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Q3622559 Matemática
Dona Ana toma um remédio A a cada 3 horas, um remédio B a cada 5 horas, um remédio C a cada 8 horas e um remédio D a cada 12 horas. Nessas condições, tomando incialmente todos os remédios, após quanto tempo ela irá tomá-los juntos novamente?
Alternativas
Q3622556 Segurança da Informação
Considerando os tipos de criptografia, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3622555 Noções de Informática
Em um computador, diferentes tipos de softwares são instalados para garantir funcionamento e atender às necessidades do usuário. 

Considerando as funções de um computador, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3622554 Segurança da Informação
Um usuário acessa um computador público para realizar operações bancárias. Ele decide utilizar o modo de navegação anônima, verifica se o site utiliza HTTPS e bloqueia cookies de terceiros durante a sessão. 

Considerando as funcionalidades e configurações de segurança de navegadores, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3622551 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO III


A última crônica


A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.


Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.


Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.


A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.


São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.


Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fernando Sabino

Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13529/aultima-cronica
Releia:

“A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali.”

No trecho acima, a palavra destacada exerce a função de:
Alternativas
Q3622547 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO III


A última crônica


A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.


Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.


Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.


A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.


São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.


Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fernando Sabino

Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13529/aultima-cronica
No trecho: “Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa” (5º parágrafo), as palavras destacadas pertencem, RESPECTIVAMENTE, às classes de:
Alternativas
Q3622543 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO II

Q7_10.png (334×342)

Disponível em: https://www.vestibulandoweb.com.br/enem/simulado-enemtirinhas-charges/
No segundo balão da fala de Mafalda, a personagem afirma: “Chht! Não se fala palavrão na mesa!”. Considerando as palavras destacadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente suas classes gramaticais.
Alternativas
Q3622542 Literatura
A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo, é considerada um marco na literatura brasileira porque:
Alternativas
Q3622541 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


Anvisa recua e fecha cerco a manipulação de emagrecedores


Claudia Lucca Mano


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e proibiu, no último dia 25 de agosto, a manipulação de semaglutida em farmácias de manipulação. A decisão marca uma guinada em relação à postura anterior da agência, que vinha mantendo posição favorável ao setor magistral mesmo sob pressão da indústria farmacêutica.


Não é de hoje que a Anvisa publica notas técnicas sobre a manipulação de agonistas do GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, usados no tratamento do diabetes e da obesidade. A popularidade desses medicamentos, que extrapolou o ambiente médico para se tornar pauta cultural, acendeu um debate regulatório e econômico.


Ozempic, Wegovy e Rybelsus — todos à base de semaglutida e fabricados pela Novo Nordisk — se tornaram símbolos da chamada “era GLP-1”. O primeiro é frequentemente citado como responsável por impactos econômicos inusitados, como a queda no faturamento de redes de fast-food. A patente da semaglutida expira em 2026, mas a empresa tenta prorrogá-la. O Superior Tribunal de Justiça já sinalizou que não deve aceitar a tese.


O Mounjaro, da Eli Lilly, caneta injetável de tirzepatida considerada mais potente que a semaglutida, tem patente válida no Brasil ao menos até 2035.


Nos bastidores, a disputa entre farmácias magistrais e laboratórios detentores de patentes ganhou força. As farmácias vinham amparadas pelo artigo 43, inciso III, da Lei 9.279/96, que permite a manipulação de medicamentos mediante prescrição individual, sem violação de patente.


A Anvisa, porém, não tem competência legal para fiscalizar infrações patentárias — nem para proteger interesses da indústria em detrimento da saúde pública. Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, e considerando que a manipulação sob prescrição médica é legal, a indústria conseguiu uma vitória indireta: alegou ausência de equivalência entre a semaglutida aprovada pela Anvisa e a usada em farmácias de manipulação estéreis.


O argumento prevaleceu. A agência acatou a tese de que não seria possível comparar a semaglutida biológica industrializada à manipulada, por se tratar de produtos obtidos a partir de organismos vivos. Assim, proibiu a manipulação. 


