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Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEDUC-SE Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Arte | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Biologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Ensino Religioso | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Filosofia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Física | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: História | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Informática/Computação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Espanhola | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Inglesa | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Portuguesa | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Química | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Sociologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo II - Conservatório de Música - Disciplina: Cargos 16 a 41 | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo III - Educação Especial - Disciplina: Libras |
Q3825388 Português
Texto CB1A1

        As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.

        Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.

        Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.

        É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.

        Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.

        Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário. 

        Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.

        A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.

        O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.

Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
No quarto parágrafo do texto CB1A1, a autora lamenta o fato de milhões de brasileiros
Alternativas
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Q3825387 Português
Texto CB1A1

        As afirmações “Meus alunos não sabem português” ou “Eu não sei português” são comuns no dia a dia de brasileiros e brasileiras. Basta perguntar a qualquer falante do português se ele “sabe” português e veremos que, na maioria dos casos, a resposta será: “Não sei” ou “Não sei direito”.

        Há diversos motivos que levam os falantes de uma língua a proferirem afirmações como essas. Há razões históricas e sociais que podem explicar esse sentimento dos brasileiros.

        Uma delas é que, como o senso comum nos leva a pensar que saber gramática está, diretamente, ligado ao domínio de conceitos apresentados nos compêndios gramaticais, acabamos acreditando que, se alguém não sabe as regras apresentadas nesses compêndios, não sabe português.

        É, no mínimo, lamentável imaginar que milhões de brasileiros, que se comunicam em português diariamente, durante toda sua vida, têm uma autoestima linguística tão baixa. Por acreditarem que não dominam certos aspectos de uma variedade da língua, chegam à conclusão de que não sabem sua própria língua materna.

        Na verdade, todas as pessoas que são expostas à língua portuguesa desde o nascimento ou desde a infância sabem português. Portanto, todos os brasileiros nessa situação sabem português.

        Desde o nascimento, nossa mente nos guia em nosso aprendizado linguístico. Crianças de 2 e 3 anos de idade já usam a língua portuguesa com desenvoltura, criam sentenças que nunca escutaram antes e aprendem mais a cada dia, apesar de ainda não terem ido à escola. Se nosso conhecimento sobre o funcionamento da língua portuguesa dependesse exclusivamente do que aprendemos na escola, só aprenderíamos a falar depois de ir à escola. Sabemos, entretanto, que isso não é necessário. 

        Quando entendemos que o conceito de gramática corresponde a um construto mental que cada membro da espécie humana desenvolve, desde que exposto a dados da língua em questão, vemos como é, no mínimo, impróprio afirmarmos que “não sabemos português”.

        A escola, de fato, ensinará as crianças a escreverem — a se expressarem usando a modalidade escrita —, mas os conhecimentos gramaticais ensinados na sala de aula ficam muito aquém do conhecimento pleno de uma língua e daquilo que as crianças já adquiriram quando começaram a falar.

        O professor, em sala de aula, poderá promover o conhecimento linguístico explícito de certos fenômenos linguísticos, tais como os de concordância, regência ou ordem, ou mostrar como tais fenômenos ocorrem nas diferentes variedades da língua portuguesa. No entanto, ele deve estar consciente de que, antes de a criança ir para a escola, ela já domina, tacitamente, esses conceitos.

Eloisa Pilati. Linguística, gramática e aprendizagem ativa.
Campinas, SP: Pontes, 2017, p. 23-30 (com adaptações).
Uma das principais ideias veiculadas no texto CB1A1 é a de que
Alternativas
Q4292215 Ciência Política
Dessa forma, a despeito de existir um sistemático debate sobre a operacionalidade do conceito, outra constante pode ser observada: o populismo, no Brasil, tornou-se uma categoria de acusação, traduzindo valores negativos presentes no “outro” sobre o qual se fala. Por conseguinte, mesmo que pesquisas acadêmicas busquem utilizá-lo sem esse tom depreciativo, seu sentido negativo está tão consolidado, que chega a comprometer o vocabulário da análise. 

