Questões de Concurso Para farmacêutico analista clínico (bioquímico)

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Q4168825 Português
Em relação à colocação pronominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Calar-me-ei diante da grosseria.
(_) Nunca o vi tão desapontado.
Alternativas
Q4168824 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
No período “Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos ‘aqui’, ‘ali’ e ‘lá’ são mét’ah, ‘rio abaixo’, e wá’ah, ‘do outro lado do rio’”, as palavras destacadas são classificadas, morfologicamente, como advérbios de:
Alternativas
Q4168823 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
No período “Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para ‘barriga’, e formar tok-tít, ‘cipó-de-barriga’, ou seja, ‘intestino’.”, a expressão sublinhada é utilizada em sentido metafórico. Considerando-se essa afirmação, assinalar a alternativa que também contém metáfora na expressão sublinhada: 
Alternativas
Q4168822 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Ao pluralizar a palavra sublinhada em “Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela [...].”, quantas outras palavras obrigatoriamente sofrerão alteração de número para fins de concordância?
Alternativas
Q4168821 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Com base no texto, analisar os itens abaixo:
I. Os falantes da língua kotiria passaram a usar o sufixo - ma apenas para traduzir a expressão frustrativa “só que não”, muito usada nas redes sociais por falantes de português.
II. Na língua hup, combinaram-se as palavras tít (cipó) e tok (barriga) para formar o conceito de “intestino”.
III. O lado metafórico da língua hup não costuma ficar evidente nos substantivos.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4087068 Farmácia

Analise a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



Assinale a sequência correta dos elementos anormais apresentados na imagem e que podem ser encontrados em um exame de urina.

Alternativas
Q4087067 Farmácia
Um exame utilizado com muita frequência pelos reumatologistas, sendo considerado muito importante para contribuir no diagnóstico e/ou no acompanhamento de doenças reumatológicas é a pesquisa de:
Alternativas
Q4087066 Farmácia
Ao analisar no microscópio óptico um sedimento urinário no qual a urina desta amostra se apresentou ácida, o tipo de cristal que normalmente poderá ser encontrado neste tipo de amostra é: 
Alternativas
Q4087065 Biomedicina - Análises Clínicas
Um medicamento pode ser monitorado, ou seja, ter a dosagem sérica de drogas específicas acompanhada e/ou até mesmo para identificar a presença de determinada substância. O bramazepam é um benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorrelaxante. Trata-se de um método de identificação do bromazepam:
Alternativas
Q4087064 Biomedicina - Análises Clínicas
As pessoas que trabalham na área de um laboratório e/ou biodiagnósticos devem estar atentos e devidamente acostumados com as boas práticas laboratoriais e as regras gerais de biossegurança. Em relação às práticas de biossegurança, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4087063 Farmácia
Sobre a química e a bioquímica dos carboidratos e lipídeos, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4087062 Farmácia
Os marcadores tumorais, bastante utilizados e solicitados na prática clínica, têm as suas especificações e aplicações relacionados aos tipos de câncer. Em relação aos marcadores tumorais mais utilizados nos últimos anos, analise as afirmativas a seguir.

I. O CEA (antígeno carcinoembriogênico) não é empregado no rastreamento e diagnóstico do câncer colorretal para doença precoce.
II. O marcador tumoral CA 125 é conhecido também como MUC 16; é utilizado no manejo principal de doença maligna de pacientes com câncer de mama.
III. O marcador tumoral 19.9 é uma glicoproteína de superfície celular, que apresenta um baixo peso molecular; é utilizado no manejo principal de doença maligna de pacientes com carcinoma pancreático.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4087061 Biomedicina - Análises Clínicas
As parasitoses intestinais são muito comuns em países em desenvolvimento. No Brasil, são muito frequentes problemas com parasitoses, especialmente em crianças. Considerando as imagens sobre análise microscópica, observe as espécies ou as formas de parasita intestinal representadas.  

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4087060 Farmácia
As dosagens bioquímicas do sangue são de valor importantíssimo para o auxílio no diagnóstico, bem como para o acompanhamento terapêutico de doenças. Sobre as dosagens bioquímicas do sangue, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4087059 Biomedicina - Análises Clínicas
Há séculos a malária é uma importante doença parasitária que traz, mundialmente, sérios problemas de saúde pública. O seu diagnóstico é realizado pelo exame de microscopia óptica do sangue. Para reconhecer um parasito da malária utilizando a coloração de Giemsa, é sabido que esta coloração cora cada uma das partes de um parasito da malária de cores diferentes. Em relação à coloração das partes de um parasito de malária dentro da hemácia, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4086383 Direito Administrativo
Nos termos da Lei nº 8.429/1992, quanto à ação judicial é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4086382 Direito Constitucional
A Constituição Federal estabelece regras sobre a composição da Câmara Municipal. Considere que o município de Caeté possui 45.000 habitantes, 12 vereadores e 1 vereadora. Em relação à hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4086381 Direito Administrativo
Sobre a Lei de Improbidade Administrativa, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4086380 Direito Constitucional
A Constituição Federal estabelece o direito à livre associação profissional e sindical, porém: 
Alternativas
Respostas
1081: C
1082: D
1083: C
1084: D
1085: C
1086: B
1087: B
1088: D
1089: C
1090: C
1091: A
1092: C
1093: A
1094: C
1095: D
1096: C
1097: C
1098: C
1099: B
1100: D