Questões de Concurso
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O mel e o fim das abelhas
Dizem os cientistas que as abelhas serão exterminadas. Uma política agrícola irresponsável, de uso intensivo de pesticidas e transgênicos, será causadora do fim dos insetos que fazem a polinização de 90% das flores e sementes.
A humanidade depende das abelhas para a agricultura, e a situação começa a ficar bem feia quando o governo estadunidense inclui sete espécies deste inseto na lista de animais em extinção. Já no Reino Unido, o número de abelhas corresponde a apenas 25% do necessário para dar conta da polinização de vegetais e plantas. Um episódio de uma série de ficção científica bem conhecida, Black Mirror, tratou do problema da extinção das abelhas de maneira aterrorizante no episódio “Odiados pela Nação”.
A relação simbiótica das abelhas com os humanos começa ainda na pré-história, quando os homens caçavam e coletavam frutos, flores, sementes, ovos e mel na natureza. O mel foi um dos primeiros alimentos doces já provados pelo homem e aparece em diversos relatos bíblicos. Junto com o trigo (e o pão), as oliveiras (e o azeite) e o vinho, o mel faz parte da base da civilização cristā ocidental. (...)
Muitas vezes, o mel e as abelhas foram usados como metáforas para comportamentos humanos. Cedo se descobriu que as colmeias tinham uma rainha, e a metáfora da colmeia serviu para justificar o poder de diversas monarquias europeias. A ideia era que, se na natureza encontramos abelhas servindo uma rainha na colmeia, os homens deveriam fazer o mesmo. O trabalho coletivo das abelhas nas colmeias também serviu para diversas imagens e figuras de linguagem de movimentos sociais e socialistas em muitos lugares. A ideia do trabalho para coletividade era o que atraía os artistas para essa metáfora.
Colmeias e abelhas têm convivido com os homens desde tempos pré-históricos. Quando se destroem as colmeias e se matam as abelhas, os homens dão os primeiros passos para destruírem a própria história.
MONTELEONE, Joana. Brasil de fato. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/colunista/joana-monteleone/2019/09/20/o-mel-e-o-fim-das-abelhas/
"Quando se destroem(¹) as colmeias e se matam(²) as abelhas, os homens dão os primeiros passos para destruírem(³) a própria história.".
Em relação às formas verbais identificadas por números no trecho acima, é correto afirmar, de acordo com a norma-padrão, que:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O mel e o fim das abelhas
Dizem os cientistas que as abelhas serão exterminadas. Uma política agrícola irresponsável, de uso intensivo de pesticidas e transgênicos, será causadora do fim dos insetos que fazem a polinização de 90% das flores e sementes.
A humanidade depende das abelhas para a agricultura, e a situação começa a ficar bem feia quando o governo estadunidense inclui sete espécies deste inseto na lista de animais em extinção. Já no Reino Unido, o número de abelhas corresponde a apenas 25% do necessário para dar conta da polinização de vegetais e plantas. Um episódio de uma série de ficção científica bem conhecida, Black Mirror, tratou do problema da extinção das abelhas de maneira aterrorizante no episódio “Odiados pela Nação”.
A relação simbiótica das abelhas com os humanos começa ainda na pré-história, quando os homens caçavam e coletavam frutos, flores, sementes, ovos e mel na natureza. O mel foi um dos primeiros alimentos doces já provados pelo homem e aparece em diversos relatos bíblicos. Junto com o trigo (e o pão), as oliveiras (e o azeite) e o vinho, o mel faz parte da base da civilização cristā ocidental. (...)
Muitas vezes, o mel e as abelhas foram usados como metáforas para comportamentos humanos. Cedo se descobriu que as colmeias tinham uma rainha, e a metáfora da colmeia serviu para justificar o poder de diversas monarquias europeias. A ideia era que, se na natureza encontramos abelhas servindo uma rainha na colmeia, os homens deveriam fazer o mesmo. O trabalho coletivo das abelhas nas colmeias também serviu para diversas imagens e figuras de linguagem de movimentos sociais e socialistas em muitos lugares. A ideia do trabalho para coletividade era o que atraía os artistas para essa metáfora.
Colmeias e abelhas têm convivido com os homens desde tempos pré-históricos. Quando se destroem as colmeias e se matam as abelhas, os homens dão os primeiros passos para destruírem a própria história.
MONTELEONE, Joana. Brasil de fato. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/colunista/joana-monteleone/2019/09/20/o-mel-e-o-fim-das-abelhas/
"A relação simbiótica das abelhas com os humanos começa ainda na pré-história (...)"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O mel e o fim das abelhas
Dizem os cientistas que as abelhas serão exterminadas. Uma política agrícola irresponsável, de uso intensivo de pesticidas e transgênicos, será causadora do fim dos insetos que fazem a polinização de 90% das flores e sementes.
