Questões de Concurso Para analista judiciário - área administrativa

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Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 18ª Região (GO)
Q1237227 Português
Você acredita no amor romântico? Alguns dirão que pessoas maduras sabem que o amor não existe. Outros, que é diferente de paixão, sendo esta passageira, enquanto o amor seria algo mais sólido, dado a parcerias de longa duração. 
O tema nos encanta, apesar de alguns teóricos afirmarem que o amor é mera invenção da literatura europeia medieval, universalizada, de modo equivocado, pelos autores românticos dos séculos 19 e 20.  (Adaptado de: Luiz Felipe Pondé. Folha de S. Paulo, 11/02/2013)
O tema nos encanta, apesar de alguns teóricos afirmarem que o amor é mera invenção da literatura europeia medieval, universalizada, de modo equivocado, pelos autores românticos dos séculos 19 e 20. 
Afirma-se corretamente sobre a frase acima:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: TRE-PA
Q1234219 Administração Pública
A respeito da organização administrativa no âmbito federal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 12ª Região (SC)
Q1229150 Contabilidade Pública
A respeito das características qualitativas da informação contábil útil, considere:
I. As características qualitativas fundamentais são relevância e representação fidedigna.
II. A informação contábil-financeira para ser relevante precisa ter valor preditivo, valor confirmatório ou ambos.
lll. Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e compreensibilidade são características qualitativas que melhoram a utilidade da informação que é útil.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1227328 Direito Administrativo
Considerando o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis Federais, julgue o item  de 41 a 47. 
Considere que, em janeiro de 2012, João tenha completado dezessete anos de idade e começado a cursar Direito, sua primeira graduação. Considere, ainda, que, no fim do mesmo ano, ele tenha sido aprovado em concurso público para um cargo de nível superior. Nessa situação, João estava habilitado para tomar posse no referido cargo em fevereiro de 2013.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: TRE-AM
Q1223948 Administração Financeira e Orçamentária
A execução da despesa orçamentária se dá em três estágios, na forma prevista na Lei n° 4.320/1964: empenho, liquidação e pagamento. Os Empenhos podem ser classificados em:
I. Ordinário: é o tipo de empenho utilizado para as despesas de valor fixo e previamente determinado, cujo pagamento deva ocorrer de uma só vez.  II. Estimativo: é o tipo de empenho utilizado para as despesas cujo montante não se pode determinar previamente, tais como serviços de fornecimento de água e energia elétrica, aquisição de combustíveis e lubrificantes e outros.  III. Especial: é o tipo de empenho utilizado para despesas contratuais ou outras de valor determinado, sujeitas a parcelamento, como, por exemplo, os compromissos  decorrentes de aluguéis.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: TRE-AM
Q1210960 Administração Pública
Acerca da organização e estrutura do Estado, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: TRE-AM
Q1210673 Direito Constitucional
Por “mutação constitucional”, entende-se:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STF
Q1201034 Administração Geral
A respeito dos processos de gestão nas organizações, julgue o item seguinte.
As estratégias genéricas de estabilidade são recomendadas não só para organizações que se encontram em ambientes com ameaças críticas e têm competências distintivas, mas também para organizações que operam em ambientes com oportunidades abundantes e limitações críticas.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1182604 Português
Figuras históricas perdem seus contornos quando se tornam valores absolutos e até sua própria existência chega a ser posta em dúvida. Caso exemplar é o de William Shakespeare, cuja importância cresceu tanto que, a partir do século XVIII, começou-se a questionar se ele era realmente o autor de seus dramas. Algo semelhante aconteceu com o Renascimento. De início, o termo indicava a arte produzida na Itália entre os séculos XV e XVI, exemplar para todos os artistas que se seguiram. Em meados do XIX, quando começava a perder força como paradigma estético, assumiu um significado muito mais amplo e indeterminado. Historiadores, como Jules Michelet (1855) e o suíço Jacob Burckhardt (1860), defendem suas teorias, mas a periodização encontra dificuldades. Os limites de um período histórico costumam ser marcados por fatos concretos, de datação consensual. Em arte, as transições são muito mais fluidas. Com Renascimento e renascimentos na arte ocidental (1957) o historiador da arte alemão Erwin Panofsky tentou pôr ordem nessa proliferação de renascenças: o que distingue o Renascimento italiano das retomadas anteriores, segundo ele, é a consciência de que o antigo já não existe, da necessidade de recriá-lo. Afinal, o que faz da arte italiana dos