DE CASTRO GOMES, Angela. O populismo no Brasil: desafios de um debate historiográfico. Estudos Ibero-Americanos, v. 48, n. 1, p. 9, 2022

É correto afirmar que o populismo no Brasil 
Alternativas
Q4292214 História
O processo de descolonização da África ocorreu dentro do contexto da chamada Guerra Fria; portanto, situações externas interferiram no surgimento das novas nações africanas no pós-guerra. A consequência inevitável desse contexto foi  
Alternativas
Q4292213 História

“Na esteira desses acontecimentos, a população brasileira manifesta sua profunda insatisfação perante os atos cometidos pelo Eixo, que vão desde a invasão por navegação em águas brasileiras aos ataques de navios mercantis que aniquilaram mais de 600 vidas. Como resposta, o povo reage por meio de protestos e de marcha organizada por estudantes em frente à embaixada dos Estados Unidos. Dessa maneira, o governo brasileiro é pressionado pela opinião pública para que a declaração de guerra seja, enfim, realizada. Em razão dos fatos ocorridos, o Brasil declara, no dia 22 de agosto de 1942, estado de beligerância contra Alemanha, Itália e Japão, mas, no dia 31 do mesmo mês, o governo brasileiro decide e anuncia oficialmente que está em guerra contra os países do Eixo”.


EXÉRCITO BRASILEIRO, 2018.


Com relação à Segunda Guerra Mundial, o Brasil

Alternativas
Q4292212 História
Numa época em que as mulheres de “decência” não podiam sair às ruas, Anayde foi uma mulher que não se sujeitava às regras sociais. Encarou os preconceitos na provinciana cidade paraibana e, para a sociedade, aos poucos, ela se tornou alvo de inquietação. Até mesmo de alguns colegas do meio literário, a escritora Anayde sofria preconceito, não só por ser uma mulher de ideias avançadas, como também por ser mestiça. Ela percebia a existência da discriminação dupla: pelo sexo e pela cor da pele.

DA SILVA, Aureni Maria. Anayde Beiriz: mulher moderna numa Paraíba antiga. Revista de Ciências Humanas, n. 1, p. 120, 2016. 

A utilização dessa personagem feminina como protagonista no contexto da Revolução de 1930 remete a uma afirmação de  
Alternativas
Q4292211 História

Para assegurar sua posição de comando, na perspectiva do autor, o coronel utiliza-se dos votos. É através da quantidade de votos que se consegue angariar e que se pode oferecer ao candidato ao cargo de governador ou deputado, a obtenção de favores do Estado, necessários para manter a sua articulação e seu prestígio dentro do município, sendo que, quanto maior quantidade de votos, mais favores são recebidos. Mediante a isso, ainda, para o autor, há o aumento do domínio dos coronéis, que recebem liberdade administrativa, financeira, podendo nomear o chefe policial e, ainda, remover juízes de seus cargos, caso estes ajam com imparcialidade.


OLIVEIRA, Gerlândia Nascimento et al. As relações de poder ditas" Coronelísticas" no final do século XIX e início do século XX no Estado da Paraíba. 2014.


Para a abordagem do tema Coronelismo na Primeira República, o professor deve fazer a interlocução com o seguinte tema da atualidade:  

Alternativas
Q4292210 História

Objetivando suprir o déficit de mão de obra mediante a crise do sistema escravagista, os fazendeiros e o governo brasileiro decidiram importar trabalhadores de outros continentes como uma forma de resolver a questão e garantir a manutenção dos lucros e outras vantagens. Hoje estamos vendo, na Europa e Estados Unidos, um clima social de ódio aos imigrantes capitaneado por organizações de extrema direita e governos conservadores, levando a um cenário de tensão e violência.


Com relação à imigração no Brasil, é correto afirmar que

Alternativas
Q4292209 História
A obra é do escultor paraibano Hélio César Barros. Trata-se de uma estátua em tamanho quase real de Frei Caneca, com suas vestes religiosas, calçado em uma sandália, que parece ser de couro, algo que passa a ideia de simplicidade. Encontra-se amarrado a um tronco e posto para a ser executado. Com um olhar longínquo e cabisbaixo, emite um sentimento de melancolia, sofrimento, diferente do que escreve a historiografia a respeito do revolucionário, como veremos a seguir. A estátua está posta no canto direito da praça, em frente ao palco virada para o oeste, sobre um pedestal, onde tem uma placa metálica contendo o nome do mártir, a data e o local de sua execução. A obra é impossível de passar despercebida. Ao mesmo tempo,tal símbolo fomenta a memória do movimento e produz um sentimento patriótico.

