Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

Foram encontradas 29.697 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4035367 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários."
Considerando a acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles extraídos do texto-base, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O vocábulo "funcionários" é uma palavra proparoxítona, sendo, portanto, acentuada conforme a regra geral que determina o acento em todas as proparoxítonas.
(__)O vocábulo "estímulo" está acentuado corretamente pela mesma regra que se aplica aos vocábulos "bávaro", "invólucro" e "alcoólatra", todos acentuados de forma adequada.
(__)O vocábulo "até" recebe acento por ser uma oxítona terminada em "e"; as terminadas em "a" e "o", seguidas ou não de "s", também recebem acento gráfico.
(__)Os vocábulos "mantém" e "têm" recebem acento pela regra, respectivamente, das oxítonas e dos monossílabas tônicos terminados em 'em', que devem ser acentuados, sendo também exemplos de palavras que recebem acento diferencial.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4035366 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas."
A concordância verbal está de acordo com a gramática normativa nas alternativas a seguir, assim como no enunciado acima, exceto em:
Alternativas
Q4035365 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão."
O vocábulo 'bem-estar' está grafado corretamente com hífen, de acordo com uma regra específica. Agora, analise as palavras compostas a seguir, juntamente com a regra que justifica sua grafia conforme o Novo Acordo Ortográfico e identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4035364 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares."
Quanto à regência dos sintagmas nominais e verbais presentes no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas:
(__)O verbo "espalhar-se" é pronominal e exige preposição "por", corretamente empregada na forma "pelas',
(__)O verbo "reduzir" atua como transitivo direto, pois exige objeto direto que indica aquilo que sofre a redução.
(__)O verbo "levar" atua como bitransitivo, mas também pode atuar como transitivo direto, como em: "Com medo de ser assaltado, leva consigo apenas algum dinheiro."
(__)O verbo "buscar" atua como transitivo direto, exigindo complemento sem o uso de preposição.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4035363 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não."
Com base nas classes gramaticais dos vocábulos presentes no trecho, julgue as afirmativas:
I.O termo "presumem" é a forma verbal do verbo regular "presumir", conjugado no mesmo tempo e modo do verbo "haver" em "Eles hão de chegar ainda hoje."
II.O vocábulo "naturalmente" é um advérbio que modifica o verbo 'ser', indicando modo de ação.
III.O vocábulo "que" é um pronome relativo, referindo-se às pessoas determinadas.
IV.A palavra "outras" é um pronome indefinido, empregado com função substantiva, retomando "pessoas".

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035362 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário."
Analise sintaticamente os elementos que compõem o período acima e julgue as afirmativas:
I.A expressão "as reuniões de desligamento" representa o sujeito da locução verbal "pode ser", indicando que as "reuniões" são importantes.
II.A locução verbal "pode ser" pertence a uma oração sem sujeito, pois o verbo "ser" está empregado de forma impessoal, indicando uma possibilidade ou hipótese sem agente determinado.
III.A oração "se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário" é subordinada substantiva objetiva direta, pois completa o sentido do verbo "investigar".
IV.A expressão "verdadeiro" exerce a mesma função sintática do "me" em "O rapaz pisou-me o pé ao atravessar a rua".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035361 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
"Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis."
Os vocábulos "para" e "são" são exemplos de homônimos, pois, dependendo do contexto, adquirem significados distintos. Agora, complete as lacunas com os homônimos ou parônimos adequados de acordo com o contexto:
I.O relatório foi______de incompleto pela equipe de auditoria
II.A______densa pela manhã dificultou a visibilidade nas estradas.
III.O juiz_____ uma multa muito alta a todos condutores que avançarem o sinal.
IV.O palestrante procurou______a ideia de que apenas gênios alcançam o sucesso.

Os sintagmas que completam correta e respectivamente as lacunas são:
Alternativas
Q4035360 Português
Boreout: Como o tédio destrói a motivação e prejudica a retenção de talentos. 

Aprendizado pode contar mais do que salário.

O salário atrai talentos, mas raramente os mantém. O que realmente faz as pessoas ficarem é a sensação de estarem aprendendo, contribuindo e crescendo. Quando esses elementos desaparecem, a motivação cai e a rotatividade aumenta.