A tirzepatida continua autorizada, mas as farmácias e importadoras de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) terão de cumprir requisitos muito mais rigorosos: atender a padrões analíticos mais restritos, inspecionar fisicamente as fornecedoras de matéria-prima, manter condições especiais de armazenamento e adotar controles que, na prática, podem inibir o atendimento magistral, além de aumentar o preço ao consumidor final.


Além disso, chama atenção o fato de a Anvisa ter retirado o efeito suspensivo dos recursos administrativos que venham a ser manejados questionando a decisão. Pela legislação brasileira, recursos têm efeito suspensivo justamente para evitar mudanças bruscas que prejudiquem pacientes em tratamento, além de conferir segurança jurídica às empresas que operam em setores altamente regulados.


O cenário pode acabar empurrando as empresas para judicialização, principalmente para assegurar a continuidade dos tratamentos em curso e impedir que estoques já manipulados sejam descartados sem respaldo científico ou sanitário.


A decisão da Anvisa fortalece a pressão de setores da indústria que buscam manter o monopólio dos GLP1 até o fim — e talvez além — de suas patentes.


A semaglutida sintética, que está em processo de registro, pode alterar o cenário. Até lá, porém, quem perde são os pacientes que não podem arcar com os medicamentos industrializados.


Enquanto um frasco de semaglutida manipulada (4 ml a 1,3 mg/ml) custa cerca de R$ 270, uma caneta de Ozempic sai por aproximadamente R$ 999. Já o Wegovy pode variar entre R$ 999 e R$ 1.699, dependendo da dosagem. Mesmo com cortes recentes de até 20%, os preços seguem proibitivos. A economia com manipulados chega a 70%–85%.


Sem incorporação desses medicamentos ao SUS, milhões de brasileiros seguem excluídos. O governo federal já rejeitou incluir Ozempic e Wegovy na rede pública, mas o presidente Lula cobrou da Anvisa celeridade na análise da semaglutida sintética — modalidade que, em tese, poderia ser manipulada em farmácias, já que a restrição atinge apenas insumos de origem biológica.


O Brasil precisa decidir se a regulação sanitária vai continuar se curvando aos interesses comerciais ou se, finalmente, vai assumir um papel técnico e independente no que diz respeito à saúde pública.


HOJE EM DIA. Disponível em: https://claudiadeluccamano.adv.br/anvisarecua-e-fecha-cerco-a-manipulacao-de-emagrecedores-veto-ao-ozempic-enovas-regras-paratirzepatida/#:~:text=O%20argumento%20prevaleceu.,Assim%2C%20proibiu% 20a%20manipula%C3%A7%C3%A3o. 
No trecho:

“Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, a indústria conseguiu uma vitória indireta.” a oração destacada é classificada como:
Alternativas
Q3622537 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


Anvisa recua e fecha cerco a manipulação de emagrecedores


Claudia Lucca Mano


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e proibiu, no último dia 25 de agosto, a manipulação de semaglutida em farmácias de manipulação. A decisão marca uma guinada em relação à postura anterior da agência, que vinha mantendo posição favorável ao setor magistral mesmo sob pressão da indústria farmacêutica.


Não é de hoje que a Anvisa publica notas técnicas sobre a manipulação de agonistas do GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, usados no tratamento do diabetes e da obesidade. A popularidade desses medicamentos, que extrapolou o ambiente médico para se tornar pauta cultural, acendeu um debate regulatório e econômico.


Ozempic, Wegovy e Rybelsus — todos à base de semaglutida e fabricados pela Novo Nordisk — se tornaram símbolos da chamada “era GLP-1”. O primeiro é frequentemente citado como responsável por impactos econômicos inusitados, como a queda no faturamento de redes de fast-food. A patente da semaglutida expira em 2026, mas a empresa tenta prorrogá-la. O Superior Tribunal de Justiça já sinalizou que não deve aceitar a tese.


