Questões de Concurso
Para médico pneumologista
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( ) Não devemos confundir língua com escrita, pois são dois meios de comunicação distintos. A escrita representa um estágio posterior de uma língua. A língua falada é mais espontânea, abrange a comunicação linguística em toda sua totalidade. Além disso, é acompanhada pelo tom de voz, algumas vezes por mímicas, incluindo-se fisionomias. A língua escrita não é apenas a representação da língua falada, mas sim um sistema mais disciplinado e rígido, uma vez que não conta com o jogo fisionômico, as mímicas e o tom de voz do falante.
( ) No Brasil, por exemplo, todos falam a Língua Portuguesa, mas existem usos diferentes da língua devido a diversos fatores. Dentre eles, destacam-se: Fatores regionais: é possível notar a diferença do português falado por um habitante da região nordeste e outro da região sudeste do Brasil. Dentro de uma mesma região, também há variações no uso da língua. No Estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, há diferenças entre a língua utilizada por um cidadão que vive na capital e aquela utilizada por um cidadão do interior do Estado.
( ) Fatores culturais: o grau de escolarização e a formação cultural de um indivíduo também são fatores que colaboram para os diferentes usos da língua. Uma pessoa escolarizada utiliza a língua de uma maneira diferente da pessoa que não teve acesso à escola.
( ) Fatores contextuais: nosso modo de falar varia de acordo com a situação em que nos encontramos: quando conversamos com nossos amigos, não usamos os termos que usaríamos se estivéssemos discursando em uma solenidade de formatura.
( ) Fatores profissionais: o exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas línguas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas formas têm uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, químicos, profissionais da área de direito e da informática, biólogos, médicos, linguistas e outros especialistas.
Coluna I. A- Gradação. B- Apóstrofe. C- Elipse. D- Zeugma.
Coluna II. 1- Ó céus, é preciso chover mais? 2- Tomara você me entenda. 3- Fiz a introdução, ele a conclusão. 4- Inicialmente calma, depois apenas controlada, até o ponto de total nervosismo.
“Egocentrismo (o indivíduo é encarado como o centro do mundo); sentimentalismo exacerbado; tom depressivo (típico de diversos autores, sendo facilmente encontrável, entre eles, um discurso que exalta a fuga da realidade, seja pela morte, seja pelo sonho, ou ainda pela própria arte). Estrutura do texto em prosa, longo; O indivíduo passa a ser o centro das atenções; Uso de versos livres e brancos; Exaltação do nacionalismo, da natureza e da pátria; Idealização da sociedade, do amor e da mulher; Criação de um herói nacional; Sentimentalismo e supervalorização das emoções pessoais.”
Paciente do sexo masculino, de 56 anos, trabalhou na lavoura a vida toda. Queixa de dispneia progressiva até aos moderados esforços há cerca de um ano, associado com tosse seca, perda de peso, com 5 kg nesse período. Ex-tabagista com uso de 25 maços/ano, parou há 15 anos. Ao exame, encontra-se em bom estado geral, afebril, eupneico, saturação periférica de oxigênio 95%, úlcera em mucosa oral. Feita biópsia da lesão oral, mostrando forma leveduriforme com múltiplos brotamentos, em forma de roda de leme. Traz raio X de tórax realizado.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica para esse paciente é:






Líquido pleural: serosanguinolento, pH: 7,40, hemácias maior 1.000.000/mm3, glicose 30 mg/dl, DHL: 400 IU/l, proteína 3,0 g/dl, ADA 35 U/l, citologia oncótica positiva, BAAR negativo. Sangue: glicose: 180 mg/dl, DHL: 450 IU/l, proteínas 3,8 g/dl.
Nesse caso, qual diagnóstico provável para esse paciente?
Paciente do sexo masculino, de 42 anos, procura atendimento médico por queixa de sonolência diurna e roncos. Refere dormir durante o trabalho, ao assistir televisão e até mesmo ao dirigir. Alega cefaleia frequentes, pesadelos à noite. Nega patologias prévias, nega tabagismo. Alega etilismo nos fins de semanas. Ao exame: PA 160x100 mmHg, FC: 78 BPM, FR: 20 IRM, IMC 34 kg/m2. Exame físico normal. Gasometria arterial normal.
Nesse caso, qual diagnóstico provável para esse paciente?


