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Q4121789 Português

Analise o excerto a seguir, atentando à concordância das palavras destacadas:


"[...] A grande parte das nossas ações cotidianas ocorre sem reflexão profunda, liberando espaço mental para lidar com tarefas mais complexas. Isso significa que grande parte da nossa vida é, de fato, composta por decisões que sequer percebemos como escolhas. O cérebro atua por atalhos cognitivos, baseados em experiências, hábitos e associações anteriores, muitas vezes antes mesmo de nos darmos conta."


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/fazemos-35-mil-escolhas-todos-os-dias/ . Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)


(_) O verbo "ocorrer" apresenta duas possibilidades de concordância: singular ou plural. Isso se dá porque o sujeito está representado pela expressão "a grande parte de" + expressão no plural (as nossas ações cotidianas). Desse modo, a decisão da autora por conjugar o verbo no singular está correta.


(_) O verbo "ser" (em negrito) só pode ser conjugado no singular nesse contexto.


(_) A concordância do adjetivo "baseados" gera uma ambiguidade e confunde o leitor, pois não é possível definir se ele concorda com o substantivo "atalhos" ou com o adjetivo "cognitivos". O correto seria concordar com o substantivo "cérebro", evitando qualquer possibilidade de confusão no entendimento do texto.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:



Alternativas
Q4121788 Português

Leia o excerto a seguir:


Por muito tempo, o rap foi associado a uma ideia de força quase inabalável. Um espaço dominado por vozes masculinas que carregam histórias atravessadas por violência, sobrevivência e afirmação. E, por isso, muitas vezes parecem distantes de qualquer demonstração de fragilidade. Esse imaginário, no entanto, não está apenas nos artistas. Ele também atravessa o público, que compartilha dessa mesma imagem de um homem que aguenta, que não recua, que não expõe o que sente.


(Disponível em: https://vidasimples.co/cultura/nove-raps-nacionais-que-transformam-dor-em-musica/. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)


De acordo com as regras de acentuação gráfica do português brasileiro, analise as sentenças a seguir:


I.A palavra "inabalável" recebe acento por ser uma paroxítona terminada em -l.


II.A palavra "ideia" foi grafada de modo equivocado, pois falta acento em "e", seguindo a mesma regra de "violência" e "sobrevivência". O correto seria "idéia".


III.A acentuação das palavras "histórias, violência, sobrevivência e imaginário" atende à mesma regra e todas estão corretas.


IV.As palavras "também" e "público" estão corretamente acentuadas, sendo a primeira, uma palavra oxítona, e a segunda, uma proparoxítona.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4121787 Português
O uso de artigos definidos e indefinidos não é aleatória. É preciso fazer uma escolha consciente, uma vez que sentidos serão construídos a partir dos artigos usados no texto. Tendo isso em consideração, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos dos artigos indefinidos aos sentidos construídos:

Primeira coluna: uso dos artigos indefinidos

1.Estampava no rosto o sorriso, um sorriso de gente má.

2.Terá uns quarenta anos que aconteceu o acidente com o Césio-137 em Goiânia.

3.A autora escreveu de uma maneira, que era impossível parar a leitura.

Segunda coluna: sentidos construídos

(__)Denota aproximação.

(__)Dá ênfase ao termo que acompanha.

(__)Usa-se o artigo indefinido para aclarar melhor as características de um substantivo enunciado anteriormente.

Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4121786 Português
Leia o excerto a seguir e complete as lacunas:

É nesse ponto que a _________ fragilizada se torna uma porta de entrada poderosa para promessas de transformação rápida. Segundo a psicóloga Carolina Mattos, "Quando uma pessoa acredita que só será amada, valorizada ou aceita depois de 'se _________', ela se torna mais vulnerável a discursos que oferecem mudanças milagrosas."

O risco está em transformar __________ em __________ permanente. [...] Esse tipo de lógica costuma produzir relações frágeis com qualquer tentativa de mudança, porque a urgência emocional raramente sustenta constância. Quando a expectativa é resolver rapidamente dores profundas, a frustração se torna quase inevitável. [...]

(Disponível em:https://l1nq.com/lj8gu2c. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas no excerto:
Alternativas
Q4121785 Português
As sentenças a seguir apresentam palavras em destaque que podem conter ou não o acento grave (crase). Analise-as com atenção e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4121784 Português

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso dos "porquês:


I.Trata-se apenas de criar consciência nos momentos que importam porque, no pequeno espaço entre o impulso e a ação, existe a possibilidade de fazer diferente.


