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Q3572917 Radiologia
A anatomia demonstrada, posicionamentos e uma exposição adequada são os critérios de avaliações mais exigidos para um bom resultado de exame radiológico. Assinale a alternativa que apresenta a anatomia demonstrada na incidência de AP axial do sacro. 
Alternativas
Q3572916 Radiologia
O seguimento do “cachorro terrível” deve ser visível em qual posicionamento radiológico? 
Alternativas
Q3572915 Radiologia
Como os músculos e os ossos devem se combinar para permitir o movimento corporal, estes dois sistemas são ocasionalmente referidos como o sistema locomotor. O esqueleto adulto é dividido em esqueleto axial e esqueleto apendicular. Assinale a alternativa que corresponde com o método de posicionamento radiológico do esqueleto apendicular. 
Alternativas
Q3572914 Radiologia
O sistema nervoso é composto por cérebro, coluna, nervos, gânglios e órgãos sensoriais especiais, tais como os olhos e os ouvidos. Assinale a alternativa relacionada a sua função. 
Alternativas
Q3572913 Radiologia
Os contrastes são substâncias químicas que têm a função de realçar áreas específicas do corpo, delimitando e diferenciando tecidos normais de lesões ou processos inflamatórios. Assinale a alternativa que corresponde ao contraste utilizado no sistema digestório em caso de fístula. 
Alternativas
Q3571992 Legislação Municipal
De acordo com o artigo 166 da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3571986 Matemática
Uma pessoa iniciou um projeto para realizar caminhadas todos os dias. No primeiro dia, ela caminhou por 20 min e nos demais dias aumentou o tempo de caminhada em 2 min a mais que no dia anterior. Sabendo que a meta inicial foi de chegar ao tempo de 2 horas de caminhada por dia, em quantos dias após iniciar seu projeto ela alcançará a meta estabelecida? 
Alternativas
Q3571983 Raciocínio Lógico
Considere a proposição “Se João estuda muito então ficará aprovado em um concurso”. Assinale a alternativa que contém a negação dessa proposição. 
Alternativas
Q3571980 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido.
“Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de ‘metas de inflação’”. 
Alternativas
Q3571976 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
“Matar dois coelhos” é uma expressão 
Alternativas
Q3570521 Radiologia
Sobre a formação da imagem radiológica, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3570520 Radiologia
Sobre os meios de contraste radiológicos, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3570519 Radiologia
Assinale a alternativa CORRETA sobre a anatomia torácica.
Alternativas
Q3570518 Radiologia
Considerando o extravasamento dos meios de contraste, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3570517 Radiologia
Para o cálculo de blindagem em instalações radioativas, são consideradas barreiras primárias aquelas atingidas diretamente pelo feixe de radiação, enquanto as barreiras secundárias são compostas pela radiação de fuga do tubo e pela radiação espalhada. Sendo assim, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3570516 Radiologia
Com o objetivo de aumentar o contraste da imagem radiológica e reduzir a dose no paciente, o feixe de raios-x deve ser devidamente colimado. Um dispositivo utilizado com essa finalidade é o colimador: um diafragma de abertura que restringe o feixe é posicionado entre os tubos de raios-x e o paciente, constituído de uma folha de chumbo com um orifício retangular ou circular de tamanho adequado, podendo também ser constituído de quatro lâminas que podem se mover uma em relação à outra, permitindo assim uma colimação mais adequada. Os colimadores usualmente são acompanhados de dispositivos ópticos que produzem um campo de luz para simular o campo de raios-x. Esse campo de luz projetado sobre o paciente permite determinar o melhor posicionamento para que o feixe de radiação atinja perfeitamente o órgão a ser avaliado. Dessa forma, para um tipo de exame radiológico, deve-se ajustar o menor campo de luz possível. Com a utilização do colimador, pode-se garantir
Alternativas
Q3570515 Radiologia
A adequada compressão da mama, na realização das incidências mamográficas, é essencial para
Alternativas
Q3570514 Radiologia
Considerando a densitometria óssea (DO) e os princípios técnicos, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3570513 Radiologia
Sobre os princípios de radioproteção e os efeitos biológicos da radiação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3570512 Radiologia
Entre as alternativas a seguir, assinale a que apresenta as energias necessárias para a aquisição da imagem de ressonância magnética.
Alternativas
Respostas
5481: C
5482: A
5483: B
5484: A
5485: C
5486: A
5487: A
5488: A
5489: C
5490: B
5491: C
5492: D
5493: A
5494: D
5495: B
5496: A
5497: E
5498: C
5499: E
5500: B