (...)
     Você pode tentar agradar ao dragão, você pode caprichar na reprodução e perpetuação do discurso que o mantém acocorado sobre este mundo, você pode até se estirar no chão para se fazer de tapete de boas-vindas, mas nada disso irá adiantar, especialmente porque esse discurso só foi feito para destruir você. 
     E aí é que a aceitação se revela como uma armadilha. Tudo o que você faz para ser aceita por aquilo que esmaga as outras sem dó só serve para deixar você mais perto da boca cheia de dentes que ainda vai te mastigar e te cuspir para fora. Pode demorar, mas vai. Porque só tem uma coisa que esse dragão realmente aceito: dominar e oprimir. 
     Então, se ele sorrir para você, não se engane: ele não está te aceitando. Está apenas mostrando os dentes que vai usar para fazer você em pedaços depois. 
No texto há uma predominância de sequências com a finalidade de desenvolver “a temática da aceitação.” Esse predomínio é da tipologia:
Alternativas
Q2000874 Pedagogia
Um dos pontos positivos na educação a distância é a possibilidade de o estudante escolher o local e o horário para estudar; ele pode planejar sua trajetória de formação de acordo com o tempo disponível, associado às suas necessidades de desenvolvimento pessoal e intelectual. No entanto, esta virtude da educação a distância pode se transformar num problema, se o aprendiz não tem disciplina para cumprir as tarefas exigidas pelo curso, “se não entende sua parcela de corresponsabilidade no processo de aprendizagem, e se está preso aos paradigmas da educação presencial” (NETO, GUIDOTTI e SANTOS, 2012).


NETTO, C.; GUIDOTTI, V.; SANTOS, P. K. A evasão na EAD: investigando causas, propondo estratégias. Portal de Revistas de la Universidad Tecnológica de Panamá. PUC-RS, II Conferência Latino-americana sobre Abandono na Educação Superior, 2012. 

Segundo a Associação Brasileira de Educação a Distância, vários são os motivos para a evasão da educação superior na modalidade EAD.


Dois motivos principais para o abandono de estudantes do ensino superior da educação a distância são 

Alternativas
Q2000873 Pedagogia
Gaudêncio Frigotto e Maria Ciavatta (2003) fazem uma análise crítica sobre a educação básica no Brasil na década de 1990. Nesse artigo, os professores discutem a política implementada para o setor e concluem que, do ponto de vista do projeto social e educativo, na política de governo entre 1995 e 2003, aconteceu um retrocesso institucional, organizativo e pedagógico. Esse retrocesso, para os autores, pode ser traduzido como “subordinação ativa e consentida à lógica do mercado”.


FRIGOTTO, G.; CIAVATTA, M. Educação básica no Brasil na década de 1990: subordinação ativa e consentida à lógica do mercado. Educação & Sociedade, Campinas, v. 24, n. 82, p. 93-130, abr. 2003. 
Com base no entendimento dos autores, é correto afirmar que a subordinação da política educacional à lógica do mercado se realiza quando o governo 
Alternativas
Q2000872 Pedagogia

No Capítulo IV, a Constituição da República Federativa do Brasil trata da ciência, da tecnologia e da inovação. No Art. 218, a carta constitucional assegura que compete ao Estado promover e incentivar o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação. Com objetivos tão amplos, a lei precisou especificar os meios pelos quais o Estado realizará seus objetivos.


Tendo em vista o bem público e o progresso da ciência, tecnologia e inovação, no § 1° do Art. 218, está garantido o tratamento prioritário do Estado à pesquisa 

Alternativas
Q2000871 Pedagogia
O trabalho do orientador encontra-se numa condição de atuação diferente do professor em sala de aula, mas essa diferença não implica desigualdade de condições de pensar o trabalho em que ambos estão envolvidos e para o qual convergem suas ações. Assim, é preciso assumir que a tarefa de orientador se insere num projeto coletivo.


FRANGELLA, Rita de Cássia Prazeres. Orientação educacional: ressignificando seu papel no cotidiano escolar. Disponível em: http://www.educacaopublica.rj.gov.br. Acesso em 25 set. 2018.
Sobre a orientação educacional no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q2000870 Pedagogia
A falta de comunicação entre professores e alunos causa, nos estudantes, muita revolta, independentemente da idade ou da série em que se encontram. É possível que essa atitude afete a autoestima dos estudantes, que não aceitam ser ignorados. Há uma forte crítica aos professores cuja preocupação se restringe ao repasse de conteúdo, sem interesse em interagir com a turma.


ABRAMOVAY, Miriam et al. Violência nas escolas: versão resumida. Brasília: Unesco Brasil; Rede Pitágoras, 2003, p. 39. 
A relação entre professores e estudantes deve ser objeto de preocupação da orientação educacional, pois o(a)
Alternativas
Q2000869 Pedagogia
De acordo com Hackenhaar (2017), o aparecimento de conselhos nas escolas ocorreu na França na década de 1940. À época, nenhuma das formas de organização dos conselhos tinha como centro a participação crítica do estudante no ambiente escolar. Ainda segundo a autora, no Brasil, “a consolidação dos conselhos escolares acontece durante a ditadura civil-militar” (p. 63), momento de implantação do ensino técnico para atender às necessidades do mercado de trabalho. Nessa perspectiva, a escola também não tinha interesse no desenvolvimento da consciência crítica dos estudantes. O espaço escolar de conselho era o do Conselho de Classe, com prioridade para a avaliação discente, como meio de julgamento de sua trajetória comportamental e de aprendizagem.


HACKENHAAR, Heloísa Junges. A experiência dos conselhos participativos no Colégio de Aplicação da UFSC (2016-2017). Disponível em: https://repositorio.ufsc.br. Acesso em: 5 set. 2018. 
Para a autora, na qualidade de um espaço coletivo de discussão e deliberação da escola, a organização e o funcionamento de um conselho, com foco na formação democrática e participativa do estudante, deve 
Alternativas
Q2000868 Pedagogia
O Decreto nº 7.611/2011 dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Considerado um dos marcos da educação inclusiva, ele vem sendo aplicado de modo diferenciado no território nacional em decorrência das diferenças orçamentárias, de formação docente e de infraestrutura.

De acordo com o seu Artigo 5º, “com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento educacional especializado aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, matriculados na rede pública de ensino regular”, a União prestará apoio técnico e financeiro
Alternativas
Q2000867 Pedagogia
O princípio da gestão escolar participativa é preconizado pela Lei nº 9394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O seu Artigo 12 afirma que os sistemas de ensino deverão definir as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os princípios de participação.

Os princípios de participação são aqueles  
Alternativas
Q2000865 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A Lei nº 8.069/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – é o dispositivo legal que tem como finalidade zelar para que as crianças e os adolescentes tenham acesso efetivo aos seus direitos e reafirma a implementação da proteção integral estabelecida no Artigo 227 da Constituição Federal. Portanto, veio para colocar a Constituição em prática. Foram apontados os seguintes pressupostos, como pertencentes ao Artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece os diretos em relação à educação:

I. condições diferenciadas para o acesso e permanência na escola;

II. ser respeitado por seus educadores;

III. ser avaliado de acordo com os critérios impostos pela instituição;

IV. direito de organização e participação em entidades estudantis.

Estão corretas 
Alternativas
Q2000864 Pedagogia
Com os limites das aulas expositivas, que nem sempre conseguem atrair o interesse dos estudantes, e o surgimento acelerado de inéditos meios de acesso à informação, outras possibilidades para o trabalho educacional estão surgindo, como é o caso da “classe invertida” (Flipped Classroom). Trata-se de uma metodologia de aula na qual os estudantes pesquisam um tema de forma autônoma e exploram seus achados com o professor e os colegas em sala. “A inversão consiste em fazer os trabalhos e tarefas em sala de aula e acessar material de aula em casa.” 


