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Q3851493 Matemática
Considere a tabela abaixo, que apresenta alguns pares ordenados de uma função:
12.jpg (302×168)
Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente a função que corresponde à tabela acima: 
Alternativas
Q3851492 Matemática
Garcia fez uma pesquisa recentemente e identificou que o preço de um determinado produto sofreu um aumento de 15% e, em um intervalo de uma semana, passou por um novo aumento, no qual seu valor triplicou em relação ao valor inicial.
Nesse contexto, qual é o valor final (após o segundo aumento) expresso em porcentagem do valor após o primeiro aumento?
Assinale a alternativa que indica a resposta correta.
Alternativas
Q3851491 Português
Assinale a frase em que há erro ortográfico.
Alternativas
Q3851490 Português
Assinale a alternativa que indica o emprego correto de crase.
Alternativas
Q3851489 Português
Leia o trecho a seguir:
“O contador consultado ___________ as contas da empresa apresentou um relatório muito completo.”
Em relação à regência nominal do termo “consultado”, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. 
Alternativas
Q3851488 Português
Assinale a afirmativa em que o termo em destaque é um pronome possessivo.
Alternativas
Q3851487 Português
Assinale a alternativa em que o vocábulo “a” em destaque NÃO exerce a função de artigo. 
Alternativas
Q3851486 Português
Assinale a alternativa que contém a frase correta em relação à pontuação.
Alternativas
Q3851485 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da concordância no seguinte parágrafo do texto:
“Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas.”
Alternativas
Q3851484 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa que contém um sinônimo do termo “vetado” destacado no trecho do texto a seguir:
“Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio.”
Alternativas
Q3851483 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Releia o trecho do texto:
“Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.”
Assinale a alternativa que contém um termo ou expressão utilizado em sentido figurado no trecho acima:
Alternativas
Q3851482 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

O que podemos depreender do trecho “Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava”
Alternativas
Q4031985 Agropecuária
O creep-feeding é uma técnica de suplementação alimentar utilizada na criação de bezerros lactentes, que consiste no fornecimento de concentrado suplementar em cochos privativos, construídos de modo que as vacas não tenham acesso ao alimento. Essa prática tem como principal objetivo estimular o desenvolvimento ruminal precoce, aumentar o ganho de peso diário e facilitar a adaptação dos bezerros ao desmame. Dessa forma, é CORRETO afirmar que recomenda-se fornecer entre: 
Alternativas
Q4031984 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A cultura da cenoura é suscetível às doenças causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoides. No entanto, graças ao controle integrado, que envolve medidas como resistência das plantas, tratos culturais, manejo do ambiente e controle químico, esses agentes patogênicos não representam fator limitante à sua produção no Brasil, embora possam prejudicar sua qualidade e produtividade. Com base nas principais doenças, agentes causais e controle integrado, relacione a coluna 01 com a coluna 02. 

COLUNA 01

(1)Tombamento de plântulas (2)Queima das folhas (3)Podridão das raízes (4)Nematoides

COLUNA 02

(__)Rotação de cultura é o método mais eficiente. Em áreas infectadas, recomendam-se fazer arações profundas, em dias quentes e secos, para expor larvas e adubo à insolação.
(__)Cultivares/híbridos resistentes ou tolerantes e o controle químico.
(__)Sementes sadias e de boa procedência, rotação de culturas (por dois anos), adequada profundidade de plantio, manejo correto da irrigação e o controle químico.
(__)Evitar solos que acumulam água, período chuvoso, levantar mais os canteiros, manejo de irrigação adequado.