De acordo com dados da consultoria global Gallup, profissionais que afirmam ter oportunidades de aprender e crescer têm o dobro de chances de permanecer em suas empresas. Quando essas oportunidades somem, as pessoas começam a imaginar novas possibilidades em outro lugar. O tédio se manifesta como desengajamento, menos criatividade e iniciativa.

A razão do turnover

Se a motivação alimenta o propósito, quando os profissionais deixam de se sentir desafiados ou valorizados, o desempenho começa a cair muito antes da demissão.

Os psicólogos Edward Deci e Richard Ryan identificaram três necessidades básicas para o bem-estar no trabalho: autonomia, competência e conexão. Quando essa tríade é ignorada, a motivação entra em declínio. Os funcionários passam a focar apenas em "sobreviver ao dia" em vez de criar valor.

Esse desengajamento se espalha lentamente pelas equipes, reduzindo a energia e a performance coletiva. O resultado é uma queda gradual no comprometimento — que, com o tempo, leva as pessoas a buscar oportunidades em outros lugares.

Por isso, durante as reuniões de desligamento, pode ser importante investigar se o tédio foi o verdadeiro gatilho da saída do funcionário.

Desafios geram motivação

O trabalho pode se tornar entediante quando a rotina substitui a curiosidade. Em muitas empresas, o sucesso acaba se tornando uma armadilha. Quando os funcionários dominam suas funções, muitas vezes são designados repetidamente para as mesmas tarefas, justamente por serem confiáveis. O que começa como um reconhecimento pela excelência acaba virando repetição, e isso anestesia a motivação.

O problema não é a falta de ambição do profissional, e sim a ausência de novos desafios. Pesquisas mostram que novidade e aprendizado ativam o sistema de recompensa do cérebro, mantendo as pessoas engajadas. Sem esse estímulo, até os melhores talentos começam a perder o interesse. A previsibilidade pode parecer segurança para os líderes, mas tem um alto custo para a retenção de funcionários.

O papel da liderança

Líderes muitas vezes confundem motivação com personalidade. Presumem que algumas pessoas são naturalmente determinadas e outras, não. Na realidade, a motivação depende do ambiente.

Quando o funcionário sente que sua opinião é ignorada ou suas ideias são descartadas, sua energia diminui. E, ironicamente, os melhores colaboradores (aqueles que entregam resultados consistentes) são os primeiros a sentir a perda de propósito.

Eles querem continuar evoluindo e, quando esse impulso é sufocado, se desconectam. Benefícios como almoço grátis ou "sextas casuais" não resolvem a falta de estímulo intelectual. As pessoas querem ser desafiadas de forma significativa.

Curiosidade e motivação caminham juntas. A sensação de descoberta mantém o trabalho interessante. Estudos em neurociência mostram que a curiosidade estimula a liberação de dopamina, fortalecendo o foco e a memória. Quando líderes convidam os funcionários a fazer perguntas, experimentar e compartilhar ideias, eles os tornam protagonistas do próprio crescimento.

Até ações simples — como pedir sugestões sobre decisões ou alternar projetos entre equipes — podem reacender a energia. Quando o profissional sente que seu pensamento tem valor, ele se envolve mais profundamente com a empresa. Esse envolvimento é a base da retenção de talentos.


https://forbes.com.br/carreira/2025/11/boreout-como-o-tedio-destroi-amotivacao-e-prejudica-a-retencao-de-talentos/fragmento
Considerando o texto-base, identifique a alternativa que não pode ser concluída a partir de sua leitura.
Alternativas
Q4034606 Literatura
"DIABO À barca, à barca, houlá! que temos gentil maré!  - Ora venha o carro a ré! COMPANHEIRO Feito, feito! Bem está! Vai tu muitieramá,  e atesa aquele palanco  e despeja aquele banco, pera a gente que virá."