A humanidade depende das abelhas para a agricultura, e a situação começa a ficar bem feia quando o governo estadunidense inclui sete espécies deste inseto na lista de animais em extinção. Já no Reino Unido, o número de abelhas corresponde a apenas 25% do necessário para dar conta da polinização de vegetais e plantas. Um episódio de uma série de ficção científica bem conhecida, Black Mirror, tratou do problema da extinção das abelhas de maneira aterrorizante no episódio “Odiados pela Nação”.
A relação simbiótica das abelhas com os humanos começa ainda na pré-história, quando os homens caçavam e coletavam frutos, flores, sementes, ovos e mel na natureza. O mel foi um dos primeiros alimentos doces já provados pelo homem e aparece em diversos relatos bíblicos. Junto com o trigo (e o pão), as oliveiras (e o azeite) e o vinho, o mel faz parte da base da civilização cristā ocidental. (...)
Muitas vezes, o mel e as abelhas foram usados como metáforas para comportamentos humanos. Cedo se descobriu que as colmeias tinham uma rainha, e a metáfora da colmeia serviu para justificar o poder de diversas monarquias europeias. A ideia era que, se na natureza encontramos abelhas servindo uma rainha na colmeia, os homens deveriam fazer o mesmo. O trabalho coletivo das abelhas nas colmeias também serviu para diversas imagens e figuras de linguagem de movimentos sociais e socialistas em muitos lugares. A ideia do trabalho para coletividade era o que atraía os artistas para essa metáfora.
Colmeias e abelhas têm convivido com os homens desde tempos pré-históricos. Quando se destroem as colmeias e se matam as abelhas, os homens dão os primeiros passos para destruírem a própria história.
MONTELEONE, Joana. Brasil de fato. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/colunista/joana-monteleone/2019/09/20/o-mel-e-o-fim-das-abelhas/
I. O professor atua como mediador entre o conhecimento elaborado e o aluno, estruturando situações de aprendizagem que desafiem as capacidades cognitivas dos estudantes.
II. O aluno assume um papel passivo no processo educativo, cabendo-lhe a recepção e a reprodução fiel dos conteúdos transmitidos pela regência do professor.
III. A autoridade docente e a autonomia do estudante são dimensões divergentes, visto que o fortalecimento do protagonismo discente reduz a liderança pedagógica do professor e provoca situações de indisciplina.
IV. A interação socioafetiva em sala de aula permeia o trabalho pedagógico, influenciando diretamente a motivação, o clima de aprendizagem e a assimilação dos conteúdos.
Quais estão corretas?
( ) A alfabetização antecede cronologicamente o letramento, cabendo ao professor primeiramente garantir o domínio das relações entre letras e sons para, em etapa posterior, introduzir práticas sociais de leitura.
( ) A prática de alfabetizar letrando pressupõe a apropriação do sistema de escrita alfabética integrada à inserção do estudante em práticas reais de leitura e produção de gêneros textuais circulantes na sociedade.
( ) O letramento supera a necessidade do ensino explícito do sistema alfabético, sendo recomendada a imersão do aluno em ambientes ricos em materiais impressos para a aprendizagem da escrita.
( ) A dimensão do letramento prioriza o uso social da língua escrita, enquanto a dimensão da alfabetização volta-se para a aprendizagem da tecnologia da escrita e suas convenções ortográficas e gramaticais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A aprendizagem intensa requer uma metodologia que conduza o estudante do estado passivo ao protagonismo, favorecendo senso crítico, relação entre conteúdo e realidade, e efetiva produção de conhecimento.
II. A aprendizagem ativa distingue a aquisição conceitual da atuação protagonista, estabelecendo a apropriação prévia do conhecimento transmitido pelo professor como condição para posterior desenvolvimento crítico pelo estudante.
III. O protagonismo discente caracteriza-se pela capacidade de reproduzir conhecimentos consolidados em situações distintas, preservando a organização conceitual definida pelo professor como referência para a aprendizagem.
Quais estão corretas?
A didática atua como mediadora entre a base teórica e a prática educativa, como na busca de métodos capazes de identificar dificuldades presentes no processo de ensino e aprendizagem (1ª parte). O referencial também sustenta que a didática do professor deve trabalhar com diferentes métodos, procurando atender às particularidades dos estudantes (2ª parte). Consequentemente, a flexibilidade não constitui elemento periférico, mas característica necessária da atuação didática voltada à aprendizagem significativa (3ª parte). Quais partes estão corretas?
I. Orientar os estudantes a analisar criticamente as informações, comparar sua pertinência, organizá-las e reelaborá-las na produção de conhecimentos.
II. Selecionar previamente as informações consideradas confiáveis e restringir a pesquisa dos estudantes a esse conjunto, concentrando no professor a avaliação crítica das fontes.
III. Priorizar inicialmente o domínio dos procedimentos de busca e armazenamento de informações, reservando sua avaliação crítica para uma etapa posterior e independente da pesquisa.
Quais estão corretas?