Questões de Concurso Para nutricionista

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Q4252825 Português
Leia o texto para responder a questão. 


Cérebro: Descoberto “botão” que nos faz procrastinar 


    Uma conexão entre duas regiões profundas do cérebro parece ser a responsável pelo bloqueio que sentimos diante de tarefas desagradáveis, a que chamamos procrastinação.

    Inúmeras vezes, descobrimos que sabemos o que é preciso fazer, compreendemos a urgência, entendemos a recompensa... mas algo dentro de nós se recusa a dar o primeiro passo. Essa estranha paralisia não é simples preguiça, nem falta de interesse. É uma barreira invisível, muitas vezes intransponível, que separa o pensamento da ação. Um grupo de cientistas conseguiu vislumbrar o que acontece no cérebro nesses momentos e, com isso, pode ter-se aberto uma porta inesperada para a compreensão de distúrbios mentais profundamente incapacitantes.

    Num estudo publicado na Current Biology e liderado por Ken-Ichi Amemori, do Instituto para o Estudo Avançado da Biologia Humana da Universidade de Quioto, foi identificado um circuito cerebral específico que atua como um verdadeiro travão interno.

    Esta via, que liga o estriado ventral (EV) ao pálido ventral (PV), parece impedir o início de uma ação quando o contexto antecipa desconforto ou esforço, mesmo que a recompensa seja clara. De forma reveladora, inibir esta conexão em macacos treinados com tarefas difíceis restaurou a sua vontade de agir, sem alterar a sua avaliação do objetivo final. 

CÉREBROS DE MACACOS

    Os investigadores trabalharam com macacos que foram treinados para realizar dois tipos de tarefas: uma baseada apenas em recompensas e outra em que a mesma recompensa era acompanhada por um castigo leve (uma rajada de ar no rosto). Na tarefa que provocava aversão, muitos dos animais optaram por não agir. Mas ao aplicar uma técnica chamada quimiogenética, que permite silenciar temporariamente conexões neuronais específicas, o canal EVPV foi desativado e os macacos voltaram a participar, como se o freio tivesse sido solto. 

    Essas observações revelam que o EV atua diante de sinais antecipados de desconforto e, através da sua conexão com o PV (responsável por ativar comportamentos direcionados a um objetivo), pode bloquear o próprio início do comportamento. Não é que o cérebro não valorize a meta: recusa-se é a dar o primeiro passo quando antecipa sofrimento. Uma distinção subtil, mas essencial. 

    O estudo registou a atividade cerebral com eléctrodos. Perante sinais de tarefas incómodas, a atividade do estriado ventral aumentava rapidamente. Ao mesmo tempo, a do pálido ventral diminuía mais lentamente, como se o aviso de desconforto do EV silenciasse gradualmente a ordem de “começar” emitida pelo PV. Este padrão, persistente e repetido, sugere uma arquitetura neuronal projetada para nos proteger do que antecipamos como prejudicial. 

UMA MUDANÇA DE PARADIGMA

    De uma perspectiva clínica, esta descoberta representa uma mudança de paradigma. Muitas vezes, a falta de motivação é tratada como um problema de avaliação errada do valor de uma tarefa: tenta-se aumentar a atratividade da meta ou adicionar incentivos.

    Mas se o problema está na etapa anterior, na decisão de começar, essas intervenções são inúteis. Segundo Amemori, “quando a motivação está alterada no nível da iniciação, reduzir os sinais de desconexão antecipada pode ser mais eficaz do que aumentar as recompensas”.

    Os autores do estudo sugerem que este circuito pode estar desequilibrado em distúrbios como a depressão, a esquizofrenia ou mesmo a doença de Parkinson, onde aparece frequentemente um sintoma conhecido como abulia: uma incapacidade de iniciar ações, embora a pessoa compreenda perfeitamente a sua importância.

    Identificar este freio neuronal abre a porta a novas terapias. Algumas possibilidades são intervenções como estimulação cerebral profunda, estimulação magnética transcraniana, ultrassom focal ou mesmo medicamentos que modulam esta via. 