SOARES, Clébia Valêsca Gonçalves et al. “Gloriosa memória de quem triunfou”: festejos e narrativas monumentais da Confederação do Equador no sertão da Paraíba (Triunfo, 2004 a 2015). p.71. 2016.

Com relação à Confederação do Equador (1824), é correto afirmar que
Alternativas
Q4292208 História
Analisando o comércio exportador e importador brasileiro, não existiram dúvidas da tendência dos ingleses de controlarem as importações de certas mercadorias, como as das “fazendas secas”, ou seja, de fios e tecidos de algodão, lã e linho, oriundos da indústria têxtil revolucionária inglesa, como também das exportações brasileiras de açúcar, café e outras commodities oitocentistas. Nesse comércio de “longo curso”, destacaram-se firmas como Francis Le Breton & Co., Carruthers & Co., Phipps Brothers & Co., Edward Johnston & Co., muitas formadas ainda no período joanino (1808-1821), outras do I Reinado (1822-1831) em diante. É importante ressaltar a presença de outras firmas e negociantes estrangeiros como norte-americanos, hamburgueses e portugueses nesse comércio, tais como Maxwell, Wright & Co., James Birckhead, Schroeder & Co. e outras. 

A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E A RELAÇÃO COM A INGLATERRA: uma colônia do imperialismo inglês?. Blog das Independências, ANPUH Nacional. Disponível em: https://anpuh.org.br/index.php/blog-das-independencias/item/7604-a-independencia-do-brasil-e-a-relacao-com-a-inglaterra-uma-colonia-do-imperialismo ingles. 

Para que um professor de História desenvolva o tema Imperialismo inglês do século XIX, ele deverá aplicar, na sua aula,  
Alternativas
Q4292207 História
Não tenho a pretensão de verticalizar a discussão sobre o caráter burguês da Revolução Francesa e mesmo a sua tão decantada falta de universalidade. Minha intenção é menos ambiciosa. Quero reter um elemento da leitura da passagem acima. A noção de direitos do homem expressa na Declaração era bastante abrangente. Como afirma o professor Meneguello, os revolucionários de 1789 tinham uma noção – embora difusa – que a ideia dos direitos do homem perpassava por muitos lugares do real. Liberdade, igualdade, resistência à opressão, liberdade de consciência, direitos sociais, econômicos e culturais.

DA CRUZ PAIVA, Odair. Construção histórica dos direitos humanos: avanços, limites e desafios. Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos, v. 1, n. 1, p. 38, 2013.

A relação entre Direitos Humanos e Revolução Francesa 
Alternativas
Q4292206 Sociologia
Na Paraíba, entre os anos de 2004 a 2012, foram reconhecidas 36 comunidades quilombolas. Estão localizadas, em sua maioria, em áreas rurais, com exceção das comunidades quilombolas de Paratibe e do Talhado Urbano, que estão situadas nas áreas urbanas dos municípios de João Pessoa e Santa Luzia, respectivamente, como já destacamos. Com relação às comunidades que estão localizadas em áreas rurais, existe a particularidade do Gurugi, comunidade que incide em uma área de assentamento já emancipado. O maior número de comunidades está localizado na Mesorregião do Sertão, com dezenove quilombos, seguido pelo Agreste Paraibano, com oito, Borborema com cinco e Zona da Mata Paraibana com quatro comunidades. Essa espacialização justifica- se no processo de construção e ocupação do espaço agrário paraibano[...] . 

MONTEIRO, Karoline dos Santos. As mulheres quilombolas na Paraíba: terra, trabalho e território. 2013. 233 f. Dissertação (Mestrado em [Programa]) – Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Exatas e da Natureza, João Pessoa, 2013.