O texto acima pertence à peça Auto da Barca do Inferno, escrita em 1517 pelo humanista português Gil Vicente. Essa obra é uma das mais emblemáticas do autor, considerado o 'pai do teatro português'. Encenada pela primeira vez em 1531, integra a chamada Trilogia das Barcas, juntamente com Auto da Barca do Purgatório e Auto da Barca da Glória.
Com base em toda obra 'Auto da Barca do Inferno, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4034605 Pedagogia
A linguagem constitui o principal meio de comunicação por meio do qual o ser humano interage com o mundo que o cerca. A língua, por sua vez, representa a organização dessa linguagem em um sistema de códigos compartilhados por uma comunidade em determinado contexto histórico e social, sendo essencial para que as pessoas se relacionem de maneira estruturada dentro desse grupo. Atualmente, cresce a consciência sobre a relevância do aprendizado de um segundo idioma, o que tem despertado o interesse de estudiosos da linguagem em investigar esse processo, buscando compreender como se dá a aquisição de uma nova língua e quais métodos se mostram mais eficazes
Com base nos processos de aquisição da segunda língua, julgue as afirmativas a seguir:

I.O professor desempenha um papel essencial, constituindo o principal alicerce do processo educativo. Cabe-lhe não apenas dominar a língua estrangeira, mas também compreender os diversos fatores que interferem na aprendizagem dela pelos alunos.

II.Métodos de pesquisa diversificados, como observação, experimentos controlados, tarefas laboratoriais, simulações computacionais e análises qualitativas ou quantitativas são essenciais nesse processo.

III.Diferentemente da primeira língua, na segunda não é fundamental que o professor conheça o perfil e a experiência linguística prévia dos alunos, pois a aprendizagem ocorre de forma padronizada para todos.

IV.Alunos motivados tendem a se desenvolver mais rapidamente, e essa motivação depende da capacidade do professor de conhecê-los e planejar práticas adequadas às suas necessidades.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034604 Português
Analise o emprego da linguagem nos textos a seguir:

Texto I
"Participei do evento organizado pela instituição cultural e constatei que a estrutura estava bem planejada, com uma programação variada e um ambiente seguro e acolhedor para todos os presentes."
Texto II
"Fui na festa e achei tudo legal! A música tava da pesada e nois se divertiu muito."
As variações linguísticas correspondem às diferenças que uma língua manifesta em função de fatores como a região, a cultura ou o contexto social em que é empregada.


Com base nisso, assinale a alternativa que indica corretamente o tipo de variação presente nos dois textos.
Alternativas
Q4034603 Pedagogia
A prática pedagógica envolve parcerias, expectativas do docente, condições de ensino e os espaços escolares. O objetivo da prática pedagógica é estimular o aprendizado dos alunos, promovendo ações que facilitem e tornem mais eficaz o processo de aprendizagem.
Considerando as práticas pedagógicas atuais para o ensino de Língua Portuguesa, julgue as assertivas a seguir:

I.O professor deve priorizar o ensino da gramática normativa como um conteúdo independente, assegurando que o aluno decore as regras gramaticais antes de desenvolver atividades de escrita.

II.O ensino da Língua Portuguesa deve priorizar a leitura e a escrita como práticas de interação social, estimulando o estudante a refletir sobre os usos da linguagem em diferentes contextos.

III.A correção da escrita deve ocorrer apenas ao final do processo, sem que o aluno participe da revisão ou reflexão sobre suas escolhas linguísticas.

IV.O professor deve evitar o uso de gêneros literários, já que, na linguagem moderna, eles são considerados pouco adequados e não contribuem para o aprendizado da gramática e da literatura.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034602 Linguística
A filosofia da linguagem é o ramo da filosofia que se dedica a quatro questões fundamentais e às delas derivadas: a natureza do significado, o uso da linguagem, a compreensão da linguagem e a relação da linguagem com a realidade.
No estudo da linguagem, a 'natureza do significado' diz respeito à investigação:
Alternativas
Q4034601 Pedagogia
A perspectiva dialógica no ensino de língua, iniciada por Geraldi (1984, 1991), tem influenciado todos os eixos de ensino, sobretudo a análise linguística na Linguística Aplicada brasileira. Retomando Franchi (1987), Geraldi valoriza atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas como alternativa ao ensino gramatical normativo, destacando o trabalho com a linguagem em contextos reais. Suas obras constituem a base teórica e metodológica dessa abordagem.
Considerando as concepções de ensino de orientação dialógica, relacione corretamente a Coluna A com a Coluna B, de acordo com a concepção de atividade epilinguística e metalinguística, considerando suas finalidades no processo de ensino-aprendizagem da língua.

