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Q4135348 Português
Ar poluído até no interior

        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.

        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.

        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.

        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.

        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o malationa e a permetrina _______________ pelo estudo. E nos três pontos de medição, _________________ índices de alta exposição diária ao heptacloro, o qual, já ________________ anos, é proibido no Brasil.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Q4135347 Português
Ar poluído até no interior

        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.

        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.

        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.

        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.

        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
Na passagem “... o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia...”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q4135346 Português
Ar poluído até no interior

        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.

        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.

        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.

        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.

        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q4135345 Português
Ar poluído até no interior

        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.

        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.

        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.

        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.

        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
O último parágrafo do texto deixa claro que
Alternativas
Q4135344 Português
Ar poluído até no interior

        Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) revelou que o ar do interior paulista pode ser pior que o da capital. Isso porque, segundo o estudo conduzido pela química Aleinnys Yera, pesticidas associados ao risco de câncer foram detectados na zona agrícola de Piracicaba em concentração superior à registrada na cidade de São Paulo e no polo petroquímico de Capuava, entre Mauá e Santo André. E chama a atenção o fato de as substâncias prejudiciais à saúde terem sido encontradas tanto na zona rural como nas áreas urbana e industrial.

        O trabalho identificou em Piracicaba um nível mais alto de atrazina, um composto usado para controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar. Na área urbana da capital e na industrial de Capuava, o estudo mapeou o malationa e a permetrina, que são usados no combate a mosquitos transmissores de doenças, como a dengue. E nos três pontos de medição houve registro de alta exposição diária ao heptacloro, que, embora seja proibido há anos no Brasil, ainda está presente no ar.

        Um dos principais achados da pesquisa é o potencial impacto dos pesticidas para além da região onde são usados. O estudo afirma que, considerando o peso da atividade agrícola e o uso intensivo de agrotóxicos no País, é “provável” que haja a presença generalizada de pesticidas no ar. O cultivo da cana-de-açúcar, por exemplo, é o que mais recebe pulverização aérea no Estado, que, aliás, é o maior produtor de cana do Brasil. Trata-se, portanto, de uma evidência de que, transportados pelo ar, esses produtos alcançam áreas muito afastadas de onde foram aplicados.

        Para minimizar tudo isso, o governo paulista disse que capacita produtores rurais para que façam o manejo racional dos defensivos agrícolas e afirmou que fiscaliza o uso dos pesticidas e pune os infratores. Parece insuficiente. Do contrário, os resultados da pesquisa do IQ-USP não seriam tão ruins.

        O Estado de São Paulo é uma potência agrícola, o interior paulista é pujante e o agronegócio impulsiona a economia, mas nada pode colocar em risco a saúde da população. São necessárias práticas ainda mais sustentáveis.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2026. Adaptado)
O estudo conduzido pela química Aleinnys Yera constatou que o ar no interior paulista
Alternativas
Q4135343 Português


(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)

No 3º quadrinho, o termo “Mas” estabelece relação de sentido de 
Alternativas
Q4135342 Português


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Em conformidade com o contexto do diálogo dos personagens e o correto emprego das formas verbais e do pronome, a frase do pai no 1º quadrinho admite a seguinte reescrita:
Alternativas
Q4135341 Português


(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)

Com base nas informações verbais e não verbais da tira, conclui-se corretamente que
Alternativas
Q4040182 Direito Ambiental
No exercício de suas funções, o Agente de Defesa Civil pode identificar práticas que configuram crimes contra o meio ambiente. Sobre a responsabilidade penal estabelecida pela Lei n.º 9.605/1998 - Lei de Crimes Ambientais, aponte a alternativa correta.
Alternativas
Q4040181 Engenharia Civil
Na prevenção de desastres em encostas, a escolha da obra de contenção adequada depende das características do terreno e da necessidade de drenagem. Sobre as estruturas de contenção comumente monitoradas pela Defesa Civil, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q4040180 Geografia
Durante um temporal severo, observa-se um fluxo de água que desce uma via urbana íngreme com velocidade extremamente elevada e grande poder de transporte de detritos, independentemente da existência de rios próximos. Esse fenômeno é tecnicamente definido como:
Alternativas
Q4040179 Geologia
Em vistorias de campo, o Agente de Defesa Civil pode deparar-se com o fenômeno de abaixamento lento ou afundamento brusco da superfície do terreno. Esse evento, que pode ser causado tanto por processos naturais, (como a dissolução de rochas calcárias), quanto por ações humanas, (como a extração excessiva de água subterrânea), é tecnicamente denominado:
Alternativas
Q4040178 Engenharia Civil
Ao realizar uma vistoria preventiva em uma residência de alvenaria após um período de chuvas intensas, o Agente de Defesa Civil deve observar não apenas as paredes, mas a integridade de todo o conjunto estrutural. Assinale a alternativa que contenha um sinal inequívoco de instabilidade grave e risco de queda iminente da estrutura. 
Alternativas
Q4040177 Engenharia Civil
As manifestações patológicas em edificações são sinais que o Agente de Defesa Civil deve interpretar para decidir pela interdição ou não de um imóvel. Sobre a avaliação de danos em paredes de alvenaria, aponte a alternativa que indique um sinal crítico de risco iminente de colapso.
Alternativas
Q4040176 Engenharia Civil
No planejamento de loteamentos e vias em terrenos com declividade acentuada, a gestão das águas pluviais é o fator mais crítico para evitar processos erosivos que podem levar ao colapso da via e da encosta. Sobre a declividade longitudinal das vias e o sistema de drenagem, assinale a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q4040175 Engenharia Civil
A abertura de vias em terrenos acidentados é um desafio para a engenharia urbana e para a Defesa Civil, pois cortes inadequados podem desestabilizar todo o maciço. No que se refere ao planejamento do traçado viário em áreas de encosta, identifique a alternativa que apresente a prática técnica mais recomendada para garantir a estabilidade do solo e a segurança.
Alternativas
Q4040174 Engenharia Civil
Em áreas urbanas com relevo acidentado, a autoconstrução e a ocupação desordenada de encostas, frequentemente, ignoram diretrizes técnicas, resultando em situações de alto risco. Sobre os fatores que comprometem a estabilidade desses terrenos, assinale a alternativa que descreva uma prática que contribui, diretamente, para o desencadeamento de deslizamentos.
Alternativas
Q4040173 Administração Pública
Na gestão de desastres, o conceito de Risco, (R), é fundamental para o planejamento de ações preventivas. Ele não deve ser confundido com a simples existência de um fenômeno natural. Segundo a doutrina de Defesa Civil, o Risco é corretamente definido como:
Alternativas
Q4040172 Meteorologia
O Sistema COBRADE organiza os desastres naturais em cinco grupos distintos. Um Agente de Defesa Civil, ao registrar um evento de estiagem ou seca no sistema oficial, deve classificálo, corretamente, para garantir o repasse de recursos. De acordo com a classificação vigente, esses eventos pertencem ao grupo dos desastres:
Alternativas
Q4040171 Engenharia Ambiental e Sanitária
Segundo a Classificação e Codificação Brasileira de Desastres, (COBRADE), adotada pela Defesa Civil no Brasil, os desastres são divididos em dois grandes grupos: Naturais e Tecnológicos. Compreender essa distinção é fundamental para a organização das ações de socorro. Marque a alternativa que apresente a definição e um exemplo correto de desastre natural.
Alternativas
Respostas
181: B
182: B
183: C
184: D
185: E
186: D
187: A
188: C
189: A
190: A
191: A
192: B
193: B
194: A
195: A
196: A
197: D
198: B
199: C
200: C