Ao trabalhar o tema comunidades quilombolas da Paraíba, o professor de História aplicaria o conceito histórico de
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Q4292205 História
Na elaboração do planejamento da aula “Atividade açucareira no Período colonial brasileiro”, o professor, objetivando enfatizar as rupturas e permanências históricas, deve 
Alternativas
Q4292204 História
A admoestação de Vieira referia-se aos aldeamentos plenamente estabelecidos, o que não era o caso na recente contatação de Gago junto aos Tabajara, mas o que nos interessa notar é que a prudência no discurso vieiriano também emergira com cautela, “até 10 horas ou onze da noite” e “Para que os índios fiquem capazes de assistir os ofícios divinos”. Mas o Superior da missão teria, tempos depois, a oportunidade de cumprir a admoestação de Vieira em sua plenitude contextual. Em 1709, com o estabelecimento do Aldeamento da Ibiapaba, houve uma festa comemorativa e a inauguração da Igreja, no dia 15 de agosto, em homenagem à padroeira, Nossa Senhora da Assunção. As festividades, que duraram três dias, incluíram procissão, missa, batismo de vinte e cinco catecúmenos e “prática aos Índios”. Apesar de ter sido esta uma comemoração cristã e de fundação de uma nascente cristandade no maior reduto jesuítico da Colônia, nem por um instante foi perdido o horizonte do realismo missionário, pois os índios tiveram alguns aspectos comemorativos que lembrariam suas práticas guerreiras incluídas nas comemorações.

MAIA, Lígio José de Oliveira. Milícia de Jesus Cristo nas serras de Ibiapaba durante os setecentos. In: XXVII SIMPÓSIO DA AMPUH, 2025. Anais […]. s.l.: s.n., 2025. 

Para abordar o tema “resistência dos povos indígenas ao processo de colonização do Brasil”, o professor daria ênfase ao conceito de 
Alternativas
Q4292203 Pedagogia
Em 2002, o IPHAEP catalogou e tombou cerca de uma dezena de construções e, em 2003, delimitou o Centro Histórico de Cajazeiras. Ação foi reconhecida e homologada pelo governo do Estado sob o Decreto nº 25.140, de 28 de junho de 2004. Contudo, de acordo com membros da instituição, uma das dificuldades para o não tombamento ou para a preservação de outras edificações antigas existentes se deve ao fato de serem propriedades particulares e de heranças familiares, o que acarreta dificuldades por parte dessas famílias em não preservar esses imóveis, sobretudo pelo valor financeiro que possuem e por estarem, em sua maioria, localizados em área que coincide com o centro comercial da cidade. 

ROLIM, Eliana de Souza. Patrimônio histórico, memória, história e construção de saberes. In: XXVII SIMPÓSIO DA AMPUH, 2025. Anais […]. s.l.: s.n., 2025. 

A preservação do patrimônio histórico e cultural de uma localidade, como conteúdo a ser abordado nas aulas de História,  
Alternativas
Q4292202 História
A utilização de fontes orais, nas aulas de História, como uma forma de torná-las mais atrativas para os alunos, seria uma opção didática significativa se  
Alternativas
Q4258321 Pedagogia
As metodologias, voltadas para a aprendizagem, consistem em uma série de técnicas, procedimentos e processos utilizados pelos professores durante as aulas, com objetivos de auxiliar o aprendizado dos estudantes. No contexto das metodologias ativas, a abordagem da sala de aula invertida  
Alternativas
Q4258320 Pedagogia
No planejamento pedagógico, as técnicas de ensino representam os procedimentos específicos que o professor utiliza para facilitar a aprendizagem, tornando os conteúdos acessíveis e significativos para os alunos. Entre as técnicas de ensino, destacam-se aquelas que promovem a participação ativa dos estudantes, a construção do conhecimento e a aplicação prática do conteúdo aprendido. Considerando essa perspectiva, é possível afirmar que  
Alternativas
Q4258319 Pedagogia
De acordo com Luckesi (2005), avaliar a aprendizagem vai além de atribuir notas. Trata-se de um processo contínuo de acompanhamento e ajuste das ações pedagógicas. Nesse contexto, no exercício da docência, a avaliação deve ser entendida como 
Alternativas
Q4258318 Pedagogia
No contexto da Educação Básica, os documentos legais, como a Constituição Federal e a LDB (Lei n.º 9.394/1996), definem finalidades educacionais que orientam diretamente a prática pedagógica escolar. No planejamento de suas aulas, o professor utiliza essas finalidades como referência para 
Alternativas
Respostas
2681: D
2682: E
2683: C
2684: A
2685: D
2686: C
2687: B
2688: A
2689: C
2690: A
2691: C
2692: A
2693: B
2694: C
2695: B
2696: A
2697: A
2698: A
2699: D
2700: A