Foram encontradas 60.985 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4242384 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere o trecho a seguir.

“Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto.”

A expressão “Em seguida” exerce, nesse contexto, a função sintática de:
Alternativas
Q4242383 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere o trecho a seguir, extraído do texto de divulgação científica presente na prova:

“Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa (…).”

Assinale a alternativa correta em relação ao papel morfossintático e textual do termo destacado.
Alternativas
Q4242382 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere sintaticamente o trecho a seguir:
“Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos.”

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao trecho.

( ) O trecho classifica-se como uma frase nominal. Os particípios e o adjetivo caracterizam um referente recuperável na amplitude do texto e não em isolado.
( ) Os termos “por uns” e “por outros” exercem a função sintática de objetos diretos dos particípios de valor adjetivo que os antecedem.
( ) O fragmento apresenta sujeito indeterminado, identificado pela desinência verbal.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4242381 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere por completo esta parte do texto:

Fio Dental Vacinal

Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

Em uma revisão, qual aspecto merece maior cuidado para aprimorar a escrita e a cientificidade do texto?
Alternativas
Q4242380 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Após a leitura do texto, avalie as informações apresentadas e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4237664 Enfermagem
Durante a auditoria interna em uma Central de Material e Esterilização (CME) de uma unidade ambulatorial, a equipe de enfermagem identificou falhas relacionadas ao processamento de produtos para saúde, incluindo armazenamento inadequado, ausência de limpeza prévia e uso incorreto de métodos de desinfecção. O Enfermeiro responsável promoveu capacitação com a equipe técnica para reforçar conceitos relacionados à classificação dos artigos e aos métodos de processamento recomendados pela Anvisa. Considerando isso, correlacione corretamente os tipos de artigos e material da Coluna I com seu respectivo processamento indicado na Coluna II:

Coluna I:
1. Artigo crítico.
2. Artigo semicrítico.
3. Artigo não crítico.
4. Material com matéria orgânica visível