II.Estar presente é pausar antes de reagir, criar um pequeno espaço entre o impulso e ação. Esse espaço pode durar segundos, mas muda tudo. Por quê?


III.O mais surpreendente é que cerca de 90% das nossas decisões acontecem no automático e o porquê disso está no fato de que o cérebro humano precisa economizar energia.


IV.É preciso entender por que escolhas aparentemente pequenas, quando repetidas moldam nossas vidas. E a verdade é simples.


Está correto o uso das palavras destacadas em:


Alternativas
Q4121783 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Analise o trecho a seguir com atenção, observando as escolhas feitas pela autora para a construção dos sentidos, e, em seguida, analise as sentenças:

"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados."

I.A palavra destacada em "o reproduz" é um pronome pessoal, tendo como referente o substantivo "cotidiano", substituindo-o.

II.O pronome demonstrativo "isso" foi usado para substituir toda a ideia contida no período anterior, evitando repetições desnecessárias.

III.O pronome pessoal "ela" é completamente desnecessário no contexto, uma vez que ele apenas repete seu referente "viagem", sem estabelecer nenhum efeito de sentido no contexto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4121782 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Considere o excerto a seguir para analisar as sentenças a respeito da pontuação:


Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


I.A vírgula após a palavra "tempo" foi utilizada para separar o adjunto adverbial de tempo que está anteposto ao verbo.


II.As vírgulas usadas no trecho sublinhado estão corretamente aplicadas porque elas separam orações coordenadas assindéticas, isto é, sem a utilização de conectivos.


III.O travessão foi usado de modo equivocado, destacando o aposto explicativo. A única pontuação possível nesse contexto seria a vírgula.


IV.As duas vírgulas, antes e depois de "entretanto", são desnecessárias porque em caso de conjunção adversativa, usa-se apenas depois dela.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4121781 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Considere o seguinte trecho para análise:

"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos."
A respeito da regência verbal, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O verbo "romper" pode reger seu complemento com várias preposições, o que conferirá ao texto sentidos diferentes. No caso dado, o sentido de "romper" é de "opor-se, resistir", dado pela preposição "com".

(__)O verbo "romper", nesse contexto, pode ser acompanhado pela preposição "sobre", sem comprometer o sentido construído. O mesmo não acontece se for usada a preposição "em", pois ela mudaria o sentido.

(__)A regência construída pelo verbo "somar-se" está correta e confere, ao contexto, o sentido de "agregar, juntar para formar uma totalidade".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4121780 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas.


De acordo com o texto:


(__)Viajar é, cada vez menos, um ato de liberdade.


(__)Se em princípio, viajar era um ato que pedia autonomia do sujeito, na atualidade, outros fatores determinam esse gesto, entre eles a influência digital.


(__)Na contemporaneidade, o ato de viajar está mais relacionado com seguir sugestões fornecidas nas redes sociais virtuais do que com descobrir algo, conhecer o novo.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q4121739 Segurança e Saúde no Trabalho
Hipoteticamente, policial militar de 38 anos, em patrulhamento motorizado há dez anos, apresenta dor lombar há três meses com irradiação para face posterolateral da coxa, perna lateral e dorso do pé esquerdo. Refere piora ao final de turnos de 12 horas e ao permanecer sentado na viatura, com alívio ao deambular. Ao exame, apresenta Lasègue positivo a 45° à esquerda, paresia do hálux (4/5) e hipoestesia no dorso do pé. Reflexos preservados. Ressonância magnética evidencia protrusão discal paramediana esquerda em L4-L5, com contato na raiz L5.

Considerando os fatores ocupacionais (uso de colete com carga superior a 12 kg, assento inadequado e turnos irregulares), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4121738 Segurança e Saúde no Trabalho
Estudos de epidemiologia ocupacional indicam maior incidência de neoplasias em determinadas profissões, associadas a exposições específicas. No contexto da Polícia Militar, a exposição a trabalho em turnos irregulares, estresse crônico, agentes químicos e radiações diversas compõe um perfil complexo de risco ocupacional. A literatura científica contemporânea, incluindo classificações da IARC, descreve a associação entre trabalho em turnos com desorganização do ritmo circadiano e aumento do risco de certos tipos de câncer.

