Questões de Concurso Para pintor

Foram encontradas 1.522 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3766862 Matemática

Uma empresa realizou uma pesquisa para analisar as vendas de quatro produtos diferentes ao longo de um semestre. A tabela abaixo apresenta as quantidades vendidas em cada mês. 


Imagem associada para resolução da questão


Com base na tabela, qual das afirmações abaixo é correta sobre o comportamento das vendas ao longo dos meses? 

Alternativas
Q3766861 Matemática
Uma fábrica produz placas metálicas quadradas, cada uma com lado medindo 5 centímetros. Um cliente realizou um pedido totalizando 8 metros quadrados de área. Sabendo que 1 metro quadrado equivale a 10.000 centímetros quadrados, determine quantas placas serão necessárias para completar o pedido. 
Alternativas
Q3766860 Matemática
Sabe-se que existem dez diferentes números entre o número 1 e o número 10, considerando ambos números. O mesmo pode ser afirmado entre os números 11 e 20, considerando ambos esses números. Se forem somados todos os dez números de cada um desses intervalos, obtêm-se dois números como resultado.
Qual alternativa apresenta a diferença entre o maior desses resultados e o menor desses resultados? 
Alternativas
Q3766859 Matemática
Uma loja aplicou um desconto de 15% sobre o preço de um produto que custava R$ 320,00. Após alguns dias, a loja aumentou o preço promocional em 10%. Qual é o preço final do produto após essas duas alterações? 
Alternativas
Q3766858 Matemática

O quadro abaixo apresenta oito números diferentes que foram sorteados a partir de uma urna, a qual havia bolinhas com números de 0 a 100: 


Imagem associada para resolução da questão


Qual das alternativas apresenta, CORRETAMENTE, a quantidade de números sorteados que são pares e a quantidade de números que são ímpares?

Alternativas
Q3766857 Matemática
Sabe-se que uma caixa de cápsulas para máquinas de café possui peso de 120 gramas. Cada caixa possui 5 unidades de cápsulas iguais, e sabe-se que a embalagem sem as cápsulas pesa 20 gramas. Ainda, sabe-se que 1 quilograma é o mesmo que 1000 gramas. Nesse sentido, qual seria o peso de caixas de cápsulas suficientes para se obter 1 quilograma de cápsulas de café? 
Alternativas
Q3766856 Raciocínio Lógico
Seja o primeiro número natural maior do que 1. Se esse número for somado ao primeiro número natural maior que ele por quatro vezes seguidas, esse resultado for dividido por 2, depois multiplicado por 3, duas vezes, e esse resultado somado a 7 e dividido por 10, trará como resultado um número que é igual ao resultado da expressão matemática de qual das seguintes alternativas? 
Alternativas
Q3766855 Matemática
O tampo de uma mesa de uma sala de aula possui formato retangular, ou seja, dois de seus lados possuem o mesmo comprimento, assim como os outros dois lados também possuem comprimentos iguais. Após realizar de uma medição, uma das laterais da superfície dessa mesa possui comprimento de 70 centímetros. Uma segunda medição foi realizada, e foi constatado que outro dos lados dessa superfície tem comprimento igual a 45 centímetros. Nesse sentido, qual é o total da soma dos comprimentos de todos os lados da superfície dessa mesa? 
Alternativas
Q3766854 Matemática

A imagem abaixo apresenta diversas formas geométricas que são encontradas no dia a dia, em diferentes cenários. Por exemplo, geralmente os relógios de parede possuem um formato específico, que pode ser encontrado entre as formas abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Qual das alternativas a seguir apresenta uma forma geométrica que NÃO é encontrada na imagem acima? 
Alternativas
Q3766853 Matemática
Em uma folha de papel foram desenhados 18 quadrados, sendo que 2 deles possuem como comprimento de seus lados, 3 centímetros; 3 deles possuem como comprimento de seus lados, 2 centímetros; 4 deles possuem como comprimento de seus lados, 5 centímetros; e o restante possuem como comprimento de seus lados, 4 centímetros. Nesse sentido, qual das alternativas apresenta a soma das áreas de todos esses quadrados? 
Alternativas
Q3766852 Raciocínio Lógico
Observe a sequência de letras abaixo:
D – F – I – M – O – R – V – X – A – E – G – J – N – P – S – W
Essa sequência segue uma lógica entre cada letra.
Assinale a alternativa que apresenta as próximas três letras da sequência: 
Alternativas
Q3766851 Português
Leia a frase: “O zelador limpou o corredor e organizou os materiais.”
Qual é o tipo de predicado da primeira oração (“O zelador limpou o corredor”)? 
Alternativas
Q3766850 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase abaixo, na ordem:
Paulo não entendia _______ a sala estava tão barulhenta, então perguntou _______ ninguém ficava em silêncio.
Alternativas
Q3766849 Português
Observe a palavra “flor” e assinale a alternativa correta sobre a presença de encontro consonantal:
Alternativas
Q3766848 Português
Leia a frase abaixo e observe as palavras sublinhadas:
"Maria encontrou uma casa muito bonita e levou seu elefante de brinquedo para lá."
Das palavras sublinhadas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3766847 Português
Leia as frases abaixo e marque a alternativa CORRETA sobre o tempo dos verbos em destaque:
I. "Se você me fotografar de novo, agradecerei."
II. "Ela olhava as fotos antigas."
III. "Eu gostaria de tirar fotos perfeitas."
Alternativas
Q3766846 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na palavra chave, identifique se há dígrafo:
Alternativas
Q3766845 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na frase “Minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente”, o sujeito da oração “Minha esposa jamais se mostra satisfeita” é: 
Alternativas
Q3766844 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Em “Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo”, a palavra “adepto” é um substantivo que está no gênero ________ e no número ________, podendo ser substituída, sem alterar o sentido expresso no texto, por _________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
Alternativas
Q3766843 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na frase “Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto”, o termo “ninguém” é classificado como: 
Alternativas
Respostas
161: C
162: B
163: B
164: B
165: B
166: C
167: C
168: A
169: D
170: B
171: D
172: B
173: A
174: B
175: C
176: A
177: A
178: C
179: D
180: B