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Q3654276 Técnicas em Laboratório
A técnica de Reação em Cadeia da Polimerase (PCR - Polymerase Chain Reaction) é um método laboratorial que permite a replicação de uma sequência de DNA em laboratório, criando milhares ou milhões de cópias desse segmento.
Organize as etapas realizadas na técnica de PCR, enumerando-as abaixo:

( ) Quando a mistura resfria-se, oligonucleotídeos iniciadores sintetizados artificialmente ligam-se ao DNA fita simples.
( ) O processo é repetido, duplicando a quantidade de DNA.
( ) Uma molécula de DNA com uma sequência alvo a ser copiada é aquecida a 90° C a fim de desnaturá-la.
( ) Pela repetição do processo, muitas cópias do DNA original podem ser produzidos em um curto período de tempo
( ) dNTPs e uma DNA-polimerase resistente ao calor são adicionados para a síntese das duas novas fitas de DNA.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q3654275 Química
Um técnico em laboratório precisa preparar uma solução de ácido clorídrico a 0,5 mol/L a partir da diluição de uma solução pronta de 200 mL cuja concentração é de 2,5 mol/L. Qual o volume de água que deve ser adicionado? 
Alternativas
Q3654274 Biologia
Aminoácidos essenciais são caracterizados por serem indispensáveis ao organismo, que por sua vez não possui a capacidade de sintetizá-los, devendo indispensavelmente serem obtidos através da alimentação, enquanto os aminoácidos não essenciais são sintetizados pelo organismo.
Marque a alternativa que indica corretamente um aminoácido essencial: 
Alternativas
Q3654273 Medicina
A trombose venosa (TVP) é uma doença grave com grande risco de vida para o paciente acometido. Dessa forma, inicia-se o tratamento com anticoagulantes, tão logo o diagnóstico de TVP seja confirmado. Existem duas vias de tratamento: o padrão, por meio de heparinas e varfarina; e o tratamento através de anticoagulantes orais diretos, como a dabigatrana, rivaroxabana e edoxabana.
Apesar da sua eficácia, o uso da varfarina é limitado por: 
Alternativas
Q3654272 Técnicas em Laboratório
São causas de inaptidão definitiva para a doação de sangue, EXCETO: 
Alternativas
Q3654271 Química
Qual a concentração em g/L de uma solução de nitrato de prata, cujo 15 g deste sal foi dissolvido em 600 mL de água?
(Massas atômicas: Ag = 107; N = 14; O = 16)
Alternativas
Q3654270 Técnicas em Laboratório
Associe os tipos de resíduos com a sua respectiva classe de acordo com a RDC nº 222/2018, a seguir:

1 – Grupo A
2 – Grupo B
3 – Grupo C
4 – Grupo D
5 – Grupo E

( ) Resto alimentar de refeitório.
( ) Medicamentos vencidos.
( ) Rejeito de serviços de radioterapia.
( ) Ampolas de vidro.
( ) Peças anatômicas.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q3654269 Veterinária
A toxoplasmose é uma doença causada pelo Toxoplasma gondii, cuja infecção é muito frequente em várias espécies de animais (mamíferos e aves). Nos recém-nascidos, a forma mais grave da doença é encontrada e caracterizada por lesões necróticas e inflamatórias, com altas taxas de mortalidade. A doença apresenta quadro grave de evolução em imunossuprimidos, transplantados, pacientes em tratamento quimioterápico e portadores do vírus HIV.
O agente causador da toxoplasmose é um(a): 
Alternativas
Q3654268 Veterinária
A técnica bem-sucedida de vacinação contra a varíola realizada por Edward Jenner em 1796 é considerada como um marco para o surgimento da Imunologia como ciência. É inegável o sucesso atingido pelas campanhas de vacinação como uma importante medida profilática responsável por erradicar – totalmente ou quase completamente – diversas doenças infecciosas.

Sobre as vacinas, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as seguintes afirmativas:
( ) O sucesso da vacinação na erradicação da doença infecciosa não depende de várias propriedades dos microrganismos.
( ) A maioria das vacinas atualmente em uso atua induzindo imunidade humoral.
( ) É difícil vacinar efetivamente contra microrganismos como o HIV, que estabelece infecção latente e é altamente variável.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q3654267 Técnicas em Laboratório
“A biossegurança é um campo essencial voltado para a proteção da ______ humana, animal e do meio ambiente contra os riscos associados à manipulação de agentes biológicos potencialmente ________. Com o avanço constante da biotecnologia e a crescente complexidade dos ambientes laboratoriais, a adoção de práticas rigorosas de biossegurança se torna ainda mais ______. Este campo abrange uma série de práticas, procedimentos e regulamentações que visam prevenir ________ e garantir a gestão adequada dos riscos biológicos.”

A alternativa cuja palavras completam adequadamente as lacunas presentes no texto é: 
Alternativas
Q3654266 Técnicas em Laboratório
São fatores que influenciam na qualidade dos ensaios:

I - Coleta do sangue em tubo apropriado.
II – Quadro clínico do paciente.
III - Técnica de separação do soro adequada.
IV - Padronização dos ensaios técnicos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3654265 Biologia
Embora haja uma grande complexidade e variedade no que diz respeito às células, estas são divididas em dois grandes grupos: procarióticas e eucarióticas.
Em relação aos eucariotos, a alternativa correta que o caracteriza é: 
Alternativas
Q3654084 Português
Quanto às palavras destacadas nas sentenças

I. Meus livros preferidos são os de suspense.
II. Ele desperdiçou o seu tempo com bobagens.
III. Este segredo deve ficar apenas entre nós.

pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3654083 Português
Identifique qual das sentenças a seguir está correta do ponto de vista ortográfico. 
Alternativas
Q3654082 Português
A ênclise é vetada apenas em: 
Alternativas
Q3654081 Português
Com quantos anos você descobriu que podia fazer tudo o que quisesse?
Nesta sentença, os verbos “descobriu” e “fazer” são: 
Alternativas
Q3654080 Português
A vírgula está corretamente empregada em: 
Alternativas
Q3654079 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Um coelho


        Todo mundo sabe: uma agência de publicidade comemorou a Páscoa oferecendo um coelho vivo a 20 personalidades do Rio de Janeiro. Mas o que ninguém sabe é que só depois da Páscoa o meu coelho conseguiu me encontrar.


         Dentro de uma gaiola, o coelho era pesado e assustadiço. Chamava-se Osvaldo — Osvaldo Coelho. No primeiro dia fiquei algumas horas com aquele bicho orelhudo à minha mercê, num restaurante. Providenciei cenouras para Osvaldo e pensei que não havia novidade alguma em tudo aquilo, pois até Hollywood já havia feito um filme mostrando um coelho num bar. O filme era Meu amigo Harvey e James Stewart, o protagonista.


         Quando chegou a madrugada conduzi Osvaldo para o meu lar. Apresentei-lhe o meu melhor amigo, Nelsinho Mota, que é um passarinho inteligente e terno, mas Osvaldo teve medo de Nelsinho e vice-versa. Decidi, então, que a cada um caberia um aposento especial. Nelsinho ficaria na sala e Osvaldo no escritório. [...]


         Minha cozinheira foi a primeira pessoa a perceber o absurdo da situação. Não se pode viver com um coelho dentro de um apartamento — disse ela. “Azar, azia, azeite”, respondi. “Não se pode viver de maneira alguma. O coelho é apenas uma demonstração particularmente cruel dessa evidência”.


          Passaram-se dois dias: simplesmente fiquei dois dias sem voltar para casa, na esperança de que o coelho e a cozinheira entrassem em algum acordo. Mas o lar é uma coisa a que estamos tão habituados que sempre acabamos voltando a ele. Voltei fatigado, deitei me, e na manhã seguinte me pus a assoviar enquanto aparava a barba. Ao café, a cozinheira disse:


         — E o coelho?


     — Não sei. Não tenho jogado no bicho


       — Estou falando é no nosso coelho. (Ela disse “nosso” coelho! O malandro já pertencia à minha família).


       — Ah... O Osvaldo? — disse eu. — Façamos o seguinte: passemos a navalha no pescoço dele e jantemos civet de lapin! Coelho esquartejado!


     — É pecado comer bicho que tem nome cristão — sentenciou ela. E estava certíssima: a minha saudosa galinha, Amélia, morreu de velha; ninguém ousou prepará-la ao molho pardo.


