Questões de Concurso Para nutricionista

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Q3220558 Ética na Administração Pública

A ética profissional exige que o servidor público atue de maneira responsável, evitando conflitos de interesse. Acerca do tema, analise as afirmativas:


I – O servidor público não pode utilizar informações privilegiadas para obter vantagens pessoais.


II – Conflitos de interesse ocorrem quando um agente público tem interesses particulares que podem comprometer sua imparcialidade na função.


III – O acúmulo de cargos públicos é permitido em qualquer circunstância, independentemente da compatibilidade de horários e funções.


IV – A violação de normas éticas pode resultar em penalidades administrativas, como advertência e exoneração.


Estão corretas as afirmativas: 

Alternativas
Q3220557 Legislação Federal
A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece normas para garantir a transparência na administração pública. Em consonância com a referida legislação, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220556 Direito Administrativo
A improbidade administrativa pode ser classificada em diferentes modalidades, conforme previsto na legislação vigente. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220555 Administração Pública
A adoção de práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) tem se tornado essencial para empresas e instituições públicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220554 Conhecimentos Gerais

A economia do Acre apresenta desafios estruturais relacionados a desigualdades regionais e limitações logísticas. Sobre os impactos econômicos dessas desigualdades no desenvolvimento estadual, analise as afirmativas:


I - A dificuldade de acesso a mercados nacionais e internacionais limita a diversificação econômica do estado.


II - O setor agropecuário é o principal motor da economia local, mas enfrenta restrições ambientais para sua expansão.


III - A infraestrutura logística precária impacta diretamente o custo de produção e comercialização no estado.


IV - A industrialização do Acre tem se desenvolvido de maneira acelerada nos últimos anos, reduzindo a dependência do setor primário. Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q3220553 Conhecimentos Gerais
Os fluxos migratórios internos no Brasil influenciam diretamente o desenvolvimento urbano e as políticas públicas. Sobre as características desse fenômeno, marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3220552 Raciocínio Lógico

Dadas as proposições: 


        ● P: "Hoje está chovendo."

        ● Q: "Vou levar um guarda-chuva."

Considere a proposição composta:

         P→Q


(Se hoje está chovendo, então vou levar um guarda-chuva.)

Qual é a única situação em que essa proposição é falsa? 

Alternativas
Q3220550 Matemática
A população de uma cidade cresce segundo uma progressão geométrica, aumentando 10% a cada ano. Se a cidade possui 20.000 habitantes atualmente, quantos habitantes terá após 5 anos? 
Alternativas
Q3220549 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Qual é o tipo textual que embasa o texto apresentado?
Alternativas
Q3220548 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Levando-se em consideração as informações explicitadas no texto, NÃO se pode inferir que 
Alternativas
Q3220547 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Sem que se alterem os sentidos originais das frases em que ocorrem, os conectivos sublinhados no parágrafo final do texto podem ser respectivamente substituídos por 
Alternativas
Q3220546 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque no segundo parágrafo do texto? 
Alternativas
Q3220545 Português

Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses 

Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela

06/02/25 

        Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

        O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. 

        Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

        Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

        Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

        Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

        Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.


VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html.

Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

O par de vírgulas que foi empregado para isolar a estrutura grifada no primeiro parágrafo do texto é obrigatório, pois tal estrutura é
Alternativas
Q3219984 Nutrição
É importante que se conheça a composição dos alimentos e suas propriedades para uma melhor orientação nutricional. Desta forma, verifique as afirmativas a seguir:
I- Fatores antinutricionais, como os taninos, nitritos e oxalato, agem prejudicando a absorção de nutrientes.
II- A farinha de trigo integral é uma alternativa a portadores de doença celíaca.
III- A gordura vegetal hidrogenada presente nos ingredientes indica que esse produto possui gordura trans, considerada fator de risco para doença coronariana.
IV- A higroscopicidade é a capacidade do açúcar de formar cristais e absorver umidade, formando torrões.
V- O ácido cianídrico é encontrado em batatas quando cruas.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219983 Nutrição
No artigo de Caminha e Souza, (2024), foi pesquisado o consumo de ergogênicos nutricionais por praticantes de exercício físico de uma academia de Volta Redonda-RJ. Foi aplicado um questionário com 121 frequentadores da academia.