LEMOS, A.; PERL, L. Comunicação e tecnologia: uma experiência de sala de aula invertida. Comunicação & Educação – Revista do Departamento de Comunicações e Artes da ECA-USP, ano 20, n. 1, jan./jun. 2015, p. 215.
Foram feitas as seguintes afirmativas, como referentes aos pressupostos dessa metodologia:

I. Mesmo com o advento das novas tecnologias, o professor deve manter o monopólio da informação.

II. A sala de aula passa a ser um espaço de informação e discussão com as novas tecnologias de comunicação.

III. O professor deve estar disponível para compartilhar o poder de decisão em sala de aula.

IV. O ensino abdica do direcionamento do professor em relação a leituras obrigatórias.

V. As relações de ensino e aprendizado na sala de aula procuram adaptar o conhecimento às novas dinâmicas da cultura e das práticas sociais.

Estão corretas 
Alternativas
Q2000861 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica (DCN), de 2013, nos ensinos fundamental e médio, as figuras da promoção e da classificação podem ser adotadas em qualquer ano, série ou outra unidade de percurso escolhida, exceto no primeiro ano do ensino fundamental. Essas duas figuras fundamentam-se na orientação de que a verificação do rendimento escolar observará certos critérios.
A esse respeito, foram apontados os seguintes aspectos:

I. Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do estudante, com prevalência dos aspectos quantitativos sobre os qualitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.
II. Impossibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso escolar.

III. Possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado.

IV. Aproveitamento de estudos concluídos com êxito.

V. Obrigatoriedade de apoio pedagógico destinado à recuperação contínua e concomitante de aprendizagem de estudantes com déficit de rendimento escolar, a ser previsto no regimento escolar.

Segundo os critérios definidos pelas DCN, estão corretos
Alternativas
Q2000860 Pedagogia
Em novembro de 2015, foi publicada a Lei 13.185, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). Trata-se de um importante instrumento de proteção às crianças e aos adolescentes no ambiente escolar.

De acordo com o Art. 3º da referida lei, é correto afirmar que uma das classificações de intimidação sistemática é
Alternativas
Q2000859 Pedagogia
A criança é feita de cem
A criança tem cem mãos
cem pensamentos
cem modos de pensar
de jogar e de falar
Cem sempre cem
modos de escutar
as maravilhas de amar
Cem alegrias
para cantar e compreender

Cem mundos
para descobrir
Cem mundos
para inventar
Cem mundos
para sonhar
A criança tem
cem linguagens
(e depois cem cem cem)
mas roubaram-lhe noventa e nove



MALAGUZZI, Loris. As cem linguagens da criança.
Disponível em: http://pedagogiaeinfancia.com.br.
Acesso em: 25 set. 2018 (fragmento).
Loris Malaguzzi (1920-1994), pedagogo e educador de Reggio Emilia, na Itália, constituiu um princípio de ensino em que não existem as disciplinas formais e todas as atividades pedagógicas se desenvolvem por meio de projetos. As crianças podem compartilhar seus conhecimentos e saberes, sua criatividade e imaginação em múltiplas linguagens – desenho, canto, dança, pintura, interpretação, entre outras – sem enfatizar nenhuma delas. Os projetos não são antecipadamente planejados pelos professores, mas surgem das ideias dos próprios estudantes e são desenvolvidos também em diferentes linguagens.

O fundamento que sustenta esse princípio é a Pedagogia 
Alternativas
Q2000858 Pedagogia
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – considerada a certidão de nascimento da nação brasileira, resultado do processo de abertura política e de democratização da sociedade – instituiu a gestão democrática como forma de organização da educação escolar. Em seu Art. 211, estabeleceu a descentralização da gestão educacional e definiu as áreas de influência de cada um dos entes da Federação.

