Questões de Concurso Para educador físico

Foram encontradas 10.211 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4169866 Educação Física
Em conformidade com a Resolução nº 1/2019, que dispõe sobre a Política Nacional de Infraestrutura de Esporte, o planejamento da implantação de infraestrutura de esporte pela Secretaria Especial do Esporte deverá levar em consideração:
Alternativas
Q4169865 Educação Física
Em conformidade com a Resolução nº 1/2019, que dispõe sobre a Política Nacional de Infraestrutura de Esporte, analisar a sentença abaixo:
A Secretaria Especial do Esporte deverá elaborar um plano diretor de implantação de infraestrutura esportiva, o qual será submetido à apreciação e aprovação do Ministro da Cidadania (1ª parte). Toda proposta de implantação de nova edificação ou espaço esportivo deverá demonstrar a potencial área de atendimento, o respectivo efetivo populacional beneficiado e os objetivos pretendidos (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q4169864 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência, analisar os itens abaixo:
I. O poder público deve assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas em igualdade de condições.
II. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e dez assentos para a pessoa com deficiência, independente da capacidade de lotação da edificação. 
Alternativas
Q4169863 Legislação Federal
Em conformidade com a Lei nº 9.615/1998, que institui normas gerais sobre desporto e dá outras providências, sobre o desporto de rendimento especificamente, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) De participação: caracterizado pelo fomento e aquisição inicial dos conhecimentos desportivos.
(_) Profissional: caracterizado pela remuneração pactuada em contrato formal de trabalho entre o atleta e a entidade de prática desportiva.
(_) Não profissional: identificado pela liberdade de prática e pela inexistência de contrato de trabalho, sendo permitido o recebimento de incentivos materiais e de patrocínio.
Alternativas
Q4169862 Educação Física
Em conformidade com o Código de Ética Profissional, são direitos do Profissional de Educação Física:
I. Recusar a adoção de medida ou o exercício de atividade profissional contrários aos ditames de sua consciência ética, ainda que permitidos por lei.
II. Manter-se atualizado quanto aos conhecimentos técnicos, científicos e culturais.
III. Receber salários ou honorários pelo seu trabalho profissional.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q4169861 Direito Sanitário
De acordo com a Portaria de Consolidação nº 5/2017, são objetivos específicos do Programa Academia da Saúde, entre outros:
I. Promover a convergência de projetos ou programas nos âmbitos da saúde, educação, cultura, assistência social, esporte e lazer.
II. Aumentar o nível de atividade física da população.
III. Promover práticas de educação em saúde.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q4169836 Noções de Informática
Um funcionário que usa o Outlook 2013 está organizando as suas férias e, para isso, precisa copiar o seu substituto em todas as mensagens eletrônicas que enviar na semana anterior à sua saída para que esteja ciente dos assuntos em andamento. Considerando-se as boas práticas para o uso de correio eletrônico, é recomendado que, ao enviar as mensagens, o endereço de e-mail do substituto seja incluído no campo:
Alternativas
Q4169834 Noções de Informática

Considerando-se o PowerPoint 2010, sobre a imagem a seguir, analisar os itens abaixo:


28.jpg (217×76)


I. O grupo de botões está localizado na guia “Página Inicial”.


II. Os botões fazem parte do grupo “Slides”.


III. O botão em destaque centraliza o texto.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q4169829 Noções de Informática
Segundo a Cartilha de Segurança para Internet, ao acessar um site utilizando conexão segura, normalmente o navegador já realiza todas as verificações. Caso alguma delas falhe, o navegador emite alertas. Em geral, alertas são emitidos em situações como:
I. O certificado está dentro do prazo de validade.
II. O navegador não identificou a cadeia de certificação.
III. O endereço do site não confere com o descrito no certificado.
IV. O certificado foi validado.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q4169828 Sistemas Operacionais
Um usuário do Windows 10 selecionou um arquivo, pressionou CTRL+X e esqueceu de colá-lo na nova pasta. Nesse caso, é CORRETO afirmar que o arquivo:
Alternativas
Q4169825 Matemática
Sabendo-se que, ao pegar o número X, somar com o seu dobro e, em seguida, subtrair 12 do seu resultado, obtemos o próprio número X, assinalar a alternativa que indica o valor de X:
Alternativas
Q4169824 Raciocínio Lógico
Nina é mãe de Ricardo e irmã de Neusa que, por sua vez, é mãe de Marcelo. Nessas condições, é CORRETO concluir que:
Alternativas
Q4169819 Matemática
Sabendo-se que foram convidadas 800 pessoas para certo evento, mas que somente 760 pessoas compareceram, assinalar a alternativa que apresenta a porcentagem correspondente ao número de pessoas ausentes:
Alternativas
Q4169818 Matemática
Sabe-se que, em certo final de semana, a probabilidade de chover no sábado é de 40%, e a probabilidade de chover no domingo é de 80%. Sendo assim, assinalar a alternativa que apresenta a probabilidade de, nesse final de semana, chover no sábado e não chover no domingo:
Alternativas
Q4169816 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
A palavra sublinhada em “Dizia que seus poemas eram efêmeros.” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4169814 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Todas as alternativas apresentam o sujeito corretamente sublinhado, EXCETO:
Alternativas
Q4169813 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Em relação à acentuação, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4169811 Linguística
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4138802 Educação Física
Para o aperfeiçoamento de qualquer prática esportiva, o profissional de Educação Física deve considerar a necessidade de articular o planejamento dos diferentes tipos de treino aos conhecimentos básicos da fisiologia do exercício. A partir desses conhecimentos, podemos considerar, quanto à produção de energia, que
Alternativas
Q4138801 Educação Física
“O processo de envelhecimento é um período de declínio caracterizado por dois aspectos: a senescência e a senilidade. Em relação à saúde do idoso, de um lado, o envelhecer como processo progressivo de diminuição de reserva funcional – a senescência – e, do outro, o desenvolvimento de uma condição patológica por estresse emocional, acidentes ou doenças – a senilidade -, que gera limitações no cotidiano do idoso, tornando-o menos autônomo e mais dependente.” (PILLATT et al., 2019, p. 211).

Considerando-se as especificidades do público idoso, devem preceder o treinamento aeróbico
Alternativas
Respostas
6481: A
6482: D
6483: B
6484: D
6485: B
6486: D
6487: B
6488: C
6489: B
6490: D
6491: A
6492: A
6493: D
6494: D
6495: B
6496: D
6497: D
6498: A
6499: A
6500: E