    No entanto, não se trata de eliminar esse freio do nada. Os investigadores insistem que este mecanismo cumpre uma função adaptativa essencial. Durante milhões de anos, ajudou os organismos a não desperdiçar recursos em tarefas de alto custo. O problema surge quando o freio é excessivo e é ativado mesmo em tarefas cotidianas. Por isso, qualquer intervenção deve ser calibrada com extrema cautela: desligá-lo completamente poderia levar à impulsividade ou ao esgotamento extremo.

    Nem todos os macacos responderam da mesma forma ao estímulo aversivo, o que sugere uma variabilidade individual na sensibilidade ao stress e na ativação desse circuito. Essa diferença aponta para uma base biológica concreta para a vulnerabilidade ao bloqueio motivacional. Não é uma questão de carácter: é uma questão de conexões neuronais.


Adaptado de https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/cerebrodescoberto-botao-que-nos-faz-procrastinar_6764 
No período “É uma barreira invisível, muitas vezes intransponível, que separa o pensamento da ação”, a oração iniciada pelo pronome relativo “que” exerce a função de
Alternativas
Q4252824 Português
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Cérebro: Descoberto “botão” que nos faz procrastinar 


    Uma conexão entre duas regiões profundas do cérebro parece ser a responsável pelo bloqueio que sentimos diante de tarefas desagradáveis, a que chamamos procrastinação.

    Inúmeras vezes, descobrimos que sabemos o que é preciso fazer, compreendemos a urgência, entendemos a recompensa... mas algo dentro de nós se recusa a dar o primeiro passo. Essa estranha paralisia não é simples preguiça, nem falta de interesse. É uma barreira invisível, muitas vezes intransponível, que separa o pensamento da ação. Um grupo de cientistas conseguiu vislumbrar o que acontece no cérebro nesses momentos e, com isso, pode ter-se aberto uma porta inesperada para a compreensão de distúrbios mentais profundamente incapacitantes.

    Num estudo publicado na Current Biology e liderado por Ken-Ichi Amemori, do Instituto para o Estudo Avançado da Biologia Humana da Universidade de Quioto, foi identificado um circuito cerebral específico que atua como um verdadeiro travão interno.

    Esta via, que liga o estriado ventral (EV) ao pálido ventral (PV), parece impedir o início de uma ação quando o contexto antecipa desconforto ou esforço, mesmo que a recompensa seja clara. De forma reveladora, inibir esta conexão em macacos treinados com tarefas difíceis restaurou a sua vontade de agir, sem alterar a sua avaliação do objetivo final. 

CÉREBROS DE MACACOS

    Os investigadores trabalharam com macacos que foram treinados para realizar dois tipos de tarefas: uma baseada apenas em recompensas e outra em que a mesma recompensa era acompanhada por um castigo leve (uma rajada de ar no rosto). Na tarefa que provocava aversão, muitos dos animais optaram por não agir. Mas ao aplicar uma técnica chamada quimiogenética, que permite silenciar temporariamente conexões neuronais específicas, o canal EVPV foi desativado e os macacos voltaram a participar, como se o freio tivesse sido solto. 

    Essas observações revelam que o EV atua diante de sinais antecipados de desconforto e, através da sua conexão com o PV (responsável por ativar comportamentos direcionados a um objetivo), pode bloquear o próprio início do comportamento. Não é que o cérebro não valorize a meta: recusa-se é a dar o primeiro passo quando antecipa sofrimento. Uma distinção subtil, mas essencial. 

    O estudo registou a atividade cerebral com eléctrodos. Perante sinais de tarefas incómodas, a atividade do estriado ventral aumentava rapidamente. Ao mesmo tempo, a do pálido ventral diminuía mais lentamente, como se o aviso de desconforto do EV silenciasse gradualmente a ordem de “começar” emitida pelo PV. Este padrão, persistente e repetido, sugere uma arquitetura neuronal projetada para nos proteger do que antecipamos como prejudicial. 