     Eis senão quando o próprio Osvaldo tomou uma atitude singular. Depois de roer a gaiola e de devorar o Canto número dois, de Lautreamont — deixando intacto o Canto número um, que está impresso nas páginas anteriores — ele se esgueirou pelo corredor e, na sala, ficou ouvindo a nossa conversa. Aliás, o nosso silêncio: quando o vimos, a cozinheira e eu nos calamos. Eu, principalmente, estava encabuladíssimo, pois acabava de sugerir uma navalhada no pescoço dele.


        A intuição feminina prevaleceria. A cozinheira mais que depressa abriu a porta da rua e sorriu maliciosamente na minha direção. O coelho, com as orelhas eretas, contemplou longamente a liberdade. Depois, por sua vez, se precipitou para fora.


      Fechamos a porta e suspiramos. O mais e o menos outra vez se equilibravam em nossas vidas: menos um problema, mais um remorso.


OLIVEIRA, J. C. Domingo. In: Caderno B, Jornal do Brasil. Rio de

Janeiro, 1969. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16674/um-coelho>. 

Em “Apresentei-lhe o meu melhor amigo”, o pronome oblíquo átono atua como: 
Alternativas
Q3654078 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Um coelho


        Todo mundo sabe: uma agência de publicidade comemorou a Páscoa oferecendo um coelho vivo a 20 personalidades do Rio de Janeiro. Mas o que ninguém sabe é que só depois da Páscoa o meu coelho conseguiu me encontrar.


         Dentro de uma gaiola, o coelho era pesado e assustadiço. Chamava-se Osvaldo — Osvaldo Coelho. No primeiro dia fiquei algumas horas com aquele bicho orelhudo à minha mercê, num restaurante. Providenciei cenouras para Osvaldo e pensei que não havia novidade alguma em tudo aquilo, pois até Hollywood já havia feito um filme mostrando um coelho num bar. O filme era Meu amigo Harvey e James Stewart, o protagonista.


         Quando chegou a madrugada conduzi Osvaldo para o meu lar. Apresentei-lhe o meu melhor amigo, Nelsinho Mota, que é um passarinho inteligente e terno, mas Osvaldo teve medo de Nelsinho e vice-versa. Decidi, então, que a cada um caberia um aposento especial. Nelsinho ficaria na sala e Osvaldo no escritório. [...]


         Minha cozinheira foi a primeira pessoa a perceber o absurdo da situação. Não se pode viver com um coelho dentro de um apartamento — disse ela. “Azar, azia, azeite”, respondi. “Não se pode viver de maneira alguma. O coelho é apenas uma demonstração particularmente cruel dessa evidência”.


          Passaram-se dois dias: simplesmente fiquei dois dias sem voltar para casa, na esperança de que o coelho e a cozinheira entrassem em algum acordo. Mas o lar é uma coisa a que estamos tão habituados que sempre acabamos voltando a ele. Voltei fatigado, deitei me, e na manhã seguinte me pus a assoviar enquanto aparava a barba. Ao café, a cozinheira disse:


         — E o coelho?


     — Não sei. Não tenho jogado no bicho


       — Estou falando é no nosso coelho. (Ela disse “nosso” coelho! O malandro já pertencia à minha família).


       — Ah... O Osvaldo? — disse eu. — Façamos o seguinte: passemos a navalha no pescoço dele e jantemos civet de lapin! Coelho esquartejado!


     — É pecado comer bicho que tem nome cristão — sentenciou ela. E estava certíssima: a minha saudosa galinha, Amélia, morreu de velha; ninguém ousou prepará-la ao molho pardo.


     Eis senão quando o próprio Osvaldo tomou uma atitude singular. Depois de roer a gaiola e de devorar o Canto número dois, de Lautreamont — deixando intacto o Canto número um, que está impresso nas páginas anteriores — ele se esgueirou pelo corredor e, na sala, ficou ouvindo a nossa conversa. Aliás, o nosso silêncio: quando o vimos, a cozinheira e eu nos calamos. Eu, principalmente, estava encabuladíssimo, pois acabava de sugerir uma navalhada no pescoço dele.


        A intuição feminina prevaleceria. A cozinheira mais que depressa abriu a porta da rua e sorriu maliciosamente na minha direção. O coelho, com as orelhas eretas, contemplou longamente a liberdade. Depois, por sua vez, se precipitou para fora.


      Fechamos a porta e suspiramos. O mais e o menos outra vez se equilibravam em nossas vidas: menos um problema, mais um remorso.