Coluna II:
(  ) Deve obrigatoriamente passar por limpeza antes de qualquer processo de desinfecção ou esterilização.
(  ) Requer esterilização, pois entra em contato com tecidos estéreis ou sistema vascular.
(  ) Pode receber desinfecção de baixo ou médio nível, pois entra em contato apenas com pele íntegra.
(  ) Necessita, no mínimo, desinfecção de alto nível, pois entra em contato com mucosas.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4237663 Saúde Pública
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um usuário em situação de rua procura atendimento devido a uma ferida infectada no membro inferior. A recepção informa que ele não possui comprovante de residência nem documento de identificação atualizado. Considerando os princípios do SUS e os direitos do usuário, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237662 Enfermagem
Em um atendimento domiciliar, um paciente com úlcera venosa apresenta curativo saturado, exsudato abundante, odor forte e bordas maceradas. O Técnico em Enfermagem dispõe de prescrição de curativo previamente estabelecida pelo Enfermeiro. Considerando os cuidados com feridas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237661 Enfermagem
Durante a coleta de sangue venoso em um paciente diabético em jejum, o Técnico em Enfermagem identifica tontura, palidez e sudorese fria antes da punção. Considerando a segurança do paciente e as boas práticas pré-analíticas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237660 Saúde Pública
Em uma unidade de saúde com grande demanda espontânea, usuários relatam demora no atendimento e falta de escuta. A equipe propõe reorganizar o acolhimento com classificação de risco, escuta qualificada e responsabilização pelo cuidado. Considerando a Política Nacional de Humanização, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237659 Enfermagem
Durante atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, um Técnico de Enfermagem sofre acidente perfurocortante ao realizar o descarte de uma agulha utilizada em uma coleta sanguínea de paciente com sorologia desconhecida. Imediatamente após o acidente, surgem dúvidas na equipe sobre as medidas iniciais adequadas, necessidade de notificação, avaliação do risco biológico e condutas profiláticas indicadas conforme protocolos do Ministério da Saúde. Considerando as recomendações relacionadas à exposição ocupacional a material biológico potencialmente contaminado, julgue as afirmativas abaixo:
I. Após a exposição percutânea a material biológico, recomenda-se a lavagem imediata do local com água e sabão, evitando procedimentos agressivos como compressão intensa da lesão ou aplicação de substâncias irritantes.
II. Todo acidente com material biológico deve ser comunicado, registrado e avaliado quanto ao risco de transmissão de HIV, hepatites virais e outros agravos, podendo haver indicação de profilaxia pós-exposição conforme protocolo específico.
III. A ausência de sinais locais imediatos de infecção exclui necessidade de avaliação ocupacional e seguimento sorológico do trabalhador exposto.
IV. A utilização de hipoclorito, álcool absoluto ou substâncias cáusticas diretamente sobre a lesão perfurocortante constitui medida recomendada para redução do risco de transmissão viral após o acidente.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4237658 Enfermagem
Durante atividade comunitária, um homem adulto cai subitamente, está inconsciente, sem respiração normal e sem resposta ao chamado. O Técnico em Enfermagem é o primeiro profissional de saúde a chegar ao local. Considerando o Suporte Básico de Vida, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237657 Enfermagem
Na sala de vacina, o Técnico em Enfermagem percebe que a temperatura da câmara refrigerada ficou fora da faixa recomendada durante a madrugada, sem registro de tomada de decisão no livro de ocorrências. Há doses de imunobiológicos armazenadas no equipamento. Considerando o Programa Nacional de imunizações e a segurança do paciente, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237656 Enfermagem
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe identifica falhas recorrentes no registro de vacinação, conservação de imunobiológicos e orientação aos usuários. A coordenação propõe uma atividade de Educação Permanente em Saúde, utilizando casos reais do processo de trabalho para construir soluções coletivas. Considerando a Educação Permanente e a legislação do SUS, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237655 Enfermagem
Durante o acolhimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um adolescente apresenta febre, exantema maculopapular, tosse, conjuntivite e histórico vacinal incompleto. A equipe suspeita de sarampo. O Técnico de Enfermagem comunica imediatamente o Enfermeiro, realiza medidas de prevenção de transmissão e auxilia na coleta de informações epidemiológicas. Considerando a Portaria de Consolidação no 4/GM/MS e as normas de vigilância em saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4237653 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Analise as partes que seguem: Atendendo à conveniência ou à necessidade do serviço, e mediante acordo escrito, poderá ser Instituído sistema de compensação de horário (1a parte), hipótese em que a jornada diária poderá ser superior a oito horas, sendo o excesso de horas compensado pela correspondente diminuição em outro dia, observada sempre a jornada máxima semanal (2a parte).
Acerca das partes, com base no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4237652 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A Lei Orgânica define que compete ao Município, no exercício de sua autonomia, promover os seguintes serviços:
I. Mercados, feiras e matadouros.
II.  Iluminação pública na zona urbana e casos específicos sua zona rural através de legislação ordinária.
III. Construção e caminhos municipais.
Estão CORRETAS:
Alternativas
Q4237639 Matemática
Um almoxarifado municipal recebeu caixas de papel sulfite de dois tamanhos. O modelo do tipo A ocupa um espaço físico equivalente a 3 unidades de volume no arquivo, enquanto o modelo do tipo B ocupa exatamente 5 unidades de volume. Sabendo que o lote total recebido e composto por 24 caixas e que, juntas, elas preenchem perfeitamente uma prateleira com capacidade máxima de 98 unidades de volume, quantas caixas do modelo do tipo B foram entregues nessa remessa para o setor?
Alternativas
Q4237637 Matemática Financeira
Um cidadão compareceu à tesouraria municipal para quitar um imposto atrasado cujo valor original em carteira era de R$ 1.200,00. O regulamento vigente do Município estipula que, para pagamentos realizados nessa situação de atraso, deve ser aplicada uma taxa de desconto simples de 5% ao mês caso o contribuinte antecipe parcelas. Se o funcionário processar um desconto total de R$ 180,00, por quantos meses de antecedência essa quitação foi efetuada?
Alternativas
Q4234839 Enfermagem
Paciente diabético de 61 anos apresenta dor intensa em períneo, edema escrotal, febre alta, taquicardia, crepitação à palpação e áreas de necrose cutânea. Considerando os sinais e sintomas descritos, qual diagnóstico é mais compatível com esse quadro clínico? 
Alternativas
Respostas
461: E
462: A
463: C
464: B
465: D
466: A
467: C
468: B
469: A
470: D
471: A
472: D
473: B
474: D
475: B
476: A
477: D
478: C
479: B
480: A