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Paciente, masculino, 63 anos, teve diagnóstico recente de melanoma. Iniciou tratamento em monoterapia com Ipilimumab (inibidor de ponto de controle imune). Após aproximadamente um mês de uso, iniciou com quadro de náuseas, vômitos, fadiga, fraqueza, perda ponderal de 3 kg e hiperpigmentação da pele. Para o diagnóstico da principal suspeita diagnóstica, que justificaria os efeitos adversos imunes do medicamento, deve-se solicitar _____________________ e, caso confirmado o acometimento glandular, deve-se iniciar tratamento com ____________________.
A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é
É considerado um dos maiores problemas sociais da atualidade. A destinação inadequada pode causar a poluição dos mananciais e a contaminação do ar.
Trata-se do:
Se João é calmo, então Maria não é compreensiva. Se Patrícia é curiosa, então Maria é compreensiva.
Sabe-se que João é calmo. Logo:
Um hospital conta com 8 anestesistas e 6 cirurgiões e deseja montar uma equipe médica com 3 cirurgiões e 2 anestesistas.
De quantas maneiras diferentes esta equipe pode ser escolhida?
Dois dados perfeitos de 6 lados (numerados de 1 a 6) são lançados simultaneamente.
Qual a probabilidade de, após o lançamento, a soma dos números das faces superiores ser diferente de 6?
O caminho ambiental possível entre alarmistas e céticos
Trecho de entrevista de Cláudio Motta com o professor José Eli da Veiga, autor do livro A desgovernança mundial da sustentabilidade, publicado em 2013.
Como enfrentar as mudanças climáticas?
O livro é mais ponderado do que a opinião de muita gente. Tento explicar as principais questões do clima, que é o principal problema, com certeza, mas também abordo aspectos da biodiversidade e do excesso de nitrogênio nos oceanos.
O senhor é otimista?
O otimista normalmente é o pessimista mal-informado. O problema é o grau de ceticismo. No fundo, há três posições que vemos na literatura. O otimista acredita que as pessoas bem-informadas vão começar a cuidar do planeta porque teriam mais consciência ecológica. No extremo oposto, tem gente que diz que ocorrerão desastres e não dará tempo de reverter esse quadro porque, infelizmente, a Humanidade não tem propensão ao desenvolvimento sustentável. E, no meio termo, há gente que diz que, pelo andar da carruagem, vai ser complicado. Provavelmente, só depois de uma crise séria as pessoas vão acordar.
O que deverá acontecer com o clima?
Sobre isso ninguém pode ter certeza, nem para um lado, nem para outro. A ciência não permite que se afirme que estamos no caminho do precipício nem que, com certeza, vai surgir uma inovação tecnológica capaz de resolver os nossos problemas.
Como lidar com o aquecimento global?
Não é fácil. Muito em parte porque a ciência, em geral, não manda para os decisores políticos a mensagem que normalmente as pessoas precisam receber: se não fizer tal coisa, acontecerá isto. Os relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), que revisa periodicamente os estudos científicos, dizem que, se o CO2 chegar a determinado nível, medido em partes por milhão, haverá uma probabilidade entre 30% e 50% de que aconteça algo com a temperatura. Hoje, existe um consenso de que não seria bom que o aquecimento ultrapassasse os dois graus, na média. Mas, e se passar, quais serão as consequências? Aí é muito mais difícil dizer o que pode acontecer. Assim, os decisores políticos não têm como tomar as medidas necessárias.
Por outro lado, no caso do buraco na camada de ozônio, houve uma decisão global para enfrentar o problema. Como isto foi possível no passado?
A questão colocada era muito bem resolvida: se não houvesse uma mudança, todos os seus filhos teriam câncer de pele. As populações, principalmente do Hemisfério Norte, ficaram apavoradas com esta possibilidade. Isso é bem diferente de dizer que o mar vai subir alguns centímetros neste século, caso a temperatura fique dois graus mais elevada. A percepção da opinião pública passa a ser outra. Consequentemente, a maneira como os políticos são pressionados pela população, também.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/revista-amanha/o-caminho-ambiental-possivel-entre-alarmistas-ceticos-8651393. Acesso em 14/ago/2019. Adaptado.
Considere os períodos abaixo.
1. O livro é mais ponderado do que a opinião de muita gente. (1ª resposta)
2. Tento explicar as principais questões do clima, que é o principal problema, com certeza, mas também abordo aspectos da biodiversidade e do excesso de nitrogênio nos oceanos. (1ª resposta)
3. O otimista acredita que as pessoas bem-informadas vão começar a cuidar do planeta porque teriam mais consciência ecológica. (2ª resposta)
4. Isso é bem diferente de dizer que o mar vai subir alguns centímetros neste século, caso a temperatura fique dois graus mais elevada. (5ª resposta)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), em relação aos períodos acima.
( ) Em 1, “do que” introduz uma oração subordinada substantiva completiva nominal.
( ) Em 2, “que” introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa e “mas”, uma oração coordenada sindética adversativa.
( ) Em 3, “porque” introduz uma oração subordinada adverbial consecutiva.
( ) Em 3 e 4, “que” introduz oração subordinada substantiva objetiva direta.
( ) Em 4, “caso” introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Uma mulher de 45 anos de idade, hígida, atleta, G1P0A1, apresenta amenorreia há seis meses.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa correta.
Um paciente de 63 anos de idade, obeso, diabético tipo 2 há dezessete anos, hipertenso e portador de DPOC, foi à consulta referindo lesão indolor em hálux direito há quinze dias, que passou a ter, há uma semana, odor fétido. Ao exame físico, foram observados dedos em garra e calosidades em antepé. Em hálux direito, apresentava lesão profunda, com pouca secreção amarelada e bordas escurecidas, sem visualização óssea. Esteve internado na UPA de sua região por cinco dias na última semana, por descompensação do DPOC, tendo feito uso de levofloxacino por sete dias. Relata dificuldade para dormir de longa data, é sedentário e não tem acompanhamento nutricional. Exames laboratoriais mostraram: Hb 12,8 g/dl; leucócitos 7.300 mil/mm3 ; PCR 3,8; VHS 81 mm; glicemia de jejum 140 mg/dl; e Hb 1ac 8,1%.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
Uma paciente de 59 anos de idade, obesa, tabagista, menopausada há quinze anos, sem comorbidades conhecidas, sem uso de medicações, realizou densitometria óssea, que mostrou o seguinte resultado: L1‐L4 / T‐score –2,5 (bMO 0,885 g/cm2 ); colo femoral / T‐score –2,2 (bMO 0,610 g/cm2 ); e fêmur total / T‐score –1,4 (bMO 0,774 g/cm2 ).
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa correta.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
Uma paciente de 28 anos de idade, portadora de doença de Graves, em uso irregular de metimazol 40 mg/dia, deu entrada em pronto‐socorro de clínica médica com quadro de taquicardia, agitação psicomotora, náuseas e vômitos, diarreia e dor abdominal iniciadas há um dia. Ao exame físico, apresentava frequência cardíaca de 134 bpm, pressão arterial de 150 x 99 mmHg e tax. de 38,2 ºC. Realizou medicações sintomáticas e hidratação venosa, sem remissão do quadro. Os exames laboratoriais ainda estão em andamento.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
Um paciente de 38 anos de idade, sedentário, diagnosticado com AIDS há dez anos, em uso regular de terapia antiretroviral, foi encaminhado ao consultório do endocrinologista para controle metabólico após ecografia abdominal que demonstrou esteatose hepática.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.