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Q4241859 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Segundo o estudo mencionado no texto, o Brasil voltou a apresentar crescimento industrial, em um fenômeno denominado neoindustrialização.
Alternativas
Q4241858 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Ao identificar as instituições responsáveis pela pesquisa e pela produção dos dados, o texto reforça a sua credibilidade, uma vez que fundamenta a argumentação em fontes de reconhecida autoridade.
Alternativas
Q4241857 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se das ideias do texto que o Brasil passou a ter cenário industrial mais descentralizado.
Alternativas
Q4241856 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

De acordo com o texto, o setor automobilístico perdeu espaço para o agronegócio na indústria nacional.
Alternativas
Q4241855 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

A partir da leitura do texto, conclui‑se que os custos urbanos passaram a superar as vantagens da concentração das indústrias nas grandes capitais.
Alternativas
Q4237664 Enfermagem
Durante a auditoria interna em uma Central de Material e Esterilização (CME) de uma unidade ambulatorial, a equipe de enfermagem identificou falhas relacionadas ao processamento de produtos para saúde, incluindo armazenamento inadequado, ausência de limpeza prévia e uso incorreto de métodos de desinfecção. O Enfermeiro responsável promoveu capacitação com a equipe técnica para reforçar conceitos relacionados à classificação dos artigos e aos métodos de processamento recomendados pela Anvisa. Considerando isso, correlacione corretamente os tipos de artigos e material da Coluna I com seu respectivo processamento indicado na Coluna II:

Coluna I:
1. Artigo crítico.
2. Artigo semicrítico.
3. Artigo não crítico.
4. Material com matéria orgânica visível