De acordo com § 2° do Art. 211, atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil
Alternativas
Q2000857 Pedagogia
De acordo com Mizukami (1986, p.1), “há várias formas de se conceber o fenômeno educativo. Por sua própria natureza, não é uma realidade acabada que se dá a conhecer de forma única e precisa em seus múltiplos aspectos”. Para a autora, o fenômeno educativo é humano, histórico e multidimensional. Nele estão presentes tanto a dimensão humana quanto a técnica, a cognitiva, a emocional, a sociopolítica e cultural. Em decorrência desses aspectos, são identificadas diferentes abordagens/concepções. 
MIZUKAMI, Maria das Graças Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1986. 
Analise os tópicos a seguir:
I. Abordagem sociocultural: O ensino tem como base a pesquisa, a investigação, o desenvolvimento do raciocínio, a capacidade do estudante de integrar informações e processá-las, a solução de problemas. São oferecidas situações desafiadoras às crianças, tais como oficinas, jogos, teatro, trabalho em equipe etc.

II. Abordagem cognitivista: Respostas padronizadas. As informações têm de ser adquiridas e os modelos, imitados. Cabe ao estudante memorizar os conteúdos. Aula expositiva, com conteúdo pronto. O professor é o agente e o estudante é o ouvinte.

III. Abordagem humanista: Ênfase às relações interpessoais. Deve-se estimular a curiosidade e o interesse do estudante. Os conteúdos devem ser significativos, pesquisados pelos estudantes, que devem ser capazes de analisá-los criticamente. O professor assume a função de facilitador da aprendizagem. Estudante participativo e orientado a ter suas próprias experiências.
IV. Abordagem comportamentalista: Denominada também de behaviorista. O conhecimento é resultado direto da experiência planejada. Transmissão cultural de conhecimentos e comportamentos. Grande ênfase à programação e à instrução programada.

Os conceitos estão corretamente descritos em 
Alternativas
Q2000856 Pedagogia
         O desenvolvimento humano compreende dois níveis: o primeiro é o nível de desenvolvimento real, que compreende o conjunto de atividades que a criança consegue resolver sozinha. Esse nível é indicativo de ciclos de desenvolvimento já completos, isto é, refere-se às funções psicológicas que a criança já construiu até determinado momento.       O segundo nível de desenvolvimento é o nível de desenvolvimento potencial: conjunto de atividades que a criança não consegue realizar sozinha mas que, com a ajuda de alguém que lhe dê algumas orientações adequadas (um adulto ou outra criança mais experiente), ela consegue resolver.

ZANELLA, Andréa Vieira. Zona de desenvolvimento proximal: análise teórica de um conceito em algumas situações variadas. Temas em Psicologia, Ribeirão Preto, v. 2, n. 2, ago. 1994


A distância entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial é chamada de zona de desenvolvimento proximal (ZDP). Esse conceito foi formulado e apresentado inicialmente por
Alternativas
Q2000855 Pedagogia
Em relação à importância do planejamento das ações educativas, José Carlos Libâneo (Didática. São Paulo: Cortez, 1994) diz que se trata de uma tarefa que inclui tanto a previsão das atividades em termos de organização e coordenação, quanto a percepção de revisão e adequação no decorrer do processo de ensino.
Em uma aula sobre o pensamento de Libâneo, foram feitas as seguintes afirmativas, creditadas ao autor, sobre como o professor pode atingir efetivamente os seus objetivos:
I. Explicar princípios, diretrizes e procedimentos do trabalho docente.
II. Assegurar que o planejamento não seja alterado durante todo o processo.
III. Ter uma ordem sequencial, objetividade e coerência entre os objetivos gerais e específicos, sendo também flexível.
IV. Privilegiar objetivos, conteúdos e métodos, desarticulados das exigências postas pela realidade social e individual dos estudantes.

Estão corretas 
Alternativas
Respostas
15161: A
15162: C
15163: A
15164: B
15165: A
15166: B
15167: C
15168: B
15169: D
15170: A
15171: A
15172: D
15173: D
15174: D
15175: C
15176: C
15177: A
15178: D
15179: C
15180: B