O Mounjaro, da Eli Lilly, caneta injetável de tirzepatida considerada mais potente que a semaglutida, tem patente válida no Brasil ao menos até 2035.


Nos bastidores, a disputa entre farmácias magistrais e laboratórios detentores de patentes ganhou força. As farmácias vinham amparadas pelo artigo 43, inciso III, da Lei 9.279/96, que permite a manipulação de medicamentos mediante prescrição individual, sem violação de patente.


A Anvisa, porém, não tem competência legal para fiscalizar infrações patentárias — nem para proteger interesses da indústria em detrimento da saúde pública. Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, e considerando que a manipulação sob prescrição médica é legal, a indústria conseguiu uma vitória indireta: alegou ausência de equivalência entre a semaglutida aprovada pela Anvisa e a usada em farmácias de manipulação estéreis.


O argumento prevaleceu. A agência acatou a tese de que não seria possível comparar a semaglutida biológica industrializada à manipulada, por se tratar de produtos obtidos a partir de organismos vivos. Assim, proibiu a manipulação. 


A tirzepatida continua autorizada, mas as farmácias e importadoras de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) terão de cumprir requisitos muito mais rigorosos: atender a padrões analíticos mais restritos, inspecionar fisicamente as fornecedoras de matéria-prima, manter condições especiais de armazenamento e adotar controles que, na prática, podem inibir o atendimento magistral, além de aumentar o preço ao consumidor final.


Além disso, chama atenção o fato de a Anvisa ter retirado o efeito suspensivo dos recursos administrativos que venham a ser manejados questionando a decisão. Pela legislação brasileira, recursos têm efeito suspensivo justamente para evitar mudanças bruscas que prejudiquem pacientes em tratamento, além de conferir segurança jurídica às empresas que operam em setores altamente regulados.


O cenário pode acabar empurrando as empresas para judicialização, principalmente para assegurar a continuidade dos tratamentos em curso e impedir que estoques já manipulados sejam descartados sem respaldo científico ou sanitário.


A decisão da Anvisa fortalece a pressão de setores da indústria que buscam manter o monopólio dos GLP1 até o fim — e talvez além — de suas patentes.


A semaglutida sintética, que está em processo de registro, pode alterar o cenário. Até lá, porém, quem perde são os pacientes que não podem arcar com os medicamentos industrializados.


Enquanto um frasco de semaglutida manipulada (4 ml a 1,3 mg/ml) custa cerca de R$ 270, uma caneta de Ozempic sai por aproximadamente R$ 999. Já o Wegovy pode variar entre R$ 999 e R$ 1.699, dependendo da dosagem. Mesmo com cortes recentes de até 20%, os preços seguem proibitivos. A economia com manipulados chega a 70%–85%.


Sem incorporação desses medicamentos ao SUS, milhões de brasileiros seguem excluídos. O governo federal já rejeitou incluir Ozempic e Wegovy na rede pública, mas o presidente Lula cobrou da Anvisa celeridade na análise da semaglutida sintética — modalidade que, em tese, poderia ser manipulada em farmácias, já que a restrição atinge apenas insumos de origem biológica.


O Brasil precisa decidir se a regulação sanitária vai continuar se curvando aos interesses comerciais ou se, finalmente, vai assumir um papel técnico e independente no que diz respeito à saúde pública.


HOJE EM DIA. Disponível em: https://claudiadeluccamano.adv.br/anvisarecua-e-fecha-cerco-a-manipulacao-de-emagrecedores-veto-ao-ozempic-enovas-regras-paratirzepatida/#:~:text=O%20argumento%20prevaleceu.,Assim%2C%20proibiu% 20a%20manipula%C3%A7%C3%A3o. 
O tema central do texto é:
Alternativas
Q3576870 Educação Física

A capacidade de aprendizagem e adaptação motora permanece presente durante o envelhecimento, embora com características específicas que devem ser consideradas nos programas de reabilitação e promoção da saúde oferecidos pelo SUS. O entendimento deste processo é fundamental para otimizar intervenções terapêuticas na população idosa. Sobre a aprendizagem motora no envelhecimento, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: 


I.Idosos apresentam maior tempo de aprendizagem de novas habilidades motoras e necessitam de mais repetições para consolidar movimentos, comparados a adultos jovens.