Coluna II:
(  ) Deve obrigatoriamente passar por limpeza antes de qualquer processo de desinfecção ou esterilização.
(  ) Requer esterilização, pois entra em contato com tecidos estéreis ou sistema vascular.
(  ) Pode receber desinfecção de baixo ou médio nível, pois entra em contato apenas com pele íntegra.
(  ) Necessita, no mínimo, desinfecção de alto nível, pois entra em contato com mucosas.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4237663 Saúde Pública
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um usuário em situação de rua procura atendimento devido a uma ferida infectada no membro inferior. A recepção informa que ele não possui comprovante de residência nem documento de identificação atualizado. Considerando os princípios do SUS e os direitos do usuário, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237662 Enfermagem
Em um atendimento domiciliar, um paciente com úlcera venosa apresenta curativo saturado, exsudato abundante, odor forte e bordas maceradas. O Técnico em Enfermagem dispõe de prescrição de curativo previamente estabelecida pelo Enfermeiro. Considerando os cuidados com feridas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237661 Enfermagem
Durante a coleta de sangue venoso em um paciente diabético em jejum, o Técnico em Enfermagem identifica tontura, palidez e sudorese fria antes da punção. Considerando a segurança do paciente e as boas práticas pré-analíticas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237660 Saúde Pública
Em uma unidade de saúde com grande demanda espontânea, usuários relatam demora no atendimento e falta de escuta. A equipe propõe reorganizar o acolhimento com classificação de risco, escuta qualificada e responsabilização pelo cuidado. Considerando a Política Nacional de Humanização, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237659 Enfermagem
Durante atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, um Técnico de Enfermagem sofre acidente perfurocortante ao realizar o descarte de uma agulha utilizada em uma coleta sanguínea de paciente com sorologia desconhecida. Imediatamente após o acidente, surgem dúvidas na equipe sobre as medidas iniciais adequadas, necessidade de notificação, avaliação do risco biológico e condutas profiláticas indicadas conforme protocolos do Ministério da Saúde. Considerando as recomendações relacionadas à exposição ocupacional a material biológico potencialmente contaminado, julgue as afirmativas abaixo:
I. Após a exposição percutânea a material biológico, recomenda-se a lavagem imediata do local com água e sabão, evitando procedimentos agressivos como compressão intensa da lesão ou aplicação de substâncias irritantes.
II. Todo acidente com material biológico deve ser comunicado, registrado e avaliado quanto ao risco de transmissão de HIV, hepatites virais e outros agravos, podendo haver indicação de profilaxia pós-exposição conforme protocolo específico.
III. A ausência de sinais locais imediatos de infecção exclui necessidade de avaliação ocupacional e seguimento sorológico do trabalhador exposto.
IV. A utilização de hipoclorito, álcool absoluto ou substâncias cáusticas diretamente sobre a lesão perfurocortante constitui medida recomendada para redução do risco de transmissão viral após o acidente.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4237658 Enfermagem
Durante atividade comunitária, um homem adulto cai subitamente, está inconsciente, sem respiração normal e sem resposta ao chamado. O Técnico em Enfermagem é o primeiro profissional de saúde a chegar ao local. Considerando o Suporte Básico de Vida, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237657 Enfermagem
Na sala de vacina, o Técnico em Enfermagem percebe que a temperatura da câmara refrigerada ficou fora da faixa recomendada durante a madrugada, sem registro de tomada de decisão no livro de ocorrências. Há doses de imunobiológicos armazenadas no equipamento. Considerando o Programa Nacional de imunizações e a segurança do paciente, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237656 Enfermagem
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe identifica falhas recorrentes no registro de vacinação, conservação de imunobiológicos e orientação aos usuários. A coordenação propõe uma atividade de Educação Permanente em Saúde, utilizando casos reais do processo de trabalho para construir soluções coletivas. Considerando a Educação Permanente e a legislação do SUS, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237655 Enfermagem
Durante o acolhimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um adolescente apresenta febre, exantema maculopapular, tosse, conjuntivite e histórico vacinal incompleto. A equipe suspeita de sarampo. O Técnico de Enfermagem comunica imediatamente o Enfermeiro, realiza medidas de prevenção de transmissão e auxilia na coleta de informações epidemiológicas. Considerando a Portaria de Consolidação no 4/GM/MS e as normas de vigilância em saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237653 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Analise as partes que seguem: Atendendo à conveniência ou à necessidade do serviço, e mediante acordo escrito, poderá ser Instituído sistema de compensação de horário (1a parte), hipótese em que a jornada diária poderá ser superior a oito horas, sendo o excesso de horas compensado pela correspondente diminuição em outro dia, observada sempre a jornada máxima semanal (2a parte).
Acerca das partes, com base no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4237652 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A Lei Orgânica define que compete ao Município, no exercício de sua autonomia, promover os seguintes serviços:
I. Mercados, feiras e matadouros.
II.  Iluminação pública na zona urbana e casos específicos sua zona rural através de legislação ordinária.
III. Construção e caminhos municipais.
Estão CORRETAS:
Alternativas
Q4237639 Matemática
Um almoxarifado municipal recebeu caixas de papel sulfite de dois tamanhos. O modelo do tipo A ocupa um espaço físico equivalente a 3 unidades de volume no arquivo, enquanto o modelo do tipo B ocupa exatamente 5 unidades de volume. Sabendo que o lote total recebido e composto por 24 caixas e que, juntas, elas preenchem perfeitamente uma prateleira com capacidade máxima de 98 unidades de volume, quantas caixas do modelo do tipo B foram entregues nessa remessa para o setor?
Alternativas
Q4237637 Matemática Financeira
Um cidadão compareceu à tesouraria municipal para quitar um imposto atrasado cujo valor original em carteira era de R$ 1.200,00. O regulamento vigente do Município estipula que, para pagamentos realizados nessa situação de atraso, deve ser aplicada uma taxa de desconto simples de 5% ao mês caso o contribuinte antecipe parcelas. Se o funcionário processar um desconto total de R$ 180,00, por quantos meses de antecedência essa quitação foi efetuada?
Alternativas
Q4237484 Odontologia
Na primeira consulta odontológica de uma criança de 4 anos, o TSB observa que ela demonstra insegurança, permanece em silêncio e evita contato visual com a equipe. De acordo com as recomendações do livro “Odontopediatria ao Alcance de Todos”, qual conduta favorece o estabelecimento de uma experiência positiva durante esse atendimento?
Alternativas
Respostas
3621: E
3622: C
3623: C
3624: E
3625: C
3626: A
3627: C
3628: B
3629: A
3630: D
3631: A
3632: D
3633: B
3634: D
3635: B
3636: A
3637: D
3638: C
3639: B
3640: A