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(i) A Escala Cuisenaire, também conhecidas como Barra Cuisenaire, trata-se de um conjunto de blocos de madeira que ajudam a ensinar conceitos básicos de Matemática. A menor Escala Cuisenaire tem um centímetro e a maior tem dez centímetros.
(ii) As réguas numéricas darão significado aos conceitos de adição e subtração, composição dos números de 1 a 10 e cálculo mental. Para alunos cegos e com baixa visão, devem ser adaptadas em barras de madeira com sulcos representando as divisões ou feitas em material emborrachado. As medidas devem sempre seguir o padrão.
(iii) O Braille é um sistema de extraordinária universalidade, através do qual o cego pode ler e exprimir-se em todas as línguas que usam o alfabeto ocidental, da forma mais simples e prática - com o uso da reglete e do punção, equivalentes ao lápis e papel utilizados pelos videntes.
( ) A leitura do Braille é tátil, feita da esquerda para a direita e passando letra por letra.
( ) O Sistema Braille é um código de escrita em relevo voltado às pessoas com deficiência auditiva.
( ) Por meio do toque das mãos, as pessoas que têm conhecimento dos caracteres do Braille podem realizar suas leituras.
( ) Na ópera, as personagens secundárias são chamadas comprimárias. Em Dom Casmurro, podemos encontrá-las no “coro” daqueles que habitam ou circulam pela casa de D. Glória, mãe de Bentinho. São familiares, (Tio Cosme e Prima Justina), agregados, (José Dias), Padre Cabral, vizinhos, (Pádua), escravos.
( ) Há muito valor para o grupo do salão de D. Glória, a atribuição do cargo de “protonotário apostólico” ao Padre Cabral: mesmo que não saiba do que se trata, o grupo imprime a essas palavras uma conotação de prestígio social; elas remetem, na escala miúda do cotidiano, ao culto das aparências.
( ) O cacoete linguístico do agregado José Dias: os superlativos exageram o real e procuram conferir a todas as coisas um aspecto superior àquele que elas têm, (como se exprimissem um desejo não satisfeito de ascender). José Dias concilia fidelidade á D. Glória e a Bentinho, com a fidelidade secreta a seus próprios desejos de satisfação pessoal, que na verdade nunca se explicitam, (como o de retornar à Europa, sob pretexto de encaminhar Bentinho ao Papa).
( ) Nessa pequena sociedade representada pelo círculo da casa de D. Glória, as relações de cortesia, respeito e desprendimento convencionais recobrem muitas vezes interesses velados e obsessivos: de ascensão, de ostentação, de autossatisfação. A ironia machadiana na visão dessas personagens se caracteriza com grandes obsessões, pretensões ou empostações, contrastam com a pequena capacidade humana de realizar os projetos ambicionados.
Coluna I.
A- Função referencial, informativa ou cognitiva.
B- Função emotiva ou expressiva.
C- Função conativa ou apelativa.
Coluna II.
1- O Sol é o centro do nosso sistema planetário.
2- Você acha que o mundo possa um dia viver em paz?
3- Meu maior sonho é ver o mundo viver em paz.
( ) Discurso indireto: é o narrador falando pela personagem.
( ) No discurso indireto, o verbo dicendi vem seguido de uma oração subordinada substantiva, iniciada pelo conectivo que ou se.
( ) Discurso indireto livre, (ou semi-indireto): é o narrador reproduzindo o pensamento da personagem.
( ) O pensamento da personagem no discurso indireto livre, se confunde com a própria linguagem do narrador. Não se usa verbo dicendi nem conectivos. Trata-se de um tipo de discurso que aproxima o narrador da personagem.