Questões de Concurso Para diretor de escola

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Q3975247 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
No trecho: “Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!”, o termo destacado apresenta o sentido de:
Alternativas
Q3975246 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
No trecho: “Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam”, o termo em destaque pode ser substituído sem prejuízo de sentido por:
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Q3975245 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
Os termos e expressões algumas vezes, podem fazer referências a outras situações dentro do texto. A seguir, encontram elencadas algumas referências à “aporofobia”. Exceto:
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Q3975244 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

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A autora compara a ação do padre a três atos: “as pedras, as marretadas e as flores”. Esses atos podem ser compreendidos como:
Alternativas
Q3975243 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
O objetivo do texto é: 
Alternativas
Q3509479 Administração Financeira e Orçamentária
Uma estratégia eficaz para melhorar o planejamento e a gestão orçamentária na escola é:
Alternativas
Q3509478 Pedagogia
Qual das alternativas a seguir descreve um dos principais desafios enfrentados pelos líderes escolares?
Alternativas
Q3509477 Pedagogia
A liderança transformacional no contexto escolar está relacionada a:
Alternativas
Q3509476 Pedagogia
Dentro do contexto da vivência e do cotidiano, sobretudo nas relações de poder, indique a alternativa que define conceito de liderança escolar.
Alternativas
Q3509475 Pedagogia
O envolvimento das famílias no processo de alfabetização é importante porque:
Alternativas
Q3509474 Pedagogia
Um dos desafios na implementação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é:
Alternativas
Q3509473 Pedagogia
Qual é o objetivo principal do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada?
Alternativas
Q3509472 Pedagogia
Qual das alternativas a seguir não está entre as estratégias sugeridas para uma comunicação eficiente no ambiente escolar?
Alternativas
Q3509471 Pedagogia
Sobre a Comunicação Vertical no ambiente escolar, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3509470 Pedagogia
Qual das alternativas abaixo melhor descreve a Comunicação Formal no ambiente escolar?
Alternativas
Q3509469 Pedagogia
Um dos desafios contemporâneos da Educação Básica, o currículo é compreendido como uma construção que vai além da simples organização de conteúdos e deve considerar as especificidades culturais e sociais dos alunos. Sobre essa concepção de currículo, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3509468 Pedagogia
Considerando os seus conhecimentos acerca do assunto: didática no campo da educação. Qual das opções abaixo descreve corretamente a principal função da didática? 
Alternativas
Q3509467 Pedagogia
Qual das opções abaixo é um exemplo de metodologia ativa de ensino?
Alternativas
Q3509466 Pedagogia
Os métodos tradicionais de ensino, amplamente disseminados e arraigados no contexto educacional, remontam séculos de prática e constituem uma abordagem instrucional centrada no professor e na transmissão direta de conhecimentos. Baseado neste entendimento os métodos tradicionais de ensino são caracterizados por:
Alternativas
Q3509465 Pedagogia
De acordo com a perspectiva progressista sobre o currículo, defendida por John Dewey, a aprendizagem deve:
Alternativas
Respostas
1381: A
1382: A
1383: D
1384: D
1385: C
1386: C
1387: C
1388: B
1389: B
1390: B
1391: C
1392: B
1393: D
1394: B
1395: C
1396: C
1397: D
1398: C
1399: A
1400: C