séculos XV e XVI algo tão especial? Leon Battista Alberti, o teórico mais importante da primeira fase do Renascimento, identifica por nome, no prólogo de seu tratado Da pintura (1436), um grupo bem pequeno de artistas, todos florentinos. Foram eles, segundo o teórico, que fizeram reviver uma arte que, como a antiga, se inspirava diretamente na natureza. Mas, enquanto os antigos tiveram muitos mestres para imitar, eles precisaram reinventar. "Nós", diz Alberti, incluindo-se no grupo, "descobrimos artes e ciências jamais ouvidas e vistas." Outro teórico define esses inventores como "mestres de artes mistas e de engenho". Artes, na Florença da época, eram as corporações de artesãos e comerciantes que governavam a cidade desde o século XIV. Além delas, com maior prestígio (se não com maior poder) havia as artes liberais, que se aprendiam pelos livros e não pela experiência prática. Os "mestres de artes mistas" não eram uma coisa nem outra. Já não se identificavam com o saber artesanal de pai para filho; tampouco com o saber escolar dos acadêmicos. Buscavam conhecimentos empíricos, quando necessário (engenharia, fundição dos metais, fabricação de cores), embora não se restringissem a nenhuma das profissões tradicionais. Em sua maioria, não liam latim, mas dispunham de tratados de ótica e de geometria traduzidos e consultavam cientistas e matemáticos sempre que fosse preciso. Eram leitores vorazes da nova literatura em vulgar (Dante, Petrarca, Boccaccio) e estudavam história. A cultura deles se definia em função dos projetos em que estavam envolvidos − uma igreja, um monumento, um quadro. Enfim, não eram nem artesãos nem filósofos. Pela primeira vez na história, eram artistas.
(Adaptado de: Lorenzo Mammi. Bravo!, 191, julho de 2013, p. 16-21)   1
Conclui-se corretamente do texto:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1182558 Português
Figuras históricas perdem seus contornos quando se tornam valores absolutos e até sua própria existência chega a ser posta em dúvida. Caso exemplar é o de William Shakespeare, cuja importância cresceu tanto que, a partir do século XVIII, começou-se a questionar se ele era realmente o autor de seus dramas. Algo semelhante aconteceu com o Renascimento. De início, o termo indicava a arte produzida na Itália entre os séculos XV e XVI, exemplar para todos os artistas que se seguiram. Em meados do XIX, quando começava a perder força como paradigma estético, assumiu um significado muito mais amplo e indeterminado. Historiadores, como Jules Michelet (1855) e o suíço Jacob Burckhardt (1860), defendem suas teorias, mas a periodização encontra dificuldades. Os limites de um período histórico costumam ser marcados por fatos concretos, de datação consensual. Em arte, as transições são muito mais fluidas. Com Renascimento e renascimentos na arte ocidental (1957) o historiador da arte alemão Erwin Panofsky tentou pôr ordem nessa proliferação de renascenças: o que distingue o Renascimento italiano das retomadas anteriores, segundo ele, é a consciência de que o antigo já não existe, da necessidade de recriá-lo. Afinal, o que faz da arte italiana dos séculos XV e XVI algo tão especial? Leon Battista Alberti, o teórico mais importante da primeira fase do Renascimento, identifica por nome, no prólogo de seu tratado Da pintura (1436), um grupo bem pequeno de artistas, todos florentinos. Foram eles, segundo o teórico, que fizeram reviver uma arte que, como a antiga, se inspirava diretamente na natureza. Mas, enquanto os antigos tiveram muitos mestres para imitar, eles precisaram reinventar. "Nós", diz Alberti, incluindo-se no grupo, "descobrimos artes e ciências jamais ouvidas e vistas." Outro teórico define esses inventores como "mestres de artes mistas e de engenho". Artes, na Florença da época, eram as corporações de artesãos e comerciantes que governavam a cidade desde o século XIV. Além delas, com maior prestígio (se não com maior poder) havia as artes liberais, que se aprendiam pelos livros e não pela experiência prática. Os "mestres de artes mistas" não eram uma coisa nem outra. Já não se identificavam com o saber artesanal de pai para filho; tampouco com o saber escolar dos acadêmicos. Buscavam conhecimentos empíricos, quando necessário (engenharia, fundição dos metais, fabricação de cores), embora não se restringissem a nenhuma das profissões tradicionais. Em sua maioria, não liam latim, mas dispunham de tratados de ótica e de geometria traduzidos e consultavam cientistas e matemáticos sempre que fosse preciso. Eram leitores vorazes da nova literatura em vulgar (Dante, Petrarca, Boccaccio) e estudavam história. A cultura deles se definia em função dos projetos em que estavam envolvidos − uma igreja, um monumento, um quadro. Enfim, não eram nem artesãos nem filósofos. Pela primeira vez na história, eram artistas.
(Adaptado de: Lorenzo Mammi. Bravo!, 191, julho de 2013, p. 16-21)   1
Identifica-se relação de causa e consequência entre os seguintes fatos apontados no texto:
Alternativas
Q962150 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

