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Projeto solidário para a Abadef (Associação Baiana de Deficientes Físicos) divulgou campanha provocativa no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro. Com criação da Propeg, a ação levanta o questionamento quanto à beleza inalcançável, comumente, celebrada em peças publicitárias e, sob o mote “Faça como essa campanha. Contrate uma pessoa com deficiência.”, convida as marcas a quebrarem esse paradigma do mercado, associando diversidade e inclusão às suas campanhas. De início, a estratégia incluía uma comunicação enxuta, apenas para notificar sobre a data comemorativa. Ao longo de sua produção, o projeto ganhou peso e a atenção das instituições, o que os levou a querer engrandecer a mensagem. Para endossar a provocação, a agência estruturou um retorno colaborativo para as marcas que auxiliaram na produção e veiculação da campanha e estas ganharão um espaço de destaque nas peças.
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A campanha veiculada pela Associação Baiana de Deficientes Físicos (Abadef) defende de modo específico:
Isto significa a (o)
Quanto à produção de conteúdo é correto afirmar que
Essa publicação tem por objetivo principal se consolidar como um veículo que seja
Destacam-se como estratégias iniciais de lançamento da conta da empresa na referida mídia social:
Desse modo, considerando-se as diferenças existentes informe o tipo de comunicação que se refere à junção das subáreas mencionadas pela autora.
(FERRARETTO, Elisa Kopplin; FERRARETTO, Luiz Artur. Assessoria de Imprensa – Teoria e Prática. Summus Editorial. Edição do Kindle.)
Sobre tipos e técnicas para produção de relise, assinale a afirmativa correta.
(FERRARETTO, Elisa Kopplin; FERRARETTO, Luiz Artur. Assessoria de Imprensa – Teoria e Prática. Summus Editorial. Edição do Kindle.)
Sobre as etapas do planejamento em assessoria de imprensa, de acordo com Ferraretto, assinale a afirmativa INCORRETA.
(MELO, José Marques; ASSIS, Francisco de. Gêneros e formatos jornalísticos: um modelo classificatório.)
Na “Classificação Marques de Melo”, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil – e que se fundamenta “em observações empíricas do jornalismo brasileiro no quinquênio 2002- 2007”, a distribuição dos formatos é assim sugerida: