Questões de Concurso
Para arquiteto urbanista
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No conjunto de desenhos de um Projeto de Arquitetura, a planta que contém os eixos do projeto e a amarração desses eixos a um ponto de referência é a(o):
O acompanhamento físico-financeiro de obras é feito através de ferramentas de trabalho, como o cronograma de Gantt e o sistema Pert.
Assim sendo, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) Para a organização de um cronograma físico-financeiro, é necessário conhecer a quantidade dos diversos serviços; coeficientes de produção; equipamentos a serem utilizados; disponibilidades financeiras; metodização dos trabalhos e caminho crítico.
( ) O Pert é um instrumento importante no campo de ação do planejamento, da programação e do controle de projetos complexos.
( ) Para a organização de um cronograma físico-financeiro, é necessário conhecer a quantidade dos diversos serviços, os equipamentos a serem utilizados, dispensando-se a metodização dos trabalhos e o caminho crítico.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) A aresta superior, em um telhado de uma água, denomina-se beiral e a inferior, cumeeira.
( ) Em um telhado de uma água, a aresta superior denomina-se cumeeira e a inferior, calha pluvial.
( ) Terça é uma viga intermediária, perpendicular à cumeeira, que sustenta e impede a flexão dos caibros.
( ) Lambrequim são tiras corridas de metal ou madeira com as bordas rendilhadas ou tábuas recortadas que ornamentam os beirais.
( ) A infiltração de águas pluviais ou outras decorrentes de vazamentos provocam o apodrecimento de peças da cobertura e favorecem a proliferação de agentes patológicos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Assinale V nos itens verdadeiros e F, aos falsos.
Conforme o Art. 27 da Lei nº 8666/93, para a habilitação nas licitações, exigir-se-á dos interessados documentação relativa
( ) à habilitação jurídica e qualificação técnica, já que regularidade fiscal e trabalhista são menos importantes.
( ) à qualificação econômico-financeira e regularidade fiscal e trabalhista, visto que a habilitação jurídica não tem relevância significativa.
( ) ao cumprimento do disposto no inciso XXXIII do Art. 7o da Constituição Federal unicamente.
( ) à habilitação jurídica, qualificação técnica, qualificação econômico-financeira, regularidade fiscal e trabalhista e cumprimento do disposto no inciso XXXIII do Art. 7o da Constituição Federal.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
São exemplos de redes sociais na Internet:
No MS Excel 2003, considere a seguinte planilha:
O resultado da fórmula aplicada em B1 é:
Considerando a tabela a seguir:
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O valor da soma dos elementos da 45ª linha é:
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Por mais de dois mil anos, segundo o filósofo inglês Roger Scruton, a Arte serviu como remédio para os problemas da sociedade, uma maneira tanto de relatar como de escapar da infelicidade da vida cotidiana; atualmente, em vez disso, a beleza foi posta de lado e a Arte não serve de refúgio, mas dá suporte ao egoísmo dos nossos dias. Roger Scruton aponta o culto à feiúra e o pragmatismo como as principais causas do problema.
......................................................................................................
No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.
A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana”.
Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil”, mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.
A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática”, não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?
(BARRETO, André Asso. Rev. : agosto de 2012, p. 27-29.)
Preserva-se o acento grave no “a” – em “[...] levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão.” (§ 3) – caso se reescreva “à total confusão” como se propõe em:
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Por mais de dois mil anos, segundo o filósofo inglês Roger Scruton, a Arte serviu como remédio para os problemas da sociedade, uma maneira tanto de relatar como de escapar da infelicidade da vida cotidiana; atualmente, em vez disso, a beleza foi posta de lado e a Arte não serve de refúgio, mas dá suporte ao egoísmo dos nossos dias. Roger Scruton aponta o culto à feiúra e o pragmatismo como as principais causas do problema.
......................................................................................................
No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.
A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana”.
Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil”, mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.
A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática”, não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?
(BARRETO, André Asso. Rev. : agosto de 2012, p. 27-29.)
Altera-se o sentido de: “[...] em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, EMBORA não tenham ‘utilidade prática’, não perdem seu valor [...]” (§ 5), com a substituição da conjunção destacado por:
A ideia que sustenta o uso do BIM, na indústria da Arquitetura, Engenharia e Construção, se apoia nos conceitos de parametrização, interoperabilidade e na colaboração entre os diversos profissionais deste setor. Para que se tenha uma boa interoperabilidade, é de fundamental importância a implementação de um padrão de protoloco internacional de trocas de dados nos aplicativos e nos processos do projeto. O principal protocolo usado é:
Em 2011, no V Encontro de Tecnologia da Informação na Construção, ocorrido em Salvador, com o título BIM-Modelando a Construção do Futuro, o BIM foi traduzido por Toledo como Modelagem da Informação na Construção. O BIM consiste numa representação digital inteligente de dados, usada para criar e armazenar informações do modelo do edifício. Assim, Ruschel e outros teóricos têm definindo BIM como:
I. Produto
II. Ferramenta
III. Processo
Escolha a alternativa correta:
A evolução da tecnologia de Modelagem da Informação na Construção (BIM) vem sendo caracterizada em estágios designados por autores como Succar, Tobin e Ruschel como: BIM 1.0, BIM 2.0 e BIM 3.0. De acordo com os autores, escolha a alternativa correta:
I. BIM 1.0 - a tecnologia é utilizada mais como ferramenta do que como um processo e uma estrutura conceitual de trabalho. O processo é ainda individualizado, restrito ao projetista, sem o envolvimento e colaboração de profissionais de outras disciplinas.
II. BIM 2.0 - a tecnologia é expandida a várias disciplinas, áreas de conhecimento e profissionais. Com isso, a interoperabilidade e a cooperação tornam-se essenciais no processo, de modo a permitir a correta troca de informações entre os envolvidos.
III. BIM 3.0 - a tecnologia seria utilizada de modo a permitir uma prática integrada do processo de projeto. Essa prática deve ser baseada em uma imersão simultânea dos diversos participantes do processo de projeto em um modelo virtual do empreendimento. Os aspectos e soluções do projeto seriam discutidos em tempo real.
Escolha as alternativas corretas:
No âmbito da Modelagem da Informação na Construção, segundo autores como Chuck Eastman, a “escalabilidade” consiste em:
I. Problema relacionado à modelagem paramétrica, encontrado quando um modelo fica muito grande para processamento.
II. Relaciona-se com fatores como o tamanho dado do edifício e o nível de detalhe do modelo.
III. Capacidade inerente às ferramentas para modelagem de informação na construção de variar automaticamente o nível de detalhe do modelo em representações 2D em acordo com a escala adotada de desenho.
Escolha as alternativas corretas:
Sobre as competências dos entes federativos a respeito da política urbana e ambiental:
I. Segundo repartição de competências entre os entes federativos brasileiros, compete aos municípios promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano.
II. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas.
III. Ao município compete instituir as normas de uso e ocupação do solo em toda a área pertencente ao perímetro urbano, inclusive aquelas delimitadas como Unidades de Conservação.
Sobre os parâmetros de controle da ocupação do solo urbano, é correto afirmar:
Sobre Sistema de Informação Geográfica SIG, assinale a alternativa verdadeira:
Sobre os processo de regularização fundiária de assentamentos informais, assinale a alternativa falsa:
Sobre Plano Diretor e Regulação Urbanística, assinale a alternativa falsa:
Sobre projeto de urbanismo, assinale a alternativa falsa:
Sobre os instrumentos da política ambiental brasileira, assinale a alternativa verdadeira: