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Q3963743 História
Leia o texto a seguir.
São conhecidas as consequências desse acontecimento: empobrecimento geral, ruralização da economia, refluxo dos mineiros e aventureiros que tinham afluído para os arraiais, nas proximidades das minas. A população da capitania, que até então aumentara, estagnou e passou a decrescer: entre 1783 e 1804, caiu em cerca de um quinto. No auge da corrida do ouro, mineiros poderosos, senhores de “grandes fábricas”, possuíam de 150 a 200 escravos. Com o esgotamento dos veios, esses potentados seguiram em busca de novos eldorados e levaram consigo seus negros, com o que a presença deles diminuiu em Goiás.
AÇÃO. Ação (ordinária) de artigos justificativos entre partes. O cirurgião-mor André Cilla. Da Cunha e Roza. Justificante. Justificante. Joanna da Fonseca Coutinha. Justificada. Villa Boa de Goiás. Documento avulso manuscrito. (Arquivo da Fundação Frei Simão Dorvi, Cidade de Goiás). 1801. [Adaptado].

A qual acontecimento o texto se refere? 
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Q3963742 Português
Leia o texto a seguir.
Estrada de Hugo
Uma estrada atravessando o chão difícil deste Brasil imenso de cidades e sertões
Estrada cheia de pegadas de caboclos rudes calcando o pó das velhas gerações
Estrada das bandeiras, das tropas e boiadas, através de cordilheiras e matas densumbrosas; de campos e rios, de várzeas e taludes
Velha estrada de escarpas perigosas, onde um poeta cantou, desconsolado: — Eu só, sem mais ninguém!
LYNCE, Léo. Poesia quase completa. Ed. da UFG: Goiânia. 1996, p. 143. [Adaptado]

No texto, a estrada tem um papel central devido a qual característica?
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Q3963741 Português
Leia o texto a seguir.
Viajar sem pressa, sem roteiros exaustivos e com foco total no descanso. Essa é a lógica do chamado turismo do sono, tendência que começa a se consolidar em Goiás e atrai viajantes interessados em desacelerar, dormir melhor e recuperar o equilíbrio físico e mental. Goiás reúne características naturais que favorecem esse tipo de experiência. Na Chapada dos Veadeiros, cidades como Alto Paraíso de Goiás, Vila de São Jorge e Cavalcante concentram pousadas, chalés e retiros voltados ao bem-estar. O silêncio do cerrado, a distância dos grandes centros e a paisagem natural criam um ambiente propício ao descanso. A Cidade de Goiás, antiga capital do estado, também aparece entre os destinos procurados por quem busca tranquilidade. O ritmo mais lento e as hospedagens em áreas verdes favorecem noites silenciosas e dias sem pressa.
MONTEIRO, Luan. Turismo do sono em Goiás ganha espaço entre viajantes que buscam descanso. Jornal Opção, 18 jan. 2026. Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/turismo-do-sono-em-goias- ganha-espaco-entre-viajantes-que-buscam-descanso-784961/. Acesso em: 20 jan. 2026.


Esse tipo de turismo reflete qual desafio para a sociedade atual? 
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Q3963740 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, ao tratar da origem e da difusão das palavras “Trim” e “Trinco”, o autor evidencia que o vocabulário de uma língua 
Alternativas
Q3963739 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, a referência ao uso das denominações “Trim” e “Trinco” para designar o cortador de unhas evidencia um fenômeno de variação linguística relacionado à 
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Q3963738 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, a expressão “camadas sedimentares” contribui para a construção do sentido global ao empregar a concordância nominal de modo a 
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Q3963737 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, ao descrever diferentes grupos sociais atingidos pela pobreza ao longo do tempo, o autor sugere que a pobreza 
Alternativas
Q3963736 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, o autor organiza as informações de modo a caracterizar diferentes grupos sociais e suas condições de vida ao longo do tempo. Considerando as sequências textuais presentes, o texto apresenta, predominantemente, a sequência 
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Q3963735 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, várias palavras apresentam acento gráfico em conformidade com as regras de acentuação da norma-padrão. A acentuação da palavra “ciência” justifica-se pelo mesmo princípio que determina o acento gráfico do vocábulo 
Alternativas
Q3963734 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


Considerando as características linguísticas, a finalidade comunicativa e a forma de organização do discurso, o Texto 2 apresenta, predominantemente, traços do gênero textual 
Alternativas
Q3963733 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, a progressão temática é construída por meio de mecanismos de coesão que articulam as ideias apresentadas ao longo dos dois parágrafos. Considerando esse aspecto, o emprego da expressão “Apesar disso”, no terceiro período do primeiro parágrafo, cumpre a função de 
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Q3963732 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.



                                                           


Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-

armandinho. Acesso em: 18 jan. 2025. 

Na frase “Você sabe guardar um segredo, Armandinho?”, o emprego da vírgula justifica-se pela mesma regra de pontuação que exige o emprego da(s) vírgula(s) em: 
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Q3963731 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.



                                                           


Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-

armandinho. Acesso em: 18 jan. 2025. 

Na tira, o efeito de humor resulta do uso do verbo “guardar” em sentidos distintos ao longo do diálogo. Esse efeito se produz porque o personagem que fala no terceiro quadrinho
Alternativas
Q3959377 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual dos equipamentos a seguir é desenvolvido exclusivamente para proteger a estrutura fisiológica da nossa audição dos agentes físicos, a exemplo dos ruídos? 
Alternativas
Q3959376 Direito Tributário
De acordo com o Código Tributário Nacional, a lei aplicase a ato ou fato pretérito, tratando-se de ato não definitivamente julgado:

I. Quando deixe de defini-lo como infração.
II. Quando deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão, desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento de tributo.
III. Quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3959375 Direito Tributário
Com base no que dispõe a Lei do Simples Nacional, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3959374 Direito Administrativo
A autoexecutoriedade é um dos atributos dos atos administrativos e permite que a Administração Pública realize a execução material dos atos administrativos ou de dispositivos legais, usando força física se preciso for, para desconstituir situação violadora da ordem jurídica. Diante disso, é CORRETO afirmar que a autoexecutoriedade:
Alternativas
Q3959373 Legislação dos Municípios do Estado da Paraíba
Em conformidade com a Lei Orgânica do Município, entre os tributos de competência do município está o:
I. Imposto sobre propriedade predial e territorial urbana.
II. Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza.
III. Imposto sobre propriedade de veículos automotores.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3959372 Legislação Federal
Com base na Lei Complementar nº 116/2003 – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, no caso dos serviços de administração de consórcios, o tomador de serviços é o:
Alternativas
Q3959371 Direito Penal
Os crimes previstos na Lei nº 8.137/1990 são de ação penal:
I. Pública.
II. Privada.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Respostas
241: A
242: B
243: D
244: D
245: A
246: B
247: C
248: B
249: A
250: C
251: D
252: D
253: A
254: B
255: D
256: C
257: D
258: A
259: C
260: B