Coluna A
1.Atividade epilinguística. 2. Atividade metalinguística.
Coluna B
(__)Ocorre de forma contínua na fala cotidiana. Perguntas como "O que você quis dizer com isso?" ou "Por que o autor escolheu essa palavra?" configuram esse tipo de atividade, pois representam momentos em que se reflete sobre a própria língua.

(__)É mediada pelo professor na produção de textos, estimulando o estudante a pensar sobre como a linguagem constrói sentidos, como revisar e substituir palavras ou expressões para melhorar a clareza ou adequação.

(__)É o momento em que se fala sobre a língua de modo sistemático, levando o aluno a formular generalizações e a compreender regras gramaticais de modo consciente.


A sequência numérica que preenche os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4034600 Literatura
A Teoria Literária consiste no estudo e sistematização da Literatura como área do conhecimento, bem como os modos de análise deste campo. Assim como a Literatura Comparada, consiste em um campo bastante recente. Antes da popularização do termo, seu estudo era realizado no campo da Estética, que compreende todas as Artes.
Até o início do século XX, quando a teoria literária se estabeleceu, a literatura não tinha um tratamento priorizado em relação às outras artes. Todavia, seus estudos remontam à Aristóteles e sua Poética, que analisava as manifestações literárias da época.
Disponível em: (https://www.infoescola.com/literatura/teoria-literaria/)

Considerando a teoria da literatura, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q4034599 Português
Quando o tema é a escrita, muitos alunos demonstram desânimo e resistência, pensando: "Não gosto de escrever", o que compromete o processo de aprendizagem. Frequentemente, mostram pouco interesse em expor suas ideias ou compartilhá-las com o grupo, o que resulta em desunião entre os colegas. Como consequência, surgem diferentes comportamentos: enquanto alguns conseguem escrever, outros pegam o lápis, mas não produzem nada, e há ainda aqueles que acabam causando tumulto na aula.
Como estratégia para estimular a produção textual e contornar essa situação, o professor leva os alunos à biblioteca para trabalhar o gênero fábula. São estratégias que o professor deve propor aos alunos:

I.Permissão para que os alunos escolham livros aleatoriamente na biblioteca, sem orientação, para estimular a autonomia na leitura.

II.A produção coletiva da fábula deve ocorrer apenas depois que os alunos estiverem familiarizados com o gênero, seus elementos e estrutura.

III.A primeira produção deve ser elaborada pelo professor, sem necessidade de incorporar as sugestões dos alunos, de modo que estes tenham contato com uma versão adequada do texto e, a partir dela, possam desenvolver produções mais coerentes e coesas.

IV.A revisão do texto deve ser realizada individualmente, sem a participação dos colegas ou mediação do professor, de modo a possibilitar que cada aluno desenvolva sua própria escrita.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034598 Linguística
 A importância da Etimologia, da Estilística e da Pragmática está em oferecer diferentes camadas de análise sobre a linguagem. Juntas, essas áreas fornecem uma compreensão mais completa do significado e do uso da comunicação.
Com base nessas três camadas de análise linguística, relacione a Coluna A com cada característica apresentada na Coluna B.

Coluna A
1.Pragmática. 2.Estilística. 3.Etimologia.
Coluna B
(__)É a análise da trajetória histórica das palavras, investigando sua origem e o desenvolvimento que sofreram ao longo do tempo. Essa área da linguística se dedica a identificar os étimos, ou seja, os vocábulos que deram origem a outros termos.

(__)Trata-se de um dos ramos da linguística responsável pela análise dos discursos em distintas situações comunicativas, levando em consideração fatores contextuais e incorporando conceitos de outras áreas, como a sintaxe, que estuda a construção dos enunciados, e a semântica, que se ocupa dos significados.

(__)Analisa a linguagem e sua capacidade de conferir maior ou menor expressividade e beleza às mensagens, sendo, por isso, especialmente relevante nos contextos literários. Enquanto a Gramática se ocupa da norma culta, essa área complementa os estudos linguísticos ao enfatizar a função expressiva dos discursos.