PORQUE


II.O envelhecimento promove mudanças neuroplásticas que reduzem a velocidade de processamento das informações e requerem estratégias pedagógicas diferenciadas, como decomposição de tarefas complexas e maior tempo de prática.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3576869 Psicologia

A avaliação em Educação Física requer instrumentos com propriedades psicométricas adequadas para garantir a qualidade dos dados coletados. A interpretação correta dos resultados depende da compreensão dos conceitos de validade, fidedignidade e sensibilidade dos testes aplicados. Examine as proposições sobre medidas e avaliação:


I.A validade preditiva de um teste é demonstrada quando os resultados obtidos correlacionam-se significativamente com critérios externos futuros, como a capacidade de predizer lesões ou performance atlética.


II.A fidedignidade interexaminadores mede a consistência dos resultados quando diferentes avaliadores aplicam o mesmo teste, sendo quantificada através do coeficiente de correlação intraclasse ou coeficiente kappa. 


III.A sensibilidade de um teste refere-se à capacidade de detectar mudanças reais no construto avaliado, sendo influenciada pelo erro de medida e pela magnitude das alterações esperadas na intervenção.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3576868 Educação Física
A atividade motora adaptada refere-se à modificação ou adaptação de atividades físicas e esportivas para atender às necessidades específicas de indivíduos com deficiências ou limitações funcionais. Este campo de conhecimento busca promover a inclusão e participação plena de todas as pessoas em atividades motoras, respeitando suas capacidades e potencialidades. Sobre atividade motora adaptada, examine as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I.A atividade motora adaptada baseia-se no paradigma da inclusão, modificando ambientes, equipamentos e regras para possibilitar a participação de pessoas com deficiência.
PORQUE
II.O foco deve estar nas potencialidades e capacidades dos indivíduos, promovendo adaptações que maximizem a participação e minimizem as barreiras à prática.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3576867 Educação Física
A periodização do treinamento físico fundamenta-se na manipulação sistemática das variáveis de carga para otimizar adaptações fisiológicas e prevenir overtraining. No contexto da promoção da saúde, diferentes modelos de periodização podem ser aplicados conforme objetivos terapêuticos específicos. Sobre os princípios da periodização, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3576866 Educação Física

 A fisiologia do exercício estuda as respostas e adaptações dos sistemas orgânicos durante a atividade física. O conhecimento dos sistemas energéticos e limiares metabólicos é fundamental para prescrição adequada de exercícios. Analise as afirmativas sobre fisiologia do exercício: 


I.O limiar anaeróbico corresponde ao ponto em que o lactato sanguíneo começa a acumular-se acima dos níveis de repouso, indicando maior participação do metabolismo anaeróbico na produção de energia.


II.O sistema ATP-PC (fosfatos de alta energia) fornece energia imediata para contrações musculares intensas, sendo predominante nos primeiros 10-15 segundos de exercício máximo.


III.As adaptações cardiovasculares ao treinamento aeróbico incluem aumento do volume sistólico máximo e redução da frequência cardíaca de repouso devido à melhoria da eficiência cardíaca.


 É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3576865 Educação Física

 O envelhecimento populacional representa um dos maiores desafios para o Sistema Único de Saúde, exigindo abordagens específicas para manutenção da capacidade funcional e autonomia dos idosos. O processo de envelhecimento motor é caracterizado por mudanças progressivas que afetam diferentes aspectos da funcionalidade. Analise as afirmativas relacionadas às características do envelhecimento motor e suas implicações para o cuidado no SUS:


I.A sarcopenia se acentua significativamente após os 60 anos, comprometendo atividades de vida diária como subir escadas e levantar-se de cadeiras.