OLIVEIRA, J. C. Domingo. In: Caderno B, Jornal do Brasil. Rio de

Janeiro, 1969. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16674/um-coelho>. 

A construção em destaque no trecho “Mas o lar é uma coisa a que estamos tão habituados que sempre acabamos voltando a ele” apresenta, em relação à oração anterior, uma consequência. Portanto, trata-se de uma oração subordinada adverbial: 
Alternativas
Q3654077 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Um coelho


        Todo mundo sabe: uma agência de publicidade comemorou a Páscoa oferecendo um coelho vivo a 20 personalidades do Rio de Janeiro. Mas o que ninguém sabe é que só depois da Páscoa o meu coelho conseguiu me encontrar.


         Dentro de uma gaiola, o coelho era pesado e assustadiço. Chamava-se Osvaldo — Osvaldo Coelho. No primeiro dia fiquei algumas horas com aquele bicho orelhudo à minha mercê, num restaurante. Providenciei cenouras para Osvaldo e pensei que não havia novidade alguma em tudo aquilo, pois até Hollywood já havia feito um filme mostrando um coelho num bar. O filme era Meu amigo Harvey e James Stewart, o protagonista.


         Quando chegou a madrugada conduzi Osvaldo para o meu lar. Apresentei-lhe o meu melhor amigo, Nelsinho Mota, que é um passarinho inteligente e terno, mas Osvaldo teve medo de Nelsinho e vice-versa. Decidi, então, que a cada um caberia um aposento especial. Nelsinho ficaria na sala e Osvaldo no escritório. [...]


         Minha cozinheira foi a primeira pessoa a perceber o absurdo da situação. Não se pode viver com um coelho dentro de um apartamento — disse ela. “Azar, azia, azeite”, respondi. “Não se pode viver de maneira alguma. O coelho é apenas uma demonstração particularmente cruel dessa evidência”.


          Passaram-se dois dias: simplesmente fiquei dois dias sem voltar para casa, na esperança de que o coelho e a cozinheira entrassem em algum acordo. Mas o lar é uma coisa a que estamos tão habituados que sempre acabamos voltando a ele. Voltei fatigado, deitei me, e na manhã seguinte me pus a assoviar enquanto aparava a barba. Ao café, a cozinheira disse:


         — E o coelho?


     — Não sei. Não tenho jogado no bicho


       — Estou falando é no nosso coelho. (Ela disse “nosso” coelho! O malandro já pertencia à minha família).


       — Ah... O Osvaldo? — disse eu. — Façamos o seguinte: passemos a navalha no pescoço dele e jantemos civet de lapin! Coelho esquartejado!


     — É pecado comer bicho que tem nome cristão — sentenciou ela. E estava certíssima: a minha saudosa galinha, Amélia, morreu de velha; ninguém ousou prepará-la ao molho pardo.


     Eis senão quando o próprio Osvaldo tomou uma atitude singular. Depois de roer a gaiola e de devorar o Canto número dois, de Lautreamont — deixando intacto o Canto número um, que está impresso nas páginas anteriores — ele se esgueirou pelo corredor e, na sala, ficou ouvindo a nossa conversa. Aliás, o nosso silêncio: quando o vimos, a cozinheira e eu nos calamos. Eu, principalmente, estava encabuladíssimo, pois acabava de sugerir uma navalhada no pescoço dele.


        A intuição feminina prevaleceria. A cozinheira mais que depressa abriu a porta da rua e sorriu maliciosamente na minha direção. O coelho, com as orelhas eretas, contemplou longamente a liberdade. Depois, por sua vez, se precipitou para fora.


      Fechamos a porta e suspiramos. O mais e o menos outra vez se equilibravam em nossas vidas: menos um problema, mais um remorso.


OLIVEIRA, J. C. Domingo. In: Caderno B, Jornal do Brasil. Rio de

Janeiro, 1969. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16674/um-coelho>. 

O advérbio “maliciosamente”, em “A cozinheira mais que depressa abriu a porta da rua e sorriu maliciosamente na minha direção”, exprime uma noção de: 
Alternativas
Respostas
1701: C
1702: D
1703: B
1704: E
1705: A
1706: B
1707: E
1708: A
1709: D
1710: B
1711: C
1712: B
1713: C
1714: B
1715: A
1716: B
1717: C
1718: A
1719: C
1720: B