A sequência numérica que completa os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4034597 Português
Leia:
"Então voltou contra ele todo o ódio acumulado pelos seus aborrecimentos e cada esforço que fazia para o reduzir servia apenas para o aumentar, pois esse esforço inútil ia acrescentar-se aos outros motivos de desespero e contribuía ainda para maior afastamento. A sua própria docilidade lhe causava revolta. a mediocridade doméstica incitava-a a fantasias luxuosas; a ternura matrimonial, a desejos adúlteros. Preferiria que Charles lhe batesse, para poder com mais justiça detestá-lo, vingar-se dele. por vezes assustava-se com as atrozes conjecturas que lhe vinham à ideia; e era necessário continuar a sorrir, escutar as suas próprias repetições de que ele era feliz, fazer de conta que o era, dar a entender isso aos outros! Enojava-se, entretanto, daquela hipocrisia. Tinha tentações de fugir com Léon para qualquer parte, muito longe, tentar um destino novo; mas logo se lhe abria na alma um abismo de confusão, cheio de negrume. "ainda por cima, não me ama", pensava ela; "qual vai ser o meu futuro? que ajuda posso esperar, que consolação, que alívio?"
Os clássicos da literatura mundial fazem parte da tradição literária ocidental, portanto, são obras que sobreviveram ao tempo e possuem temáticas universais. Elas pertencem a variados estilos de época, além de apresentar elementos autorais.
O trecho acima pertence a um dos clássicos da literatura. Assinale a alternativa que indica corretamente a obra e seu autor.
Alternativas
Q4034596 Pedagogia
 O ensino e a aprendizagem da Língua Portuguesa exigem dos professores atenção às variações linguísticas, à capacidade de adequar suas metodologias aos diferentes perfis de alunos e ao domínio na utilização de recursos tecnológicos.
Com base nesses princípios, julgue as afirmativas a seguir:

I.O professor deve estar atento às variações linguísticas, a fim de promover um ensino inclusivo e respeitoso com a diversidade cultural do país.
II.Cada estudante possui necessidades e competências próprias; portanto, é fundamental que o professor reconheça essas diferenças e adeque sua metodologia de ensino para atender às demandas individuais.
III.O uso de recursos tecnológicos no ensino da Língua Portuguesa passou a ser um mecanismo de maior facilidade para a sala de aula, pois todos os professores dominam esses recursos, tornando o aprendizado sempre prazeroso.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034595 Português
No Ensino Médio, os estudantes já possuem habilidades linguísticas desenvolvidas no Ensino Fundamental e podem participar de diversas práticas sociais que envolvem a linguagem. Essa etapa escolar aprofunda a análise crítica e reflexiva sobre a leitura, escuta e produção de textos verbais e multissemióticos, ampliando referências estéticas, éticas e políticas, além de possibilitar maior fruição, produção de conhecimento e participação social em cidadania, trabalho e estudos.
Destacam-se, nesse nível, a valorização da cultura digital, das culturas juvenis, dos novos letramentos e multiletramentos, dos processos colaborativos e das interações nas mídias e redes sociais.
Em relação ao Ensino Fundamental, a BNCC de Língua Portuguesa para o Ensino Médio estabelece a progressão das aprendizagens e habilidades considerando:

I.A complexidade das práticas de linguagens e dos fenômenos sociais que repercutem nos usos da linguagem (como a pós-verdade e o efeito bolha).

II.A consolidação do domínio de gêneros do discurso/gêneros textuais já contemplados anteriormente no ensino fundamental, sem a necessidade de ampliar o repertório de gêneros, pois todos já possuem um grau maior de análise, síntese e reflexão.

III.O aumento da complexidade dos textos lidos e produzidos em termos de temática, estruturação sintática, vocabulário, recursos estilísticos, orquestração de vozes e semioses.

IV.A atenção maior nas habilidades envolvidas na produção de textos multissemióticos mais analíticos, críticos, propositivos e criativos, abarcando sínteses mais complexas, produzidos em contextos que suponham apuração de fatos, curadoria, levantamentos e pesquisas e que possam ser vinculados de forma significativa aos contextos de estudo/construção de conhecimentos em diferentes áreas, a experiências estéticas e produções da cultura digital e à discussão e proposição de ações e projetos de relevância pessoal e para a comunidade.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1861: B
1862: B
1863: C
1864: B
1865: B
1866: C
1867: B
1868: D
1869: A
1870: C
1871: D
1872: D
1873: A
1874: C
1875: C
1876: A
1877: B
1878: A
1879: B
1880: B