UMA MUDANÇA DE PARADIGMA

    De uma perspectiva clínica, esta descoberta representa uma mudança de paradigma. Muitas vezes, a falta de motivação é tratada como um problema de avaliação errada do valor de uma tarefa: tenta-se aumentar a atratividade da meta ou adicionar incentivos.

    Mas se o problema está na etapa anterior, na decisão de começar, essas intervenções são inúteis. Segundo Amemori, “quando a motivação está alterada no nível da iniciação, reduzir os sinais de desconexão antecipada pode ser mais eficaz do que aumentar as recompensas”.

    Os autores do estudo sugerem que este circuito pode estar desequilibrado em distúrbios como a depressão, a esquizofrenia ou mesmo a doença de Parkinson, onde aparece frequentemente um sintoma conhecido como abulia: uma incapacidade de iniciar ações, embora a pessoa compreenda perfeitamente a sua importância.

    Identificar este freio neuronal abre a porta a novas terapias. Algumas possibilidades são intervenções como estimulação cerebral profunda, estimulação magnética transcraniana, ultrassom focal ou mesmo medicamentos que modulam esta via. 

    No entanto, não se trata de eliminar esse freio do nada. Os investigadores insistem que este mecanismo cumpre uma função adaptativa essencial. Durante milhões de anos, ajudou os organismos a não desperdiçar recursos em tarefas de alto custo. O problema surge quando o freio é excessivo e é ativado mesmo em tarefas cotidianas. Por isso, qualquer intervenção deve ser calibrada com extrema cautela: desligá-lo completamente poderia levar à impulsividade ou ao esgotamento extremo.

    Nem todos os macacos responderam da mesma forma ao estímulo aversivo, o que sugere uma variabilidade individual na sensibilidade ao stress e na ativação desse circuito. Essa diferença aponta para uma base biológica concreta para a vulnerabilidade ao bloqueio motivacional. Não é uma questão de carácter: é uma questão de conexões neuronais.


Adaptado de https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/cerebrodescoberto-botao-que-nos-faz-procrastinar_6764 
De acordo com a compreensão geral do texto, o sintoma conhecido como “abulia” é caracterizado como
Alternativas
Q4252823 Português
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Cérebro: Descoberto “botão” que nos faz procrastinar 


    Uma conexão entre duas regiões profundas do cérebro parece ser a responsável pelo bloqueio que sentimos diante de tarefas desagradáveis, a que chamamos procrastinação.

    Inúmeras vezes, descobrimos que sabemos o que é preciso fazer, compreendemos a urgência, entendemos a recompensa... mas algo dentro de nós se recusa a dar o primeiro passo. Essa estranha paralisia não é simples preguiça, nem falta de interesse. É uma barreira invisível, muitas vezes intransponível, que separa o pensamento da ação. Um grupo de cientistas conseguiu vislumbrar o que acontece no cérebro nesses momentos e, com isso, pode ter-se aberto uma porta inesperada para a compreensão de distúrbios mentais profundamente incapacitantes.

    Num estudo publicado na Current Biology e liderado por Ken-Ichi Amemori, do Instituto para o Estudo Avançado da Biologia Humana da Universidade de Quioto, foi identificado um circuito cerebral específico que atua como um verdadeiro travão interno.

    Esta via, que liga o estriado ventral (EV) ao pálido ventral (PV), parece impedir o início de uma ação quando o contexto antecipa desconforto ou esforço, mesmo que a recompensa seja clara. De forma reveladora, inibir esta conexão em macacos treinados com tarefas difíceis restaurou a sua vontade de agir, sem alterar a sua avaliação do objetivo final. 

CÉREBROS DE MACACOS

    Os investigadores trabalharam com macacos que foram treinados para realizar dois tipos de tarefas: uma baseada apenas em recompensas e outra em que a mesma recompensa era acompanhada por um castigo leve (uma rajada de ar no rosto). Na tarefa que provocava aversão, muitos dos animais optaram por não agir. Mas ao aplicar uma técnica chamada quimiogenética, que permite silenciar temporariamente conexões neuronais específicas, o canal EVPV foi desativado e os macacos voltaram a participar, como se o freio tivesse sido solto. 