Imagem associada para resolução da questão Fonte: Caminha, L. M.; Souza, E. B. Consumo de ergogênicos nutricionais por praticantes de exercício físico de uma academia de volta redonda – RJ. Revista Brasileira de Nutrição esportiva. v. 18, n. 111. p. 368-376. 2024.
Baseado na tabela acima, que trata dos recursos ergogênicos e do objetivo da sua utilização, analise a assertivas.
I- Os participantes estão corretos em consumir creatina com a finalidade de melhorar a performance, tendo em vista que a suplementação de creatina eleva os níveis intramusculares desta substância e melhora a performance em atividades de curta duração e alta intensidade. Isto acontece porque a concentração aumentada de creatina intramuscular facilita a ressíntese imediata de ATP, o que prolonga a atividade física, melhorando seu desempenho.
II- A vitamina E pode promover uma proteção contra radicais livres associados a artrites, e possui ação anti-inflamatória na cartilagem articular. A suplementação de algumas vitaminas em caso de deficiência pode melhorar a performance de esportistas.
III- A suplementação com Whey Protein é muito comum por esportistas. O Whey Protein é composto pelo isolamento apenas da porção proteica do leite de vaca, com consequente secagem e produção do pó, que é utilizado como suplemento alimentar com o objetivo de hipertrofia muscular.
IV- Apesar da cafeína ser termogênica, ela pode dificultar a reidratação por comprometer o equilíbrio eletrolítico, dependendo da dose.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219982 Nutrição
De acordo com o Código de Ética e de Conduta do Nutricionista (Resolução do Conselho Federal de Nutrição nº 599, de 25 de fevereiro de 2018), analise as afirmativas a seguir.
I- É dever do nutricionista permitir a utilização do seu nome e título profissional por estabelecimento ou instituição em atividades próprias que ele exerça dentro da profissão.
II- É dever do nutricionista manter o sigilo e respeitar a confidencialidade de informações no exercício da profissão. Porém, em alguns casos, pode haver exceção, como risco para a saúde ou a vida de crianças e adolescentes, estando em vigência legal com o Estatuto da Criança e do Adolescente.
III- É dever do empregador, e não do nutricionista, identificar e informar ao Conselho Regional de Nutricionistas o nome e o número de inscrição do nutricionista quando no exercício profissional.
IV- É direito do nutricionista realizar estudo ou pesquisa, dentro ou fora do seu local de trabalho, com vistas ao benefício à saúde de indivíduos ou coletividades, à qualificação de processos de trabalho e à produção de novos conhecimentos para o campo de alimentação e nutrição. A pesquisa pode ser realizada após submissão ao comitê de ética quando necessário e não necessita da autorização da instituição onde será executado.

Baseado no código de ética do nutricionista, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219981 Nutrição
Alguns indivíduos, por diversos motivos, podem estar incapacitados, devido a diferentes patologias, de se manterem de pé para que seja realizada a aferição da estatura. Sendo assim, existem outras alternativas para estimar essa altura, e assim facilitar o cálculo de gasto energético diário ou mesmo acompanhar se o crescimento de uma criança se encontra adequado. Nesse sentido, verifique as afirmativas a seguir.
I- A estimativa de altura de indivíduos com limitações físicas pode ser feita utilizando o comprimento da ulna, que consiste na medida entre o olecrano e o processo estiloide, não havendo variação de sexo no uso deste dado na fórmula.
II- A altura de indivíduos com limitações físicas pode ser estimada utilizando o comprimento da tíbia, que é obtido pela medida da porção medial, entre o côndilo medial e o maléolo medial.
III- A altura de indivíduos com limitações físicas pode ser estimada utilizando a altura do joelho, cuja fórmula a ser utilizada para cálculo desta medida varia entre o sexo feminino e masculino.
IV- A avaliação clínica do crescimento de uma criança (alvo familiar) deve levar em consideração sua herança genética. Para estimativa da altura final de uma criança, apenas a altura paterna deve ser levada em consideração, tendo em vista que é o gene masculino que exerce maior influência no crescimento. A fórmula é: (estatura do pai -13) + 9 / 2.

Baseado no exposto, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219980 Nutrição
Os lipídeos são um importante constituinte dos alimentos, conferindo sabor, textura e calorias. Porém, muitas vezes, sua estrutura e propriedades são pouco conhecidas. Sobre os lipídeos, assinale as afirmativas CORRETAS.
I- Os fitosteróis podem inibir a absorção do colesterol biliar durante a digestão.
II- A oxidação lipídica é inversamente proporcional à exposição ao oxigênio e a temperaturas elevadas.
III- A análise sensorial realizada com um painel treinada é um bom método para se detectar a oxidação lipídica.
IV- O ácido linoleico pode sofrer alteração na dupla ligação e se tornar ácido linoleico conjugado. Isto pode ocorrer no rumem de animais, e esse ácido graxo pode ser encontrado no leite e carne de bovinos e caprinos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3219979 Nutrição
Qual das vitaminas hidrossolúveis abaixo atua no metabolismo de macronutrientes e também possuem ação antioxidantes? Além disso, suas principais fontes são carnes, laticínios e vegetais folhosos. 
Alternativas
Respostas
9501: C
9502: D
9503: B
9504: D
9505: C
9506: D
9507: D
9508: A
9509: C
9510: A
9511: C
9512: B
9513: D
9514: C
9515: A
9516: D
9517: E
9518: C
9519: A
9520: E