Consoante à Resolução n.º 111/2010 do CNJ, julgue o seguinte item.


Compete ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário avaliar os resultados de projetos e ações de capacitação e qualificação de servidores do Poder Judiciário, sem prejuízo da atuação do CNJ, na condição de órgão de controle administrativo do Poder Judiciário.

Alternativas
Q962149 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

Consoante à Resolução n.º 111/2010 do CNJ, julgue o seguinte item.


Compete ao CNJ, que atua por meio do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário, em conjunto com os Tribunais de Justiça, a promoção e a coordenação da educação corporativa dos servidores do Poder Judiciário, assim como a otimização dos serviços judiciais.

Alternativas
Q962148 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

Consoante à Resolução n.º 111/2010 do CNJ, julgue o seguinte item.


A coordenação das atividades desenvolvidas pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário é de competência do Plenário do CNJ.

Alternativas
Q962147 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

Consoante à Resolução n.º 111/2010 do CNJ, julgue o seguinte item.


As competências atribuídas ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário são taxativas.

Alternativas
Q962146 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

Consoante à Resolução n.º 111/2010 do CNJ, julgue o seguinte item.


O Programa Integrar, ferramenta de atuação na coordenação e promoção da educação corporativa dos servidores do Poder Judiciário, permite a atuação conjunta de equipes multidisciplinares formadas por magistrados e servidores devidamente qualificados para o atendimento dos objetivos do programa.

Alternativas
Q962145 Direito Constitucional

Acerca de ética e trabalho, julgue o item subsequente.


A Constituição Federal de 1988 fixou os princípios da administração pública e impôs, explicitamente, a todos os servidores públicos um conjunto de normas morais que inclui o comportamento ético inclusive fora do cargo.

Alternativas
Q962144 Ética na Administração Pública

Acerca de ética e trabalho, julgue o item subsequente.


Um dos dilemas dos servidores na escala inferior de uma organização é o fato de terem de compensar, muitas vezes sem dispor de todos os meios necessários, os efeitos e a carência da lógica de mercado.

Alternativas
Q962143 Ética na Administração Pública

Acerca de ética e trabalho, julgue o item subsequente.


A comissão de ética dos órgãos e entidades da administração pública tem por finalidade orientar e aconselhar sobre ética profissional e, nos casos necessários, aplicar a pena de censura.

Alternativas
Q962142 Ética na Administração Pública

Acerca de ética e trabalho, julgue o item subsequente.


No mundo do trabalho, frequentemente não se percebe a origem cultural dos valores éticos, do senso e da consciência moral que impõe um tipo de conduta ao profissional, podendo falar-se mesmo em uma atuação ideológica no que se refere à naturalização dos valores.

Alternativas
Q962141 Pedagogia

No que se refere às novas tecnologias aplicadas à educação, às plataformas de aprendizagem virtuais e à avaliação educacional, julgue o próximo item.


O emprego de novas tecnologias para a educação a distância (EAD) só foi efetivamente regulamentado com a edição da Lei n.º 9.394/1996, que determina ao poder público o incentivo ao desenvolvimento e à veiculação de programas de EAD, em todos os níveis e modalidades de ensino.

Alternativas
Respostas
5181: C
5182: C
5183: E
5184: E
5185: B
5186: A
5187: A
5188: C
5189: D
5190: B
5191: C
5192: C
5193: E
5194: E
5195: C
5196: E
5197: C
5198: C
5199: C
5200: E