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Q4290066 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


A Bola


        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 


        – Como é que liga? – perguntou.


        – Como, como é que liga? Não se liga.


        O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.


        – Não precisa manual de instrução.


        – O que é que ela faz?


        – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.


        – O quê?


        – Controla, chuta…


        – Ah, então é uma bola.


        – Claro que é uma bola.


        – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.


        – Você pensou que fosse o quê?


        – Nada, não.


        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.


        – Filho, olha.


        O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q4290065 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


A Bola


        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 


        – Como é que liga? – perguntou.


        – Como, como é que liga? Não se liga.


        O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.


        – Não precisa manual de instrução.


        – O que é que ela faz?


        – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.


        – O quê?


        – Controla, chuta…


        – Ah, então é uma bola.


        – Claro que é uma bola.


        – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.


        – Você pensou que fosse o quê?


        – Nada, não.


        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.


        – Filho, olha.


        O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Na passagem “O garoto agradeceu, disse ‘Legal’ de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame.” (17° parágrafo), o pronome “o” (em destaque) está substituindo o termo:
Alternativas
Q4290064 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


A Bola


        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 


        – Como é que liga? – perguntou.


        – Como, como é que liga? Não se liga.


        O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.


        – Não precisa manual de instrução.


        – O que é que ela faz?


        – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.


        – O quê?


        – Controla, chuta…


        – Ah, então é uma bola.


        – Claro que é uma bola.


        – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.


        – Você pensou que fosse o quê?


        – Nada, não.


        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.


        – Filho, olha.


        O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase construída a partir do texto obedece à norma-padrão de regência nominal.
Alternativas
Q4290063 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


A Bola


        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 


        – Como é que liga? – perguntou.


        – Como, como é que liga? Não se liga.


        O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.


        – Não precisa manual de instrução.


        – O que é que ela faz?


        – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.


        – O quê?


        – Controla, chuta…


        – Ah, então é uma bola.


        – Claro que é uma bola.


        – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.


        – Você pensou que fosse o quê?


        – Nada, não.


        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.


        – Filho, olha.


        O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase construída a partir do texto obedece à norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4290062 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


A Bola


        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 


        – Como é que liga? – perguntou.


        – Como, como é que liga? Não se liga.


        O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.


        – Não precisa manual de instrução.


        – O que é que ela faz?


        – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.


        – O quê?


        – Controla, chuta…


        – Ah, então é uma bola.


        – Claro que é uma bola.


        – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.


        – Você pensou que fosse o quê?


        – Nada, não.


        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.


        – Filho, olha.


        O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Considerando o que se menciona no 6o parágrafo: “O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros”, assinale a alternativa que melhor explica o porquê de o narrador fazer essa afirmação.
Alternativas
Q4290061 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
No trecho “os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz.” (6° parágrafo), a palavra em destaque expressa a ideia de
Alternativas
Q4290060 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
No trecho “No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.” (4° parágrafo), a vírgula foi utilizada para
Alternativas
Q4290059 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
Está em sentido figurado a expressão destacada em:
Alternativas
Q4290058 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
No trecho “ter que arcar com um custo maior de vida”, a palavra arcar significa
Alternativas
Q4290057 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
•  problemas de saúde física – 45%;
•  obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
•  adoecimento mental – 32%;
•  perda de renda – 17%;
•  perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
De acordo com a pesquisa relatada na notícia, é correto afirmar que
Alternativas
Q4227009 Direito Administrativo
No julgamento do processo disciplinar, a autoridade competente verificou que a comissão processante enquadrou a infração em determinado dispositivo legal, mas concluiu que outro enquadramento jurídico seria mais adequado aos fatos apurados. Com base no Estatuto Jurídico Disciplinar do Município, a autoridade: 
Alternativas
Q4227008 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Em relação aos impedimentos para integrar comissão de processo disciplinar, segundo o Estatuto Jurídico Disciplinar do Município, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4227007 Legislação Federal
Durante a investigação de um caso de violência doméstica, a vítima foi ouvida várias vezes por diferentes órgãos, tendo de repetir os mesmos fatos e responder a perguntas sobre sua vida pessoal. À luz da Lei Maria da Penha, essa situação: 
Alternativas
Q4227006 Legislação Federal
Após o fim do relacionamento, Marcelo passou a divulgar informações íntimas de sua ex-companheira para constrangê-la perante amigos e familiares, além de monitorar constantemente suas redes sociais e controlar suas atividades por meio de perfis falsos. Em nenhum momento houve agressão física. Considerando a Lei Maria da Penha, a conduta descrita caracteriza:
Alternativas
Q4227005 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Uma equipe médica suspeitou que uma paciente idosa era vítima de violência doméstica. Como não havia confirmação definitiva, decidiu não comunicar o fato aos órgãos competentes. À luz do Estatuto da Pessoa Idosa, a conduta da equipe foi:
Alternativas
Q4227004 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Uma operadora de plano de saúde aumentou a mensalidade de um cliente quando ele completou 65 anos, tendo como motivo sua idade. Com base no Estatuto da Pessoa Idosa, essa prática: 
Alternativas
Q4227003 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência, nos editais de compra de livros destinados ao abastecimento de bibliotecas públicas, o poder público deverá adotar cláusulas de impedimento à participação de editoras que não ofertem sua produção:
Alternativas
Q4227002 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, os recursos de acessibilidade previstos para os serviços de radiodifusão de sons e imagens incluem a subtitulação por meio de legenda oculta, janela com intérprete de Libras e 
Alternativas
Q4227001 Legislação Federal
Conforme a Lei da Reforma Psiquiátrica, a quem é atribuída a responsabilidade pelo desenvolvimento da política de saúde mental e pela promoção de ações de saúde destinadas às pessoas com transtornos mentais?
Alternativas
Q4227000 Psiquiatria
A Lei da Reforma Psiquiátrica estabelece que a internação psiquiátrica somente será indicada quando:
Alternativas
Respostas
21: A
22: D
23: D
24: E
25: B
26: A
27: C
28: B
29: B
30: E
31: D
32: B
33: C
34: A
35: C
36: B
37: D
38: A
39: B
40: C