    Essas observações revelam que o EV atua diante de sinais antecipados de desconforto e, através da sua conexão com o PV (responsável por ativar comportamentos direcionados a um objetivo), pode bloquear o próprio início do comportamento. Não é que o cérebro não valorize a meta: recusa-se é a dar o primeiro passo quando antecipa sofrimento. Uma distinção subtil, mas essencial. 

    O estudo registou a atividade cerebral com eléctrodos. Perante sinais de tarefas incómodas, a atividade do estriado ventral aumentava rapidamente. Ao mesmo tempo, a do pálido ventral diminuía mais lentamente, como se o aviso de desconforto do EV silenciasse gradualmente a ordem de “começar” emitida pelo PV. Este padrão, persistente e repetido, sugere uma arquitetura neuronal projetada para nos proteger do que antecipamos como prejudicial. 

UMA MUDANÇA DE PARADIGMA

    De uma perspectiva clínica, esta descoberta representa uma mudança de paradigma. Muitas vezes, a falta de motivação é tratada como um problema de avaliação errada do valor de uma tarefa: tenta-se aumentar a atratividade da meta ou adicionar incentivos.

    Mas se o problema está na etapa anterior, na decisão de começar, essas intervenções são inúteis. Segundo Amemori, “quando a motivação está alterada no nível da iniciação, reduzir os sinais de desconexão antecipada pode ser mais eficaz do que aumentar as recompensas”.

    Os autores do estudo sugerem que este circuito pode estar desequilibrado em distúrbios como a depressão, a esquizofrenia ou mesmo a doença de Parkinson, onde aparece frequentemente um sintoma conhecido como abulia: uma incapacidade de iniciar ações, embora a pessoa compreenda perfeitamente a sua importância.

    Identificar este freio neuronal abre a porta a novas terapias. Algumas possibilidades são intervenções como estimulação cerebral profunda, estimulação magnética transcraniana, ultrassom focal ou mesmo medicamentos que modulam esta via. 

    No entanto, não se trata de eliminar esse freio do nada. Os investigadores insistem que este mecanismo cumpre uma função adaptativa essencial. Durante milhões de anos, ajudou os organismos a não desperdiçar recursos em tarefas de alto custo. O problema surge quando o freio é excessivo e é ativado mesmo em tarefas cotidianas. Por isso, qualquer intervenção deve ser calibrada com extrema cautela: desligá-lo completamente poderia levar à impulsividade ou ao esgotamento extremo.

    Nem todos os macacos responderam da mesma forma ao estímulo aversivo, o que sugere uma variabilidade individual na sensibilidade ao stress e na ativação desse circuito. Essa diferença aponta para uma base biológica concreta para a vulnerabilidade ao bloqueio motivacional. Não é uma questão de carácter: é uma questão de conexões neuronais.


Adaptado de https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/cerebrodescoberto-botao-que-nos-faz-procrastinar_6764 
No trecho “...mas algo dentro de nós se recusa a dar o primeiro passo”, o vocábulo em destaque é uma conjunção que estabelece uma relação de
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Q4252362 Nutrição
 De acordo com a Lei nº 15.226/2025, do total de recursos financeiros repassados pelo FNDE para o PNAE, o percentual mínimo que deve ser destinado para a compra de gêneros alimentícios da agricultura familiar é:
Alternativas
Q4252361 Nutrição
De acordo com a Cartilha para Conselheiros do PNAE (2025), diversos setores e indivíduos trabalham juntos para a execução bem-sucedida do programa. Entre eles, estão envolvidos diretamente os seguintes atores, EXCETO:
Alternativas
Q4252360 Nutrição
Sobre o PNAE, analise as assertivas abaixo:

I. O PNAE tem por objetivo contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos alunos, por meio de ações de educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram as suas necessidades nutricionais durante o período letivo.

II. O programa assegura a oferta diária de refeições saudáveis aos alunos da Educação Básica (da creche ao Ensino Médio, não incluindo a Educação de Jovens e Adultos) matriculados em escolas da rede pública, federal, estadual, municipal e distrital, e conveniada.

III. O atendimento do PNAE abrange desde os primeiros anos da vida escolar até a conclusão do ensino médio, passando por contextos educacionais diversos, o que reforça a função inclusiva e abrangente do programa.



Quais estão corretas? 
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Q4252359 Nutrição
O nutricionista é o responsável técnico pelo PNAE, sendo habilitado para garantir que os alunos recebam uma alimentação saudável, equilibrada e em quantidade adequada para o atendimento de suas necessidades nutricionais. Para que isso ocorra, o nutricionista desenvolve as seguintes atividades, EXCETO: 
Alternativas
Q4252358 Nutrição
De acordo com as disposições da RDC nº 216/2004, fazem parte dos Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs) necessários para serviços de alimentação:

I. Limpeza de instalações, equipamentos e móveis. II. Higiene e saúde dos manipuladores. III. Higienização do reservatório da água. IV. Controle integrado de vetores e pragas urbanas.

Quais estão corretos?
Alternativas
Q4252357 Nutrição
Durante uma inspeção das condições higiênico-sanitárias de um serviço de alimentação, o nutricionista responsável técnico observou que um manipulador apresentava uma lesão nas mãos. O funcionário informou que a lesão estava protegida por um curativo, mas continuava exercendo normalmente suas atividades de manipulação de alimentos. Considerando as disposições da RDC nº 216/2004, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4252356 Nutrição
 De acordo com o documento Análise da Situação de Saúde com Enfoque nas Crianças Brasileiras (2024), do Ministério da Saúde, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) No período entre a concepção e os primeiros 2 anos após o nascimento, fatores como saúde materna, doenças infecciosas, amamentação e alimentação apresentam grande influência no estado de saúde infantil, podendo determinar a ocorrência de obesidade e outras doenças crônicas na infância, na adolescência ou na vida adulta.

( ) O leite materno é amplamente reconhecido na literatura como alimento nutricionalmente perfeito para o crescimento e o desenvolvimento infantil, sendo recomendada a sua oferta de forma exclusiva até os 12 meses, e de maneira complementada até 2 anos de vida ou mais.

( ) A introdução alimentar deve ser baseada em alimentos in natura e minimamente processados, e os alimentos ultraprocessados não devem ser oferecidos para crianças menores de 2 anos, por serem hiperpalatáveis e passíveis de consumo excessivo, o que pode interferir na aceitação de alimentos saudáveis e reduzir ou interromper precocemente a amamentação.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4252355 Nutrição
São alimentos fonte de ferro não heme, EXCETO:
Alternativas
Q4252354 Nutrição
De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira (2014), o consumo de alimentos ultraprocessados tem, como algumas de suas consequências, o desequilíbrio na oferta de nutrientes e a ingestão excessiva de calorias. Nesse contexto, a OMS (2015) recomenda que, do total de calorias diárias, o consumo de açúcares livres seja reduzido para menos de:
Alternativas
Q4252353 Nutrição
 De acordo com o Ministério da Saúde, sobre o controle e a regulação dos alimentos, analise as assertivas a seguir:

I. Contemplam uma série de ações que buscam garantir a promoção da alimentação adequada e saudável e a proteção à saúde da população, dos pontos de vista sanitário, biológico, tecnológico e nutricional, respeitando sempre o direito de escolha individual.

II. As medidas de controle são as ações que impedem que haja exposição da população a fatores e situações que estimulem práticas não saudáveis, como a regulamentação da venda e propaganda de alimentos nas cantinas escolares, de publicidade dirigida ao público infantil e de rotulagem de produtos dirigidos a lactentes.

III. As medidas de regulação são aquelas que buscam facilitar a adesão a práticas saudáveis por indivíduos e coletividades, deixando-os informados e motivados, como a rotulagem nutricional, programas de alimentação institucional, cantinas saudáveis nas escolas e ambiente de trabalho e espaços que favoreçam a amamentação.


Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4252352 Nutrição
O PNAE é um eixo fundamental para a garantia da segurança alimentar e nutricional no país. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:

I. O PNAE oferta alimentação saudável e adequada, compreendendo o uso de alimentos variados, seguros, que respeitem a cultura, as tradições e os hábitos alimentares, do público atendido pelo programa.

II. O repasse dos recursos federais do PNAE contribui para o atendimento de aproximadamente 40 milhões de estudantes matriculados em todas as etapas e modalidades da Educação Básica nas redes municipal, distrital, estadual e federal e nas entidades qualificadas como filantrópicas ou por elas mantidas, nas escolas confessionais mantidas por entidade sem fins lucrativos e nas escolas comunitárias conveniadas com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

III. O PNAE promove a segurança alimentar e nutricional dos alunos, com acesso de forma igualitária, considerando as diferenças biológicas entre idades e condições de saúde dos alunos que necessitem de atenção específica e aqueles que se encontram em vulnerabilidade social.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q4252351 Nutrição
Sobre gorduras trans ou ácidos graxos trans, de acordo com o Ministério da Saúde, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. É um tipo de gordura encontrada em alimentos industrializados como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos prontos, produtos de panificação, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam as gorduras vegetais hidrogenadas na sua preparação.

II. O consumo desse tipo de gordura deve ser reduzido, considerando que o organismo não necessita desse tipo de gordura e ainda porque, quando consumido em grandes quantidades, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração.

III. Recomenda-se que não se deve consumir mais do que 2 gramas de gordura trans por dia. 
Alternativas
Q4252350 Nutrição
Conforme a RDC nº 604/2022, a rotulagem das farinhas de __________ e de __________ enriquecidas com ferro e ácido fólico deve conter, próximo à tabela de informação nutricional, a seguinte frase: “Este produto é enriquecido com 4 mg a 9 mg de ferro/100g e com 140 μg a 220 μg de ácido fólico/100g”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q4252349 Nutrição
De acordo com a Resolução CFN nº 788/2024, na gestão da Alimentação e Nutrição no Ambiente Escolar da rede pública de ensino, cabe ao nutricionista, no âmbito do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), as seguintes atividades obrigatórias, EXCETO:
Alternativas
Q4252348 Nutrição
Conforme a Resolução CFN nº 788/2024, são diretrizes para o desenvolvimento da atuação do nutricionista na Alimentação Escolar:

I. A garantia da oferta de alimentos de acordo com os padrões higiênico-sanitários vigentes.
II. O incentivo à aquisição de alimentos variados, seguros e preferencialmente produzidos em âmbito local, orgânicos e/ou agroecológicos.
III. Apoio e conhecimento ao monitoramento do estado nutricional dos estudantes.



Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Pinheiro Preto - SC Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Advogado - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Analista de Licitações e Atos Administrativos - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Assistente Social da Educação Básica - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Controle Interno - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Coordenador Pedagógico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Nutricionista (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Educador Físico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Psicopedagogo - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Inglês - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Ensino Religioso - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Fonoaudiólogo (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Médico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Física (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Artes (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor Regente de Creche - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Infantil e Séries Iniciais - 20 e 40H - Edital nº 1 |
Q4249632 Raciocínio Lógico
A negação lógica da proposição “Todo servidor participou do treinamento” é: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Pinheiro Preto - SC Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Advogado - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Analista de Licitações e Atos Administrativos - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Assistente Social da Educação Básica - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Controle Interno - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Coordenador Pedagógico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Nutricionista (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Educador Físico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Psicopedagogo - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Inglês - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Ensino Religioso - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Fonoaudiólogo (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Médico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Física (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Artes (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor Regente de Creche - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Infantil e Séries Iniciais - 20 e 40H - Edital nº 1 |
Q4249631 Raciocínio Lógico
A negação lógica da proposição “João estudou e Maria trabalhou” é:
Alternativas
Respostas
441: C
442: B
443: D
444: D
445: A
446: C
447: B
448: D
449: B
450: C
451: D
452: A
453: A
454: D
455: A
456: C
457: B
458: D
459: A
460: A