Em seguida assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q4031983 Agropecuária
As semeadoras de precisão são equipamentos fundamentais na agricultura moderna, desenvolvidas para garantir a deposição uniforme de sementes e fertilizantes no solo, assegurando o estande ideal de plantas e o melhor aproveitamento dos insumos. Com base nos constituintes do dosador de sementes de discos horizontais, assinale a alternativa correta que tem a função de retirar o excesso de sementes que pode haver durante a sua captação pelos discos, sendo os tipos mais comuns de haste, de palheta articulada e escova fixa.
Alternativas
Q4031982 Engenharia Agronômica (Agronomia)
De uma maneira geral, a colheita da lavoura de milho é realizada entre 125 e 160 dias após a emergência, dependendo do ciclo da cultivar utilizada e da época de semeadura. A secagem do milho deve ser levada a efeito em secadores com corrente de ar natural ou aquecida, com sistema de controle de umidade e temperatura para se evitar uma secagem deficiente ou ainda, a secagem excessiva (supersecagem). É CORRETO afirmar que no final do processo, a umidade deverá estar estabilizada em: 
Alternativas
Q4031981 Engenharia Agronômica (Agronomia)
De acordo com a resposta das hortaliças aos elementos do clima para completar o seu ciclo de vida ou biológico (nascer, crescer, florescer, reproduzir e senescer), as hortaliças são classificadas em bienal ou bianual, anual e perene. Hortaliças anuais são aquelas que passam da fase vegetativa para a fase reprodutiva por elementos outros do clima, que não seja a baixa temperatura. Assinale a alternativa correta que corresponde a um exemplo de hortaliça anual. 
Alternativas
Q4031980 Engenharia Agronômica (Agronomia)
 A produção de milho é uma das principais culturas cereais no mundo, com os Estados Unidos, China e Brasil sendo os maiores produtores globais. No Brasil, o milho é o cereal mais expressivo, dividido principalmente em primeira e segunda safra ("safrinha"), com a produtividade da primeira safra sendo geralmente maior devido ao plantio em épocas mais favoráveis. Na produção de milho, o técnico agrícola avalia qual método de adubação proporciona melhor aproveitamento dos nutrientes, considerando as condições climáticas e o tipo de solo. Sobre as adubações, é incorreto afirmar: 
Alternativas
Q4031979 Engenharia Agronômica (Agronomia)
 A adubação do milho envolve etapas de plantio e cobertura, com base nas necessidades nutricionais da planta ao longo do seu ciclo. É essencial fazer um planejamento nutricional considerando o tipo de solo e a fase de desenvolvimento, utilizando adubos como fósforo (P), potássio (K) e nitrogênio (N). Durante a adubação de uma lavoura de milho, o técnico agrícola precisa escolher o tipo de fertilizante mais adequado. Ele dispõe de ureia, superfosfato simples e composto NPK. Julgue as afirmativas abaixo.

I.Ureia é um fertilizante mineral simples, fonte de nitrogênio.
II.Superfosfato simples é um fertilizante mineral simples, fonte de fósforo e cálcio.
III.O NPK é um fertilizante mineral misto, contendo macronutrientes primários.
IV.Fertilizantes simples e mistos têm a mesma composição e finalidade.

Está correto o que se afirmar em:
Alternativas
Q4031978 Agropecuária
Um sistema de irrigação por aspersão geralmente é constituído de componentes importantes para o fornecimento de água (aspersores, acessórios, tubulações, motobomba). Aspersores são as peças principais do sistema, têm o objetivo de distribuir a água no terreno na forma de chuva. Na maioria dos sistemas de irrigação por aspersão são utilizados os aspersores rotativos. Eles podem ser de giro completo (360º) ou do tipo setorial. Com base no grupo de aspersores, assinale a alternativa correta que corresponde a aqueles que possuem faixa de pressão entre 10 e 20 mca, possuem raio de alcance de 6 a 12 m e são em geral rotativos (ex: aspersores de subcopa de pomar).
Alternativas
Respostas
641: B
642: E
643: B
644: E
645: D
646: A
647: E
648: B
649: E
650: E
651: C
652: D
653: A
654: B
655: C
656: A
657: B
658: A
659: A
660: B