II.A redução do equilíbrio e controle postural aumenta progressivamente com a idade, constituindo fator de risco primário para quedas em idosos, principal causa de hospitalização nesta população. 


III.As alterações na coordenação motora e tempo de reação do idoso podem ser minimizadas através de programas de atividade física adaptada, oferecidos na atenção básica do SUS. 


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3576864 Educação Física

A prescrição de exercícios no contexto da atenção primária à saúde fundamenta-se em princípios científicos que consideram características individuais, objetivos terapêuticos e condições clínicas específicas. A aplicação adequada do princípio da sobrecarga progressiva é essencial para otimização das adaptações fisiológicas. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:


 I. A prescrição de exercícios deve seguir o princípio da sobrecarga progressiva, aumentando gradualmente a intensidade, volume ou complexidade dos estímulos ao longo do programa de treinamento. 


PORQUE


II.As adaptações fisiológicas ao exercício ocorrem em resposta a estímulos que excedem o nível habitual de solicitação do organismo, requerendo incrementos sistemáticos para manutenção do processo adaptativo.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3576863 Educação Física

A qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) constitui constructo multidimensional que engloba percepções subjetivas e objetivas do bem-estar físico, psicológico e social. No contexto da promoção da saúde no SUS, a prescrição de atividade física deve considerar evidências científicas sobre dose-resposta, mediadores biológicos e determinantes sociais. Analise as afirmativas a seguir sobre os mecanismos e efeitos da atividade física na qualidade de vida e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)A melhoria da qualidade de vida através da atividade física ocorre principalmente pela modulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, resultando em redução dos níveis de cortisol e aumento da biodisponibilidade de neurotransmisores monoaminérgicos, independentemente da percepção subjetiva de autoeficácia do praticante. 


(__)A relação dose-resposta entre atividade física e qualidade de vida segue padrão linear crescente, em que incrementos progressivos no volume semanal de exercício (duração x frequência x intensidade) resultam em melhorias proporcionais em todos os domínios da QVRS, sem apresentar efeito platô ou curva de saturação.


(__)Os benefícios da atividade física na qualidade de vida são mediados tanto por adaptações neuroplásticas no córtex pré-frontal e hipocampo quanto por fatores psicossociais como senso de competência e suporte social, configurando um modelo biopsicossocial de ação terapêutica.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3576862 Educação Física

A biomecânica fundamenta a análise científica do movimento humano através da aplicação de princípios físicos e mecânicos. Na prática clínica, a compreensão biomecânica orienta intervenções para otimização da performance motora e prevenção de lesões. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:


I.A análise biomecânica efetiva requer integração simultânea de parâmetros cinemáticos (deslocamento, velocidade, aceleração) e cinéticos (forças, momentos, impulsos) para caracterização completa do padrão de movimento.


PORQUE


II.A análise cinética deve sempre preceder a análise cinemática em estudos biomecânicos, uma vez que as forças internas determinam diretamente os parâmetros  movimento observáveis, seguindo uma relação causal unidirecional conforme as leis de Newton.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3576861 Educação Física
As atividades rítmicas e expressivas constituem manifestações corporais que integram movimento, música, ritmo e expressão, proporcionando benefícios multidimensionais na promoção da saúde. No contexto da atenção primária, essas modalidades apresentam potencial terapêutico específico para populações com baixa adesão às práticas tradicionais de exercício. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: 
I.As atividades rítmicas e expressivas promovem simultaneamente adaptações neuromotoras, cardiometabólicas e psicossociais através da integração sensório-motora mediada pela sincronização rítmica e expressão criativa.
PORQUE
II.A neuroplasticidade induzida pelo processamento musical simultâneo ao movimento corporal ativa múltiplas redes neurais (córtex motor, cerebelo, sistema límbico), potencializando benefícios cognitivos e emocionais além das adaptações físicas convencionais.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Respostas
581: B
582: A
583: C
584: B
585: A
586: B
587: B
588: D
589: B
590: C
591: D
592: C
593: D
594: B
595: A
596: B
597: C
598: E
599: C
600: D