Nesse contexto, o câncer ocupacional mais provavelmente associado a esse mecanismo é 
Alternativas
Q4121737 Estatística
Em um hipotético estudo transversal realizado com 400 policiais militares, avaliou-se a associação entre o uso diário de colete balístico com carga superior a 10 kg (sim/não) e a presença de lombalgia crônica (sim/não). Os dados foram organizados em uma tabela 2 × 2, e aplicou-se o teste qui-quadrado de Pearson. O valor do qui-quadrado calculado foi 7,84, com 1 grau de liberdade.

Considerando que o valor crítico para α = 0,05 é 3,84 e para α = 0,01 é 6,63, e sabendo que o teste qui-quadrado mede a discrepância entre frequências observadas e esperadas sob a hipótese de independência, é correto afirmar que
Alternativas
Q4121736 Direito Sanitário
Hipoteticamente, um médico do trabalho, durante o exame periódico de um oficial da PM, da ativa, identifica alterações laboratoriais e clínicas compatíveis com doença hematológica grave de origem hereditária, que, embora assintomática no momento, tem potencial de descompensação súbita em situações de estresse extremo, como treinamento tático ou operações de risco. O paciente, ciente do diagnóstico, expressa formalmente o desejo de que o fato não seja comunicado ao comando da unidade, pois teme ser afastado de funções operacionais e prejudicado em sua progressão na carreira.

Diante desse quadro, considerando os deveres do Código de Ética Médica e a legislação específica do serviço público militar, a atitude correta do médico é
Alternativas
Q4121735 Estatística
Hipoteticamente, um médico do trabalho da PM-SP comparou a glicemia de jejum entre dois grupos independentes de policiais: grupo A (plantões noturnos) e grupo B (plantões diurnos). Após verificar a normalidade das distribuições e a homogeneidade das variâncias, aplicou o teste t de Student para amostras independentes, adotando nível de significância de 5%. O valor de p obtido foi de 0,03.

Com base nos fundamentos da inferência estatística, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4121734 Segurança e Saúde no Trabalho
Hipoteticamente, um capitão da PM-SP, com 18 anos de serviço em unidade de pronta resposta, apresenta irritabilidade, insônia e declínio de performance funcional. Relata aumento do consumo de álcool como estratégia de enfrentamento à rotina. A avaliação clínica descarta psicopatologia maior, mas ratifica quadro de estresse ocupacional associado a elevada carga cognitiva e responsabilidade operacional.

À luz das diretrizes de saúde do trabalhador, a conduta mais adequada é
Alternativas
Q4121733 Estatística
Em hipotético estudo sobre prevalência de LER/DORT, a população foi estratificada por tipo de atividade (operacional, administrativo, forças especiais), com sorteio aleatório proporcional em cada estrato. Ao descrever o método, o pesquisador afirmou ter utilizado “amostragem aleatória simples com alocação proporcional”, classificação prontamente questionada por um revisor.

Considerando os fundamentos da teoria da amostragem em epidemiologia ocupacional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4121732 Direito do Trabalho
No âmbito das relações coletivas de trabalho, os instrumentos de negociação e solução de conflitos desempenham papel central na definição de condições laborais.

Considerando as características jurídicas dos acordos coletivos de trabalho e dos dissídios coletivos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4121731 Segurança e Saúde no Trabalho
No contexto da toxicologia ocupacional, a correta interpretação da relação dose-efeito é essencial para o estabelecimento de nexo causal e para a gestão do risco químico.

Sobre essa temática, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4121730 Segurança e Saúde no Trabalho
Hipoteticamente, o médico do trabalho da PM-SP participa de grupo técnico para revisão do programa institucional de prevenção ao uso de álcool e outras drogas. O programa vigente baseia-se em campanhas punitivas e testagem toxicológica periódica, sem oferta de acolhimento ou tratamento aos policiais. Durante a discussão, o médico propõe ajustes com base em evidências científicas e boas práticas em saúde ocupacional.

Assinale a alternativa que apresenta a recomendação tecnicamente mais adequada.
Alternativas
Respostas
3821: C
3822: E
3823: D
3824: D
3825: E
3826: C
3827: D
3828: D
3829: C
3830: E
3831: E
3832: A
3833: B
3834: D
3835: C
3836: E
3837: C
3838: A
3839: E
3840: B